Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Esporte
Em 45 anos de Volvo Ocean Race é a sexta morte

Terça, 27/3/2018 10:46.
Ugo Fonolla/Volvo Ocean Race.
Xabi Fernandez, comandando o Mapfre em condições péssimas de mar entre Auckland e Itajaí.

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A queda ao mar ontem do britânico John Fisher, da equipe Sun Hung Kai/Scallywag elevou para seis o número de acidentes fatais nos 45 anos de história da Volvo Ocean Race.

A última morte registrada foi 12 anos atrás, na etapa entre Nova Iorque e Portsmouth quando o velejador holandês Hans Harrevoets foi varrido por uma onda.

A quantidade de vítimas fatais é relativamente pequena considerando que se trata de uma regata de volta ao mundo, com etapas sob condições deploráveis de mar como essa da Nova Zelândia a Itajaí e nem sempre, ao longo dos anos, os tripulantes serem profissionais treinados.

Em 1973, quando ocorreu a primeira edição, havia 17 barcos na disputa, na maioria veleiros oceânicos comuns, com tripulação de espírito aventureiro, mas não atletas de classe olímpica como é hoje.

Agora os veleiros são maravilhas tecnológicas, as tripulações preparadas ao extremo, mas a força do mar continua soberana, por isso às vezes ocorrem acidentes fatais.

Esse trecho entre a Nova Zelândia e Itajaí é particularmente difícil e tende a se tornar pior conforme os barcos se aproximam do Cabo Horn onde deverão chegar dentro de aproximadamente 48 horas.


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Página 3
Ugo Fonolla/Volvo Ocean Race.
 Xabi Fernandez, comandando o Mapfre em condições péssimas de mar entre Auckland e Itajaí.
Xabi Fernandez, comandando o Mapfre em condições péssimas de mar entre Auckland e Itajaí.

Em 45 anos de Volvo Ocean Race é a sexta morte

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Terça, 27/3/2018 10:46.

A queda ao mar ontem do britânico John Fisher, da equipe Sun Hung Kai/Scallywag elevou para seis o número de acidentes fatais nos 45 anos de história da Volvo Ocean Race.

A última morte registrada foi 12 anos atrás, na etapa entre Nova Iorque e Portsmouth quando o velejador holandês Hans Harrevoets foi varrido por uma onda.

A quantidade de vítimas fatais é relativamente pequena considerando que se trata de uma regata de volta ao mundo, com etapas sob condições deploráveis de mar como essa da Nova Zelândia a Itajaí e nem sempre, ao longo dos anos, os tripulantes serem profissionais treinados.

Em 1973, quando ocorreu a primeira edição, havia 17 barcos na disputa, na maioria veleiros oceânicos comuns, com tripulação de espírito aventureiro, mas não atletas de classe olímpica como é hoje.

Agora os veleiros são maravilhas tecnológicas, as tripulações preparadas ao extremo, mas a força do mar continua soberana, por isso às vezes ocorrem acidentes fatais.

Esse trecho entre a Nova Zelândia e Itajaí é particularmente difícil e tende a se tornar pior conforme os barcos se aproximam do Cabo Horn onde deverão chegar dentro de aproximadamente 48 horas.


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