Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Esporte
Participação de Balneário Camboriú na Superliga de Vôlei é "quase certa"

Palavra final depende do ‘sim’ de empresas patrocinadoras

Quarta, 27/6/2018 14:36.
CBV
O time do Londrina que pode se transformar em BC Vôlei.

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No dia 20 de julho, aniversário de Balneário Camboriú, o Londrina Vôlei, que está se transferindo para Balneário Camboriú, para disputar a Superliga Feminina 2018/2019, será apresentado oficialmente ao público local. Pelo menos esta é a expectativa da coordenadora da equipe, a medalhista olímpica Elisângela ‘Lili’ Almeida, que conversou com a reportagem na manhã desta quarta-feira.

Daquele momento em diante a equipe passará a se chamar Balneário Camboriú Vôlei.

Elisângela disse que a transferência da equipe para Balneário Camboriú é certa, porque recebeu apoio político do prefeito Fabrício Oliveira, mas ainda aguarda algumas respostas de possíveis patrocinadores. Apoio político ela entende como quando há interesse do prefeito, do deputado, do vereador, do secretário municipal em indicar empresas para investir.

“O técnico da equipe Maurício Thomas mora em Brusque, ele entrou em contato com o prefeito e seu assessor Omar Tomalih, que gostaram muito da ideia”, comentou.

O investimento está cotado entre R$ 3 e R$ 3,5 milhões. Há duas semanas quando esteve na cidade, Elisângela visitou seis empresas e sentiu uma recepção positiva, mas está aguardando a resposta de algumas.

Chateada porque sua cidade (Londrina) não respondeu aos apelos de patrocínio e o maior patrocinador (Positivo)preferiu investir em futebol, Elisângela está otimista com a mudança para Balneário.

“Balneário Camboriú nunca disputou uma Superliga. A maior competição do vôlei feminino será disputada de novembro a abril e trará grandes estrelas, como Bernardo, Zé Roberto etc. Estaremos em atividade em plena temporada de verão, o que será muito bom para a cidade também. Nós iniciaremos os treinos em julho, quando pretendemos apresentar o time oficialmente no dia do aniversário da cidade. Também faremos vários amistosos para apresentação da equipe”, adiantou Elisângela.

Os treinos segundo Elisângela serão no ginásio Hamilton Linhares, da Barra,que acomoda em média 1600 pessoas. “Seria interessante aumentar um pouco as arquibancadas, porque 1600 lugares é pouco para o público de Superliga”, afirmou.

A equipe formada em janeiro deste ano para disputar a Superliga B tem jogadoras de várias partes do país, Belo Horizonte, São Paulo, Rio, Santa Catarina e agora incluirá algumas atletas de rendimento, treinadas pela técnica Farid Beraldo da Fundação Municipal de Esportes.

O time ficou vice-campeão da Superliga B, perdeu na decisiva para Curitiba, mas garantiu acesso à Superliga.

O que diz o prefeito

O prefeito Fabrício Oliveira está contente com a possível vinda do Londrina Vôlei para a cidade, porque entende que essa transferência deve acrescentar muito ao esporte de Balneário e fomentar o esporte de base já que o Londrina Vôlei tem um projeto social expressivo, contempla 550 jovens.

No entanto, ele deixa claro que o apoio que a prefeitura está dando é apenas institucional, por exemplo, ceder um ginásio quando a equipe tiver que treinar, porque vai representar a cidade. Não haverá nenhum tipo de apoio financeiro.

Expectativa local

Mesmo não havendo nenhum compromisso de apoio financeiro da prefeitura, vários professores e atletas procuraram o Página3 nos últimos dias para se manifestar sobre a possível vinda da equipe para a cidade. A preocupação está relacionada com a estrutura, que já é insuficiente para manter as equipes locais, principalmente para organizar a agenda de treinamentos.

“Por um lado seria legal, mas a cidade não tem a estrutura necessária. A Fundação já agoniza para atender nossas necessidades mínimas. Há várias modalidades que treinam todos os dias na Barra. Como vai ficar isso”, questiona um atleta preocupado.

O superintendente da Fundação Municipal de Esportes (FMEBC) David La Barrica já sabe que ‘terá que se virar nos 30’ para arranjar espaço e não sacrificar nenhuma modalidade. Embora ainda não seja certa a transferência,ele já estuda um ‘plano B’ caso se concretize.


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Página 3
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O time do Londrina que pode se transformar em BC Vôlei.
O time do Londrina que pode se transformar em BC Vôlei.

Participação de Balneário Camboriú na Superliga de Vôlei é "quase certa"

Palavra final depende do ‘sim’ de empresas patrocinadoras

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Quarta, 27/6/2018 14:36.

No dia 20 de julho, aniversário de Balneário Camboriú, o Londrina Vôlei, que está se transferindo para Balneário Camboriú, para disputar a Superliga Feminina 2018/2019, será apresentado oficialmente ao público local. Pelo menos esta é a expectativa da coordenadora da equipe, a medalhista olímpica Elisângela ‘Lili’ Almeida, que conversou com a reportagem na manhã desta quarta-feira.

Daquele momento em diante a equipe passará a se chamar Balneário Camboriú Vôlei.

Elisângela disse que a transferência da equipe para Balneário Camboriú é certa, porque recebeu apoio político do prefeito Fabrício Oliveira, mas ainda aguarda algumas respostas de possíveis patrocinadores. Apoio político ela entende como quando há interesse do prefeito, do deputado, do vereador, do secretário municipal em indicar empresas para investir.

“O técnico da equipe Maurício Thomas mora em Brusque, ele entrou em contato com o prefeito e seu assessor Omar Tomalih, que gostaram muito da ideia”, comentou.

O investimento está cotado entre R$ 3 e R$ 3,5 milhões. Há duas semanas quando esteve na cidade, Elisângela visitou seis empresas e sentiu uma recepção positiva, mas está aguardando a resposta de algumas.

Chateada porque sua cidade (Londrina) não respondeu aos apelos de patrocínio e o maior patrocinador (Positivo)preferiu investir em futebol, Elisângela está otimista com a mudança para Balneário.

“Balneário Camboriú nunca disputou uma Superliga. A maior competição do vôlei feminino será disputada de novembro a abril e trará grandes estrelas, como Bernardo, Zé Roberto etc. Estaremos em atividade em plena temporada de verão, o que será muito bom para a cidade também. Nós iniciaremos os treinos em julho, quando pretendemos apresentar o time oficialmente no dia do aniversário da cidade. Também faremos vários amistosos para apresentação da equipe”, adiantou Elisângela.

Os treinos segundo Elisângela serão no ginásio Hamilton Linhares, da Barra,que acomoda em média 1600 pessoas. “Seria interessante aumentar um pouco as arquibancadas, porque 1600 lugares é pouco para o público de Superliga”, afirmou.

A equipe formada em janeiro deste ano para disputar a Superliga B tem jogadoras de várias partes do país, Belo Horizonte, São Paulo, Rio, Santa Catarina e agora incluirá algumas atletas de rendimento, treinadas pela técnica Farid Beraldo da Fundação Municipal de Esportes.

O time ficou vice-campeão da Superliga B, perdeu na decisiva para Curitiba, mas garantiu acesso à Superliga.

O que diz o prefeito

O prefeito Fabrício Oliveira está contente com a possível vinda do Londrina Vôlei para a cidade, porque entende que essa transferência deve acrescentar muito ao esporte de Balneário e fomentar o esporte de base já que o Londrina Vôlei tem um projeto social expressivo, contempla 550 jovens.

No entanto, ele deixa claro que o apoio que a prefeitura está dando é apenas institucional, por exemplo, ceder um ginásio quando a equipe tiver que treinar, porque vai representar a cidade. Não haverá nenhum tipo de apoio financeiro.

Expectativa local

Mesmo não havendo nenhum compromisso de apoio financeiro da prefeitura, vários professores e atletas procuraram o Página3 nos últimos dias para se manifestar sobre a possível vinda da equipe para a cidade. A preocupação está relacionada com a estrutura, que já é insuficiente para manter as equipes locais, principalmente para organizar a agenda de treinamentos.

“Por um lado seria legal, mas a cidade não tem a estrutura necessária. A Fundação já agoniza para atender nossas necessidades mínimas. Há várias modalidades que treinam todos os dias na Barra. Como vai ficar isso”, questiona um atleta preocupado.

O superintendente da Fundação Municipal de Esportes (FMEBC) David La Barrica já sabe que ‘terá que se virar nos 30’ para arranjar espaço e não sacrificar nenhuma modalidade. Embora ainda não seja certa a transferência,ele já estuda um ‘plano B’ caso se concretize.


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