Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Esporte
Em crise, Force India aguarda investimentos do pai de Lance Stroll

Quarta, 25/7/2018 9:38.
F1.com

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JULIANNE CERASOLI
BUDAPESTE, HUNGRIA (UOL/FOLHAPRESS) - Uma mudança de comando na Force India deve ser o gatilho para uma série de mudanças no mercado de pilotos da Fórmula 1 para a temporada 2019.

O time está passando por sérias dificuldades financeiras, especialmente depois que seu dono, Vijay Mallya, passou a ser considerado fugitivo da justiça indiana, que o investiga por lavagem de dinheiro e crimes fiscais. Mallya teve seu passaporte cassado e sequer pode sair da Inglaterra, onde mora.

O time procura, há meses, compradores e haveria vários interessados -dois deles norte-americanos, além do atual patrocinador BWT. Porém, para o mercado de pilotos, o mais importante seria o investimento de Lawrence Stroll, pai de Lance, que tiraria seu dinheiro da Williams e levaria o filho para a Force India.

O bilionário canadense, contudo, não compraria a equipe. Stroll chegou a fazer um estudo nesse sentido, mas desistiu por conta das várias dívidas com as quais teria que arcar caso adquirisse o time.

Com Lance Stroll chegando, quem sai é Esteban Ocon. O francês é atualmente piloto Mercedes, mas teria tido seu passe comprado pela Renault e agora é disputado pela equipe de fábrica e pela McLaren.

Já o futuro do outro piloto da Force India, Sergio Perez, está em aberto. O mexicano, que traz consigo patrocinadores, busca oportunidades no mercado, como uma vaga na Haas, time em franca ascensão neste ano.

Enquanto isso, a Force India deve iniciar em breve um processo de insolvência controlado, continuando a funcionar normalmente neste período, até que os novos investidores assumam o controle do time.

Neste cenário, é importante que o time repita a quarta colocação no mundial de construtores dos últimos dois anos. Justamente devido à falta de recursos, o projeto do carro deste ano começou o campeonato atrasado, e o cronograma de desenvolvimento também ficou comprometido.

Ainda assim, o time está em quinto, empatado com a Haas, e a 21 pontos da Renault. A quarta colocação é importante porque a fatia dos direitos comerciais é maior dependendo da posição no mundial de construtores.


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Quarta, 25/7/2018 9:38.

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BUDAPESTE, HUNGRIA (UOL/FOLHAPRESS) - Uma mudança de comando na Force India deve ser o gatilho para uma série de mudanças no mercado de pilotos da Fórmula 1 para a temporada 2019.

O time está passando por sérias dificuldades financeiras, especialmente depois que seu dono, Vijay Mallya, passou a ser considerado fugitivo da justiça indiana, que o investiga por lavagem de dinheiro e crimes fiscais. Mallya teve seu passaporte cassado e sequer pode sair da Inglaterra, onde mora.

O time procura, há meses, compradores e haveria vários interessados -dois deles norte-americanos, além do atual patrocinador BWT. Porém, para o mercado de pilotos, o mais importante seria o investimento de Lawrence Stroll, pai de Lance, que tiraria seu dinheiro da Williams e levaria o filho para a Force India.

O bilionário canadense, contudo, não compraria a equipe. Stroll chegou a fazer um estudo nesse sentido, mas desistiu por conta das várias dívidas com as quais teria que arcar caso adquirisse o time.

Com Lance Stroll chegando, quem sai é Esteban Ocon. O francês é atualmente piloto Mercedes, mas teria tido seu passe comprado pela Renault e agora é disputado pela equipe de fábrica e pela McLaren.

Já o futuro do outro piloto da Force India, Sergio Perez, está em aberto. O mexicano, que traz consigo patrocinadores, busca oportunidades no mercado, como uma vaga na Haas, time em franca ascensão neste ano.

Enquanto isso, a Force India deve iniciar em breve um processo de insolvência controlado, continuando a funcionar normalmente neste período, até que os novos investidores assumam o controle do time.

Neste cenário, é importante que o time repita a quarta colocação no mundial de construtores dos últimos dois anos. Justamente devido à falta de recursos, o projeto do carro deste ano começou o campeonato atrasado, e o cronograma de desenvolvimento também ficou comprometido.

Ainda assim, o time está em quinto, empatado com a Haas, e a 21 pontos da Renault. A quarta colocação é importante porque a fatia dos direitos comerciais é maior dependendo da posição no mundial de construtores.


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