Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Esporte
Vitória da França é a final com mais gols na Copa desde 1966

Domingo, 15/7/2018 20:46.
William Volcov/Brazil Photo Press/Folhapress
Jogadores da França comemoram titulo durante partida contra Croacia em jogo valido pela Final da Copa do Mundo da Russia no Estádio Luzhniki na cidade de Moscou na Russia neste domingo, 15.

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MOSCOU, RÚSSIA (UOL/FOLHAPRESS)

A França se tornou bicampeã mundial com uma atuação de gala e uma vitória por 4 a 2 sobre a Croácia no estádio Lujniki, em Moscou. Foi o placar com mais gols em Copas do Mundo desde 1966, quando a Inglaterra bateu a Alemanha também por 4 a 2 no Wembley, em Londres.

A diferença é que os ingleses precisaram da prorrogação para chegar ao resultado, depois de empatarem por 2 a 2. Levando em consideração somente o tempo normal, a marca alcançada não acontecia desde 1958, na vitória por 5 a 2 do Brasil sobre a Suécia.

Eram duas décadas, por exemplo, sem que uma final chegasse pelo menos a três gols. A própria França havia conseguido isso em 1998 ao derrotar o Brasil por 3 a 0 em Paris.

O número de gols obviamente ajudou, mas não foi só isso que tornou a decisão do Mundial da Rússia a mais animada dos últimos anos. A postura das duas equipes tornou o jogo mais agradável do que as últimas três finais, marcadas por partidas mais amarradas, tensão e preocupação defensiva. Em 2014, quando a Alemanha bateu a Argentina por 1 a 0 somente na prorrogação, os times arriscaram somente 20 finalizações. Neste domingo, foram 23 apenas no tempo normal.

A Croácia se lançou ao ataque desde o começo, com uma marcação adiantada que complicava a saída de bola dos franceses. A resposta dos "bleus" para chegar ao bicampeonato foi um jogo de muita concentração e saída rápida para definir os lances ofensivos. Ter pontas velozes e habilidosos como Antoine Griezmann e Kylian Mbappé permitiu à França adotar esse estilo. E o bom desempenho de Paul Pogba para lançá-los foi essencial.

A própria partida também correu de forma mais fluida do que as finais anteriores. Foram somente 27 faltas cometidas. Em 2014, foram 36. Já em 2010, a Espanha foi campeã ao vencer a Holanda por 1 a 0 na prorrogação em confronto com 47 faltas.


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Página 3
William Volcov/Brazil Photo Press/Folhapress
Jogadores da França comemoram titulo durante partida contra Croacia em jogo valido pela Final da Copa do Mundo da Russia no Estádio Luzhniki na cidade de Moscou na Russia neste domingo, 15.
Jogadores da França comemoram titulo durante partida contra Croacia em jogo valido pela Final da Copa do Mundo da Russia no Estádio Luzhniki na cidade de Moscou na Russia neste domingo, 15.

Vitória da França é a final com mais gols na Copa desde 1966

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Domingo, 15/7/2018 20:46.

MOSCOU, RÚSSIA (UOL/FOLHAPRESS)

A França se tornou bicampeã mundial com uma atuação de gala e uma vitória por 4 a 2 sobre a Croácia no estádio Lujniki, em Moscou. Foi o placar com mais gols em Copas do Mundo desde 1966, quando a Inglaterra bateu a Alemanha também por 4 a 2 no Wembley, em Londres.

A diferença é que os ingleses precisaram da prorrogação para chegar ao resultado, depois de empatarem por 2 a 2. Levando em consideração somente o tempo normal, a marca alcançada não acontecia desde 1958, na vitória por 5 a 2 do Brasil sobre a Suécia.

Eram duas décadas, por exemplo, sem que uma final chegasse pelo menos a três gols. A própria França havia conseguido isso em 1998 ao derrotar o Brasil por 3 a 0 em Paris.

O número de gols obviamente ajudou, mas não foi só isso que tornou a decisão do Mundial da Rússia a mais animada dos últimos anos. A postura das duas equipes tornou o jogo mais agradável do que as últimas três finais, marcadas por partidas mais amarradas, tensão e preocupação defensiva. Em 2014, quando a Alemanha bateu a Argentina por 1 a 0 somente na prorrogação, os times arriscaram somente 20 finalizações. Neste domingo, foram 23 apenas no tempo normal.

A Croácia se lançou ao ataque desde o começo, com uma marcação adiantada que complicava a saída de bola dos franceses. A resposta dos "bleus" para chegar ao bicampeonato foi um jogo de muita concentração e saída rápida para definir os lances ofensivos. Ter pontas velozes e habilidosos como Antoine Griezmann e Kylian Mbappé permitiu à França adotar esse estilo. E o bom desempenho de Paul Pogba para lançá-los foi essencial.

A própria partida também correu de forma mais fluida do que as finais anteriores. Foram somente 27 faltas cometidas. Em 2014, foram 36. Já em 2010, a Espanha foi campeã ao vencer a Holanda por 1 a 0 na prorrogação em confronto com 47 faltas.


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