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PÁGINA 3 / Esporte
Argentino apita final da Copa; veja lista de árbitros das outras decisões

Domingo, 15/7/2018 11:33.

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(FOLHAPRESS)

A final da Copa do Mundo de 2018, entre Croácia e França, disputada logo mais, às 15h, em Moscou, será apitada pelo argentino Néstor Pitana, 43.

É apenas a segunda vez em Mundiaisque o árbitro escolhido para a abertura-Pitanaapitou Rússia 5x0Arábia Saudita, em 14 de junho-também atua na final da competição.

O outro juiz a fazê-lo foi o compatriota de PitanaHorácio Elizondo, em 2006. Ele apitou a abertura da Copa do Mundo da Alemanha, quando os anfitriões venceram a Costa Rica por 4x2, e no último jogo do torneio, que culminou no título da Itália nos pênaltis após empate por 1x1coma França no tempo normal e na prorrogação.

O árbitro argentino Néstor Pitana em ação na partida entre Uruguai e França, pelas quartas de final da Copa de 2018, em "Muito raramentesenti algo comparável a isso na minha vida. Esse sentimento, esse entusiasmo...Em termos de sacrifício e responsabilidade que isso envolve, talvez possa compará-lo ao momento que descobri que seria pai. É um sonho para toda criança que ama futebol estar na final da Copa", disse Pitana em entrevista à Fifana sexta-feira (13), logo após ser anunciado na decisão.

O argentino terá a responsabilidade de apitar a primeira Copa do Mundo na qual os juízestêm auxílio do VAR (árbitro de vídeo). Por causa das revisões proporcionadas pela tecnologia, o Mundial tem sido chamado por alguns de copa da arbitragem.

AFifainformou que, até o fim das semifinais,foram feitas cerca de 440 intervenções via VAR durante o torneio. Destas, 19 geraram revisão. Houve 16 decisões alteradas de erradas para certas.No total, 99,32% de decisões finais estavam corretas.

"Não é 100%, mas é um grande número. Futebol é esporte de contato, e nem todo contato éfalta", disse o presidente da entidade,GianniInfantino, na sexta.

Além da abertura, Pitanaatuouem outras três partidas neste Mundial(México 0x3Suécia, pela primeira fase, Croácia 1x1Dinamarca, pelas oitavas de final, e Uruguai 0x2França, pelas quartas), sempre auxiliado pelosconterrâneos Pablo Belatti e Hernan Maidana, que também estarão na decisão.

Antes de virar juiz, Pitana já trabalhou como ator, segurança de boate, jogador de basquete, socorrista eprofessor de educação física. Elese formou árbitro em 2006e desde 2010 está credenciado para atuar em jogosinternacionais.

Pitanaesteve também no Mundial de 2014, no qualapitou quatro jogos, mas não pôde participar dafinal, já que a Argentina lá estava.

Confira os árbitros de todas as finais de Copas

2014 - Nicola Rizzoli (Itália)
2010 - Howard Webb (Inglaterra)
2006 - Horacio Elizondo (Argentina)
2002 - Pierluigi Colina (Itália)
1998 - Said Beqola (Marrocos)
1994 - Sándor Puhl (Hungria)
1990 - Edgardo Codesal (México)
1986 - Romualdo Arppi Filho (Brasil)
1982 - Arnaldo César Coelho (Brasil)
1978 - Sergio Gonella (Itália)
1974 - John Keith Taylor (Inglaterra)
1970 - Rudi Gloeckner (Alemanha Oriental)
1966 - Gottfried Dienst (Suíça)
1962 - Nikolai Latyshev (União Soviética)
1958 - Maurice Guigue (França)
1954 - William H.E. Ling (Inglaterra)
1950 - George Reader (Inglaterra)
1938 - Georges Capdeville (França)
1934 - Ivan Eklind (Suécia)
1930 - Jean Langenus (Bélgica)


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Página 3

Argentino apita final da Copa; veja lista de árbitros das outras decisões

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Domingo, 15/7/2018 11:33.

(FOLHAPRESS)

A final da Copa do Mundo de 2018, entre Croácia e França, disputada logo mais, às 15h, em Moscou, será apitada pelo argentino Néstor Pitana, 43.

É apenas a segunda vez em Mundiaisque o árbitro escolhido para a abertura-Pitanaapitou Rússia 5x0Arábia Saudita, em 14 de junho-também atua na final da competição.

O outro juiz a fazê-lo foi o compatriota de PitanaHorácio Elizondo, em 2006. Ele apitou a abertura da Copa do Mundo da Alemanha, quando os anfitriões venceram a Costa Rica por 4x2, e no último jogo do torneio, que culminou no título da Itália nos pênaltis após empate por 1x1coma França no tempo normal e na prorrogação.

O árbitro argentino Néstor Pitana em ação na partida entre Uruguai e França, pelas quartas de final da Copa de 2018, em "Muito raramentesenti algo comparável a isso na minha vida. Esse sentimento, esse entusiasmo...Em termos de sacrifício e responsabilidade que isso envolve, talvez possa compará-lo ao momento que descobri que seria pai. É um sonho para toda criança que ama futebol estar na final da Copa", disse Pitana em entrevista à Fifana sexta-feira (13), logo após ser anunciado na decisão.

O argentino terá a responsabilidade de apitar a primeira Copa do Mundo na qual os juízestêm auxílio do VAR (árbitro de vídeo). Por causa das revisões proporcionadas pela tecnologia, o Mundial tem sido chamado por alguns de copa da arbitragem.

AFifainformou que, até o fim das semifinais,foram feitas cerca de 440 intervenções via VAR durante o torneio. Destas, 19 geraram revisão. Houve 16 decisões alteradas de erradas para certas.No total, 99,32% de decisões finais estavam corretas.

"Não é 100%, mas é um grande número. Futebol é esporte de contato, e nem todo contato éfalta", disse o presidente da entidade,GianniInfantino, na sexta.

Além da abertura, Pitanaatuouem outras três partidas neste Mundial(México 0x3Suécia, pela primeira fase, Croácia 1x1Dinamarca, pelas oitavas de final, e Uruguai 0x2França, pelas quartas), sempre auxiliado pelosconterrâneos Pablo Belatti e Hernan Maidana, que também estarão na decisão.

Antes de virar juiz, Pitana já trabalhou como ator, segurança de boate, jogador de basquete, socorrista eprofessor de educação física. Elese formou árbitro em 2006e desde 2010 está credenciado para atuar em jogosinternacionais.

Pitanaesteve também no Mundial de 2014, no qualapitou quatro jogos, mas não pôde participar dafinal, já que a Argentina lá estava.

Confira os árbitros de todas as finais de Copas

2014 - Nicola Rizzoli (Itália)
2010 - Howard Webb (Inglaterra)
2006 - Horacio Elizondo (Argentina)
2002 - Pierluigi Colina (Itália)
1998 - Said Beqola (Marrocos)
1994 - Sándor Puhl (Hungria)
1990 - Edgardo Codesal (México)
1986 - Romualdo Arppi Filho (Brasil)
1982 - Arnaldo César Coelho (Brasil)
1978 - Sergio Gonella (Itália)
1974 - John Keith Taylor (Inglaterra)
1970 - Rudi Gloeckner (Alemanha Oriental)
1966 - Gottfried Dienst (Suíça)
1962 - Nikolai Latyshev (União Soviética)
1958 - Maurice Guigue (França)
1954 - William H.E. Ling (Inglaterra)
1950 - George Reader (Inglaterra)
1938 - Georges Capdeville (França)
1934 - Ivan Eklind (Suécia)
1930 - Jean Langenus (Bélgica)


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