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Atletas e pais de atletas farão manifestação pelo esporte nesta quarta

Terça, 27/2/2018 6:46.

Atletas, pais de atletas e simpatizantes de esportes em geral estão organizando uma manifestação na praça Tamandaré para esta quarta-feira (28), às 14 horas.

Eles querem protestar a situação do esporte de alto rendimento e das escolinhas, mostrar o que está acontecendo à comunidade e confiar que uma solução esteja próxima.

Os 121 professores e treinadores aprovados em prova seletiva, realizada em janeiro, ainda não foram contratados. Estão desde o final do ano, quando o contrato temporário expirou, sem salários. Os atletas de alto rendimento não podem paralisar seus treinos sob pena de sofrerem prejuízo nas disputas que já estão em andamento. Apesar da situação inusitada e complicada, alguns professores estão treinando seus atletas, mesmo sem receber.

Desde janeiro os professores esperam uma explicação que não chega oficialmente. A Fundação Municipal de Esportes alega que não pode contratar, porque a prefeitura extrapolou a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Depois de várias reuniões semana passada, a prefeitura publicou um edital de chamamento para contratar esses profissionais através de associações esportivas, o que gerou vários questionamentos e dúvidas.

Assessores do prefeito asseguraram em reunião com estes profissionais que em 30 dias após a publicação, o problema estaria resolvido e eles finalmente receberiam seus salários. No entanto, os prazos do edital estenderam essa expectativa para mais 30 dias,ou seja, final de abril.

“A situação chegou a um ponto ridículo. Fomos feitos de bobos. Fomos em três reuniões, onde garantiram prazos, que final de março estaria tudo resolvido, mas não aconteceu isso”, desanimou Diogo Gamboa, treinador da equipe de alto rendimento de atletismo.

Apesar dessa situação ele está trabalhando com carga total, para não prejudicar seus atletas nas competições que estão chegando. Mas como profissional está desanimado.

A treinadora de basquete Alba Garcia também está triste com tudo isso.

“É um desrespeito com professores e atletas mas quem perde é a comunidade toda. Os pais vem atrás de nós para cobrar uma explicação e já não sabemos mais o que dizer a eles”, comentou.

A multicampeã de vôlei de praia Leize Bianchini, que também treina as equipes de base da Fundação, também não esconde sua tristeza com o cenário.

“Esse é meu décimo quarto ano representando o município de Balneário Camboriú como atleta, fico triste em ver o esporte passando por essa situação tão delicada”, enfatizou.

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Atletas e pais de atletas farão manifestação pelo esporte nesta quarta

Atletas, pais de atletas e simpatizantes de esportes em geral estão organizando uma manifestação na praça Tamandaré para esta quarta-feira (28), às 14 horas.

Eles querem protestar a situação do esporte de alto rendimento e das escolinhas, mostrar o que está acontecendo à comunidade e confiar que uma solução esteja próxima.

Os 121 professores e treinadores aprovados em prova seletiva, realizada em janeiro, ainda não foram contratados. Estão desde o final do ano, quando o contrato temporário expirou, sem salários. Os atletas de alto rendimento não podem paralisar seus treinos sob pena de sofrerem prejuízo nas disputas que já estão em andamento. Apesar da situação inusitada e complicada, alguns professores estão treinando seus atletas, mesmo sem receber.

Desde janeiro os professores esperam uma explicação que não chega oficialmente. A Fundação Municipal de Esportes alega que não pode contratar, porque a prefeitura extrapolou a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Depois de várias reuniões semana passada, a prefeitura publicou um edital de chamamento para contratar esses profissionais através de associações esportivas, o que gerou vários questionamentos e dúvidas.

Assessores do prefeito asseguraram em reunião com estes profissionais que em 30 dias após a publicação, o problema estaria resolvido e eles finalmente receberiam seus salários. No entanto, os prazos do edital estenderam essa expectativa para mais 30 dias,ou seja, final de abril.

“A situação chegou a um ponto ridículo. Fomos feitos de bobos. Fomos em três reuniões, onde garantiram prazos, que final de março estaria tudo resolvido, mas não aconteceu isso”, desanimou Diogo Gamboa, treinador da equipe de alto rendimento de atletismo.

Apesar dessa situação ele está trabalhando com carga total, para não prejudicar seus atletas nas competições que estão chegando. Mas como profissional está desanimado.

A treinadora de basquete Alba Garcia também está triste com tudo isso.

“É um desrespeito com professores e atletas mas quem perde é a comunidade toda. Os pais vem atrás de nós para cobrar uma explicação e já não sabemos mais o que dizer a eles”, comentou.

A multicampeã de vôlei de praia Leize Bianchini, que também treina as equipes de base da Fundação, também não esconde sua tristeza com o cenário.

“Esse é meu décimo quarto ano representando o município de Balneário Camboriú como atleta, fico triste em ver o esporte passando por essa situação tão delicada”, enfatizou.

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