Jornal Página 3

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Na São Silvestre, queniana bate recorde e etíope vence entre homens
Marcelo Goncalves/Sigmapress/Folhapress.
Participantes da 92 Corrida de São Silvestre 2016, na avenida Paulista (SP), na manhã deste sábado (31).

Domingo, 1/1/2017 7:24.

(FOLHAPRESS) - A queniana Jemima Sumgong e o etíope Leul Aleme foram os vencedores, respectivamente, das provas feminina e masculina da 92ª São Silvestre, disputada na manhã deste sábado (31).

Ouro nos Jogos Olímpicos do Rio, a maratonista de 32 anos completou o trajeto de 15 km em 48min35s, marcando um novo recorde feminino. O recorde anterior pertencia a Priscah Jeptoo, do mesmo país africano (48min48s, em 2011).

Aleme, por sua vez, finalizou a corrida em 44min53s. O melhor tempo entre os homens continua sendo o registrado por Paul Tergat em 1995 (43min12s).

A brasileira Tatiele de Carvalho foi a melhor colocada entre as mulheres, chegando na sétima posição. O Brasil não tem uma mulher no primeiro lugar do pódio há 11 anos.

O mineiro Giovani dos Santos foi o quarto no pódio masculino. Na categoria, o jejum de vitórias de atletas do país é de seis anos.

RECORDE

A vitória coroa um ano vitorioso da queniana. Antes mesmo de subir ao lugar mais alto do pódio na Rio-2016, ela já havia conquistado em abril a Maratona de Londres, uma das mais tradicionais corridas de rua do mundo. Neste sábado, Jemima Sumgng liderou a prova de ponta a ponta.

Sumsong é militar da Força Aérea do Quênia. Após a conquista da medalha na Rio-2016, ela foi promovida a cabo pelo comando da Aeronáutica.

Entre as principais conquistas da queniana também estão a Maratona de Castellon, na Espanha, em 2011; a Maratona de Roterdã, na Holanda, em 2013; e a Maratona de Londres, na Inglaterra, em 2016.

RECALCULANDO ROTAS

A São Silvestre de 2016 teve alterações no percurso em relação à edição do ano anterior.

Ruas da Barra Funda (como Olga, Margarida e outras das proximidades do Memorial da América Latina) foram retiradas do trajeto.

Por outro lado, o centro histórico de São Paulo foi mais contemplado no percurso atual, em especial a região da praça da República.
Os participantes passaram perto da Biblioteca Mário de Andrade e da Câmara Municipal.

Como de costume, porém, a largada e a chegada se deram na av. Paulista. A primeira, em frente ao Masp. A segunda, na altura do prédio da Gazeta (número 900).

PÓDIO
Confira a classificação final da 92ª São Silvestre.

PROVA FEMININA

1ª - Jemima Jelagat Sumgong, do Quênia (48m35s)

2ª - Flomena Cheyech, do Quênia (49m15s)

3ª - Eunice Cehbicii, do Bharem (50m26s)

4ª - Ymer Wude, da Etiópia (51m40s)

5ª - Ester Chesang Kakuri, do Quênia (51m45s)

PROVA MASCULINA

1º - Leul Aleme, da Etiópia (44m53)

2º - Dawit Admasu, da Etiópia (44m55)

3º - Stephen Kosgei, do Quênia (45m)

4º - Giovani dos Santos, do Brasil (45m30)

5º - Willian Kibor, do Quênia (45m49) 

 

Ouro na Rio-2016, queniana se diz surpresa com recorde na São Silvestre

EDUARDO RODRIGUES

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Acostumada com maratonas de 42 km, a queniana Jemima Sumgong temia a corrida de São Silvestre. Nas ruas de São Paulo, porém, o que se viu foi uma corredora à vontade e com disposição.

Além de vencer a disputa com folga sobre as adversárias, ela bateu o recorde da prova e se surpreendeu.

Com o tempo de 48min35s, ela baixou em 13 segundos a marca da compatriota Priscah Jeptoo, que detinha o posto de melhor resultado desde 2011.

"Não pensei em quebrar o recorde. Vim forte para ganhar, e para mim foi uma surpresa quando vi que havia batido o recorde", disse Jemima em entrevista coletiva.

Apesar de ter chegado 20 segundos antes da segunda colocada Flomena Cheyech, a queniana garantiu que a prova não foi das mais fáceis, e que teve bastante dificuldade na subida da avenida Brigadeiro Luis Antônio, já na parte final da prova.

"Estava muito quente e difícil, mas eu consegui imprimir uma boa velocidade e estou muito satisfeita com a vitória. Quero agradecer ao apoio dos brasileiros, que foram muito acolhedores e me incentivaram o tempo inteiro", acrescentou.

Jemima encontrou no Brasil seu lugar das glórias. Em 2016, a maratonista foi campeã nos Jogos Olímpicos do Rio e revelou seu amor pelo país.

"O Brasil está no meu coração. Vim aqui e ganhei os Jogos Olímpicos do Rio e agora venci aqui [em São Paulo]. Sempre será um prazer estar no Brasil", declarou.

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Na São Silvestre, queniana bate recorde e etíope vence entre homens

Marcelo Goncalves/Sigmapress/Folhapress.
Participantes da 92 Corrida de São Silvestre 2016, na avenida Paulista (SP), na manhã deste sábado (31).
Participantes da 92 Corrida de São Silvestre 2016, na avenida Paulista (SP), na manhã deste sábado (31).
Domingo, 1/1/2017 7:24.

(FOLHAPRESS) - A queniana Jemima Sumgong e o etíope Leul Aleme foram os vencedores, respectivamente, das provas feminina e masculina da 92ª São Silvestre, disputada na manhã deste sábado (31).

Ouro nos Jogos Olímpicos do Rio, a maratonista de 32 anos completou o trajeto de 15 km em 48min35s, marcando um novo recorde feminino. O recorde anterior pertencia a Priscah Jeptoo, do mesmo país africano (48min48s, em 2011).

Aleme, por sua vez, finalizou a corrida em 44min53s. O melhor tempo entre os homens continua sendo o registrado por Paul Tergat em 1995 (43min12s).

A brasileira Tatiele de Carvalho foi a melhor colocada entre as mulheres, chegando na sétima posição. O Brasil não tem uma mulher no primeiro lugar do pódio há 11 anos.

O mineiro Giovani dos Santos foi o quarto no pódio masculino. Na categoria, o jejum de vitórias de atletas do país é de seis anos.

RECORDE

A vitória coroa um ano vitorioso da queniana. Antes mesmo de subir ao lugar mais alto do pódio na Rio-2016, ela já havia conquistado em abril a Maratona de Londres, uma das mais tradicionais corridas de rua do mundo. Neste sábado, Jemima Sumgng liderou a prova de ponta a ponta.

Sumsong é militar da Força Aérea do Quênia. Após a conquista da medalha na Rio-2016, ela foi promovida a cabo pelo comando da Aeronáutica.

Entre as principais conquistas da queniana também estão a Maratona de Castellon, na Espanha, em 2011; a Maratona de Roterdã, na Holanda, em 2013; e a Maratona de Londres, na Inglaterra, em 2016.

RECALCULANDO ROTAS

A São Silvestre de 2016 teve alterações no percurso em relação à edição do ano anterior.

Ruas da Barra Funda (como Olga, Margarida e outras das proximidades do Memorial da América Latina) foram retiradas do trajeto.

Por outro lado, o centro histórico de São Paulo foi mais contemplado no percurso atual, em especial a região da praça da República.
Os participantes passaram perto da Biblioteca Mário de Andrade e da Câmara Municipal.

Como de costume, porém, a largada e a chegada se deram na av. Paulista. A primeira, em frente ao Masp. A segunda, na altura do prédio da Gazeta (número 900).

PÓDIO
Confira a classificação final da 92ª São Silvestre.

PROVA FEMININA

1ª - Jemima Jelagat Sumgong, do Quênia (48m35s)

2ª - Flomena Cheyech, do Quênia (49m15s)

3ª - Eunice Cehbicii, do Bharem (50m26s)

4ª - Ymer Wude, da Etiópia (51m40s)

5ª - Ester Chesang Kakuri, do Quênia (51m45s)

PROVA MASCULINA

1º - Leul Aleme, da Etiópia (44m53)

2º - Dawit Admasu, da Etiópia (44m55)

3º - Stephen Kosgei, do Quênia (45m)

4º - Giovani dos Santos, do Brasil (45m30)

5º - Willian Kibor, do Quênia (45m49) 

 

Ouro na Rio-2016, queniana se diz surpresa com recorde na São Silvestre

EDUARDO RODRIGUES

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Acostumada com maratonas de 42 km, a queniana Jemima Sumgong temia a corrida de São Silvestre. Nas ruas de São Paulo, porém, o que se viu foi uma corredora à vontade e com disposição.

Além de vencer a disputa com folga sobre as adversárias, ela bateu o recorde da prova e se surpreendeu.

Com o tempo de 48min35s, ela baixou em 13 segundos a marca da compatriota Priscah Jeptoo, que detinha o posto de melhor resultado desde 2011.

"Não pensei em quebrar o recorde. Vim forte para ganhar, e para mim foi uma surpresa quando vi que havia batido o recorde", disse Jemima em entrevista coletiva.

Apesar de ter chegado 20 segundos antes da segunda colocada Flomena Cheyech, a queniana garantiu que a prova não foi das mais fáceis, e que teve bastante dificuldade na subida da avenida Brigadeiro Luis Antônio, já na parte final da prova.

"Estava muito quente e difícil, mas eu consegui imprimir uma boa velocidade e estou muito satisfeita com a vitória. Quero agradecer ao apoio dos brasileiros, que foram muito acolhedores e me incentivaram o tempo inteiro", acrescentou.

Jemima encontrou no Brasil seu lugar das glórias. Em 2016, a maratonista foi campeã nos Jogos Olímpicos do Rio e revelou seu amor pelo país.

"O Brasil está no meu coração. Vim aqui e ganhei os Jogos Olímpicos do Rio e agora venci aqui [em São Paulo]. Sempre será um prazer estar no Brasil", declarou.

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