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Brasileiro terá proibição de venda de mando e de gramado artificial

Terça, 21/2/2017 6:33.

RODRIGO MATTOS
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Em reunião realizada nesta segunda-feira (20), o conselho técnico da Série A do Campeonato Brasileiro proibiu a venda de mando de campo para os jogos da competição. Isso significa que os times não poderão jogar fora de seus Estados nenhuma partida. Também ficou acertado que não se poderá mais usar gramado artificial para a edição de 2018.

O fim da venda de mando de campo terá um impacto significativo para as arenas da Copa-2014 fora de Rio e São Paulo. Elas deverão ficar inativas sem a utilização por times como Flamengo e Fluminense.

A medida da proibição foi proposta pelo presidente do Atlético-MG, Daniel Nepomuceno, e aprovada pela maioria dos times. A medida foi por conta de polêmica no final do ano passado em que times venderam mandos para Estados em que os times não atuam.

A diretoria do Flamengo foi contra porque pretendia realizar jogos grandes em Brasília se o Maracanã não estiver disponível. "Claro que o Flamengo não votou a favor porque é um clube nacional e tem torcidas em todos os lugares. A decisão foi ruim por que inviabiliza duas ou três arenas da Copa", afirmou o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello.

Se não houver uma decisão favorável no Maracanã, o Flamengo terá de jogar para no máximo 20 mil pessoas na Arena da Ilha. O Botafogo não cede o Engenhão ao clube. O mesmo ocorrerá com o Fluminense e o estádio do América, embora o time tricolor ainda possa pedir o Engenhão emprestado ao Botafogo.

"Vamos analisar como vamos lidar com esse fato", afirmou o presidente do Fluminense, Pedro Abad.

Em relação ao gramado, o presidente do Vasco, Eurico Miranda, propôs que fosse proibido o gramado artificial porque causaria um prejuízo técnico. O maior afetado é o Atlético-PR que tem um gramado artificial.

Ficou acertado que, para 2018, haverá a proibição de grama artificial. Em 2017, haverá uma regra de transição pela qual os visitantes terão o direito de treinar um dia no campo artificial.

"Ainda vamos analisar os gramados para entender tecnicamente como é cada um", explicou o diretor de competições da CBF, Manoel Flores. Isso porque há gramados mistos em outros campos. 

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Brasileiro terá proibição de venda de mando e de gramado artificial

Terça, 21/2/2017 6:33.

RODRIGO MATTOS
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Em reunião realizada nesta segunda-feira (20), o conselho técnico da Série A do Campeonato Brasileiro proibiu a venda de mando de campo para os jogos da competição. Isso significa que os times não poderão jogar fora de seus Estados nenhuma partida. Também ficou acertado que não se poderá mais usar gramado artificial para a edição de 2018.

O fim da venda de mando de campo terá um impacto significativo para as arenas da Copa-2014 fora de Rio e São Paulo. Elas deverão ficar inativas sem a utilização por times como Flamengo e Fluminense.

A medida da proibição foi proposta pelo presidente do Atlético-MG, Daniel Nepomuceno, e aprovada pela maioria dos times. A medida foi por conta de polêmica no final do ano passado em que times venderam mandos para Estados em que os times não atuam.

A diretoria do Flamengo foi contra porque pretendia realizar jogos grandes em Brasília se o Maracanã não estiver disponível. "Claro que o Flamengo não votou a favor porque é um clube nacional e tem torcidas em todos os lugares. A decisão foi ruim por que inviabiliza duas ou três arenas da Copa", afirmou o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello.

Se não houver uma decisão favorável no Maracanã, o Flamengo terá de jogar para no máximo 20 mil pessoas na Arena da Ilha. O Botafogo não cede o Engenhão ao clube. O mesmo ocorrerá com o Fluminense e o estádio do América, embora o time tricolor ainda possa pedir o Engenhão emprestado ao Botafogo.

"Vamos analisar como vamos lidar com esse fato", afirmou o presidente do Fluminense, Pedro Abad.

Em relação ao gramado, o presidente do Vasco, Eurico Miranda, propôs que fosse proibido o gramado artificial porque causaria um prejuízo técnico. O maior afetado é o Atlético-PR que tem um gramado artificial.

Ficou acertado que, para 2018, haverá a proibição de grama artificial. Em 2017, haverá uma regra de transição pela qual os visitantes terão o direito de treinar um dia no campo artificial.

"Ainda vamos analisar os gramados para entender tecnicamente como é cada um", explicou o diretor de competições da CBF, Manoel Flores. Isso porque há gramados mistos em outros campos. 

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