Jornal Página 3

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Acendimento da chama olímpica, nesta quinta, marca o início simbólico dos Jogos

Quinta, 21/4/2016 7:07.

Aconteceu nesta quinta (21) o início do tour da chama olímpica. Ela foi acesa pela atriz grega Katerina Lehou e transmitida ao primeiro carregador, o ginasta grego Eleftherios Petrounias, campeão mundial das argolas na ginástica artística e medalha de prata no evento-teste da modalidade, no último fim de semana. Ele caminhou em direção ao monumento em homenagem a Pierre de Coubertin, o francês que idealizou os Jogos Olímpicos Modernos.

No percurso, o bicampeão olímpico Giovane Gávio, do vôlei, foi o primeiro brasileiro a ter a honra de participar do revezamento. Ele foi medalhista de ouro nos Jogos de 1992 (Barcelona) e 2004 (Atenas).

Para o ministro do Esporte, Ricardo Leyser, a cerimônia, que promove a conexão entre os Jogos da Antiguidade, nascidos em Olímpia 776 a.C., e os Jogos da Modernidade, é repleta de simbolismos. “Aqui é onde tudo começou e onde os Jogos foram criados, imaginados. Na Grécia antiga, havia tréguas de três meses antes e depois dos Jogos para que os guerreiros pudessem participar”, disse Leyser, que representa o governo federal brasileiro na cerimônia. 

Exaltação às divindades

Os gregos da Antiguidade consideravam o fogo um elemento divino. A chama que ficava exposta na entrada dos principais templos, como o de Olímpia, era acesa através de raios de sol com o uso da "skaphia", um espelho côncavo. O objetivo do ritual era assegurar a pureza do fogo que queimaria permanentemente nos altares dos deuses Zeus, Héstia e Hera.

O Revezamento da Tocha Olímpica é um retrato das cerimônias que um dia fizeram parte dos Jogos da Antiguidade de Olímpia. A cidade, aliás, e a maneira rústica como a chama é acesa reforçam a conexão entre os Jogos da Antiguidade e os da Modernidade.

De mão em mão

Após rápido trajeto pela Grécia, o símbolo olímpico será entregue ao Brasil em 27 de abril, ainda na Europa. Após a travessia do Atlântico, em 3 de maio terá início, em Brasília, o revezamento pelo Brasil. O Governo do Distrito Federal já detalhou como será o evento na capital federal, com direito a rapel, canoa havaiana, ciclistas e nadadores num trajeto de 105 quilômetros.

“A chama vai rodar o Brasil de norte a sul, as capitais e os principais pontos turísticos”, disse Leyser. “Com certeza esse fogo vai esquentar o coração do brasileiro e fazer um aquecimento para o início dos Jogos, chamando a atenção para o esporte e para os atletas que estão chegando. O Brasil começa a entrar, finalmente, no clima olímpico”.

Durante a rota no Brasil, a tocha será carregada por cerca de 12 mil condutores, além de voar 10 mil milhas pelo país. O símbolo olímpico vai passar por 83 municípios escolhidos como "cidade celebração": em cada um desses locais haverá um grande evento, que inclui show musical nacional e outras atrações. Todas as capitais estão incluídas na lista.

O revezamento será feito, além dos carregadores, por um comboio de veículos, que deve passar por cerca de 500 localidades: 300 cidades receberão o revezamento propriamente dito e outras 200 assistirão à passagem do comboio com a chama exposta.

O circuito foi definido levando em conta critérios logísticos, turísticos e culturais. Além de envolver o povo brasileiro no aquecimento para os Jogos, a ideia do revezamento é contar histórias de todos os lugares do Brasil e servir como um legado de inspiração para as gerações futuras.

Em Balneário

A chama olimpica passará por Balneário Camboriú no dia 12 de julho.

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Acendimento da chama olímpica, nesta quinta, marca o início simbólico dos Jogos

Quinta, 21/4/2016 7:07.

Aconteceu nesta quinta (21) o início do tour da chama olímpica. Ela foi acesa pela atriz grega Katerina Lehou e transmitida ao primeiro carregador, o ginasta grego Eleftherios Petrounias, campeão mundial das argolas na ginástica artística e medalha de prata no evento-teste da modalidade, no último fim de semana. Ele caminhou em direção ao monumento em homenagem a Pierre de Coubertin, o francês que idealizou os Jogos Olímpicos Modernos.

No percurso, o bicampeão olímpico Giovane Gávio, do vôlei, foi o primeiro brasileiro a ter a honra de participar do revezamento. Ele foi medalhista de ouro nos Jogos de 1992 (Barcelona) e 2004 (Atenas).

Para o ministro do Esporte, Ricardo Leyser, a cerimônia, que promove a conexão entre os Jogos da Antiguidade, nascidos em Olímpia 776 a.C., e os Jogos da Modernidade, é repleta de simbolismos. “Aqui é onde tudo começou e onde os Jogos foram criados, imaginados. Na Grécia antiga, havia tréguas de três meses antes e depois dos Jogos para que os guerreiros pudessem participar”, disse Leyser, que representa o governo federal brasileiro na cerimônia. 

Exaltação às divindades

Os gregos da Antiguidade consideravam o fogo um elemento divino. A chama que ficava exposta na entrada dos principais templos, como o de Olímpia, era acesa através de raios de sol com o uso da "skaphia", um espelho côncavo. O objetivo do ritual era assegurar a pureza do fogo que queimaria permanentemente nos altares dos deuses Zeus, Héstia e Hera.

O Revezamento da Tocha Olímpica é um retrato das cerimônias que um dia fizeram parte dos Jogos da Antiguidade de Olímpia. A cidade, aliás, e a maneira rústica como a chama é acesa reforçam a conexão entre os Jogos da Antiguidade e os da Modernidade.

De mão em mão

Após rápido trajeto pela Grécia, o símbolo olímpico será entregue ao Brasil em 27 de abril, ainda na Europa. Após a travessia do Atlântico, em 3 de maio terá início, em Brasília, o revezamento pelo Brasil. O Governo do Distrito Federal já detalhou como será o evento na capital federal, com direito a rapel, canoa havaiana, ciclistas e nadadores num trajeto de 105 quilômetros.

“A chama vai rodar o Brasil de norte a sul, as capitais e os principais pontos turísticos”, disse Leyser. “Com certeza esse fogo vai esquentar o coração do brasileiro e fazer um aquecimento para o início dos Jogos, chamando a atenção para o esporte e para os atletas que estão chegando. O Brasil começa a entrar, finalmente, no clima olímpico”.

Durante a rota no Brasil, a tocha será carregada por cerca de 12 mil condutores, além de voar 10 mil milhas pelo país. O símbolo olímpico vai passar por 83 municípios escolhidos como "cidade celebração": em cada um desses locais haverá um grande evento, que inclui show musical nacional e outras atrações. Todas as capitais estão incluídas na lista.

O revezamento será feito, além dos carregadores, por um comboio de veículos, que deve passar por cerca de 500 localidades: 300 cidades receberão o revezamento propriamente dito e outras 200 assistirão à passagem do comboio com a chama exposta.

O circuito foi definido levando em conta critérios logísticos, turísticos e culturais. Além de envolver o povo brasileiro no aquecimento para os Jogos, a ideia do revezamento é contar histórias de todos os lugares do Brasil e servir como um legado de inspiração para as gerações futuras.

Em Balneário

A chama olimpica passará por Balneário Camboriú no dia 12 de julho.

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