Jornal Página 3
À procura de um amor? Conheça histórias de casais unidos pelas redes sociais e aplicativos

A internet aproxima pessoas que estão distantes, une amigos que não se veem há anos... e também une casais! Há diversos aplicativos disponíveis onde os solteiros podem encontrar uma companhia para a noite ou até mesmo um possível namoro. O Página 3 conversou com casais da região que se conheceram dessa forma. Confira!

 

A jovem Bianca Pereira, 22, estudante de Jornalismo, decidiu criar uma conta no aplicativo Tinder, que localiza pessoas geograficamente próximas. O app apresenta perfis de outras pessoas e o usuário desliza o dedo sobre a tela para a direita se estiver interessado no candidato ou para a esquerda se não estiver.

Quando dois usuários estão mutuamente interessados um pelo outro, eles são informados e podem começar uma conversa. Isso se chama ‘match’ e aconteceu entre Bianca e Lucas Cordova, 22, educador físico.

Porém, eles não se falaram. “Passou uns dias e ele me adicionou no Facebook, seguiu no Instagram, adicionou no Snapchat (rede social de compartilhamento de vídeos e fotos rápidas)... mas mesmo assim não nos falamos”, conta entre risos.

Ela aceitou porque tinha amigos em comum com o rapaz, mas até então não tinha se tocado que Lucas era o menino do Tinder.

“Até que ele começou a curtir minhas fotos para chamar minha atenção. Comentava e respondia minhas publicações no Snap... e isso me incomodava, porque eu não o conhecia. Um dia o chamei para conversar e mandei ele parar, foi aí que começou tudo e estamos juntos há um ano e seis meses”, explica.

O primeiro contato pessoalmente só surgiu um mês depois, em frente à Igreja Matriz de Itajaí. “Apesar de termos tido essa conexão e nos dado tão bem, eu tinha medo porque não acreditava nessas coisas de aplicativos. Começamos a namorar oficialmente depois de cinco meses, e hoje vejo que tudo valeu a pena”, diz.


Carmel Silveira, 30, trabalhava no marketing de um shopping da cidade e Maicon Eugênio Erlo, 24, em uma farmácia que fica bem na frente do empreendimento. Mesmo assim, eles se conheceram pelo Facebook.

“Em dezembro de 2015 postei nessa rede social que eu e minhas amigas estávamos procurando homens para irem dançar com a gente em uma festa que aconteceria na região”, relembra. Uma amiga de Carmel, que trabalha na mesma farmácia que Maicon, o marcou no post e ele a adicionou.

Os dois começaram a conversar, mas só foram se conhecer um mês depois. Maicon tinha dois empregos e por isso a vida dele era corrida. Por exemplo, Carmel mandava mensagem hoje e ele só a responderia daqui três dias.

“Quando ele tinha folga conseguíamos sair. Depois de dois meses do primeiro encontro pessoalmente começamos a namorar. Depois de 11 meses fomos morar juntos... e já estamos indo para o terceiro ano de namoro”, revela.

Carmel conta que tanto ela quanto o namorado tinham intenções amorosas um com o outro, mas que a insegurança de terem se conhecido virtualmente foi inevitável.

“Principalmente da parte dele, já que sou seis anos mais velha (risos), mas foi tudo lindo. Porém, só fomos nos beijar no terceiro encontro. Eu não imaginava que ia dar tão certo, mas deu”, afirma.

A história de Luiza Helena Simões Pires Trojahn, 20, empresária, e Bruno Parucker, 23, estoquista, começou em 2011, pelo Twitter. 

Coincidentemente, um dia Luiza (que mora em Itapema) encontrou o Twitter de Bruno, que então residia em Blumenau. Ela o seguiu e alguns dias depois ele entrou em contato pedindo MSN dela. “Começamos a conversar bastante e descobrimos gostos em comum. Isso foi em dezembro, e ia acontecer um show da banda Fresno em Florianópolis e eu o chamei para ir. Mas, infelizmente, nenhum de nós conseguiu ir”, comenta.

Eles foram se ver pessoalmente na virada de 2011 para 2012, e Luiza confessou que já estava apaixonada. “A partir daí ele começou a vir me ver todos os finais de semana. Ficamos um ano namorando à distância, até que ele se formou no Ensino Médio e se mudou para Itapema”, relembra. Em 2015 o casal decidiu que era a hora de dar um passo a mais na relação e os dois passaram a morar juntos, e em 2016 oficializaram a união no civil.

Rádio é outra opção

O programa Bandeira 2 faz sucesso em Balneário e região e está há mais de 20 anos no ar pela Rádio Menina FM, sempre de segunda a sexta-feira, das 22h às 23h. Quem o comanda é o radialista Fernando Santos.

O diferencial do Bandeira é que em cada bloco há a participação de ouvintes que procuram um relacionamento sério. Antes bastava deixar o telefone e interessados procuravam pela pessoa. Mas hoje, com o WhatsApp, a pessoa deixa o número e interessados já conseguem ver foto dela antes de entrar em contato.

Segundo Fernando, a procura é grande, tanto por homens que procuram mulheres e vice-versa, inclusive por casais homoafetivos.

“O espaço é aberto para todos. A maioria que nos procuram são homens, mas quem quiser encontrar alguém basta entrar em contato conosco. Já unimos muitos casais, que construíram suas famílias e hoje são felizes”, conta.

Para participar, basta mandar uma mensagem para o número (47) 99138-1005 e ficar ouvindo a rádio no horário citado.

 


Matéria publicada na edição de abril do Página 3 impresso. Para ler tudo antes como nossos assinantes, faça o seu cadastro aqui.

 


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À procura de um amor? Conheça histórias de casais unidos pelas redes sociais e aplicativos

A internet aproxima pessoas que estão distantes, une amigos que não se veem há anos... e também une casais! Há diversos aplicativos disponíveis onde os solteiros podem encontrar uma companhia para a noite ou até mesmo um possível namoro. O Página 3 conversou com casais da região que se conheceram dessa forma. Confira!

 

A jovem Bianca Pereira, 22, estudante de Jornalismo, decidiu criar uma conta no aplicativo Tinder, que localiza pessoas geograficamente próximas. O app apresenta perfis de outras pessoas e o usuário desliza o dedo sobre a tela para a direita se estiver interessado no candidato ou para a esquerda se não estiver.

Quando dois usuários estão mutuamente interessados um pelo outro, eles são informados e podem começar uma conversa. Isso se chama ‘match’ e aconteceu entre Bianca e Lucas Cordova, 22, educador físico.

Porém, eles não se falaram. “Passou uns dias e ele me adicionou no Facebook, seguiu no Instagram, adicionou no Snapchat (rede social de compartilhamento de vídeos e fotos rápidas)... mas mesmo assim não nos falamos”, conta entre risos.

Ela aceitou porque tinha amigos em comum com o rapaz, mas até então não tinha se tocado que Lucas era o menino do Tinder.

“Até que ele começou a curtir minhas fotos para chamar minha atenção. Comentava e respondia minhas publicações no Snap... e isso me incomodava, porque eu não o conhecia. Um dia o chamei para conversar e mandei ele parar, foi aí que começou tudo e estamos juntos há um ano e seis meses”, explica.

O primeiro contato pessoalmente só surgiu um mês depois, em frente à Igreja Matriz de Itajaí. “Apesar de termos tido essa conexão e nos dado tão bem, eu tinha medo porque não acreditava nessas coisas de aplicativos. Começamos a namorar oficialmente depois de cinco meses, e hoje vejo que tudo valeu a pena”, diz.


Carmel Silveira, 30, trabalhava no marketing de um shopping da cidade e Maicon Eugênio Erlo, 24, em uma farmácia que fica bem na frente do empreendimento. Mesmo assim, eles se conheceram pelo Facebook.

“Em dezembro de 2015 postei nessa rede social que eu e minhas amigas estávamos procurando homens para irem dançar com a gente em uma festa que aconteceria na região”, relembra. Uma amiga de Carmel, que trabalha na mesma farmácia que Maicon, o marcou no post e ele a adicionou.

Os dois começaram a conversar, mas só foram se conhecer um mês depois. Maicon tinha dois empregos e por isso a vida dele era corrida. Por exemplo, Carmel mandava mensagem hoje e ele só a responderia daqui três dias.

“Quando ele tinha folga conseguíamos sair. Depois de dois meses do primeiro encontro pessoalmente começamos a namorar. Depois de 11 meses fomos morar juntos... e já estamos indo para o terceiro ano de namoro”, revela.

Carmel conta que tanto ela quanto o namorado tinham intenções amorosas um com o outro, mas que a insegurança de terem se conhecido virtualmente foi inevitável.

“Principalmente da parte dele, já que sou seis anos mais velha (risos), mas foi tudo lindo. Porém, só fomos nos beijar no terceiro encontro. Eu não imaginava que ia dar tão certo, mas deu”, afirma.

A história de Luiza Helena Simões Pires Trojahn, 20, empresária, e Bruno Parucker, 23, estoquista, começou em 2011, pelo Twitter. 

Coincidentemente, um dia Luiza (que mora em Itapema) encontrou o Twitter de Bruno, que então residia em Blumenau. Ela o seguiu e alguns dias depois ele entrou em contato pedindo MSN dela. “Começamos a conversar bastante e descobrimos gostos em comum. Isso foi em dezembro, e ia acontecer um show da banda Fresno em Florianópolis e eu o chamei para ir. Mas, infelizmente, nenhum de nós conseguiu ir”, comenta.

Eles foram se ver pessoalmente na virada de 2011 para 2012, e Luiza confessou que já estava apaixonada. “A partir daí ele começou a vir me ver todos os finais de semana. Ficamos um ano namorando à distância, até que ele se formou no Ensino Médio e se mudou para Itapema”, relembra. Em 2015 o casal decidiu que era a hora de dar um passo a mais na relação e os dois passaram a morar juntos, e em 2016 oficializaram a união no civil.

Rádio é outra opção

O programa Bandeira 2 faz sucesso em Balneário e região e está há mais de 20 anos no ar pela Rádio Menina FM, sempre de segunda a sexta-feira, das 22h às 23h. Quem o comanda é o radialista Fernando Santos.

O diferencial do Bandeira é que em cada bloco há a participação de ouvintes que procuram um relacionamento sério. Antes bastava deixar o telefone e interessados procuravam pela pessoa. Mas hoje, com o WhatsApp, a pessoa deixa o número e interessados já conseguem ver foto dela antes de entrar em contato.

Segundo Fernando, a procura é grande, tanto por homens que procuram mulheres e vice-versa, inclusive por casais homoafetivos.

“O espaço é aberto para todos. A maioria que nos procuram são homens, mas quem quiser encontrar alguém basta entrar em contato conosco. Já unimos muitos casais, que construíram suas famílias e hoje são felizes”, conta.

Para participar, basta mandar uma mensagem para o número (47) 99138-1005 e ficar ouvindo a rádio no horário citado.

 


Matéria publicada na edição de abril do Página 3 impresso. Para ler tudo antes como nossos assinantes, faça o seu cadastro aqui.