Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
Pandemia coloca as eleições municipais em segundo plano em Balneário Camboriú

Pré-candidatos tentam se conectar com um público que não lhes da atenção

Quarta, 29/7/2020 11:11.
Google.

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A pandemia de coronavírus que afeta fortemente Balneário Camboriú relegou a segundo plano a eleição municipal que acontecerá em 15 de novembro, portanto dentro de três meses e alguns dias.

Impossibilitados de corpo a corpo com os eleitores, os pré-candidatos se limitam a postagens em redes sociais, a maioria sem apresentar propostas mais elaboradas e o resultado do esforço para alguns é praticamente nulo.

A candidata de extrema direita Dileta Corrêa da Silva (Republicanos), por exemplo, perguntou no Facebook, no dia 27, “O que você mudaria em seu bairro, na nossa cidade” e não obteve nenhuma resposta.

Ney Emilio Clivati (Novo), perguntou no dia 21 de julho “Você acha que a prefeitura é uma boa administradora, ela é a melhor entidade para gerir o turismo na cidade” e também não recebeu resposta alguma.

Mesmo numa postagem mais elaborada, mostrando que a prefeitura de Balneário Camboriú é a que tem mais empregados por habitante, o resultado para Clivatti foi pífio, apenas um comentário.

O pré-candidato Leonardo Piruka (PP) não apresenta propostas, mas faz ataques quase diários à administração municipal e tem uma audiência cativa nas redes sociais, pequena e fiel.

É certo que quando sair do ataque para a defesa, Piruka (e demais vereadores) terá dificuldades para explicar porque a Câmara da qual faz parte arquivou o processo de cassação de um vereador condenado pela justiça por corrupção.

O engenheiro Auri Pavoni (PSDB) é o mais propositivo e obtém resultados razoáveis nas redes sociais, mas muito distantes do que seria necessário para se tornar conhecido e vencer uma eleição.

Pedro Gianquito (PRTB), tem bastante atividade e baixa audiência na internet. Ele lançou um programa na primeira WebTV da cidade, mas a participação do público é pequena.

O ex-prefeito Edson Piriquito (MDB) e o atual Fabrício Oliveira (Podemos) têm mais engajamento nas redes, mas parte das pessoas que interagem são ou foram apaniguados com cargos de confiança na máquina pública, por isso “curtir” o político muitas vezes faz parte do contrato de trabalho atual ou futuro.

A falta de debate é ruim porque mais do que nunca Balneário Camboriú dependerá das ideias e projetos do próximo prefeito para a recuperação econômica pós-pandemia.


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Pandemia coloca as eleições municipais em segundo plano em Balneário Camboriú

Pré-candidatos tentam se conectar com um público que não lhes da atenção

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Quarta, 29/7/2020 11:11.

A pandemia de coronavírus que afeta fortemente Balneário Camboriú relegou a segundo plano a eleição municipal que acontecerá em 15 de novembro, portanto dentro de três meses e alguns dias.

Impossibilitados de corpo a corpo com os eleitores, os pré-candidatos se limitam a postagens em redes sociais, a maioria sem apresentar propostas mais elaboradas e o resultado do esforço para alguns é praticamente nulo.

A candidata de extrema direita Dileta Corrêa da Silva (Republicanos), por exemplo, perguntou no Facebook, no dia 27, “O que você mudaria em seu bairro, na nossa cidade” e não obteve nenhuma resposta.

Ney Emilio Clivati (Novo), perguntou no dia 21 de julho “Você acha que a prefeitura é uma boa administradora, ela é a melhor entidade para gerir o turismo na cidade” e também não recebeu resposta alguma.

Mesmo numa postagem mais elaborada, mostrando que a prefeitura de Balneário Camboriú é a que tem mais empregados por habitante, o resultado para Clivatti foi pífio, apenas um comentário.

O pré-candidato Leonardo Piruka (PP) não apresenta propostas, mas faz ataques quase diários à administração municipal e tem uma audiência cativa nas redes sociais, pequena e fiel.

É certo que quando sair do ataque para a defesa, Piruka (e demais vereadores) terá dificuldades para explicar porque a Câmara da qual faz parte arquivou o processo de cassação de um vereador condenado pela justiça por corrupção.

O engenheiro Auri Pavoni (PSDB) é o mais propositivo e obtém resultados razoáveis nas redes sociais, mas muito distantes do que seria necessário para se tornar conhecido e vencer uma eleição.

Pedro Gianquito (PRTB), tem bastante atividade e baixa audiência na internet. Ele lançou um programa na primeira WebTV da cidade, mas a participação do público é pequena.

O ex-prefeito Edson Piriquito (MDB) e o atual Fabrício Oliveira (Podemos) têm mais engajamento nas redes, mas parte das pessoas que interagem são ou foram apaniguados com cargos de confiança na máquina pública, por isso “curtir” o político muitas vezes faz parte do contrato de trabalho atual ou futuro.

A falta de debate é ruim porque mais do que nunca Balneário Camboriú dependerá das ideias e projetos do próximo prefeito para a recuperação econômica pós-pandemia.


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