Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
Não paralisamos nenhuma obra em SP, diz Haddad após visita a Lula

Segunda, 24/9/2018 16:10.
Ricardo Stuckert
Haddad e Manuela estiveram em Recife nesse domingo (22)

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(FOLHAPRESS)

O presidenciável Fernando Haddad (PT), em visita nesta segunda-feira (24) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde abril na carceragem da Polícia Federal em Curitiba (PR), rebateu a crítica de que deixou obras paradas em seu mandato como prefeito de São Paulo.

Reportagem da Folha de S.Paulo deste domingo (23) apontou que prefeitura da capital paulista sob gestão de Haddad melhorou as contas públicas, mas deixou a cidade com grandes obras paralisadas e sérios problemas de zeladoria.

"Nos não paralisamos nenhuma obra durante nosso governo", disse o candidato. "É que depois das eleições você é obrigado a cumprir a lei de responsabilidade fiscal, tem que deixar dinheiro em caixa. Nós deixamos R$ 5,5 bilhões em caixa. Se nós deixamos R$ 5 bilhões, por que razões nós pararíamos alguma obra?"

Haddad acusou seu sucessor, João Doria (PSDB), que tenta se eleger governador de São Paulo, de não ter dado continuidade nos projetos. "Quem até hoje não retomou as obras foi meu sucessor. Por isso que está enfrentando tanta rejeição na cidade de São Paulo."

Sobre Lula, Haddad disse apenas que estiveram juntos por 1h30 ou 2h e que trataram de aspectos jurídicos da defesa do ex-presidente.

Haddad afirmou que sua campanha vai buscar fortalecer a democracia no país nesta reta final das eleições. "Há uma preocupação nossa muito grande de se engajar cada vez mais na questão do fortalecimento da democracia. Entendemos que não há como gerar emprego sem democracia, matar a fome das pessoas sem democracia. Não há como garantir educação de qualidade sem democracia."

Disse ainda haver adversários que ameaçam a democracia com suposições, citando como exemplo críticas à urna eletrônica, já levantadas por Jair Bolsonaro (PSL). "Uma hora é urna eletrônica, outra hora sobre o resultado eleitoral, e nós vamos nos associar a todos que defendem a democracia."


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Página 3
Ricardo Stuckert
Haddad e Manuela estiveram em Recife nesse domingo (22)
Haddad e Manuela estiveram em Recife nesse domingo (22)

Não paralisamos nenhuma obra em SP, diz Haddad após visita a Lula

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Segunda, 24/9/2018 16:10.

(FOLHAPRESS)

O presidenciável Fernando Haddad (PT), em visita nesta segunda-feira (24) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde abril na carceragem da Polícia Federal em Curitiba (PR), rebateu a crítica de que deixou obras paradas em seu mandato como prefeito de São Paulo.

Reportagem da Folha de S.Paulo deste domingo (23) apontou que prefeitura da capital paulista sob gestão de Haddad melhorou as contas públicas, mas deixou a cidade com grandes obras paralisadas e sérios problemas de zeladoria.

"Nos não paralisamos nenhuma obra durante nosso governo", disse o candidato. "É que depois das eleições você é obrigado a cumprir a lei de responsabilidade fiscal, tem que deixar dinheiro em caixa. Nós deixamos R$ 5,5 bilhões em caixa. Se nós deixamos R$ 5 bilhões, por que razões nós pararíamos alguma obra?"

Haddad acusou seu sucessor, João Doria (PSDB), que tenta se eleger governador de São Paulo, de não ter dado continuidade nos projetos. "Quem até hoje não retomou as obras foi meu sucessor. Por isso que está enfrentando tanta rejeição na cidade de São Paulo."

Sobre Lula, Haddad disse apenas que estiveram juntos por 1h30 ou 2h e que trataram de aspectos jurídicos da defesa do ex-presidente.

Haddad afirmou que sua campanha vai buscar fortalecer a democracia no país nesta reta final das eleições. "Há uma preocupação nossa muito grande de se engajar cada vez mais na questão do fortalecimento da democracia. Entendemos que não há como gerar emprego sem democracia, matar a fome das pessoas sem democracia. Não há como garantir educação de qualidade sem democracia."

Disse ainda haver adversários que ameaçam a democracia com suposições, citando como exemplo críticas à urna eletrônica, já levantadas por Jair Bolsonaro (PSL). "Uma hora é urna eletrônica, outra hora sobre o resultado eleitoral, e nós vamos nos associar a todos que defendem a democracia."


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