Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
Justiça Eleitoral barra candidatura de Lia Gomes, irmã de Ciro, no CE

Sexta, 21/9/2018 10:11.
Reprodução/Instagram
Ciro e Lia Gomes

Publicidade

JOÃO PEDRO PITOMBO (FOLHAPRESS)

O TRE-CE (Tribunal Regional Eleitoral do Ceará) barrou a candidatura a deputada estadual de Lia Ferreira Gomes (PDT), irmã do presidenciável Ciro Gomes. A decisão foi tomada na semana passada com votação unânime dos magistrados.

A candidatura foi indeferida porque Lia Gomes está com o título de eleitor cancelado -como não está apta a votar, ela também não estaria apta a ser votada na eleição deste ano.

O documento foi cancelado porque Lia Gomes não realizou o cadastramento biométrico determinado pela Justiça Eleitoral e obrigatório para todos os eleitores de Caucaia (CE), cidade onde ela possui seu domicílio eleitoral.

No município, pouco mais de 81% dos 213 mil eleitores fizeram o processo, que foi do dia 6 de fevereiro de 2017 a 28 de fevereiro de 2018. Após esse período, ainda foi possível cadastrar a biometria até o último dia para fazer alterações no título de eleitor, prazo que foi até 9 de maio deste ano.

Isso ocorre porque a legislação eleitoral determina que não pode haver alterações na base de dados dos eleitores seis meses antes do período das eleições, uma vez que essas informações devem estar atualizadas nas urnas eletrônicas para o dia da votação.

A defesa de Lia Gomes vai recorrer da decisão no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ela segue em campanha normalmente.

Esta seria a primeira disputa eleitoral de Lia Gomes -ela ocuparia o espaço político deixado pelo irmão Ivo Gomes (PDT), que era deputado estadual, mas foi eleito prefeito de Sobral em 2016.

O cadastramento biométrico para as eleições deste ano foi obrigatório em 716 cidades. Segundo o TSE , mais de 87 milhões de eleitores fizeram o procedimento no país. Quem perdeu o prazo e teve o título cancelado só poderá regularizar a situação após as eleições mediante o pagamento de multa correspondente às pendências com a Justiça Eleitoral. A meta do tribunal é concluir o cadastramento até 2022.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade













Página 3
Reprodução/Instagram
Ciro e Lia Gomes
Ciro e Lia Gomes

Justiça Eleitoral barra candidatura de Lia Gomes, irmã de Ciro, no CE

Publicidade

Sexta, 21/9/2018 10:11.

JOÃO PEDRO PITOMBO (FOLHAPRESS)

O TRE-CE (Tribunal Regional Eleitoral do Ceará) barrou a candidatura a deputada estadual de Lia Ferreira Gomes (PDT), irmã do presidenciável Ciro Gomes. A decisão foi tomada na semana passada com votação unânime dos magistrados.

A candidatura foi indeferida porque Lia Gomes está com o título de eleitor cancelado -como não está apta a votar, ela também não estaria apta a ser votada na eleição deste ano.

O documento foi cancelado porque Lia Gomes não realizou o cadastramento biométrico determinado pela Justiça Eleitoral e obrigatório para todos os eleitores de Caucaia (CE), cidade onde ela possui seu domicílio eleitoral.

No município, pouco mais de 81% dos 213 mil eleitores fizeram o processo, que foi do dia 6 de fevereiro de 2017 a 28 de fevereiro de 2018. Após esse período, ainda foi possível cadastrar a biometria até o último dia para fazer alterações no título de eleitor, prazo que foi até 9 de maio deste ano.

Isso ocorre porque a legislação eleitoral determina que não pode haver alterações na base de dados dos eleitores seis meses antes do período das eleições, uma vez que essas informações devem estar atualizadas nas urnas eletrônicas para o dia da votação.

A defesa de Lia Gomes vai recorrer da decisão no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ela segue em campanha normalmente.

Esta seria a primeira disputa eleitoral de Lia Gomes -ela ocuparia o espaço político deixado pelo irmão Ivo Gomes (PDT), que era deputado estadual, mas foi eleito prefeito de Sobral em 2016.

O cadastramento biométrico para as eleições deste ano foi obrigatório em 716 cidades. Segundo o TSE , mais de 87 milhões de eleitores fizeram o procedimento no país. Quem perdeu o prazo e teve o título cancelado só poderá regularizar a situação após as eleições mediante o pagamento de multa correspondente às pendências com a Justiça Eleitoral. A meta do tribunal é concluir o cadastramento até 2022.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade