Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
Eleitores de Balneário Camboriú mandam maioria dos votos para fora

Cidade e região estão politicamente decadentes

Segunda, 8/10/2018 7:23.
Arquivo JP3.
Pauinha concedendo entrevista ao Página 3.

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Dos 71.402 votos apurados a deputado federal em Balneário Camboriú, quase 50.000 foram dados a candidatos de fora da cidade.

São milhares de votos evadidos em pequenas quantidades, todos os 211 candidatos à Câmara dos Deputados fizeram ao menos um voto aqui.

A “onda Bolsonaro”, embora o candidato a presidente tenha obtido 71,42% dos votos na cidade não vingou, Dileta Corrêa da Silva parou nos 3.698 votos.

Os candidatos locais não agradaram os eleitores. O melhor colocado na corrida federal fez apenas 6.230 votos e isso numa cidade onde quatro anos atrás Fabrício Oliveira concorrendo ao mesmo cargo cravou 22.818 votos.

Para deputado estadual o fato se repetiu, com cerca de 43.000 votos “desperdiçados” para candidatos que não residem aqui. O terceiro local mais votado, Ary Souza, não chegou aos 2.200 votos.

Todos os 311 candidatos à Assembleia obtiveram pelo menos um voto em Balneário Camboriú e um quase desconhecido na cidade, Onir Mocellin, foi o terceiro mais votado.

Mocellin, ex-comandante dos Bombeiros no Estado, capitalizou a preferência em Bolsonaro e foi o sétimo mais votado no Estado para a Assembleia Legislativa.

A decadência política da cidade é flagrante. Em 2014 o candidato mais votado a estadual na cidade, Leonel Pavan, fez 50% mais votos aqui do que obteve agora Edson Piriquito.

TODA A AMFRI PERDE

A falta de importância política atinge toda a Amfri que elegeu, se considerados candidatos que atuam principalmente aqui, apenas a ex-prefeita de Bombinhas Ana Paula da Silva, a Paulinha.

Quatro anos atrás os sinais dessa decadência já estavam claros quando a Amfri elegeu apenas Leonel Pavan à Assembleia.

A eleição de Paulinha dá um recado direto a todos os prefeitos do entorno, quem administra bem uma cidade, sem maiores conflitos na política municipal, pode conseguir estrondoso sucesso nas urnas como ocorreu com ela, a quinta mais votada para a Assembleia.


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Página 3
Arquivo JP3.
Pauinha concedendo entrevista ao Página 3.
Pauinha concedendo entrevista ao Página 3.

Eleitores de Balneário Camboriú mandam maioria dos votos para fora

Cidade e região estão politicamente decadentes

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Segunda, 8/10/2018 7:23.

Dos 71.402 votos apurados a deputado federal em Balneário Camboriú, quase 50.000 foram dados a candidatos de fora da cidade.

São milhares de votos evadidos em pequenas quantidades, todos os 211 candidatos à Câmara dos Deputados fizeram ao menos um voto aqui.

A “onda Bolsonaro”, embora o candidato a presidente tenha obtido 71,42% dos votos na cidade não vingou, Dileta Corrêa da Silva parou nos 3.698 votos.

Os candidatos locais não agradaram os eleitores. O melhor colocado na corrida federal fez apenas 6.230 votos e isso numa cidade onde quatro anos atrás Fabrício Oliveira concorrendo ao mesmo cargo cravou 22.818 votos.

Para deputado estadual o fato se repetiu, com cerca de 43.000 votos “desperdiçados” para candidatos que não residem aqui. O terceiro local mais votado, Ary Souza, não chegou aos 2.200 votos.

Todos os 311 candidatos à Assembleia obtiveram pelo menos um voto em Balneário Camboriú e um quase desconhecido na cidade, Onir Mocellin, foi o terceiro mais votado.

Mocellin, ex-comandante dos Bombeiros no Estado, capitalizou a preferência em Bolsonaro e foi o sétimo mais votado no Estado para a Assembleia Legislativa.

A decadência política da cidade é flagrante. Em 2014 o candidato mais votado a estadual na cidade, Leonel Pavan, fez 50% mais votos aqui do que obteve agora Edson Piriquito.

TODA A AMFRI PERDE

A falta de importância política atinge toda a Amfri que elegeu, se considerados candidatos que atuam principalmente aqui, apenas a ex-prefeita de Bombinhas Ana Paula da Silva, a Paulinha.

Quatro anos atrás os sinais dessa decadência já estavam claros quando a Amfri elegeu apenas Leonel Pavan à Assembleia.

A eleição de Paulinha dá um recado direto a todos os prefeitos do entorno, quem administra bem uma cidade, sem maiores conflitos na política municipal, pode conseguir estrondoso sucesso nas urnas como ocorreu com ela, a quinta mais votada para a Assembleia.


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