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PÁGINA 3 / Eleições
Bolsonaro alcança 41% dos votos válidos no Ibope; Haddad tem 25% e Ciro, 13%

À véspera da eleição, quase 30% dizem ser grande a chance de mudar voto

Domingo, 7/10/2018 7:14.
Divulgação

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(FOLHAPRESS) - Líder na corrida presidencial, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) chegou à véspera do dia da eleição com 41% dos votos válidos, de acordo com levantamento concluído pelo Ibope neste sábado (6).

Sendo assim, o capitão reformado do Exército ainda não tem os votos necessários para vencer sem disputar o segundo turno. Para vencer no primeiro turno, é necessário somar 50% dos votos válidos mais um.

O ex-prefeito Fernando Haddad (PT) tem 25% dos votos válidos, à frente de Ciro Gomes (PDT), com 13%. Geraldo Alckmin (PSDB), com 8%, Marina Silva (Rede), com 3%, Henrique Meirelles (MDB) e Cabo Daciolo (Patriota), também com 2%, aparecem na sequência.

Bolsonaro também é o candidato que lidera nas taxas de rejeição, com 43%. No caso de Haddad, 36% dos eleitores disseram que não votariam nele.

Nas simulações de segundo turno, o militar venceria em cenário de disputa com Haddad, com 45% ante 41%, mas perderia para Ciro Gomes. O pedetista tem 45% das intenções de voto contra Bolsonaro, com 41%. Marina Silva e Alckmin também perderiam para Bolsonaro.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, considerando a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores na sexta-feira (5) e no sábado (6) e foi contratada pela TV Globo e pelo "O Estado de S.Paulo". Ela está registrada no TSE sob o protocolo BR-01537/2018.

À véspera da eleição, quase 30% dizem ser grande a chance de mudar voto, aponta Datafolha

JOSÉ MARQUES
(FOLHAPRESS) - Às vésperas da eleição, quase 30% dos eleitores dizem que é grande a chance de mudarem de voto para presidente, aponta a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6).

A resposta foi dada por 27% dos 19.552 entrevistados em 382 municípios entre esta sexta (5) e sábado. Para 45% das pessoas, a possibilidade de mudança de voto é média. Outros 28% estão convictos e afirmam ser pequena de a chance troca de candidato.

Os eleitores que mais cogitam a troca de candidato são os que afirmam votar em concorrentes que não têm pontuado bem nas pesquisas, como Cabo Daciolo (para 40% é grande a possibilidade de mudança), Alvaro Dias (39%), Marina Silva (38%) e Guilherme Boulos (36%).

A exceção nesse caso é do candidato do Novo, João Amoêdo (18%). Amoêdo tem 3% dos votos válidos.

Entre os eleitores do candidato do PSL e líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, a taxa dos que consideram mudar de voto é de 20%.

No entanto, é dele uma das parcelas mais fiéis de eleitores, com 35% apontando ser pequena a possibilidade de mudança -percentual que é menor apenas que a do nanico João Goulart Filho, do PPL, com 42%.

Já em relação a Fernando Haddad (PT), 21% vê como grande a chance de mudança, contra 30% que dizem ser pequena.

Abaixo deles nas intenções de voto, 28% dos eleitores de Ciro Gomes (PDT) dizem ser grande a chance de trocarem de candidato, assim como 31% dos eleitores de Geraldo Alckmin (PSDB).


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Bolsonaro alcança 41% dos votos válidos no Ibope; Haddad tem 25% e Ciro, 13%

À véspera da eleição, quase 30% dizem ser grande a chance de mudar voto

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Domingo, 7/10/2018 7:14.

(FOLHAPRESS) - Líder na corrida presidencial, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) chegou à véspera do dia da eleição com 41% dos votos válidos, de acordo com levantamento concluído pelo Ibope neste sábado (6).

Sendo assim, o capitão reformado do Exército ainda não tem os votos necessários para vencer sem disputar o segundo turno. Para vencer no primeiro turno, é necessário somar 50% dos votos válidos mais um.

O ex-prefeito Fernando Haddad (PT) tem 25% dos votos válidos, à frente de Ciro Gomes (PDT), com 13%. Geraldo Alckmin (PSDB), com 8%, Marina Silva (Rede), com 3%, Henrique Meirelles (MDB) e Cabo Daciolo (Patriota), também com 2%, aparecem na sequência.

Bolsonaro também é o candidato que lidera nas taxas de rejeição, com 43%. No caso de Haddad, 36% dos eleitores disseram que não votariam nele.

Nas simulações de segundo turno, o militar venceria em cenário de disputa com Haddad, com 45% ante 41%, mas perderia para Ciro Gomes. O pedetista tem 45% das intenções de voto contra Bolsonaro, com 41%. Marina Silva e Alckmin também perderiam para Bolsonaro.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, considerando a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores na sexta-feira (5) e no sábado (6) e foi contratada pela TV Globo e pelo "O Estado de S.Paulo". Ela está registrada no TSE sob o protocolo BR-01537/2018.

À véspera da eleição, quase 30% dizem ser grande a chance de mudar voto, aponta Datafolha

JOSÉ MARQUES
(FOLHAPRESS) - Às vésperas da eleição, quase 30% dos eleitores dizem que é grande a chance de mudarem de voto para presidente, aponta a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6).

A resposta foi dada por 27% dos 19.552 entrevistados em 382 municípios entre esta sexta (5) e sábado. Para 45% das pessoas, a possibilidade de mudança de voto é média. Outros 28% estão convictos e afirmam ser pequena de a chance troca de candidato.

Os eleitores que mais cogitam a troca de candidato são os que afirmam votar em concorrentes que não têm pontuado bem nas pesquisas, como Cabo Daciolo (para 40% é grande a possibilidade de mudança), Alvaro Dias (39%), Marina Silva (38%) e Guilherme Boulos (36%).

A exceção nesse caso é do candidato do Novo, João Amoêdo (18%). Amoêdo tem 3% dos votos válidos.

Entre os eleitores do candidato do PSL e líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, a taxa dos que consideram mudar de voto é de 20%.

No entanto, é dele uma das parcelas mais fiéis de eleitores, com 35% apontando ser pequena a possibilidade de mudança -percentual que é menor apenas que a do nanico João Goulart Filho, do PPL, com 42%.

Já em relação a Fernando Haddad (PT), 21% vê como grande a chance de mudança, contra 30% que dizem ser pequena.

Abaixo deles nas intenções de voto, 28% dos eleitores de Ciro Gomes (PDT) dizem ser grande a chance de trocarem de candidato, assim como 31% dos eleitores de Geraldo Alckmin (PSDB).


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