Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
TSE mantém validade da candidatura de Dilma ao Senado

Quinta, 4/10/2018 10:57.
Wilson Dias/Agência Brasi

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LETÍCIA CASADO(FOLHAPRESS)

Por unanimidade, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) manteve na manhã desta quinta-feira (4) a validade da candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado em Minas Gerais.

O TRE-MG (Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais) já havia considerado a petista elegível apesar de ter sofrido um impeachment há dois anos.

A candidatura da petista foi alvo de mais de dez questionamentos, inclusive do diretório estadual do Partido Novo e da filha do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB), Danielle Cunha (MDB), que concorre a deputada federal. O emedebista, hoje preso, foi responsável por deflagrar o andamento do pedido de impeachment na Câmara.

Os questionamentos sustentavam que Dilma deveria ficar inelegível por oito anos, como estabelece a Constituição nos casos de impeachment.

Os senadores, na época, porém, votaram de forma separada a cassação de Dilma e a inabilitação para o exercício da função pública por oito anos, aprovando a primeira punição, mas não a segunda.


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Página 3
Wilson Dias/Agência Brasi

TSE mantém validade da candidatura de Dilma ao Senado

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Quinta, 4/10/2018 10:57.

LETÍCIA CASADO(FOLHAPRESS)

Por unanimidade, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) manteve na manhã desta quinta-feira (4) a validade da candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado em Minas Gerais.

O TRE-MG (Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais) já havia considerado a petista elegível apesar de ter sofrido um impeachment há dois anos.

A candidatura da petista foi alvo de mais de dez questionamentos, inclusive do diretório estadual do Partido Novo e da filha do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB), Danielle Cunha (MDB), que concorre a deputada federal. O emedebista, hoje preso, foi responsável por deflagrar o andamento do pedido de impeachment na Câmara.

Os questionamentos sustentavam que Dilma deveria ficar inelegível por oito anos, como estabelece a Constituição nos casos de impeachment.

Os senadores, na época, porém, votaram de forma separada a cassação de Dilma e a inabilitação para o exercício da função pública por oito anos, aprovando a primeira punição, mas não a segunda.


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