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PÁGINA 3 / Eleições
Mercado prefere Alckmin, mas aposta em Bolsonaro, que também agrada, diz pesquisa

Sexta, 8/6/2018 9:40.
Folhapress

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THAIS BILENKY (FOLHAPRESS)

Uma sondagem da corretora XP com 204 investidores em 4 e 5 de junho mostra que a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência é vista como a mais atraente para o mercado financeiro, se não fosse inviável.

Em termos de viabilidade, o tucano trocou de lugar com Jair Bolsonaro (PSL): em abril, 48% dos entrevistados achavam que daria Alckmin, parcela que caiu a 31%. O deputado era a aposta de 29% e agora lidera, com 48%.

Ciro Gomes (PDT) tinha 1% dos palpites de vitória e passou a ter 13%. Marina Silva (Rede) foi de 3% para 5%.

Entre esses investidores, 45% acham que o segundo turno será entre Bolsonaro e Ciro -a mesma fatia apostava que seria o capitão da reserva contra Alckmin em abril.

A amostra incluiu "as principais instituições do mercado financeiro brasileiro, com uma representação equivalente a mais de 50% dos recursos sob gestão do setor", diz a XP.

Na pesquisa, 97% dos entrevistados disseram que a vitória do PSDB provocaria uma melhora do Ibovespa, e 73% apostaram que o câmbio cairia a ao menos R$ 3,40.

Num governo Alckmin, o juro básico ficaria em no máximo 7% até o final de 2019 para 41% dos entrevistados e acima de 8% para outros 22%.

Eventual eleição de Bolsonaro não causa pânico a esses investidores. Em abril, 41% achavam que o Ibovespa avançaria, hoje são 49%; 21% preveem estabilidade. Os juros subiriam, creem 77%.

Nesta quinta (7), o dólar comercial fechou em R$ 3,925. A Selic está em 6,5% ao ano.

Sob Ciro, 99% desses investidores acham que o Ibovespa recuaria, 80% dizem que dólar dispararia, e a Selic ficaria acima de 8% para 63%.


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Página 3
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Mercado prefere Alckmin, mas aposta em Bolsonaro, que também agrada, diz pesquisa

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Sexta, 8/6/2018 9:40.

THAIS BILENKY (FOLHAPRESS)

Uma sondagem da corretora XP com 204 investidores em 4 e 5 de junho mostra que a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência é vista como a mais atraente para o mercado financeiro, se não fosse inviável.

Em termos de viabilidade, o tucano trocou de lugar com Jair Bolsonaro (PSL): em abril, 48% dos entrevistados achavam que daria Alckmin, parcela que caiu a 31%. O deputado era a aposta de 29% e agora lidera, com 48%.

Ciro Gomes (PDT) tinha 1% dos palpites de vitória e passou a ter 13%. Marina Silva (Rede) foi de 3% para 5%.

Entre esses investidores, 45% acham que o segundo turno será entre Bolsonaro e Ciro -a mesma fatia apostava que seria o capitão da reserva contra Alckmin em abril.

A amostra incluiu "as principais instituições do mercado financeiro brasileiro, com uma representação equivalente a mais de 50% dos recursos sob gestão do setor", diz a XP.

Na pesquisa, 97% dos entrevistados disseram que a vitória do PSDB provocaria uma melhora do Ibovespa, e 73% apostaram que o câmbio cairia a ao menos R$ 3,40.

Num governo Alckmin, o juro básico ficaria em no máximo 7% até o final de 2019 para 41% dos entrevistados e acima de 8% para outros 22%.

Eventual eleição de Bolsonaro não causa pânico a esses investidores. Em abril, 41% achavam que o Ibovespa avançaria, hoje são 49%; 21% preveem estabilidade. Os juros subiriam, creem 77%.

Nesta quinta (7), o dólar comercial fechou em R$ 3,925. A Selic está em 6,5% ao ano.

Sob Ciro, 99% desses investidores acham que o Ibovespa recuaria, 80% dizem que dólar dispararia, e a Selic ficaria acima de 8% para 63%.


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