Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
“Quero ser o senador mais jovem da história do Brasil” diz Mezzogiorno

Diego Mezzogiorno De Paola, 34 anos organizou em 2013 manifestação em Balneeário Camboriú

Quarta, 25/7/2018 7:30.
Bola Teixeira.

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Com formação em administração hoteleira, especializado em relações internacionais e institucionais, este paulista de São José dos Campos, trocou São Paulo por Santa Catarina há 15 anos, criando uma grande relação com a comunidade italiana.

É fundador da Fundação Nacional ítalo-brasileira que nasceu para defender os direitos dos ítalo descendentes em todo o Brasil. Tem em seu currículo consultoria para a Câmara dos Deputados, Governo de Santa Catarina e Eletrosul.

Em 2013 ficou conhecido por organizar a maior manifestação do Estado em Balneário Camboriú, quando quase 17 mil pessoas tomaram a avenida Atlântica para protestar. Fluente em seis línguas seu desafio é ser o senador mais novo da história da República. Ele é candidato pela Rede.

Esta semana Diego visitou a redação do Página3 para uma primeira apresentação desta sua pretensão, porque a campanha oficialmente ainda não começou, mas sua candidatura é certa.


JP3 - Qual é tua ligação com Balneário?

Diego - Morei em Balneário três anos e há quase cinco anos saí daqui. Comecei minha vida política em Balneário Camboriú. Teve uma época que fiz parte do PSDB daqui, tentei ser candidato a deputado estadual na época, depois das manifestações que organizei em 2013 quando 17 mil pessoas foram pra rua…


JP3 - Já passaram cinco anos…

Diego - Sim, lembro que eu tinha morado em Dubai, depois na Itália e vim pra cá e não encontrava emprego, falo seis línguas, foi quando começaram aquelas manifestações e eu levei essa insatisfação minha para a rua e levei um monte de gente atrás (...).

JP3 - Na época você ficou conhecido e tentou ser candidato a deputado estadual pelo PSDB local....

Diego - não fui, porque fui perseguido pelo Leonel Pavan, porque ele queria colocar o filho dele como candidato e eu estava na mídia (...). A perseguição foi também econômica, ninguém me dava emprego, depois fui ameaçado, apareceram dois garotos com um 38 me pararam na rua (...), então fui pra São Paulo por questões de segurança...fiquei quatro meses no interior de São Paulo, e decidi voltar para Floripa, isso há quatro anos. Lá trabalho com relações internacionais, assessorando agora pro governo do Estado na questão da relação com a Itália, sou muito ligado à comunidade italiana, criamos a Fundação Nacional Ítalo-Brasileira, fui diretor do Círculo Italiano de SC (...). Para ter uma ideia 4,5 milhões de catarinenses tem origem italiana. No Brasil temos 35 milhões de descendentes italianos (...). Mas nunca larguei a militância política.

JP3 - Depois dos tucanos entrou em outro partido?

Diego - Não, já seguia a Marina naquela época, mas não participei durante o processo eleitoral porque foi a época em que me abriguei em SP. Só na volta, assumi a Rede...estamos fazendo esse movimento de crescimento e surgiu a oportunidade de ser o candidato ao Senado, se eu vencer vou ser o senador mais novo da historia do Brasil. Isso só reforça o discurso de renovação.

JP3 - Tua passagem por aqui é a busca por simpatizantes, votos…

Diego - Ainda não estou em campanha, estou me apresentando...temos o voto cidadão, o cara não precisa ser um militante da Rede para participar, tanto que a Rede é contrária a questão do partido politico dominando a política. Temos dois candidatos aqui na região bem fortes que é o radialista Elias Silveira e a vereadora de Camboriú, Jane Steffens.

JP3 - A política está meio em baixa…qual foi tua motivação?

Diego - A política está desacreditada, mas se a gente não ocupar,os outros ocupam...a gente tem que mudar mudando...não adianta mudar fazendo a mesma coisa...é importante que as pessoas tenham na cabeça que o cara que botou a gente nesta situação que estamos, no fundo do poço, não é o mesmo cara que vai tirar a gente dela...não adianta ficar batendo panela por aí dizendo ah não me representa e votar num João Rodrigues que tava preso e tinha gente na Assembleia Legislativa defendendo a candidatura dele...como é possível isso? Eu digo isso pra direita..pra esquerda..inclusive a Rede não tem esse viés de ser um partido de direita...de esquerda...porque uma ideia boa é uma ideia boa, se vem da esquerda, da direita, do alto ou de baixo, continua sendo uma ideia boa (...).

JP3 - Mas porque o Senado?

Diego - Porque sou um cara de relações internacionais, falo seis línguas fluentes. Santa Catarina é o Estado que mais tem portos no Brasil, não temos um consulado, todos são consulados honorários, não temos nenhuma representação internacional, com seis portos... somos o Estado mais europeu do Brasil, e não temos nenhuma relação com a Europa. Há 20 anos o governo do PMDB cancelou aulas de alemão e italiano nas antigas colonias (...). Temos seis ramais ferroviários que poderiam ter retomados em parceria europeia e para isso precisa ter um representante que faça isso, porque hoje inclusive o governo do Pinho cancelou a nossa secretaria de Assuntos Internacionais...se um cara vem de fora ele não sabe com quem falar no governo...o único setor hoje que faz relações internacionais é privado e chama-se Fiesc...institucionalmente não temos com quem falar, é vergonhoso o Estado com maior quantidade de portos no país nesta situação (...). Então por tudo isso eu falei que posso representar a juventude, mas com um projeto, acho que Santa Catarina precisa sair desse cafe-com-leite, do turismo da Argentina...vocês tem aqui o ex-secretário de turismo e o que ele implantou de novo... onde ele vendeu Santa Catarina? Se você olhar na SOL praticamente só tem material em espanhol, nada em ingles para apresentar o Estado, não temos um programa (...). Estive na Itália há 20 dias, você entra no metrô de Milão, está lá bem grande ‘Conheça o Ceará’. O Ceará tem voo direto de Bérgamo, no norte da Itália até Fortaleza (...). Os suíços assumiram agora nosso aeroporto...poderíamos fazer uma negociação para tentar voos diretos com a Europa (…), Nós não existimos no plano internacional.

JP3 - Colocar o Estado neste plano é a proposta.

Diego - Esta é a proposta, retomar inclusive nossas origens europeias. Nós temos um DNA, nunca usamos, é impensável que essa discussão sobre relação com Eropa nunca tenha entrado no calendário político catarinense, com 28 dos 48 deputados estaduais de origem italiana (...). O arquivo público de SC é uma vergonha, não mantem a nossa história e nem existe projeto para isso se comparando com outros, Espírito Santo é número um nesse resgate (...). Por exemplo: São João Batista tem a Colônia Nova Itália, a primeira formação de cidade de italianos fora da Europa, nas Américas, ninguém sabe que isso existe (...). Outro exemplo, em 1836 Florianópolis chamava Desterro e esses arquivos estavam na casa de privados em Bombinhas e Porto Belo...o arquivo público não tinha nem conhecimento da história de SC.

JP3 - O que o Espirito Santo faz?

Diego - Eles tem o arquivo móvel, é um caminhãozinho que anda pelo interior, ouve os antigos, o nono, a nona, a oma, o opa, eles registram a história que não está escrita, a história do Estado é contada e registrada para as próximas gerações...pra saber de onde a gente veio, como foi criado, para criar cultura. SC tem uma dificuldade grande de criar uma cultura catarinense, as culturas são regionais, o oeste é muito ligado ao gaúcho, o cara do norte ao paranaense (...). Inclusive falei ao nosso candidato ao governo catarinense Rogerio Portanova, para colocar no nosso plano, o Mapa do Caminho, que são as estratégias básicas do que queremos propor em SC e está junto a retomada do ensino da língua alemã e italiana nas antigas colônias (...). A gente não pode perder um patrimônio como Botuverá, que são 4,5 mil habitantes, que falam bergamasco, que não se fala mais nem em Bérgamo na Itália. Uma vez por mês eles rezam missa em bergamasco, isso só existe em Botuverá e em mais nenhum lugar do mundo… e o governo de SC não enxerga esse patrimônio gigantesco que tem que ser preservado.

JP3 - Esse processo eleitoral está apático, ninguém sabe quem é candidato, ninguém sabe em quem votar…

Diego - É o descontentamento...as pessoas só estão se dando conta porque o processo está chegando, ele vai dar atenção porque de uma forma ou de outra ele vai acontecer...mas até então basta olhar um pouco para twitter, facebook o que temos...ou é a turma do Bolsonaro espalhando ódio e fake news, porque não tem argumento nenhum, eles querem refazer a historia (...), eu disse na rádio hoje, temos vários candidatos a presidente, mas também temos um candidato a ditador, tem um cara que fala que vai aumentar a quantidade de gente na Suprema Corte para ele influenciar a Suprema Corte...um cara que diz que vai fazer lei, mas quem faz lei é o Congresso...tem um cara dizendo que vai espalhar armas para as pessoas (...) então que país que esse povo quer viver?

JP3 - Gostaria de colocar mais alguma coisa?

Diego - Dizer que quero ser o senador mais jovem da história do Brasil. Tenho esse desafio. Acho que posso chegar lá...


JP3 - ...pelo fato de ter duas vagas?

Diego - ...sim, acho que o segundo voto talvez possa migrar para uma renovação. Não tenho máquina e porque é a campanha do ‘tostão contra milhão’. É importante as pessoas saber a diferença entre as velhas máquinas de sempre, que caíram na operação Lava Jato, que sabemos agora como são financiadas, com gente que vai na vaquinha, com patrimônio pessoal, pedindo dinheiro para as pessoas (...). A partir da semana que vem vou fazer aquela vaquinha virtual, vou pedir doações (...). Então eu conto com a questão da renovação, a questão do segundo voto, mas especialmente com a questão da consciência das pessoas saberem como funciona o sistema político que foi devastado pela Lava Jato, está escancarado como funciona e o tostão contra o milhão. Como eles financiam não é problema meu, a gente está indo pelo caminho reto e correto. O resultado a gente vê em 7 de outubro.


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Bola Teixeira.

“Quero ser o senador mais jovem da história do Brasil” diz Mezzogiorno

Diego Mezzogiorno De Paola, 34 anos organizou em 2013 manifestação em Balneeário Camboriú

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Quarta, 25/7/2018 7:30.

Com formação em administração hoteleira, especializado em relações internacionais e institucionais, este paulista de São José dos Campos, trocou São Paulo por Santa Catarina há 15 anos, criando uma grande relação com a comunidade italiana.

É fundador da Fundação Nacional ítalo-brasileira que nasceu para defender os direitos dos ítalo descendentes em todo o Brasil. Tem em seu currículo consultoria para a Câmara dos Deputados, Governo de Santa Catarina e Eletrosul.

Em 2013 ficou conhecido por organizar a maior manifestação do Estado em Balneário Camboriú, quando quase 17 mil pessoas tomaram a avenida Atlântica para protestar. Fluente em seis línguas seu desafio é ser o senador mais novo da história da República. Ele é candidato pela Rede.

Esta semana Diego visitou a redação do Página3 para uma primeira apresentação desta sua pretensão, porque a campanha oficialmente ainda não começou, mas sua candidatura é certa.


JP3 - Qual é tua ligação com Balneário?

Diego - Morei em Balneário três anos e há quase cinco anos saí daqui. Comecei minha vida política em Balneário Camboriú. Teve uma época que fiz parte do PSDB daqui, tentei ser candidato a deputado estadual na época, depois das manifestações que organizei em 2013 quando 17 mil pessoas foram pra rua…


JP3 - Já passaram cinco anos…

Diego - Sim, lembro que eu tinha morado em Dubai, depois na Itália e vim pra cá e não encontrava emprego, falo seis línguas, foi quando começaram aquelas manifestações e eu levei essa insatisfação minha para a rua e levei um monte de gente atrás (...).

JP3 - Na época você ficou conhecido e tentou ser candidato a deputado estadual pelo PSDB local....

Diego - não fui, porque fui perseguido pelo Leonel Pavan, porque ele queria colocar o filho dele como candidato e eu estava na mídia (...). A perseguição foi também econômica, ninguém me dava emprego, depois fui ameaçado, apareceram dois garotos com um 38 me pararam na rua (...), então fui pra São Paulo por questões de segurança...fiquei quatro meses no interior de São Paulo, e decidi voltar para Floripa, isso há quatro anos. Lá trabalho com relações internacionais, assessorando agora pro governo do Estado na questão da relação com a Itália, sou muito ligado à comunidade italiana, criamos a Fundação Nacional Ítalo-Brasileira, fui diretor do Círculo Italiano de SC (...). Para ter uma ideia 4,5 milhões de catarinenses tem origem italiana. No Brasil temos 35 milhões de descendentes italianos (...). Mas nunca larguei a militância política.

JP3 - Depois dos tucanos entrou em outro partido?

Diego - Não, já seguia a Marina naquela época, mas não participei durante o processo eleitoral porque foi a época em que me abriguei em SP. Só na volta, assumi a Rede...estamos fazendo esse movimento de crescimento e surgiu a oportunidade de ser o candidato ao Senado, se eu vencer vou ser o senador mais novo da historia do Brasil. Isso só reforça o discurso de renovação.

JP3 - Tua passagem por aqui é a busca por simpatizantes, votos…

Diego - Ainda não estou em campanha, estou me apresentando...temos o voto cidadão, o cara não precisa ser um militante da Rede para participar, tanto que a Rede é contrária a questão do partido politico dominando a política. Temos dois candidatos aqui na região bem fortes que é o radialista Elias Silveira e a vereadora de Camboriú, Jane Steffens.

JP3 - A política está meio em baixa…qual foi tua motivação?

Diego - A política está desacreditada, mas se a gente não ocupar,os outros ocupam...a gente tem que mudar mudando...não adianta mudar fazendo a mesma coisa...é importante que as pessoas tenham na cabeça que o cara que botou a gente nesta situação que estamos, no fundo do poço, não é o mesmo cara que vai tirar a gente dela...não adianta ficar batendo panela por aí dizendo ah não me representa e votar num João Rodrigues que tava preso e tinha gente na Assembleia Legislativa defendendo a candidatura dele...como é possível isso? Eu digo isso pra direita..pra esquerda..inclusive a Rede não tem esse viés de ser um partido de direita...de esquerda...porque uma ideia boa é uma ideia boa, se vem da esquerda, da direita, do alto ou de baixo, continua sendo uma ideia boa (...).

JP3 - Mas porque o Senado?

Diego - Porque sou um cara de relações internacionais, falo seis línguas fluentes. Santa Catarina é o Estado que mais tem portos no Brasil, não temos um consulado, todos são consulados honorários, não temos nenhuma representação internacional, com seis portos... somos o Estado mais europeu do Brasil, e não temos nenhuma relação com a Europa. Há 20 anos o governo do PMDB cancelou aulas de alemão e italiano nas antigas colonias (...). Temos seis ramais ferroviários que poderiam ter retomados em parceria europeia e para isso precisa ter um representante que faça isso, porque hoje inclusive o governo do Pinho cancelou a nossa secretaria de Assuntos Internacionais...se um cara vem de fora ele não sabe com quem falar no governo...o único setor hoje que faz relações internacionais é privado e chama-se Fiesc...institucionalmente não temos com quem falar, é vergonhoso o Estado com maior quantidade de portos no país nesta situação (...). Então por tudo isso eu falei que posso representar a juventude, mas com um projeto, acho que Santa Catarina precisa sair desse cafe-com-leite, do turismo da Argentina...vocês tem aqui o ex-secretário de turismo e o que ele implantou de novo... onde ele vendeu Santa Catarina? Se você olhar na SOL praticamente só tem material em espanhol, nada em ingles para apresentar o Estado, não temos um programa (...). Estive na Itália há 20 dias, você entra no metrô de Milão, está lá bem grande ‘Conheça o Ceará’. O Ceará tem voo direto de Bérgamo, no norte da Itália até Fortaleza (...). Os suíços assumiram agora nosso aeroporto...poderíamos fazer uma negociação para tentar voos diretos com a Europa (…), Nós não existimos no plano internacional.

JP3 - Colocar o Estado neste plano é a proposta.

Diego - Esta é a proposta, retomar inclusive nossas origens europeias. Nós temos um DNA, nunca usamos, é impensável que essa discussão sobre relação com Eropa nunca tenha entrado no calendário político catarinense, com 28 dos 48 deputados estaduais de origem italiana (...). O arquivo público de SC é uma vergonha, não mantem a nossa história e nem existe projeto para isso se comparando com outros, Espírito Santo é número um nesse resgate (...). Por exemplo: São João Batista tem a Colônia Nova Itália, a primeira formação de cidade de italianos fora da Europa, nas Américas, ninguém sabe que isso existe (...). Outro exemplo, em 1836 Florianópolis chamava Desterro e esses arquivos estavam na casa de privados em Bombinhas e Porto Belo...o arquivo público não tinha nem conhecimento da história de SC.

JP3 - O que o Espirito Santo faz?

Diego - Eles tem o arquivo móvel, é um caminhãozinho que anda pelo interior, ouve os antigos, o nono, a nona, a oma, o opa, eles registram a história que não está escrita, a história do Estado é contada e registrada para as próximas gerações...pra saber de onde a gente veio, como foi criado, para criar cultura. SC tem uma dificuldade grande de criar uma cultura catarinense, as culturas são regionais, o oeste é muito ligado ao gaúcho, o cara do norte ao paranaense (...). Inclusive falei ao nosso candidato ao governo catarinense Rogerio Portanova, para colocar no nosso plano, o Mapa do Caminho, que são as estratégias básicas do que queremos propor em SC e está junto a retomada do ensino da língua alemã e italiana nas antigas colônias (...). A gente não pode perder um patrimônio como Botuverá, que são 4,5 mil habitantes, que falam bergamasco, que não se fala mais nem em Bérgamo na Itália. Uma vez por mês eles rezam missa em bergamasco, isso só existe em Botuverá e em mais nenhum lugar do mundo… e o governo de SC não enxerga esse patrimônio gigantesco que tem que ser preservado.

JP3 - Esse processo eleitoral está apático, ninguém sabe quem é candidato, ninguém sabe em quem votar…

Diego - É o descontentamento...as pessoas só estão se dando conta porque o processo está chegando, ele vai dar atenção porque de uma forma ou de outra ele vai acontecer...mas até então basta olhar um pouco para twitter, facebook o que temos...ou é a turma do Bolsonaro espalhando ódio e fake news, porque não tem argumento nenhum, eles querem refazer a historia (...), eu disse na rádio hoje, temos vários candidatos a presidente, mas também temos um candidato a ditador, tem um cara que fala que vai aumentar a quantidade de gente na Suprema Corte para ele influenciar a Suprema Corte...um cara que diz que vai fazer lei, mas quem faz lei é o Congresso...tem um cara dizendo que vai espalhar armas para as pessoas (...) então que país que esse povo quer viver?

JP3 - Gostaria de colocar mais alguma coisa?

Diego - Dizer que quero ser o senador mais jovem da história do Brasil. Tenho esse desafio. Acho que posso chegar lá...


JP3 - ...pelo fato de ter duas vagas?

Diego - ...sim, acho que o segundo voto talvez possa migrar para uma renovação. Não tenho máquina e porque é a campanha do ‘tostão contra milhão’. É importante as pessoas saber a diferença entre as velhas máquinas de sempre, que caíram na operação Lava Jato, que sabemos agora como são financiadas, com gente que vai na vaquinha, com patrimônio pessoal, pedindo dinheiro para as pessoas (...). A partir da semana que vem vou fazer aquela vaquinha virtual, vou pedir doações (...). Então eu conto com a questão da renovação, a questão do segundo voto, mas especialmente com a questão da consciência das pessoas saberem como funciona o sistema político que foi devastado pela Lava Jato, está escancarado como funciona e o tostão contra o milhão. Como eles financiam não é problema meu, a gente está indo pelo caminho reto e correto. O resultado a gente vê em 7 de outubro.


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