Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
Se centrão confirmar apoio, Alckmin terá o maior tempo de propaganda no rádio e na TV

Sábado, 21/7/2018 7:06.

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RANIER BRAGON E GÉSSICA BRANDINO
BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Caso os partidos do chamado "centrão" confirmem o apoio, o tucano Geraldo Alckmin (PSDB) terá a maior fatia na propaganda no rádio e na TV, um dos principais trunfos da campanha eleitoral.

O ex-governador de São Paulo já tem a promessa de apoio do PSD, PTB e, possivelmente, do PPS e PV. Com as siglas do centrão (DEM, PP, PR, SD e PRB), reuniria no mínimo 4 minutos e meio de propaganda a cada bloco fixo de 12 minutos e meio, ou seja, 36% do período.

Líder nas pesquisas, Lula -ou o candidato do PT que o substituir- tem cerca de 1 minuto e 35 segundos, já que não firmou até agora nenhuma aliança.

A divisão da propaganda entre os candidatos é definida, em sua quase totalidade, de acordo com a força que os partidos da coligação têm na Câmara dos Deputados.

A veiculação da propaganda terá início em 31 de agosto e vai até 4 de outubro, três dias antes do primeiro turno das eleições.

No caso da disputa presidencial serão dois blocos diários de 12 minutos e meio, às terças, quintas e sábados, das 13h às 13h12m30s e das 20h30 às 20h42m30s.

Além disso, haverá 28 inserções (peças de 30 segundos) diárias veiculadas nos intervalos comerciais das emissoras.

Com o apoio do centrão, Alckmin terá direito a 10 dessas 28 inserções.

O tempo oficial da propaganda será definido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em agosto. Ele pode ter pequenas variações em relação à projeção abaixo devido a três fatores:

1) o número de candidatos que de fato vão se lançar à Presidência. Hoje são 15. Se o número crescer ou diminuir, há alteração no tempo de todos.

2) A confirmação das alianças, o que se dará em 15 de agosto. Se algum partido resolver ficar neutro, por exemplo, seu tempo é distribuído proporcionalmente para os demais.

3) A distribuição entre os candidatos do tempo dos menores partidos que compuserem uma aliança de mais de seis siglas. Desde 2015, o tempo de TV de uma coligação só leva em conta os seis maiores partidos da coligação. O tempo dos demais é redistribuído.


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Se centrão confirmar apoio, Alckmin terá o maior tempo de propaganda no rádio e na TV

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Sábado, 21/7/2018 7:06.

RANIER BRAGON E GÉSSICA BRANDINO
BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Caso os partidos do chamado "centrão" confirmem o apoio, o tucano Geraldo Alckmin (PSDB) terá a maior fatia na propaganda no rádio e na TV, um dos principais trunfos da campanha eleitoral.

O ex-governador de São Paulo já tem a promessa de apoio do PSD, PTB e, possivelmente, do PPS e PV. Com as siglas do centrão (DEM, PP, PR, SD e PRB), reuniria no mínimo 4 minutos e meio de propaganda a cada bloco fixo de 12 minutos e meio, ou seja, 36% do período.

Líder nas pesquisas, Lula -ou o candidato do PT que o substituir- tem cerca de 1 minuto e 35 segundos, já que não firmou até agora nenhuma aliança.

A divisão da propaganda entre os candidatos é definida, em sua quase totalidade, de acordo com a força que os partidos da coligação têm na Câmara dos Deputados.

A veiculação da propaganda terá início em 31 de agosto e vai até 4 de outubro, três dias antes do primeiro turno das eleições.

No caso da disputa presidencial serão dois blocos diários de 12 minutos e meio, às terças, quintas e sábados, das 13h às 13h12m30s e das 20h30 às 20h42m30s.

Além disso, haverá 28 inserções (peças de 30 segundos) diárias veiculadas nos intervalos comerciais das emissoras.

Com o apoio do centrão, Alckmin terá direito a 10 dessas 28 inserções.

O tempo oficial da propaganda será definido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em agosto. Ele pode ter pequenas variações em relação à projeção abaixo devido a três fatores:

1) o número de candidatos que de fato vão se lançar à Presidência. Hoje são 15. Se o número crescer ou diminuir, há alteração no tempo de todos.

2) A confirmação das alianças, o que se dará em 15 de agosto. Se algum partido resolver ficar neutro, por exemplo, seu tempo é distribuído proporcionalmente para os demais.

3) A distribuição entre os candidatos do tempo dos menores partidos que compuserem uma aliança de mais de seis siglas. Desde 2015, o tempo de TV de uma coligação só leva em conta os seis maiores partidos da coligação. O tempo dos demais é redistribuído.


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