Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
PT usa Lula no horário eleitoral para pedir votos para governador e deputados

Sexta, 31/8/2018 9:47.

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GÉSSICA BRANDINO E DÉBORA SÖGUR HOUS
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O primeiro dia da propaganda eleitoral no rádio foi marcado por mensagens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo votos para o candidato do PT ao governo de São Paulo, Luiz Marinho, e para candidatos a deputado estadual pela sigla.

Em sessão extraordinária nesta sexta-feira (31) o TSE pode julgar a participação de Lula no horário eleitoral. A defesa do petista alega que tirá-lo da propaganda seria uma decisão inédita.

Condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex em Guarujá, Lula está preso em Curitiba desde abril e pode ter a candidatura barrada com base na Lei da Ficha Limpa.

No rádio, Lula conta que conheceu Marinho em 1978 e destaca que o ex-ministro do Trabalho de seu governo foi quem propôs o aumento do salário mínimo. "Tenho certeza que você vai fazer a diferença no estado de São Paulo", diz o petista.

A voz do petista também aparece no jingle do PT. "Vote nos deputados do nosso partido", diz Lula ao final da música que pede a volta do ex-presidente para o Brasil ser feliz de novo.

Outros candidatos deixaram seus padrinhos políticos de lado e usaram os primeiros segundos para se apresentar ao eleitorado.

Márcio França (PSB) aproveitou o formato e simulou um programa de rádio matinal, Rádio 40, falando de sua trajetória política para uma vovó.
Paulo Skaf (MDB) voltou a fazer do Sistema S sua vitrine e exaltou a biografia de empresário e presidente da Fiesp.

João Doria (PSDB), tanto na primeira inserção de TV, quanto no programa de rádio, pontuou o início de sua biografia com a ditadura, abordando o período de forma negativa. O ex-prefeito disse que passou pela morte da mãe, começou a trabalhar aos 13 anos e termina sua biografia como empresário de sucesso.

Marcelo Cândido (PDT) foi o único a tecer críticas aos adversários, mirando João Doria, afirmando que "é possível fazer mais".

Enquanto Doria falou pausadamente em seu programa, candidatos como Rogério Chequer (Novo) só tiveram tempo de dizer o nome e número.

Com alguns segundos a mais, a professora Lisete (PSOL) abriu o bloco dos governadores com a "aula do dia", em que ensina que o "Brasil não é pobre, mas desigual".


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Página 3

PT usa Lula no horário eleitoral para pedir votos para governador e deputados

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Sexta, 31/8/2018 9:47.

GÉSSICA BRANDINO E DÉBORA SÖGUR HOUS
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O primeiro dia da propaganda eleitoral no rádio foi marcado por mensagens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo votos para o candidato do PT ao governo de São Paulo, Luiz Marinho, e para candidatos a deputado estadual pela sigla.

Em sessão extraordinária nesta sexta-feira (31) o TSE pode julgar a participação de Lula no horário eleitoral. A defesa do petista alega que tirá-lo da propaganda seria uma decisão inédita.

Condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex em Guarujá, Lula está preso em Curitiba desde abril e pode ter a candidatura barrada com base na Lei da Ficha Limpa.

No rádio, Lula conta que conheceu Marinho em 1978 e destaca que o ex-ministro do Trabalho de seu governo foi quem propôs o aumento do salário mínimo. "Tenho certeza que você vai fazer a diferença no estado de São Paulo", diz o petista.

A voz do petista também aparece no jingle do PT. "Vote nos deputados do nosso partido", diz Lula ao final da música que pede a volta do ex-presidente para o Brasil ser feliz de novo.

Outros candidatos deixaram seus padrinhos políticos de lado e usaram os primeiros segundos para se apresentar ao eleitorado.

Márcio França (PSB) aproveitou o formato e simulou um programa de rádio matinal, Rádio 40, falando de sua trajetória política para uma vovó.
Paulo Skaf (MDB) voltou a fazer do Sistema S sua vitrine e exaltou a biografia de empresário e presidente da Fiesp.

João Doria (PSDB), tanto na primeira inserção de TV, quanto no programa de rádio, pontuou o início de sua biografia com a ditadura, abordando o período de forma negativa. O ex-prefeito disse que passou pela morte da mãe, começou a trabalhar aos 13 anos e termina sua biografia como empresário de sucesso.

Marcelo Cândido (PDT) foi o único a tecer críticas aos adversários, mirando João Doria, afirmando que "é possível fazer mais".

Enquanto Doria falou pausadamente em seu programa, candidatos como Rogério Chequer (Novo) só tiveram tempo de dizer o nome e número.

Com alguns segundos a mais, a professora Lisete (PSOL) abriu o bloco dos governadores com a "aula do dia", em que ensina que o "Brasil não é pobre, mas desigual".


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