Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
Atrás em pesquisa, Alckmin ainda tem dúvida sobre tom com Bolsonaro

Quinta, 23/8/2018 7:30.
Photopremium/Folhapress.

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República ainda não bateu o martelo sobre que tom adotar contra seu principal adversário no campo da direita, o capitão reformado Jair Bolsonaro (PSL), na propaganda no rádio e na TV, a partir de 31 de agosto.

Integrantes da equipe de comunicação do tucano querem que ele seja mais agressivo com o adversário. Marina Silva (Rede), por exemplo, ganhou as redes sociais no fim de semana após enfrentar Bolsonaro no debate da RedeTV! na sexta-feira (17).

No entanto, a agressividade destoa do comportamento padrão de Alckmin, de perfil mais sereno. Além disso, vai na contramão do discurso de pacificador capaz de garantir o equilíbrio entre esquerda e direita que o ex-governador de São Paulo vem adotando.

Quem já viu amostras do que o tucano levará à TV a partir da semana que vem, descreveu as peças como vibrantes e disse que a propaganda não será insossa como em campanhas anteriores do PSDB.

Alckmin terá cerca de 44% do tempo total da propaganda partidária na televisão, algo em torno de 5 minutos e 32 segundos por bloco.
No primeiro programa, Alckmin não deve ir para o embate direto com o Bolsonaro. Esta postura será avaliada no decorrer da propaganda, que, no primeiro turno, vai até 4 de outubro.

Uma possibilidade é que o tom mais combativo fique restrito às inserções que o partido terá direito ao longo da programação das TVs, mas nem mesmo isso está definido.

Para fazer frente a Bolsonaro na campanha, Geraldo Alckmin e aliados escolheram a senadora Ana Amélia (PP-RS) para ser vice na chapa. Gaúcha, ligada aos ruralistas e antipetista, ela tem perfil que se aproxima àquele dos eleitores do capitão reformado.

Nesta quarta-feira (22), Ana Amélia participou de reunião em São Paulo com coordenadores da campanha e com aqueles que ficarão responsáveis pela candidatura nos 26 estados e no DF.

No encontro, discutiram alinhamento de estratégia, distribuição de material de campanha e os palanques locais para o presidenciável.

Nesta quinta-feira (23), Alckmin estreia sua campanha no Nordeste. Vai a Petrolina, no serão de Pernambuco. Gravará imagens para o programa eleitoral, fará uma caminhada e participará de um encontro com lideranças da região.

A ideia dos coordenadores da campanha é que ele priorize viagens a colégios eleitorais importantes, como Minas Gerais, para onde o candidato vai nesta sexta-feira (24), e aos estados que ele não visitou na pré-campanha. Na semana que vem, ele terá agendas no Rio Grande do Sul, em Goiás e no Ceará.


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Atrás em pesquisa, Alckmin ainda tem dúvida sobre tom com Bolsonaro

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Quinta, 23/8/2018 7:30.

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República ainda não bateu o martelo sobre que tom adotar contra seu principal adversário no campo da direita, o capitão reformado Jair Bolsonaro (PSL), na propaganda no rádio e na TV, a partir de 31 de agosto.

Integrantes da equipe de comunicação do tucano querem que ele seja mais agressivo com o adversário. Marina Silva (Rede), por exemplo, ganhou as redes sociais no fim de semana após enfrentar Bolsonaro no debate da RedeTV! na sexta-feira (17).

No entanto, a agressividade destoa do comportamento padrão de Alckmin, de perfil mais sereno. Além disso, vai na contramão do discurso de pacificador capaz de garantir o equilíbrio entre esquerda e direita que o ex-governador de São Paulo vem adotando.

Quem já viu amostras do que o tucano levará à TV a partir da semana que vem, descreveu as peças como vibrantes e disse que a propaganda não será insossa como em campanhas anteriores do PSDB.

Alckmin terá cerca de 44% do tempo total da propaganda partidária na televisão, algo em torno de 5 minutos e 32 segundos por bloco.
No primeiro programa, Alckmin não deve ir para o embate direto com o Bolsonaro. Esta postura será avaliada no decorrer da propaganda, que, no primeiro turno, vai até 4 de outubro.

Uma possibilidade é que o tom mais combativo fique restrito às inserções que o partido terá direito ao longo da programação das TVs, mas nem mesmo isso está definido.

Para fazer frente a Bolsonaro na campanha, Geraldo Alckmin e aliados escolheram a senadora Ana Amélia (PP-RS) para ser vice na chapa. Gaúcha, ligada aos ruralistas e antipetista, ela tem perfil que se aproxima àquele dos eleitores do capitão reformado.

Nesta quarta-feira (22), Ana Amélia participou de reunião em São Paulo com coordenadores da campanha e com aqueles que ficarão responsáveis pela candidatura nos 26 estados e no DF.

No encontro, discutiram alinhamento de estratégia, distribuição de material de campanha e os palanques locais para o presidenciável.

Nesta quinta-feira (23), Alckmin estreia sua campanha no Nordeste. Vai a Petrolina, no serão de Pernambuco. Gravará imagens para o programa eleitoral, fará uma caminhada e participará de um encontro com lideranças da região.

A ideia dos coordenadores da campanha é que ele priorize viagens a colégios eleitorais importantes, como Minas Gerais, para onde o candidato vai nesta sexta-feira (24), e aos estados que ele não visitou na pré-campanha. Na semana que vem, ele terá agendas no Rio Grande do Sul, em Goiás e no Ceará.


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