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Pré-candidatos a prefeito falam sobre enxugamento da máquina pública

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Quarta, 4/5/2016 9:59.

Nesta semana ao anunciar que concorrerá a prefeito, o vereador Claudir Maciel (PTB) disse que se eleito enxugará a máquina pública, cortando 50% dos cargos de confiança. Atualmente a prefeitura tem mais de 5.500 empregados; sendo 300 em cargos comissionados.

O Página 3 aproveitou a manifestação de Claudir para indagar a outros pré-candidatos se também pretendem cortar cargos comissionados. As respostas, na ordem de chegada à redação, seguem abaixo .

Carlos Humberto (PR) – “Cortar metade não sei se é possível, mas uma boa parte com certeza. Agora tenho certeza de uma coisa, se for eu o prefeito, metade do segundo e terceiro escalão serão ocupados por funcionários de carreira, prestigiando o funcionalismo público e dando uma melhor prestação do serviço. Eles são os melhores conhecedores dos problemas e das possíveis soluções, pois estão no dia a dia, durante muito tempo, e têm capacidade. Quando você coloca um estranho em uma área específica, não prestigia o funcionalismo, e não motiva as pessoas a trabalhar”.

Luiz Fernando Ozawa (PSOL) – “28 anos após a promulgação da Constituição de 88 cargos de livre nomeação não combinam com o espírito republicano do texto constitucional. (...) Não se pode admitir tantos trabalhadores contratados temporariamente, provisoriamente ou pior, por livre nomeação, de confiança. Aliás, o PSOL está discutindo a possibilidade de eleição direta para os cargos de secretários e a possibilidade de eleição interna entre efetivos para as diretorias, com a condição de publicar seus rendimentos e bens patrimoniais antes e ao final, bem como assumir compromissos públicos e planos de metas com ações e prazos, sob pena de devolução dos proventos recebidos ao município. Vamos radicalizar a democracia e a transparência nessa cidade”.

Auri Pavoni (PDT) – “Antes de falar em corte, é essencial entender onde se encontram esses cargos e quais as reais condições que os servidores têm para trabalhar. Ter clareza que o crescimento real das receitas do nosso município em permanecendo esse modelo tende a não ser tão expressiva nos próximos anos. E que os muitos imóveis desocupados hoje em breve poderão ter moradores, o que exigirá mais serviço público à disposição. Então o foco deverá ser em uma gestão eficiente e de qualidade, com os servidores públicos efetivos e técnicos, para podermos reduzir os gastos públicos de forma coerente, aumentar a receita do município sem aumentar os impostos (...)”.

Junior Pavan (PSDB) – “No novo modelo de governança que vamos implantar, a administração será pautada pelo choque de gestão, para vencermos o grande desafio desta geração de novos homens públicos: introduzir gestão pública de qualidade  na agenda brasileira. E isto deve iniciar nos municípios. Com boa aplicação do dinheiro público; com pessoas qualificadas e metas a serem alcançadas; com gestão eficiente que gaste menos com o governo e invista mais nas pessoas. Desta forma, vamos:
1- Valorizar o servidor de carreira (...) 2- Modernizar a estrutura governamental (...) reduzir o número de secretarias (...) extinguiremos os cargos comissionados desnecessários e priorizaremos a competência técnica como critério de nomeação”.

Marisa Fernandes (PT) – “Em relação  à  máquina  pública  acreditamos  que o problema necessariamente  não  está  no  número  de  funcionários,  mas na condição  (comissionado e concursado) e na qualidade do serviço prestado. Portanto,  ter controle  dos resultados,  projetos  e metas claras  em  cada  setor é  fundamental  para o gestor avaliar e  redimensionar  equipes  e funções. Deverá  dispor  de critérios, instrumentos e ferramentas  tecnológicas  para tanto. Não  é  possível  admitir  que  a máquina  pública  tenha servidores sem conhecimento  técnico  e compromisso  com a função que lhe é atribuída. Ou seja,  àqueles  que tem apenas  compromisso partidário”.

Fabrício Oliveira (PSB) – “Acredito que a prefeitura precisa passar por uma reforma administrativa. Recentemente as despesas com pessoal aumentaram, foram criadas secretarias e funções remuneradas em excesso, o que está na contramão da crise econômica que vive o país. O momento pede que se enxugue os gastos, otimizando a máquina pública com a redução desse pessoal e assim, reconhecer os valorosos funcionários que lá existem. Defendo a reforma administrativa contendo critérios para nomeação de cargos levando em conta experiência com gestão, porque hoje o que se vê são trocas constantes de secretários, sem critérios”.

Fábio Flôr (PP) – “Temos mais de 4.000 funcionários prestando serviços à comunidade. Pesquisando as cidades da região somos a que temos o menor número de cargos em comissão e não existem comissionados desnecessários. Tem sim que cada vez mais ocupar esses cargos com servidores de carreira. Precisamos de chefes, de líderes para administrar a coisa pública, isso é mais importante do que uma mera redução. Vai cortar o diretor de escola, o diretor fazendário? Mais do que falar tem que apontar o que vai reduzir. O foco é cada vez mais investir em tecnologia de gestão, em ferramentas, qualificação e motivação permanentes”.


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