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Pré-candidatos apresentam planos para limpeza da cidade

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Divulgação PMBC

Terça, 24/5/2016 8:23.

Sob o argumento de economizar o atual prefeito de Balneário Camboriú municipalizou a limpeza pública e entregou à Emasa, que talvez gaste mais do que gastávamos com a iniciativa privada. O serviço é alvo de constantes reclamações da comunidade. Se for eleito prefeito, o que pretende fazer a respeito da limpeza pública?

(Respostas por odem de chegada. As respostas demasiadamente longas foram editadas pela redação).

Luiz Fernando Ozawa (PSOL)

Em Balneário Camboriú a “limpeza pública” ainda carece de ampliação para além da varrição de rua, recolhimento de lixo público e privado, trazendo novas ideias para o setor como logística reversa (responsabilidade social empresarial), cata bagulho (móveis e eletrônicos), ampliação e fomento fiscal (ou sobretaxa) para incentivar a coleta seletiva e compostagem caseira, além de limpeza e desobstrução de bueiros, controle de pragas nas tubulações e terrenos, e atenção aos resíduos sólidos da construção civil, grande poluidor. O PSOL irá discutir um Plano de Saneamento com a comunidade ouvindo as maiores reivindicações nos bairros.

Auri Pavoni (PDT)

A limpeza pública é um dos itens mais importantes para uma cidade turística. Acredito que a Emasa deveria focar na questão da água e do saneamento básico. É mais adequado o serviço estar ligado à Secretaria de Obras, pois é um setor que tem a responsabilidade da manutenção das ferramentas públicas. Além disso, hoje existem equipamentos e recursos tecnológicos que podem vir em auxílio a esse serviço, dando mais qualidade e eficiência.

Claudir Maciel (PTB)

A limpeza da cidade tem que ser uma prioridade da administração municipal, porque além de refletir na saúde, reflete no turismo. Como prefeito, vou definir uma equipe competente e dedicada para cuidar bem desta questão. A prefeitura dispõe de recursos suficientes para que BC possa ser exemplo para o Brasil limpeza do município.

César Pio (PMDB)

Na minha opinião, gostaria de fazer um estudo mais profundo, mas como gosto de executar o meu próprio serviço acho que manteria sendo executado pelo município, não pela Emasa. Passaria para a Compur fazer não só no Centro, mas em todos os bairros. Hoje a nossa limpeza está sendo muito bem feita, parabéns para a administração.

Carlos Humberto (PR)

Se está gastando mais foi um grande erro que deve ser corrigido. Dinheiro público deve ser bem administrado, buscando sempre a excelência na prestação dos recursos com o menor custo possível, para que com o total do orçamento seja possível dar uma resposta muito melhor às demandas da sociedade. Temos que ter em mente que devemos prestar a mesma qualidade dos serviços em toda cidade e não privilegiar o centro em detrimento dos bairros, hoje vejo um serviço de limpeza melhor prestado no centro, esta distinção deve ser corrigida. Acredito que uma gestão moderna e eficiente, com menos política e mais trabalho, melhorará a limpeza pública e todos os demais serviços, dando mais oportunidades para nossas famílias!

Leonel Junior Pavan (PSDB)

Balneário Camboriú sempre foi conhecida Brasil afora, nos governos de Leonel Pavan e de Rubens Spernau, pela qualidade de sua limpeza pública, fator que ajudava a fortalecer a divulgação se deve mexer, a não ser que seja para melhorar ainda mais ou gerar economia, ou em ambos os casos, sem perder a qualidade.

Neste caso, além de não haver economia, a cidade ainda perdeu o status nacional de cidade limpa e agradável. Diante das constantes reclamações da comunidade é preciso rever essa situação de municipalização dos serviços com análise e um estudo criterioso do custo-benefício.

Fábio Flôr (PP)

Inicialmente cabe registrar que o município não decidiu por assumir os serviços de limpeza urbana, esta medida foi fruto de uma decisão judicial, em ação proposta pelo Ministério Público, que julgou ilegal parte do contato de concessão destes serviços, que foi firmado pela prefeitura em 1997. Para não interromper a limpeza da cidade, o que seria catastrófico, o município passou a executá-la por intermédio da Emasa. Esta ação ainda está pendente de julgamento no Tribunal de Justiça de SC, onde a empresa pede a retomada dos serviços.

(Nota da redação: o rompimento foi decisão do prefeito e não da justiça).

Marisa Fernandes (PT)

O cancelamento do convênio com a empresa que prestava serviço de limpeza pública urbana piorou em muito a limpeza da cidade e não resultou em economia para os cofres públicos. Considero que deve ser feita uma auditoria na Emasa. Pois com mais de 10 milhões gastos em 2015 e um serviço prestado de forma precária, há que conhecer os motivos de tamanho gasto para um resultado tão insatisfatório. Conhecendo os reais números dos gastos com esse serviço, tomaremos as providências que melhores resultados oferecerem, levando em conta custo-benefício.

Ary Souza (PSD)

A municipalização à época foi necessária (...) e naquele momento diante da situação jurídica instalada não havia outra saída. Contudo, tal situação deveria ser temporária. Assim, em 2013, quando o serviço foi repassado, definitivamente, para a Emasa, fiz um forte embate afirmando que o município já não detinha mais “know how” para executar essa tarefa além, de que, diante de alguns entraves peculiares do serviço público, o custo seria mais alto. Passados 3 (três) anos, foi confirmado isto através do estado lastimável que se encontra a limpeza da cidade, sendo comum nos depararmos com as ruas sujas, as lixeiras dos passeios abarrotadas e com o mato invadindo as calçadas(...). Buscarei a terceirização do serviço de limpeza urbana (...).

Fabrício de Oliveira (PSB)

A cidade em muitas regiões, e ruas está com aspecto sujo e abandonado e esta situação tem que ser resolvida. A limpeza pública é uma área fundamental para nossa economia e bem estar de nossos moradores e visitantes. A finalidade da Emasa não é esta, de limpeza pública e sim enfrentar o problema de água e esgoto da cidade. Penso que a limpeza deve ser terceirizada para que o poder público juntamente com a comunidade sejam os fiscalizadores do serviço, pois não se admite mais a cidade da maneira que está.

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