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Pré-candidatos respondem: políticos ou técnicos para administrar unidades públicas?

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Divulgação

Quarta, 15/6/2016 9:57.

Unidades importantes da prefeitura como Emasa, Compur, Secretaria de Obras e Secretaria do Planejamento são ou foram até pouco tempo administradas por políticos ou cabos eleitorais e não por técnicos notoriamente especializados.

Se eleito prefeito o Sr. (Sra.) continuará com esta prática? 

(Respostas na ordem de recebimento)

Ary Souza (PSD)

A concepção de administração pública veio se moldando ao longo dos anos, dando espaço a gestão pública que tem por base a habilitação e competência dos gestores. As nomeações com base técnica e priorizando a formação profissional, por certo fará com que os resultados sejam concretos, pois suas ações serão de maneira resolutiva no foco dos problemas sem os prejuízos causados pela tomada de decisões equivocadas. Na condição de prefeito, farei imediatamente uma profunda reforma administrativa nos comissionados, estabelecendo critérios na nomeação, bem como estabelecendo que funcionários efetivos também ocuparão cargos comissionados, afastando as nomeações meramente políticas.

 

Claudir Maciel (PTB)

A ADM pública deve seguir os princípios da análise técnica e da compreensão política/social. Acredito que a formação das equipes de gerenciamento das diversas pastas da prefeitura municipal, devam contemplar o corpo técnico (de preferência com servidores de carreira) e também as funções de representação que pode ser exercida. Áreas estratégicas precisam ter pessoas qualificadas e experientes para solucionar problemas e desenvolver novos projetos. Como prefeito vou priorizar os servidores de carreira para a ocupação destes cargos e estabelecer contratos de gestão com os colaboradores, para que as metas e objetivos assumidos, possam ser cumpridos.

 

Fabrício Oliveira (PSB)

No programa Balneário de Novas Ideias, que lançamos dias atrás, um dos quatro eixos é Gestão Decente que fala sobre a preocupação em nomear pessoas qualificadas, com critérios técnicos, para que a prefeitura não seja um teste, não seja um laboratório de ações políticas, só para atender promessas de campanha eleitoral. Teremos critérios de nomeação como conhecimento técnico, experiência e planejamento. Temos vários exemplos de ações do governo que pararam porque o secretário foi trocado. Com o orçamento que temos e com 24 secretarias a cidade não pode se submeter à geografia política e sim ao planejamento. Isso vai balizar também nossas alianças políticas.

 

Marisa Fernandes (PT)

São quatro setores de grande importância (...) A EMASA, no que se refere ao abastecimento de água e saneamento; a COMPUR (...) responsável pela urbanização; a Secretaria de Obras responsável pelas obras, manutenção das vias e do paisagismo e da Secretaria do Planejamento responsável pelo planejamento urbano, sua organização, controle e fiscalização. A cidade, desde as obras de infraestrutura, paisagismo, serviços de águas e saneamento até o próprio planejamento da cidade e seu Plano Diretor acontecem por essas empresas e secretarias. Nos termos da lei eles são cargos de confiança, no entanto, eu escolheria agentes públicos com conhecimentos técnicos. É necessário acabar com a cultura da escolha a partir de indicações apenas partidárias. Infelizmente, se loteia a prefeitura antes mesmo de vencer as eleições.

 

Luiz Fernando Ozawa – Japa (PSOL)

Essa pergunta é cara para o PSOL porque para nós a Democracia precisa necessariamente ser radicalizada. A velha política do toma-lá-dá-cá, uma das fontes da corrupção, que todos a fazem, precisa acabar! A tecnocracia (nomeação de especialistas) não é apenas a única saída. Já nos manifestamos e reassumimos o compromisso de debate ousado e nunca antes experimentado: eleição direta para secretários, autarquias e empresas (“primeiro escalão”), e eleição interna entre os efetivos para diretorias e coordenações setoriais (“segundo escalão”).

 

Auri Pavoni (PDT)

Creio que o conhecimento técnico para gerenciar o serviço público é imprescindível se desejamos uma gestão eficiente e que atenda às necessidades das pessoas. Contudo, é de extrema importância que esses cargos de confiança tenham total conhecimento do projeto político apresentado durante o período eleitoral. Porque ele deve ser a base de ação desses técnicos. Portanto, aliar conhecimento técnico e capacidade política são os desafios de todos aqueles que desejam ocupar esses cargos.

 

Leonel Junior Pavan (PSDB)

Independente se for político, se é do partido ou não, cada um que for exercer qualquer função terá que ser qualificado para o cargo, terá que ter conhecimento, mas pretendo é trabalhar mais com as pessoas que já são do quadro por já adquirirem uma certa experiência.

 

Júlio César Pio (PMDB)

Se for eleito, a minha administração será composta por técnicos especializados nas secretarias e por funcionários da própria prefeitura que já possuem experiência, mais que muitos secretários, não indicaria nenhum político. Não faria parte da minha gestão, por exemplo, o vereador que o povo o elegeu para cumprir seu mandato até o final e não para ser secretário. Para algumas secretarias já teria alguns nomes, por exemplo, na Secretaria de Planejamento indicaria o atual, Doutor Sérgio Renato Silva e na Emasa indicaria Doutor Rubens Schoreder que já atuou na antiga Casan. Teria outros nomes que não gostaria de citar no momento.

 

Fábio Flôr (PP)

No meu governo a qualidade da gestão e a cidade estarão na base da escolha do nosso secretariado. Eu quero secretários de tempo integral, com visão técnica, humana, apaixonados e comprometidos com a cidade.

 

Jade Martins Ribeiro (PMDB)

Todos os cargos municipais do atual governo atenderam as exigências legais para a nomeação. Somente a formação técnica não é sinônimo de resultados positivos quando se trata de gestão pública. A questão técnica, a experiência na função, o conhecimento das demandas da cidade e das propostas contidas no plano de governo devem ser requisitos para a nomeação de um cargo público.

 


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