Jornal Página 3

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Pré-candidatos falam sobre os bairros de Balneário Camboriú

Sexta, 8/7/2016 9:38.

Nesta semana a pergunta aos candidatos foi proposta pelo arquiteto Saint Clair Nickelle, morador do Nova Esperança: CIDADE BALNEÁRIA, onde a maioria absoluta dos moradores são residentes nos bairros, passando 12 meses em locais mal cuidados, sem qualquer qualidade espacial (que envolve uma distribuição equilibrada de infraestrutura, serviços, comércio e a maior carência LAZER em espaço público próprio), transporte de qualidade, etc... A cidade uníssona não pode ser esta que está aí, onde o centro é o espaço do encontro, do lazer, da beleza e a periferia apenas um GRANDE loteamento.

Luiz Fernando “Japa” Ozawa (PSOL)

Leitor atento. O PSOL concorda com esse diagnóstico urbanístico. E mais: como morador do Bairro das Nações, o mais populoso da cidade, local que escolhi para residir, trabalhar e ver meu filho crescer, sinto na pele todo o descuido com as pessoas que vivem na cidade. Ao turista oferecemos o melhor, mas aos moradores dos bairros o pior. É chegada a hora de romper essa lógica. Turismo é importante, mas as pessoas que aqui vivem são mais. Alguns chamam isso de "choque de gestão", o PSOL chama simplesmente de cuidado com as pessoas.

Junior Pavan (PSDB)

“Uma cidade só é boa para o turista se for boa para quem nela mora”, uma frase colocada em prática nos governos de Pavan e de Rubens com grandes investimentos de infraestrutura, sociais e de lazer nos bairros da cidade, que ainda podem ser constatados no dia de hoje em diversos espaços públicos como centros comunitários, melhorias e urbanização de praças, etc. e que foi esquecida pelo atual governo. Espaços que se tornam cada vez mais importantes no desenvolvimento sustentável de uma cidade, sendo essencial para alcance de uma melhora de qualidade de vida. A cidade por inteiro, sem diferenças, com nosso governo será beneficiada por uma política que fomentará o desenvolvimento comunitário e integração social.

Marisa Fernandes (PT)

O processo de urbanização, extremamente acentuado nos últimos tempos, traz desafios para a ocupação das áreas e, sobretudo, para o rompimento dos padrões de gestão e das relações humanas que tem gerado segregação social e hierarquização (supervalorização e/ou abandono de determinadas áreas urbanas) – fato vivido na nossa cidade. Portanto, observo na linha de reflexão do filósofo francês Henri Lefebvre que é necessário discutir o Direito à Cidade e, neste norte, compreender que nem o arquiteto, nem o urbanista, nem o sociólogo, nem o economista, ou nem mesmo o político podem tirar do nada, por decreto, novas formas de relações. É necessário partir de uma nova práxis que garanta interconexão dos sujeitos e espaços urbanos e uma integral cidadania a todos os habitantes.

Carlos Humberto (PR)

Precisamos de uma mudança de orientação de investimentos públicos e privados. Temos duas cidades que precisam se juntar em uma só: bairros e orla devem ser complementos, distribuindo melhor os serviços, comércios e principalmente, áreas de convívio e lazer. E é isso que farei em minha gestão, com um conselho permanente de orientação ao desenvolvimento da cidade nos moldes do antigo CONDES, com representantes de todas as organizações. Faremos encontros todos os meses, dando acesso irrestrito à sala dos secretários, vice-prefeito e prefeito. Transparência de verdade se faz com convívio direto e irrestrito. O que é público será controlado socialmente por seus representantes, dividindo assim o poder com a sociedade, que junto comigo, tomará as decisões que influenciarão no presente e principalmente, no futuro de Balneário Camboriú!

Fabrício Oliveira (PSB)

A maior preocupação do PSB é com uma cidade sem diferenças e divisões. Um dos eixos do Compromisso Balneário de Novas Ideias é justamente esse, “A Queda do Muro”, com uma cidade unificada, sem a divisão que hoje existe entre Bairros, Centro e Beira Mar. Um projeto onde os investimentos, as obras e as políticas públicas atendam a todos os bairros, o que não aconteceu nos últimos anos. Vamos dar atenção a cada parte, a cada rua de Balneário Camboriú. Uma cidade que arrecada mais de 600 milhões como foi em 2015, não pode privilegiar apenas algumas localidades. A cidade que vamos construir com a participação da população que aqui vive, será unificada em tratamento e em benefícios. Esse é o nosso compromisso.

Ary Souza (PSD)

Apesar do discurso de campanha, a atual administração criou uma clara divisão entre a cidade e os bairros, corroborado pela aplicação de recursos de maneira equivocada e pontual. Os investimentos urbanísticos, na infraestrutura e nas políticas públicas, de maneira geral, foram poucos, não contemplando a maioria dos cidadãos, tanto no lazer, quanto nos serviços dispostos em sua região, por exemplo, não existem praças agradáveis nos bairros. Aproximar o poder público das pessoas significa investimentos que contemplem principalmente os bairros, oportunizando que estes tenham um tratamento igual ao centro da cidade. Os bairros podem e devem ser inseridos no contexto turístico da cidade, além de fomentar novas fontes de rendas, iremos ter novas opções de lazer para seus habitantes e turistas.

Claudir Maciel (PTB)

BC é uma cidade jovem, mas que cresceu muito rápido! O ritmo acelerado da construção civil tem determinado o nível de ocupação (...) da nossa cidade. O poder público municipal ainda não conseguiu assumir as rédeas da ganância econômica, e por isso, virou refém do "pagando tudo pode". Embora BC seja destaque no turismo, no comércio, nos grandes prédios e na arrecadação de impostos, os nossos bairros ainda são pouco atrativos pela precariedade dos equipamentos públicos. Faltam praças de lazer e de esportes, centros sociais e de integração modernos, arte e cultura. Como prefeito, vou promover o desenvolvimento e o controle ocupacional, para dotar os bairros de programas de possam dar vida e privilegiar as pessoas. Segurança, modernizar os equipamentos públicos, criando pelo menos um centro poliesportivo em cada bairro da nossa cidade.

Fábio Flôr (PP)

A cada dia temos trabalhado para construir uma cidade melhor, com mais qualidade de vida para a população que aqui reside. Prova disto são os investimentos realizados na melhoria da qualidade urbana, na saúde pública, educação e na segurança, com a criação da nossa guarda municipal. A implantação de parques urbanos, como o que está em fase implantação no Bairros das Nações, da Barra, no Nova Esperança e Parque Bandeirantes, criarão modernos e importantes equipamentos de lazer e esporte para a comunidade. Seguirei investindo na qualificação da nossa Cidade como um todo, sem qualquer distinção.

Jade Martins Ribeiro (PMDB)

Ao contrário do que afirma o arquiteto, BC caracteriza-se por ter maior concentração populacional no centro. Nossa cidade possui topografia privilegiada, com bairros próximos uns dos outros, com centralidades e eixos de comércios e serviços próprios e independentes. Os espaços de lazer na cidade foram ampliados, melhorando a qualidade de vida e valorizando as áreas públicas, a exemplo dos parques infantis modernizados, das academias ao ar livre, distribuídos por todo município e da praça esportiva do Bairro das Nações que está sendo construída e deverá ser replicada em outros bairros.

Ademar Schneider (PMDB)

A atual administração trouxe qualificação para os bairros do município. A região sul, que era esquecida, conta com um PA 24h, 100% gratuito, subprefeitura, banco e centro de convivência dando atendimento e lazer sem que os moradores tenham que cruzar a BR. O Bairro das Nações ganhará um PA 24H 100% gratuito. Busco a continuação desse desenvolvimento, para que os bairros não voltem a ser esquecidos.

*Publicado na edição impressa de 2 de julho

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Pré-candidatos falam sobre os bairros de Balneário Camboriú

Sexta, 8/7/2016 9:38.

Nesta semana a pergunta aos candidatos foi proposta pelo arquiteto Saint Clair Nickelle, morador do Nova Esperança: CIDADE BALNEÁRIA, onde a maioria absoluta dos moradores são residentes nos bairros, passando 12 meses em locais mal cuidados, sem qualquer qualidade espacial (que envolve uma distribuição equilibrada de infraestrutura, serviços, comércio e a maior carência LAZER em espaço público próprio), transporte de qualidade, etc... A cidade uníssona não pode ser esta que está aí, onde o centro é o espaço do encontro, do lazer, da beleza e a periferia apenas um GRANDE loteamento.

Luiz Fernando “Japa” Ozawa (PSOL)

Leitor atento. O PSOL concorda com esse diagnóstico urbanístico. E mais: como morador do Bairro das Nações, o mais populoso da cidade, local que escolhi para residir, trabalhar e ver meu filho crescer, sinto na pele todo o descuido com as pessoas que vivem na cidade. Ao turista oferecemos o melhor, mas aos moradores dos bairros o pior. É chegada a hora de romper essa lógica. Turismo é importante, mas as pessoas que aqui vivem são mais. Alguns chamam isso de "choque de gestão", o PSOL chama simplesmente de cuidado com as pessoas.

Junior Pavan (PSDB)

“Uma cidade só é boa para o turista se for boa para quem nela mora”, uma frase colocada em prática nos governos de Pavan e de Rubens com grandes investimentos de infraestrutura, sociais e de lazer nos bairros da cidade, que ainda podem ser constatados no dia de hoje em diversos espaços públicos como centros comunitários, melhorias e urbanização de praças, etc. e que foi esquecida pelo atual governo. Espaços que se tornam cada vez mais importantes no desenvolvimento sustentável de uma cidade, sendo essencial para alcance de uma melhora de qualidade de vida. A cidade por inteiro, sem diferenças, com nosso governo será beneficiada por uma política que fomentará o desenvolvimento comunitário e integração social.

Marisa Fernandes (PT)

O processo de urbanização, extremamente acentuado nos últimos tempos, traz desafios para a ocupação das áreas e, sobretudo, para o rompimento dos padrões de gestão e das relações humanas que tem gerado segregação social e hierarquização (supervalorização e/ou abandono de determinadas áreas urbanas) – fato vivido na nossa cidade. Portanto, observo na linha de reflexão do filósofo francês Henri Lefebvre que é necessário discutir o Direito à Cidade e, neste norte, compreender que nem o arquiteto, nem o urbanista, nem o sociólogo, nem o economista, ou nem mesmo o político podem tirar do nada, por decreto, novas formas de relações. É necessário partir de uma nova práxis que garanta interconexão dos sujeitos e espaços urbanos e uma integral cidadania a todos os habitantes.

Carlos Humberto (PR)

Precisamos de uma mudança de orientação de investimentos públicos e privados. Temos duas cidades que precisam se juntar em uma só: bairros e orla devem ser complementos, distribuindo melhor os serviços, comércios e principalmente, áreas de convívio e lazer. E é isso que farei em minha gestão, com um conselho permanente de orientação ao desenvolvimento da cidade nos moldes do antigo CONDES, com representantes de todas as organizações. Faremos encontros todos os meses, dando acesso irrestrito à sala dos secretários, vice-prefeito e prefeito. Transparência de verdade se faz com convívio direto e irrestrito. O que é público será controlado socialmente por seus representantes, dividindo assim o poder com a sociedade, que junto comigo, tomará as decisões que influenciarão no presente e principalmente, no futuro de Balneário Camboriú!

Fabrício Oliveira (PSB)

A maior preocupação do PSB é com uma cidade sem diferenças e divisões. Um dos eixos do Compromisso Balneário de Novas Ideias é justamente esse, “A Queda do Muro”, com uma cidade unificada, sem a divisão que hoje existe entre Bairros, Centro e Beira Mar. Um projeto onde os investimentos, as obras e as políticas públicas atendam a todos os bairros, o que não aconteceu nos últimos anos. Vamos dar atenção a cada parte, a cada rua de Balneário Camboriú. Uma cidade que arrecada mais de 600 milhões como foi em 2015, não pode privilegiar apenas algumas localidades. A cidade que vamos construir com a participação da população que aqui vive, será unificada em tratamento e em benefícios. Esse é o nosso compromisso.

Ary Souza (PSD)

Apesar do discurso de campanha, a atual administração criou uma clara divisão entre a cidade e os bairros, corroborado pela aplicação de recursos de maneira equivocada e pontual. Os investimentos urbanísticos, na infraestrutura e nas políticas públicas, de maneira geral, foram poucos, não contemplando a maioria dos cidadãos, tanto no lazer, quanto nos serviços dispostos em sua região, por exemplo, não existem praças agradáveis nos bairros. Aproximar o poder público das pessoas significa investimentos que contemplem principalmente os bairros, oportunizando que estes tenham um tratamento igual ao centro da cidade. Os bairros podem e devem ser inseridos no contexto turístico da cidade, além de fomentar novas fontes de rendas, iremos ter novas opções de lazer para seus habitantes e turistas.

Claudir Maciel (PTB)

BC é uma cidade jovem, mas que cresceu muito rápido! O ritmo acelerado da construção civil tem determinado o nível de ocupação (...) da nossa cidade. O poder público municipal ainda não conseguiu assumir as rédeas da ganância econômica, e por isso, virou refém do "pagando tudo pode". Embora BC seja destaque no turismo, no comércio, nos grandes prédios e na arrecadação de impostos, os nossos bairros ainda são pouco atrativos pela precariedade dos equipamentos públicos. Faltam praças de lazer e de esportes, centros sociais e de integração modernos, arte e cultura. Como prefeito, vou promover o desenvolvimento e o controle ocupacional, para dotar os bairros de programas de possam dar vida e privilegiar as pessoas. Segurança, modernizar os equipamentos públicos, criando pelo menos um centro poliesportivo em cada bairro da nossa cidade.

Fábio Flôr (PP)

A cada dia temos trabalhado para construir uma cidade melhor, com mais qualidade de vida para a população que aqui reside. Prova disto são os investimentos realizados na melhoria da qualidade urbana, na saúde pública, educação e na segurança, com a criação da nossa guarda municipal. A implantação de parques urbanos, como o que está em fase implantação no Bairros das Nações, da Barra, no Nova Esperança e Parque Bandeirantes, criarão modernos e importantes equipamentos de lazer e esporte para a comunidade. Seguirei investindo na qualificação da nossa Cidade como um todo, sem qualquer distinção.

Jade Martins Ribeiro (PMDB)

Ao contrário do que afirma o arquiteto, BC caracteriza-se por ter maior concentração populacional no centro. Nossa cidade possui topografia privilegiada, com bairros próximos uns dos outros, com centralidades e eixos de comércios e serviços próprios e independentes. Os espaços de lazer na cidade foram ampliados, melhorando a qualidade de vida e valorizando as áreas públicas, a exemplo dos parques infantis modernizados, das academias ao ar livre, distribuídos por todo município e da praça esportiva do Bairro das Nações que está sendo construída e deverá ser replicada em outros bairros.

Ademar Schneider (PMDB)

A atual administração trouxe qualificação para os bairros do município. A região sul, que era esquecida, conta com um PA 24h, 100% gratuito, subprefeitura, banco e centro de convivência dando atendimento e lazer sem que os moradores tenham que cruzar a BR. O Bairro das Nações ganhará um PA 24H 100% gratuito. Busco a continuação desse desenvolvimento, para que os bairros não voltem a ser esquecidos.

*Publicado na edição impressa de 2 de julho

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