Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Pré-candidatos a prefeito falam sobre Balneário ter saído da Amfri

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Google.
Prefeito, de forma equivocada na opinião deste jornal, isolou Balneário dos demais municípios da região.

Quarta, 13/7/2016 14:51.

Continuando a série de perguntas do Página 3 aos pré-candidatos a prefeito: 

O atual prefeito, de maneira equivocada e absurda na avaliação deste jornal, desligou Balneário Camboriú da Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí (Amfri), com isto nos deixando à margem do desenvolvimento regional integrado já que dos 11 municípios da região somos o único que está fora da entidade. Se eleita (o) a Sra(Sr.) pretende retornar BC à Amfri? E qual o projeto de âmbito regional considera mais importante?

Carlos Humberto (PR) - É de fundamental importância retornar para AMFRI, as políticas públicas têm de ser discutidas e implementadas de maneira regional para surtirem mais efeito. Transporte Público, Saúde, Segurança são alguns dos exemplos de assuntos que devem ser discutidos de maneira regionalizada, as soluções para estes problemas, na minha opinião, só serão resolvidas pela região como um todo, e nunca somente de maneira isolada. Isoladamente é sempre mais caro e mais difícil, o administrador público precisa estar ciente que o mundo mudou, hoje tudo é interligado, as cidades cresceram e formaram um grande todo, os problemas também aumentaram, e não será com as velhas soluções que os resolveremos. Precisamos de uma gestão modera, eficiente e transparente, que faça mais gastando menos, que de voz para população, que diminua o tamanho e melhore a produtividade da máquina pública, eu estou preparado para isso e sei como fazer!

Leonel Junior Pavan (PSDB) - “É fundamental que Balneário Camboriú volte a integrar a Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí – AMFRI – pois a ausência de planejamento e do desenvolvimento regional integrado pode gerar prejuízos estratégicos pela perda de recursos ou por não aproveitamento do potencial turístico e econômico de forma conjunta.
Temos que unir interesses em torno de nossa principal vocação que é o turismo e que deve ser fomentado de forma regionalizada com ganhos econômicos para todos os municípios integrantes. Novos estímulos também podem e devem ser estudados para fomentar igualmente outros setores afins como a pesca artesanal e industrial, a construção civil, o comércio, a indústria náutica e a inovação tecnológica para uso integrado. “

Marisa Fernandes (PT) - No momento social, político e econômico em que vivemos e com o intenso processo de urbanização fica cada vez mais evidente a necessidade de pensar a gestão das cidades a partir da união de esforços de municípios próximos. A criação das Associações dos Municípios, das Regiões Metropolitanas, está alicerçada na premissa do associativismo – eixo estruturante de uma política de desenvolvimento sustentável e, sobretudo, da construção de solidariedades, tornando as relações prósperas e democráticas. Portanto, é imprescindível Balneário Camboriú voltar a fazer parte da AMFRI, pois na minha avaliação, é incoerente até “arrogante” a não participação – não somos (apesar de termos) uma ilha e nem tão pouco autosustentáveis. Assim, projetos integrados de saneamento básico, destino do lixo, fornecimento de água potável, estrutura hospitalar, redes de proteção e combate ao uso e tráfico de drogas, turismo e transporte público são apenas alguns exemplos que nos permitem pensar a importância da AMFRI (com 11 municípios e não com 10 como hoje está).

Fábio Flôr (PP) - Nas duas últimas décadas as cidades que integram a nossa região passaram por profundas transformações econômicas, sociais e tiveram um forte crescimento populacional, fazendo com que cada vez mais estes municípios tenham que unir esforços para conjuntamente encontrarem soluções a problemas comuns. Tratamento de resíduos sólidos, esgotamento sanitário, abastecimento de água, transporte coletivo, turismo e saúde, são exemplos de ações que devem ser implementadas em parceria entre os municípios, pois coletivamente além de mais eficientes os investimentos tornam-se mais baratos. Penso que prioritariamente temos que implantar um transporte público mais barato, mais eficiente e integrado entre as cidades da nossa região, além de melhorar os serviços da saúde pública. Balneario Camboriu deve retornar à AMFRI, mas a AMFRI também deve redefinir seus objetivos, pois os resultados obtidos pela entidade têm sido modestos frente aos recursos recebidos pra manter sua atividade. Como prefeito, intensificarei as parcerias com as nossas cidades vizinhas.

Claudir Maciel (PTB) - A decisão do prefeito de retirar Balneário Camboriú da Amfri dificulta o diálogo para uma gestão integrada, traz isolamento político e geográfico. Deixar a associação composta por 11 municípios reflete em alta demanda hospitalar, elevando o custo do atendimento de R$ 6,5 milhões em 2009 para cerca R$ 35 milhões, atualmente. Limita ainda um sistema de mobilidade urbana e transporte público integrado, gestão da água, lixo, segurança e outros setores. Balneário Camboriú é uma cidade polo da nossa região e precisa voltar a integrar a AMFRI, e como líder política e econômica, precisa liderar a integração dos municípios vizinhos para o desenvolvimento de projetos comuns. Como Prefeito vou buscar o entendimento com os prefeitos da região para que possamos ter força junto aos Governos do Estado e Federal. O mundo inteiro vive um processo de integração, e buscar o isolamento é andar na contra mão.

Ary Souza (PSD) - Retornar a Amfri representa a inclusão de BC em vários projetos, uma vez que através dessa parceria, poderíamos alçar investimentos significativos, bem como torná-los mais efetivos com base em dados científicos fornecidos pela própria AMFRI através de estudos os quais faz continuamente, onde acentuo o Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – SIDEMS, que permite o acesso de dados que podem contribuir, para o crescimento sustentável (desenvolvimento equilibrado do ponto de vista social, ambiental, cultural e econômico) da cidade e região, pois devemos crescer em conjunto, pensando que uma cidade impacta na outra, debatendo e discutindo onde os recursos seriam aplicados de maneira mais resolutiva, sendo este o foco do novo projeto Inovamfri que canaliza este debate regionalizado e que fará o município ter a gestão incorporada ao crescimento regional.

Luiz Fernando “Japa” Ozawa (PSOL) - O PSOL foi o único partido que provocou o debate de políticas públicas metropolitanas. A geografia do município e seu entorno justifica isso. O fato de Balneário Camboriú por seu governo atual sair da Associação só prejudica a necessária ampliação desse debate. É preciso pensar seriamente em região metropolitana como o PSOL tem repetido, em razão das zonas periféricas convergentes.

Fabrício de Oliveira (PSB) - Queda do Muro é um eixo do Compromisso Balneário de Novas Ideias, que trata de uma cidade unificada, e isso inclui a volta de Balneário Camboriú para AMFRI. Essa atitude mostra o isolamento do atual Governo e a falta de percepção sobre a importância regional da cidade. Os municípios da AMFRI fazem parte de um projeto inovador, o InovAMFRI, para planejar o desenvolvimento econômico e social da região da Foz do Rio Itajaí de forma sustentável e com base na inovação. Poder discutir as necessidades da região de maneira ampla é de extrema importância aos municípios, até porque, alguns assuntos na se resolvem de maneira isolada, precisam planejar em conjunto, como a mobilidade urbana, segurança pública, captação de água e, sobretudo na vocação da região, por isso, se eleito for, Balneário vai estar na AMFRI.

Jade Martins (PMDB) - A AMFRI é uma associação privada, custeada com recursos públicos dos municípios. Economizamos em torno de R$ 500.000,00 por ano com a saída de BC da AMFRI, recurso este que ficou investido em nosso município. Se eleita irei buscar a unidade entre os prefeitos para formatar uma comissão de desenvolvimento regional para elaboração de políticas de interesse comum para as cidades, utilizando-se das estruturas técnicas já existentes. Entendo como prioritários a regionalização da saúde do atendimento hospitalar, dos exames de alta complexidade e a integração do transporte coletivo.
 


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade