Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Economia
Presidente da Acibalc lembra que é pequeno o fôlego das micro e pequenas empresas

Quarta, 1/4/2020 15:24.
Facebook pessoal.
Maria Pissaia, em entrevista ao radialista Nenito Costa.

Publicidade

A presidente Associação Empresarial de Balneário Camboriú e Camboriú (Acibalc), Maria Pissaia, lembrou nesta quarta-feira (1) que o caixa da maioria das micro e pequenas empresas que é de 15 dias está acabando.

Se o isolamento social prosseguir, a continuidade desses negócios será “profundamente” comprometida pois elas dependem de entradas diárias para pagar as contas.

Ela acredita que as empresas um pouco mais estruturadas, com melhores controles financeiros, sairão na frente pois poderão avaliar melhor as necessidades e buscar linhas de crédito para atravessar esse período.

De qualquer forma, Maria acredita que “a retomada dos negócios e principalmente das vendas será bem lenta e gradual pois todos foram afetados de alguma maneira pela quarentena, sejam as empresas fechando sejam funcionários perdendo emprego ou negociando salários e pagamentos”.

A presidente da Acibalc acredita que o retorno gradativo às atividades, como acenou o governador Carlos Moisés para os próximos dias, salvará um grupo de empresas com fôlego para garantir a retomada mais rápida da economia.

“Independente de buscarmos diariamente alternativas para reabrir as empresas de maneira segura, estamos todos sob um decreto e é nosso dever cumpri- lo” finalizou a presidente da Acibalc.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade


Publicidade














Página 3
Facebook pessoal.
Maria Pissaia, em entrevista ao radialista Nenito Costa.
Maria Pissaia, em entrevista ao radialista Nenito Costa.

Presidente da Acibalc lembra que é pequeno o fôlego das micro e pequenas empresas

Publicidade

Quarta, 1/4/2020 15:24.

A presidente Associação Empresarial de Balneário Camboriú e Camboriú (Acibalc), Maria Pissaia, lembrou nesta quarta-feira (1) que o caixa da maioria das micro e pequenas empresas que é de 15 dias está acabando.

Se o isolamento social prosseguir, a continuidade desses negócios será “profundamente” comprometida pois elas dependem de entradas diárias para pagar as contas.

Ela acredita que as empresas um pouco mais estruturadas, com melhores controles financeiros, sairão na frente pois poderão avaliar melhor as necessidades e buscar linhas de crédito para atravessar esse período.

De qualquer forma, Maria acredita que “a retomada dos negócios e principalmente das vendas será bem lenta e gradual pois todos foram afetados de alguma maneira pela quarentena, sejam as empresas fechando sejam funcionários perdendo emprego ou negociando salários e pagamentos”.

A presidente da Acibalc acredita que o retorno gradativo às atividades, como acenou o governador Carlos Moisés para os próximos dias, salvará um grupo de empresas com fôlego para garantir a retomada mais rápida da economia.

“Independente de buscarmos diariamente alternativas para reabrir as empresas de maneira segura, estamos todos sob um decreto e é nosso dever cumpri- lo” finalizou a presidente da Acibalc.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade