Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Economia
Após quatro quedas seguidas, juros do cartão rotativo voltam a subir

Quarta, 26/9/2018 14:55.

Publicidade

MAELI PRADO

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após quatro quedas consecutivas, a taxa de juros do cartão de crédito rotativo voltou a crescer em agosto, para 274% ao ano.

Em julho, a taxa média foi de 271,4% ao ano, ou seja, no mês passado houve uma alta de 2,6 pontos percentuais.

Os juros do cheque especial, segundo o BC, se mantiveram estáveis em 303,2% ao ano.

A taxa de juros média para consumidores que inclui todas as categorias (com exceção de financiamentos imobiliários, BNDES e crédito rural) permaneceu quase estável, em 51,8% ao ano (havia sido de 52% em julho).

No caso de empresas, também houve uma leve queda, de 20,6% para 20,4% ao ano.

A inadimplência dos consumidores também se manteve estável em 5%. No caso de empresas, o calote de mais de 90 dias se manteve quase no mesmo patamar, se reduzindo de 3,4% para 3,3%.

O spread médio de consumidores e empresas (diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos e o que cobram na ponta) recuou de 29,4 pontos percentuais para 28,9.

NOVOS EMPRÉSTIMOS

Na média diária, as novas concessões de crédito aumentaram de R$ 13,6 bilhões em julho para R$ 14,2 bilhões, um aumento de 4,3% no mês passado.

Houve um salto nos novos empréstimos com recursos direcionados (financiamentos imobiliários, BNDES e crédito rural), que cresceram de R$ 1,1 bilhão por dia em julho para R$ 1,4 bilhão em agosto.

No caso dos novos empréstimos com recursos livres, a alta foi de R$ 12,5 bilhões para R$ 12,8 bilhões por dia, crescimento de 2,1%.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade


Publicidade














Página 3

Após quatro quedas seguidas, juros do cartão rotativo voltam a subir

Publicidade

Quarta, 26/9/2018 14:55.

MAELI PRADO

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após quatro quedas consecutivas, a taxa de juros do cartão de crédito rotativo voltou a crescer em agosto, para 274% ao ano.

Em julho, a taxa média foi de 271,4% ao ano, ou seja, no mês passado houve uma alta de 2,6 pontos percentuais.

Os juros do cheque especial, segundo o BC, se mantiveram estáveis em 303,2% ao ano.

A taxa de juros média para consumidores que inclui todas as categorias (com exceção de financiamentos imobiliários, BNDES e crédito rural) permaneceu quase estável, em 51,8% ao ano (havia sido de 52% em julho).

No caso de empresas, também houve uma leve queda, de 20,6% para 20,4% ao ano.

A inadimplência dos consumidores também se manteve estável em 5%. No caso de empresas, o calote de mais de 90 dias se manteve quase no mesmo patamar, se reduzindo de 3,4% para 3,3%.

O spread médio de consumidores e empresas (diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos e o que cobram na ponta) recuou de 29,4 pontos percentuais para 28,9.

NOVOS EMPRÉSTIMOS

Na média diária, as novas concessões de crédito aumentaram de R$ 13,6 bilhões em julho para R$ 14,2 bilhões, um aumento de 4,3% no mês passado.

Houve um salto nos novos empréstimos com recursos direcionados (financiamentos imobiliários, BNDES e crédito rural), que cresceram de R$ 1,1 bilhão por dia em julho para R$ 1,4 bilhão em agosto.

No caso dos novos empréstimos com recursos livres, a alta foi de R$ 12,5 bilhões para R$ 12,8 bilhões por dia, crescimento de 2,1%.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade