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Economistas projetam inflação menor e juro a 6,75% neste ano

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Arquivo Página 3.

Quarta, 14/2/2018 13:39.

(FOLHAPRESS) - Economistas e consultorias consultados pelo Banco Central reduziram a projeção para a inflação neste ano e mantiveram a expectativa para a taxa básica Selic em 6,75% em 2017, de acordo com o boletim Focus divulgado nesta quarta (14).

A inflação prevista para o fim do ano está em 3,84% -era de 3,94% na pesquisa anterior. A revisão ocorre após o IPCA (índice oficial de preços) de janeiro desacelerar para 0,29%, o menor para o mês desde o Plano Real.

No acumulado em 12 meses, o índice foi para 2,86%, após o ano passado ser marcado pela inflação abaixo do piso da meta, em 2,95%, algo que não ocorria desde a criação do sistema de metas de inflação em 1999.

Para o próximo ano, a previsão para a inflação está em 4,25%.

A expectativa para a taxa de juros se manteve em 6,75% -para 2019, é de 8%. Na semana passada, o Banco Central reduziu a Selic para 6,75% ao ano, e sinalizou o fim do ciclo de afrouxamento monetário.

Nesta quinta, o BC divulga a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária).

Para o PIB (Produto Interno Bruto), o crescimento estimado neste ano se manteve em 2,7%. Para 2019, é de 3%. 

Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 3,84% neste ano

O mercado financeiro reduziu pela segunda semana seguida a projeção para a inflação neste ano. A estimativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) caiu de 3,94% para 3,84%, de acordo com o boletim Focus, uma publicação semanal do Banco Central, sobre os principais indicadores econômicos. As informações são da Agência Brasil.

A projeção segue abaixo do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. Para 2019, a estimativa para a inflação está no centro da meta, em 4,25%.

Taxa básica de juros

Para alcançar a meta, o banco usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,75% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

De acordo com a previsão das instituições financeiras, a Selic encerrará 2018 no atual patamar e subirá ao longo de 2019, encerrando o período em 8% ao ano.

A estimativa do mercado financeiro para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) permanece em 2,70%, neste ano, e em 3%, em 2019.

DÓLAR

A estimativa para a cotação do dólar ao final de 2018 segue em R$ 3,30. Para o fim de 2019, a projeção passou de R$ 3,40 para R$ 3,39.

ENDIVIDAMENTO PÚBLICO

A instituições financeiras também projetam que a dívida líquida do setor público deve encerrar 2018 em 55,5% do PIB. Para o fim de 2019, a projeção é 57,9% do PIB.

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