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Trump e BC fazem dólar recuar para R$ 3,21; Bolsa sobe com bancos

Quarta, 18/1/2017 5:24.

EULINA OLIVEIRA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar recuou em escala global nesta terça-feira (17), reagindo a declarações do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, de que a moeda americana já está "muito forte".

Em entrevista ao "Wall Street Journal", Trump disse que o dólar já está muito forte em parte porque a China mantém o yuan desvalorizado.

"Nossas companhias não podem competir com eles agora porque nossa moeda é muito forte, e isso está nos matando", declarou Trump, que toma posse na próxima sexta-feira (20).

No Brasil, contribuiu para a desvalorização do dólar a volta da atuação do Banco Central no câmbio. A autoridade monetária iniciou a rolagem dos contratos de swap cambial tradicional que vencem no início de fevereiro.

A operação, que equivale à venda futura de dólares, envolveu 12 mil contratos nesta sessão, no montante de US$ 600 milhões. Ao todo, vencem em fevereiro 128.620 contratos de swap cambial tradicional, no valor de US$ 6,431 bilhões.

Com isso, a moeda americana à vista, referência no mercado financeiro, fechou em queda de 0,57%, a R$ 3,2128. O dólar comercial, usado em contratos de comércio exterior, perdeu 0,80%, a R$ 3,2130.

Roberto Moraes, diretor operacional da Advanced Corretora, avalia que, ao promover a renovação de contratos de swap cambial tradicional, o Banco Central indica que quer manter a moeda americana no atual patamar. "O BC está se precavendo de uma possível alta do dólar após Trump tomar posse e anunciar suas primeiras medidas."

Em apresentação feita nas reuniões do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, reiterou que a autoridade monetária pode usar suas ferramentas cambiais para evitar volatilidade excessiva ou falta de liquidez dentro do regime de câmbio flutuante, que considera a primeira linha de defesa da economia contra choques externos.

Também sobre esse tema, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou em Davos que "há sim uma tendência de fortalecimento do dólar e, por outro lado, uma tendência doméstica de fortalecimento do real [pela valorização de commodities exportadas pelo país]. O fato concreto é que temos taxa de câmbio flutuante no Brasil e estamos bastante confortáveis com o nível da taxa que prevalece no país."

A libra foi a moeda que mais valorizou nesta terça-feira, com o discurso da primeira-ministra britânica, Theresa May, sobre o brexit, como é chamado o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

May anunciou que o Parlamento irá votar o acordo final antes que o brexit entre em vigor, o que permitiu a recuperação da libra.

A cautela antes do discurso da premiê britânica fez o dólar subir mundialmente nesta segunda-feira (16), e a libra foi uma das que mais perderam valor.

JUROS

No mercado de juros futuros, as taxas terminaram em alta nos contratos de curto prazo e em baixa no longo prazo.
O contrato de DI para janeiro de 2018 subiu de 11,025% para 11,055% ao ano; o contrato de DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2021 caiu de 10,760% para 11,750%; e o contrato de DI para janeiro de 2026 recuou de 11,175% para 11,155%.

Neste mercado, investidores buscam proteção contra flutuações dos juros negociando contratos para diferentes vencimentos.

A ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC, divulgada nesta terça-feira, reforçou as expectativas de cortes mais agressivos da taxa básica de juros (Selic) ao longo deste ano.

Na ata, o Copom citou a desaceleração da inflação e a atividade econômica aquém do esperado, "inclusive no último trimestre de 2016", como fatores que permitiram a antecipação de um ciclo de reduções maiores da taxa.

Segundo analistas, o documento não trouxe novidades significativas em relação ao comunicado divulgado logo após a decisão de reduzir a Selic em 0,75 ponto percentual, para 13% ao ano, na semana passada. Economistas já preveem outro corte de 0,75 ponto na reunião do Copom de fevereiro.

BOLSA

O Ibovespa iniciou a sessão em baixa, mas inverteu o sinal e encerrou o pregão com ganho de 0,82%, aos 64.354,34 pontos. É o maior patamar desde 31 de outubro do ano passado (64.924,52 pontos). O giro financeiro foi de R$ 7,1 bilhões.

Apesar da queda na Bolsa de Nova York, o principal índice da Bolsa brasileira foi beneficiado pela apreciação do real e pela percepção de cortes maiores da taxa básica de juros ao longo deste ano. No acumulado de janeiro até agora, o Ibovespa já subiu 6,85%.

"A queda dos juros e a perspectiva de melhora da economia tornam a renda variável mais atraente", comenta Ari Santos, gerente de renda variável da corretora H.Commcor. Ele lembra que a ausência de notícias negativas no cenário político colabora para a melhora da percepção de risco.

O índice foi impulsionado principalmente por papéis do setor financeiro. Itaú Unibanco PN ganhou 2,69%; Bradesco PN, +2,85%; Bradesco ON, +2,13%; Banco do Brasil ON, +1,61%; e Santander unit, +2,26%.

As ações preferenciais da Petrobras subiram 0,44% e as ordinárias caíram 0,43%.

Os papéis da Vale recuaram 1,96% (PNA) e 3,92% (ON), refletindo a queda do minério de ferro na China.

Números do mercado financeiro

DÓLAR
compra/venda
Câmbio livre BC - R$ 3,2094 / R$ 3,2100 **
Câmbio livre mercado - R$ 3,2117 / R$ 3,2130 *
Turismo - R$ 3,1900 / R$ 3,3900

(*) cotação média do mercado
(**) cotação do Banco Central

Variação do câmbio livre mercado
no dia: -0,80%

OURO BM&F
R$ 124

BOLSAS
Bovespa (Ibovespa)
Variação: 0,82%
Pontos: 64.354
Volume financeiro: R$ 7,069 bilhões
Maiores altas: Kroton ON (4,04%), Estácio ON (4,04%), Cosan ON (3,60%)
Maiores baixas: Vale ON (-3,93%), Vale PNA (-1,96%), Cielo ON (-1,74%)

Dow Jones (Nova York): -0,30%
Nasdaq (Nova York): -0,63%
CAC 40 (Paris): -0,46%
Dax 30 (Frankfurt): -0,13%
Financial 100 (Londres): -1,46%
Nikkei 225 (Tóquio): -1,48%
Hang Seng (Hong Kong): 0,54%
Shanghai Composite (Xangai): 0,17%
Merval (Buenos Aires): -0,64%
IPC (México): 0,55%

POUPANÇA
Depósitos feitos até 3 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
27/12 = 0,6615
28/12 = 0,6890
29/12 = 0,6858
30/12 = 0,6858
31/12 = 0,6858
1º/1 = 0,6858
2/1 = 0,6922
3/1 = 0,6732
4/1 = 0,7106
5/1 = 0,7271
6/1 = 0,7112
7/1 = 0,7085
8/1 = 0,6880
9/1 = 0,6666
10/1 = 0,6766
11/1 = 0,7141
12/1 = 0,7526
13/1 = 0,7150
14/1 = 0,7150
15/1 = 0,6784
16/1 = 0,6680
17/1 = 0,6660
18/1 = 0,6926
19/1 = 0,7269
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197

NOVA POUPANÇA
Depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
27/12 = 0,6615
28/12 = 0,6890
29/12 = 0,6858
30/12 = 0,6858
31/12 = 0,6858
1º/1 = 0,6858
2/1 = 0,6922
3/1 = 0,6732
4/1 = 0,7106
5/1 = 0,7271
6/1 = 0,7112
7/1 = 0,7085
8/1 = 0,6880
9/1 = 0,6666
10/1 = 0,6766
11/1 = 0,7141
12/1 = 0,7526
13/1 = 0,7150
14/1 = 0,7150
15/1 = 0,6784
16/1 = 0,6680
17/1 = 0,6660
18/1 = 0,6926
19/1 = 0,7269
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197

ÍNDICES DE INFLAÇÃO
IPCA/IBGE
Dezembro 2015: 0,96%
Janeiro 2016: 1,27%
Fevereiro 2016: 0,90%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,61%
Maio 2016: 0,78%
Junho 2016: 0,35%
Julho 2016: 0,52%
Agosto 2016: 0,44%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,26%
Novembro 2016: 0,18%
Dezembro 2016: 0,30%

INPC/IBGE
Dezembro 2015: 0,90%
Janeiro 2016: 1,51%
Fevereiro 2016: 0,95%
Março 2016: 0,44%
Abril 2016: 0,64%
Maio 2016: 0,98%
Junho 2016: 0,47%
Julho 2016: 0,64%
Agosto 2016: 0,31%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,17%
Novembro 2016: 0,07%
Dezembro 2016: 0,14%

IPC/Fipe
Dezembro 2015: 0,82%
Janeiro 2016: 1,37%
Fevereiro 2016: 0,89%
Março 2016: 0,97%
Abril 2016: 0,46%
Maio 2016: 0,57%
Junho 2016: 0,65%
Julho 2016: 0,35%
Agosto 2016: 0,11%
Setembro 2016: -0,14
Outubro 2016: 0,27%
Novembro 2016: 0,15%
Dezembro 2016: 0,72%

IGP-M/FGV
Dezembro 2015: 0,49%
Janeiro 2016: 1,14%
Fevereiro 2016: 1,29%
Março 2016: 0,51%
Abril 2016: 0,33%
Maio 2016: 0,82%
Junho 2016: 1,69%
Julho 2016: 0,18%
Agosto 2016: 0,15%
Setembro 2016: 0,20%
Outubro 2016: 0,16%
Novembro 2016: -0,03%
Dezembro 2016: 0,54%

IGP-DI/FGV
Dezembro 2015: 0,44%
Janeiro 2016: 1,53%
Fevereiro 2016: 0,79%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,36%
Maio 2016: 1,13%
Junho 2016: 1,63%
Julho 2016: -0,39%
Agosto 2016: 0,43%
Setembro 2016: 0,03%
Outubro 2016: 0,13%
Novembro 2016: 0,05%
Dezembro 2016: 0,83%

SALÁRIO MÍNIMO
Janeiro 2017: R$ 937,00

SALÁRIO FAMÍLIA
Janeiro 2016
Até R$ 806,80: R$ 41,37
de R$ 806,81 até R$ 1.212,64: R$ 29,16 

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Trump e BC fazem dólar recuar para R$ 3,21; Bolsa sobe com bancos

Quarta, 18/1/2017 5:24.

EULINA OLIVEIRA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar recuou em escala global nesta terça-feira (17), reagindo a declarações do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, de que a moeda americana já está "muito forte".

Em entrevista ao "Wall Street Journal", Trump disse que o dólar já está muito forte em parte porque a China mantém o yuan desvalorizado.

"Nossas companhias não podem competir com eles agora porque nossa moeda é muito forte, e isso está nos matando", declarou Trump, que toma posse na próxima sexta-feira (20).

No Brasil, contribuiu para a desvalorização do dólar a volta da atuação do Banco Central no câmbio. A autoridade monetária iniciou a rolagem dos contratos de swap cambial tradicional que vencem no início de fevereiro.

A operação, que equivale à venda futura de dólares, envolveu 12 mil contratos nesta sessão, no montante de US$ 600 milhões. Ao todo, vencem em fevereiro 128.620 contratos de swap cambial tradicional, no valor de US$ 6,431 bilhões.

Com isso, a moeda americana à vista, referência no mercado financeiro, fechou em queda de 0,57%, a R$ 3,2128. O dólar comercial, usado em contratos de comércio exterior, perdeu 0,80%, a R$ 3,2130.

Roberto Moraes, diretor operacional da Advanced Corretora, avalia que, ao promover a renovação de contratos de swap cambial tradicional, o Banco Central indica que quer manter a moeda americana no atual patamar. "O BC está se precavendo de uma possível alta do dólar após Trump tomar posse e anunciar suas primeiras medidas."

Em apresentação feita nas reuniões do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, reiterou que a autoridade monetária pode usar suas ferramentas cambiais para evitar volatilidade excessiva ou falta de liquidez dentro do regime de câmbio flutuante, que considera a primeira linha de defesa da economia contra choques externos.

Também sobre esse tema, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou em Davos que "há sim uma tendência de fortalecimento do dólar e, por outro lado, uma tendência doméstica de fortalecimento do real [pela valorização de commodities exportadas pelo país]. O fato concreto é que temos taxa de câmbio flutuante no Brasil e estamos bastante confortáveis com o nível da taxa que prevalece no país."

A libra foi a moeda que mais valorizou nesta terça-feira, com o discurso da primeira-ministra britânica, Theresa May, sobre o brexit, como é chamado o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

May anunciou que o Parlamento irá votar o acordo final antes que o brexit entre em vigor, o que permitiu a recuperação da libra.

A cautela antes do discurso da premiê britânica fez o dólar subir mundialmente nesta segunda-feira (16), e a libra foi uma das que mais perderam valor.

JUROS

No mercado de juros futuros, as taxas terminaram em alta nos contratos de curto prazo e em baixa no longo prazo.
O contrato de DI para janeiro de 2018 subiu de 11,025% para 11,055% ao ano; o contrato de DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2021 caiu de 10,760% para 11,750%; e o contrato de DI para janeiro de 2026 recuou de 11,175% para 11,155%.

Neste mercado, investidores buscam proteção contra flutuações dos juros negociando contratos para diferentes vencimentos.

A ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC, divulgada nesta terça-feira, reforçou as expectativas de cortes mais agressivos da taxa básica de juros (Selic) ao longo deste ano.

Na ata, o Copom citou a desaceleração da inflação e a atividade econômica aquém do esperado, "inclusive no último trimestre de 2016", como fatores que permitiram a antecipação de um ciclo de reduções maiores da taxa.

Segundo analistas, o documento não trouxe novidades significativas em relação ao comunicado divulgado logo após a decisão de reduzir a Selic em 0,75 ponto percentual, para 13% ao ano, na semana passada. Economistas já preveem outro corte de 0,75 ponto na reunião do Copom de fevereiro.

BOLSA

O Ibovespa iniciou a sessão em baixa, mas inverteu o sinal e encerrou o pregão com ganho de 0,82%, aos 64.354,34 pontos. É o maior patamar desde 31 de outubro do ano passado (64.924,52 pontos). O giro financeiro foi de R$ 7,1 bilhões.

Apesar da queda na Bolsa de Nova York, o principal índice da Bolsa brasileira foi beneficiado pela apreciação do real e pela percepção de cortes maiores da taxa básica de juros ao longo deste ano. No acumulado de janeiro até agora, o Ibovespa já subiu 6,85%.

"A queda dos juros e a perspectiva de melhora da economia tornam a renda variável mais atraente", comenta Ari Santos, gerente de renda variável da corretora H.Commcor. Ele lembra que a ausência de notícias negativas no cenário político colabora para a melhora da percepção de risco.

O índice foi impulsionado principalmente por papéis do setor financeiro. Itaú Unibanco PN ganhou 2,69%; Bradesco PN, +2,85%; Bradesco ON, +2,13%; Banco do Brasil ON, +1,61%; e Santander unit, +2,26%.

As ações preferenciais da Petrobras subiram 0,44% e as ordinárias caíram 0,43%.

Os papéis da Vale recuaram 1,96% (PNA) e 3,92% (ON), refletindo a queda do minério de ferro na China.

Números do mercado financeiro

DÓLAR
compra/venda
Câmbio livre BC - R$ 3,2094 / R$ 3,2100 **
Câmbio livre mercado - R$ 3,2117 / R$ 3,2130 *
Turismo - R$ 3,1900 / R$ 3,3900

(*) cotação média do mercado
(**) cotação do Banco Central

Variação do câmbio livre mercado
no dia: -0,80%

OURO BM&F
R$ 124

BOLSAS
Bovespa (Ibovespa)
Variação: 0,82%
Pontos: 64.354
Volume financeiro: R$ 7,069 bilhões
Maiores altas: Kroton ON (4,04%), Estácio ON (4,04%), Cosan ON (3,60%)
Maiores baixas: Vale ON (-3,93%), Vale PNA (-1,96%), Cielo ON (-1,74%)

Dow Jones (Nova York): -0,30%
Nasdaq (Nova York): -0,63%
CAC 40 (Paris): -0,46%
Dax 30 (Frankfurt): -0,13%
Financial 100 (Londres): -1,46%
Nikkei 225 (Tóquio): -1,48%
Hang Seng (Hong Kong): 0,54%
Shanghai Composite (Xangai): 0,17%
Merval (Buenos Aires): -0,64%
IPC (México): 0,55%

POUPANÇA
Depósitos feitos até 3 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
27/12 = 0,6615
28/12 = 0,6890
29/12 = 0,6858
30/12 = 0,6858
31/12 = 0,6858
1º/1 = 0,6858
2/1 = 0,6922
3/1 = 0,6732
4/1 = 0,7106
5/1 = 0,7271
6/1 = 0,7112
7/1 = 0,7085
8/1 = 0,6880
9/1 = 0,6666
10/1 = 0,6766
11/1 = 0,7141
12/1 = 0,7526
13/1 = 0,7150
14/1 = 0,7150
15/1 = 0,6784
16/1 = 0,6680
17/1 = 0,6660
18/1 = 0,6926
19/1 = 0,7269
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197

NOVA POUPANÇA
Depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
27/12 = 0,6615
28/12 = 0,6890
29/12 = 0,6858
30/12 = 0,6858
31/12 = 0,6858
1º/1 = 0,6858
2/1 = 0,6922
3/1 = 0,6732
4/1 = 0,7106
5/1 = 0,7271
6/1 = 0,7112
7/1 = 0,7085
8/1 = 0,6880
9/1 = 0,6666
10/1 = 0,6766
11/1 = 0,7141
12/1 = 0,7526
13/1 = 0,7150
14/1 = 0,7150
15/1 = 0,6784
16/1 = 0,6680
17/1 = 0,6660
18/1 = 0,6926
19/1 = 0,7269
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197

ÍNDICES DE INFLAÇÃO
IPCA/IBGE
Dezembro 2015: 0,96%
Janeiro 2016: 1,27%
Fevereiro 2016: 0,90%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,61%
Maio 2016: 0,78%
Junho 2016: 0,35%
Julho 2016: 0,52%
Agosto 2016: 0,44%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,26%
Novembro 2016: 0,18%
Dezembro 2016: 0,30%

INPC/IBGE
Dezembro 2015: 0,90%
Janeiro 2016: 1,51%
Fevereiro 2016: 0,95%
Março 2016: 0,44%
Abril 2016: 0,64%
Maio 2016: 0,98%
Junho 2016: 0,47%
Julho 2016: 0,64%
Agosto 2016: 0,31%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,17%
Novembro 2016: 0,07%
Dezembro 2016: 0,14%

IPC/Fipe
Dezembro 2015: 0,82%
Janeiro 2016: 1,37%
Fevereiro 2016: 0,89%
Março 2016: 0,97%
Abril 2016: 0,46%
Maio 2016: 0,57%
Junho 2016: 0,65%
Julho 2016: 0,35%
Agosto 2016: 0,11%
Setembro 2016: -0,14
Outubro 2016: 0,27%
Novembro 2016: 0,15%
Dezembro 2016: 0,72%

IGP-M/FGV
Dezembro 2015: 0,49%
Janeiro 2016: 1,14%
Fevereiro 2016: 1,29%
Março 2016: 0,51%
Abril 2016: 0,33%
Maio 2016: 0,82%
Junho 2016: 1,69%
Julho 2016: 0,18%
Agosto 2016: 0,15%
Setembro 2016: 0,20%
Outubro 2016: 0,16%
Novembro 2016: -0,03%
Dezembro 2016: 0,54%

IGP-DI/FGV
Dezembro 2015: 0,44%
Janeiro 2016: 1,53%
Fevereiro 2016: 0,79%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,36%
Maio 2016: 1,13%
Junho 2016: 1,63%
Julho 2016: -0,39%
Agosto 2016: 0,43%
Setembro 2016: 0,03%
Outubro 2016: 0,13%
Novembro 2016: 0,05%
Dezembro 2016: 0,83%

SALÁRIO MÍNIMO
Janeiro 2017: R$ 937,00

SALÁRIO FAMÍLIA
Janeiro 2016
Até R$ 806,80: R$ 41,37
de R$ 806,81 até R$ 1.212,64: R$ 29,16 

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