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Bolsa sobe 1,79% e fecha em alta pelo 4º dia consecutivo

Sábado, 11/2/2017 7:16.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa brasileira marcou sua quarta alta seguida nesta sexta-feira (10), impulsionada pela forte valorização dos papéis da Vale e da Petrobras e apesar de a agência de classificação de risco Standard & Poor's ter mantido a nota de crédito do país com perspectiva negativa. O dólar somou a oitava semana seguida de desvalorização em relação ao real.

O Ibovespa subiu 1,79%, para 66.124 pontos. O volume financeiro negociado no pregão foi de R$ 8,87 bilhões, acima da média diária do ano, que é de R$ 7 bilhões

A decisão da agência de risco S&P de manter a nota de crédito do país com perspectiva negativa não teve reflexos sobre o Ibovespa. Para Luis Gustavo Pereira, estrategista da Guide Investimentos, a manutenção era esperada. "A elevação do rating do país demora mais porque as reformas ainda têm que ser aprovadas e a economia do país precisa entrar em trajetória de melhora, enquanto continua piorando. Um upgrade não é esperado tão cedo", diz.

A maior contribuição para a alta da Bolsa nesta sexta veio dos papéis da mineradora Vale, que subiram mais de 5% acompanhando a alta dos preços do minério de ferro no exterior. As ações preferenciais da mineradora dispararam 6,55%, para R$ 31,23. As ações ordinárias tiveram alta de 5,53%, para R$ 32,80. No ano, os papéis acumulam ganho de 33,8% e de 27,7%, respectivamente.

As ações da Petrobras fecharam com valorização acima de 2%, impulsionadas pelo aumento do preço do petróleo no exterior e após a agência S&P elevar a nota de crédito da empresa de B+ para BB-. Com a elevação, a Petrobras tende a pagar taxas menores quando tomar empréstimos com o mercado financeiro.

"A Petrobras tem melhorado bastante sua alavancagem financeira. A decisão é um crédito que a S&P está colocando no plano de venda de ativos, que é uma forma de melhorar a capacidade de pagamento da dívida", diz Pereira, da Guide.

As ações preferenciais da estatal subiram 3,52%, para R$ 15,58, e as ordinárias fecharam o dia com alta de 2,44%, para R$ 16,35.

No setor financeiro, os bancos fecharam em alta nesta sexta. Os papéis do Itaú Unibanco subiram 0,33%. Bradesco PN avançou 1,5%, enquanto as ações ON tiveram valorização de 0,35%. Os papéis do Banco do Brasil avançaram 1,83%, e as units -conjunto de ações- do Santander Brasil fecharam com ganho de 5,8%.

"A semana termina razoavelmente bem, com o mercado batendo 66 mil pontos. Acho que a tendência primária é de alta, embora a gente vá conviver com volatilidade por causa do cenário político e também instabilidades na França e na Alemanha", avalia Álvaro Bandeira, economista-chefe do home broker Modalmais.

DÓLAR

O dólar fechou em baixa em relação ao real pela oitava semana seguida, refletindo a entrada de recursos captados por empresas brasileiras no exterior.

O dólar à vista teve queda de 0,47%, para R$ 3,112. O dólar comercial recuou 0,67%, para R$ 3,110. No ano, o dólar já recua 4,4%.

"Essas empresas que captaram geram algum interesse, porque são sólidas, estão há um tempo no mercado e o investidor externo fica tranquilo para assumir o risco. O mercado opera nessa expectativa de mais ingresso de recursos. O dólar que entra no país derruba qualquer pressão compradora, e a gente tem visto isso diariamente", afirma Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora.

Segundo ele, o atual patamar do dólar entre R$ 3,10 e R$ 3,20 deve fazer com que o BC decida não rolar os contratos de swaps cambiais -equivalentes à venda de dólares no mercado futuro- que vencem em março. "São US$ 7 bilhões a menos de exposição cambial futura do BC, e o Banco Central já indicou que tem interesse em zerar essa exposição", afirma.

No mercado de juros futuros, as taxas recuaram, refletindo a menor percepção de risco do país. O DI com vencimento em abril de 2017, o mais negociado no mercado, recuou de 12,319% para 12,304%. O contrato com vencimento em janeiro de 2018 caiu de 10,715% para 10,665%. O contrato para janeiro de 2021 caiu de 10,310% para 10,280%.

O CDS (credit default swap) de cinco anos brasileiro, espécie de seguro contra calote e termômetro de risco, caiu 2,55%, para 228,190 pontos. É o menor patamar desde 25 de maio de 2015. 

Números do mercado financeiro

DÓLAR
compra/venda
Câmbio livre BC - R$ 3,1149 / R$ 3,1155 **
Câmbio livre mercado - R$ 3,108 / R$ 3,110*
Turismo - R$ 3,010 / R$ 3,210

(*) cotação média do mercado
(**) cotação do Banco Central

Variação do câmbio livre mercado
no dia: -0,67%

OURO BM&F
R$ 123,00

BOLSAS
Bovespa (Ibovespa)
Variação: 1,79%
Pontos: 66.124
Volume financeiro: R$ 8,868 bilhões
Maiores altas: Sid Nacional ON (8,38%), Vale PNA N1 (6,55%), Santander BR UNT (5,80%)
Maiores baixas: Suzano Papel PNA N1 (-2,10%), Cielo ON NM (-1,36%), Fibria ON NM (-1,11%)

Dow Jones (Nova York): 0,48%
Nasdaq (Nova York): 0,33%
CAC 40 (Paris): 0,04%
Dax 30 (Frankfurt): 0,21%
Financial 100 (Londres): 0,40%
Nikkei 225 (Tóquio): 2,49%
Hang Seng (Hong Kong): 0,21%
Shanghai Composite (Xangai): 0,42%
Merval (Buenos Aires): 1,04%
IPC (México): 1,32%

POUPANÇA
Depósitos feitos até 3 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197
28/1 = 0,7030
29/1 = 0,6709
30/1 = 0,6709
31/1 = 0,6709
1º/2 = 0,6709
2/2 = 0,7006
3/2 = 0,7131
4/2 = 0,7460
5/2 = 0,6833
6/2 = 0,6655
7/2 = 0,6458
8/2 = 0,6814
9/2 = 0,6956
10/2 = 0,6825
11/2 = 0,7274
12/2 = 0,6703
13/2 = 0,6428
14/2 = 0,6392
15/2 = 0,6640
16/2 = 0,6939
17/2 = 0,6825
18/2 = 0,6899
19/2 = 0,6525
20/2 = 0,6296

NOVA POUPANÇA
Depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197
28/1 = 0,7030
29/1 = 0,6709
30/1 = 0,6709
31/1 = 0,6709
1º/2 = 0,6709
2/2 = 0,7006
3/2 = 0,7131
4/2 = 0,7460
5/2 = 0,6833
6/2 = 0,6655
7/2 = 0,6458
8/2 = 0,6814
9/2 = 0,6956
10/2 = 0,6825
11/2 = 0,7274
12/2 = 0,6703
13/2 = 0,6428
14/2 = 0,6392
15/2 = 0,6640
16/2 = 0,6939
17/2 = 0,6825
18/2 = 0,6899
19/2 = 0,6525
20/2 = 0,6296

ÍNDICES DE INFLAÇÃO
IPCA/IBGE
Janeiro 2016: 1,27%
Fevereiro 2016: 0,90%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,61%
Maio 2016: 0,78%
Junho 2016: 0,35%
Julho 2016: 0,52%
Agosto 2016: 0,44%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,26%
Novembro 2016: 0,18%
Dezembro 2016: 0,30%
Janeiro 2017: 0,38%

INPC/IBGE
Janeiro 2016: 1,51%
Fevereiro 2016: 0,95%
Março 2016: 0,44%
Abril 2016: 0,64%
Maio 2016: 0,98%
Junho 2016: 0,47%
Julho 2016: 0,64%
Agosto 2016: 0,31%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,17%
Novembro 2016: 0,07%
Dezembro 2016: 0,14%
Janeiro 2017: 0,42%

IPC/Fipe
Janeiro 2016: 1,37%
Fevereiro 2016: 0,89%
Março 2016: 0,97%
Abril 2016: 0,46%
Maio 2016: 0,57%
Junho 2016: 0,65%
Julho 2016: 0,35%
Agosto 2016: 0,11%
Setembro 2016: -0,14
Outubro 2016: 0,27%
Novembro 2016: 0,15%
Dezembro 2016: 0,72%
Janeiro 2017: 0,32%

IGP-M/FGV
Janeiro 2016: 1,14%
Fevereiro 2016: 1,29%
Março 2016: 0,51%
Abril 2016: 0,33%
Maio 2016: 0,82%
Junho 2016: 1,69%
Julho 2016: 0,18%
Agosto 2016: 0,15%
Setembro 2016: 0,20%
Outubro 2016: 0,16%
Novembro 2016: -0,03%
Dezembro 2016: 0,54%
Janeiro 2017: 0,64%

IGP-DI/FGV
Janeiro 2016: 1,53%
Fevereiro 2016: 0,79%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,36%
Maio 2016: 1,13%
Junho 2016: 1,63%
Julho 2016: -0,39%
Agosto 2016: 0,43%
Setembro 2016: 0,03%
Outubro 2016: 0,13%
Novembro 2016: 0,05%
Dezembro 2016: 0,83%
Janeiro 2017: 0,43%

SALÁRIO MÍNIMO
Janeiro 2017: R$ 937,00

SALÁRIO FAMÍLIA
Janeiro 2017
Até R$ 859,88: R$ 44,09
de R$ 859,89 a R$ 1.292,43: R$ 31,07

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Bolsa sobe 1,79% e fecha em alta pelo 4º dia consecutivo

Sábado, 11/2/2017 7:16.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa brasileira marcou sua quarta alta seguida nesta sexta-feira (10), impulsionada pela forte valorização dos papéis da Vale e da Petrobras e apesar de a agência de classificação de risco Standard & Poor's ter mantido a nota de crédito do país com perspectiva negativa. O dólar somou a oitava semana seguida de desvalorização em relação ao real.

O Ibovespa subiu 1,79%, para 66.124 pontos. O volume financeiro negociado no pregão foi de R$ 8,87 bilhões, acima da média diária do ano, que é de R$ 7 bilhões

A decisão da agência de risco S&P de manter a nota de crédito do país com perspectiva negativa não teve reflexos sobre o Ibovespa. Para Luis Gustavo Pereira, estrategista da Guide Investimentos, a manutenção era esperada. "A elevação do rating do país demora mais porque as reformas ainda têm que ser aprovadas e a economia do país precisa entrar em trajetória de melhora, enquanto continua piorando. Um upgrade não é esperado tão cedo", diz.

A maior contribuição para a alta da Bolsa nesta sexta veio dos papéis da mineradora Vale, que subiram mais de 5% acompanhando a alta dos preços do minério de ferro no exterior. As ações preferenciais da mineradora dispararam 6,55%, para R$ 31,23. As ações ordinárias tiveram alta de 5,53%, para R$ 32,80. No ano, os papéis acumulam ganho de 33,8% e de 27,7%, respectivamente.

As ações da Petrobras fecharam com valorização acima de 2%, impulsionadas pelo aumento do preço do petróleo no exterior e após a agência S&P elevar a nota de crédito da empresa de B+ para BB-. Com a elevação, a Petrobras tende a pagar taxas menores quando tomar empréstimos com o mercado financeiro.

"A Petrobras tem melhorado bastante sua alavancagem financeira. A decisão é um crédito que a S&P está colocando no plano de venda de ativos, que é uma forma de melhorar a capacidade de pagamento da dívida", diz Pereira, da Guide.

As ações preferenciais da estatal subiram 3,52%, para R$ 15,58, e as ordinárias fecharam o dia com alta de 2,44%, para R$ 16,35.

No setor financeiro, os bancos fecharam em alta nesta sexta. Os papéis do Itaú Unibanco subiram 0,33%. Bradesco PN avançou 1,5%, enquanto as ações ON tiveram valorização de 0,35%. Os papéis do Banco do Brasil avançaram 1,83%, e as units -conjunto de ações- do Santander Brasil fecharam com ganho de 5,8%.

"A semana termina razoavelmente bem, com o mercado batendo 66 mil pontos. Acho que a tendência primária é de alta, embora a gente vá conviver com volatilidade por causa do cenário político e também instabilidades na França e na Alemanha", avalia Álvaro Bandeira, economista-chefe do home broker Modalmais.

DÓLAR

O dólar fechou em baixa em relação ao real pela oitava semana seguida, refletindo a entrada de recursos captados por empresas brasileiras no exterior.

O dólar à vista teve queda de 0,47%, para R$ 3,112. O dólar comercial recuou 0,67%, para R$ 3,110. No ano, o dólar já recua 4,4%.

"Essas empresas que captaram geram algum interesse, porque são sólidas, estão há um tempo no mercado e o investidor externo fica tranquilo para assumir o risco. O mercado opera nessa expectativa de mais ingresso de recursos. O dólar que entra no país derruba qualquer pressão compradora, e a gente tem visto isso diariamente", afirma Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora.

Segundo ele, o atual patamar do dólar entre R$ 3,10 e R$ 3,20 deve fazer com que o BC decida não rolar os contratos de swaps cambiais -equivalentes à venda de dólares no mercado futuro- que vencem em março. "São US$ 7 bilhões a menos de exposição cambial futura do BC, e o Banco Central já indicou que tem interesse em zerar essa exposição", afirma.

No mercado de juros futuros, as taxas recuaram, refletindo a menor percepção de risco do país. O DI com vencimento em abril de 2017, o mais negociado no mercado, recuou de 12,319% para 12,304%. O contrato com vencimento em janeiro de 2018 caiu de 10,715% para 10,665%. O contrato para janeiro de 2021 caiu de 10,310% para 10,280%.

O CDS (credit default swap) de cinco anos brasileiro, espécie de seguro contra calote e termômetro de risco, caiu 2,55%, para 228,190 pontos. É o menor patamar desde 25 de maio de 2015. 

Números do mercado financeiro

DÓLAR
compra/venda
Câmbio livre BC - R$ 3,1149 / R$ 3,1155 **
Câmbio livre mercado - R$ 3,108 / R$ 3,110*
Turismo - R$ 3,010 / R$ 3,210

(*) cotação média do mercado
(**) cotação do Banco Central

Variação do câmbio livre mercado
no dia: -0,67%

OURO BM&F
R$ 123,00

BOLSAS
Bovespa (Ibovespa)
Variação: 1,79%
Pontos: 66.124
Volume financeiro: R$ 8,868 bilhões
Maiores altas: Sid Nacional ON (8,38%), Vale PNA N1 (6,55%), Santander BR UNT (5,80%)
Maiores baixas: Suzano Papel PNA N1 (-2,10%), Cielo ON NM (-1,36%), Fibria ON NM (-1,11%)

Dow Jones (Nova York): 0,48%
Nasdaq (Nova York): 0,33%
CAC 40 (Paris): 0,04%
Dax 30 (Frankfurt): 0,21%
Financial 100 (Londres): 0,40%
Nikkei 225 (Tóquio): 2,49%
Hang Seng (Hong Kong): 0,21%
Shanghai Composite (Xangai): 0,42%
Merval (Buenos Aires): 1,04%
IPC (México): 1,32%

POUPANÇA
Depósitos feitos até 3 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197
28/1 = 0,7030
29/1 = 0,6709
30/1 = 0,6709
31/1 = 0,6709
1º/2 = 0,6709
2/2 = 0,7006
3/2 = 0,7131
4/2 = 0,7460
5/2 = 0,6833
6/2 = 0,6655
7/2 = 0,6458
8/2 = 0,6814
9/2 = 0,6956
10/2 = 0,6825
11/2 = 0,7274
12/2 = 0,6703
13/2 = 0,6428
14/2 = 0,6392
15/2 = 0,6640
16/2 = 0,6939
17/2 = 0,6825
18/2 = 0,6899
19/2 = 0,6525
20/2 = 0,6296

NOVA POUPANÇA
Depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197
28/1 = 0,7030
29/1 = 0,6709
30/1 = 0,6709
31/1 = 0,6709
1º/2 = 0,6709
2/2 = 0,7006
3/2 = 0,7131
4/2 = 0,7460
5/2 = 0,6833
6/2 = 0,6655
7/2 = 0,6458
8/2 = 0,6814
9/2 = 0,6956
10/2 = 0,6825
11/2 = 0,7274
12/2 = 0,6703
13/2 = 0,6428
14/2 = 0,6392
15/2 = 0,6640
16/2 = 0,6939
17/2 = 0,6825
18/2 = 0,6899
19/2 = 0,6525
20/2 = 0,6296

ÍNDICES DE INFLAÇÃO
IPCA/IBGE
Janeiro 2016: 1,27%
Fevereiro 2016: 0,90%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,61%
Maio 2016: 0,78%
Junho 2016: 0,35%
Julho 2016: 0,52%
Agosto 2016: 0,44%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,26%
Novembro 2016: 0,18%
Dezembro 2016: 0,30%
Janeiro 2017: 0,38%

INPC/IBGE
Janeiro 2016: 1,51%
Fevereiro 2016: 0,95%
Março 2016: 0,44%
Abril 2016: 0,64%
Maio 2016: 0,98%
Junho 2016: 0,47%
Julho 2016: 0,64%
Agosto 2016: 0,31%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,17%
Novembro 2016: 0,07%
Dezembro 2016: 0,14%
Janeiro 2017: 0,42%

IPC/Fipe
Janeiro 2016: 1,37%
Fevereiro 2016: 0,89%
Março 2016: 0,97%
Abril 2016: 0,46%
Maio 2016: 0,57%
Junho 2016: 0,65%
Julho 2016: 0,35%
Agosto 2016: 0,11%
Setembro 2016: -0,14
Outubro 2016: 0,27%
Novembro 2016: 0,15%
Dezembro 2016: 0,72%
Janeiro 2017: 0,32%

IGP-M/FGV
Janeiro 2016: 1,14%
Fevereiro 2016: 1,29%
Março 2016: 0,51%
Abril 2016: 0,33%
Maio 2016: 0,82%
Junho 2016: 1,69%
Julho 2016: 0,18%
Agosto 2016: 0,15%
Setembro 2016: 0,20%
Outubro 2016: 0,16%
Novembro 2016: -0,03%
Dezembro 2016: 0,54%
Janeiro 2017: 0,64%

IGP-DI/FGV
Janeiro 2016: 1,53%
Fevereiro 2016: 0,79%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,36%
Maio 2016: 1,13%
Junho 2016: 1,63%
Julho 2016: -0,39%
Agosto 2016: 0,43%
Setembro 2016: 0,03%
Outubro 2016: 0,13%
Novembro 2016: 0,05%
Dezembro 2016: 0,83%
Janeiro 2017: 0,43%

SALÁRIO MÍNIMO
Janeiro 2017: R$ 937,00

SALÁRIO FAMÍLIA
Janeiro 2017
Até R$ 859,88: R$ 44,09
de R$ 859,89 a R$ 1.292,43: R$ 31,07

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