Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Bolsa sobe e fecha janeiro com alta de 7,3%; dólar recua 3% no mês

Quarta, 1/2/2017 6:04.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O mercado financeiro brasileiro ignorou o cenário externo e garantiu ganhos na Bolsa nesta terça-feira (31). O dólar também seguiu o noticiário doméstico e se valorizou ante o real, contrariando movimento visto ao redor do mundo.

O Ibovespa avançou 0,57%, a 64.670 pontos. Em janeiro, a alta foi de 7,3%.

O ganho foi sustentado pela valorização de mais de 7% da Cemig (estatal mineira de energia), Petrobras e alguns papéis do setor financeiro.

O governo federal quer incluir a privatização da Cemig no programa de socorro a Minas, ainda que o Estado já tenha descartado a venda da companhia, segundo a Reuters. Os papéis preferenciais da estatal avançaram 6,90%, para R$ 9,14. Na semana passada, as ações do banco público gaúcho Banrisul foram impulsionadas pela possibilidade de privatização.

A Petrobras chegou a subir quase 2% durante o pregão, mas fechou o dia com ganhos mais modestos, acompanhando o petróleo. As ações preferenciais (mais negociadas) da companhia avançaram 1,21%, a R$ 15,02. As ordinárias ganharam 0,30%, para R$ 16,19.

O petróleo brent subia 0,85%, para US$ 55,70 o barril depois de a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) informar que os associados conseguiram reduzir a produção diária em 1 milhão de barris por dia, 82% da meta estabelecida em janeiro.

No setor financeiro, as units do Santander e as ações do Banco do Brasil avançaram mais de 1,5%. Os papéis do Itaú terminaram o dia estáveis, a R$ 37,24.

No mercado internacional, o pregão foi marcado por mais um dia de queda na Europa e nos Estados Unidos. Após a primeira semana de euforia, medidas polêmicas do novo presidente americano, Donald Trump, começam a repercutir sobre os mercados financeiros. Resultados ruins da companhias americanas também afetaram o resultado das Bolsas.

O índice Dow Jones, que na semana passada rompeu recorde histórico de 20 mil pontos, nesta terça estava em 19.842 pontos, queda de 0,65% por volta das 18h30.

DÓLAR

Na contramão do exterior, a moeda americana subiu 1% ante o real nesta terça-feira, impulsionada pela fala do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn.

Durante a manhã, o dólar caía para R$ 3,10 quando Goldfajn afirmou a investidores que o Banco Central poderia rolar apenas parcialmente ou simplesmente não rolar os contratos de swap cambial que vencem em março.

Com isso, investidores que carregam esses contratos precisariam comprar moeda estrangeira no mercado à vista. Essa sinalização faz o real se desvalorizar ante o dólar.

Na cotação à vista (usada em operações no mercado financeiro), a moeda subiu 1,11%, para R$ 3,1508. O dólar comercial (usado em operações de comércio exterior) ganhou 0,73%, a R$ 3,1520. O movimento, no entanto, não foi suficiente para apagar os ganhos vistos em janeiro. Neste primeiro mês de 2017 o dólar recuou 3,19% ante o real.

Comparado a uma cesta de moedas emergentes, o real foi a que mais recuou em relação ao dólar nesta terça. O dólar também caiu ante outras moedas, como o euro, depois que Peter Navarro, chefe do novo conselho nacional de comércio de Donald Trump, afirmar que a Alemanha desvaloriza o euro de forma artificial, como se fosse um marco alemão (antiga moeda alemã), para explorar os Estados Unidos e outros parceiros da União Europeia.

"Um grande obstáculo para que vejamos o Tratado Transpacífico como um acordo bilateral é a Alemanha, que continua a explorar outros países na União Europeia e os Estados Unidos com um "marco alemão implícito" que está grosseiramente desvalorizado", disse Navarro ao Financial Times.

JUROS

Os juros brasileiros voltaram a cair nesta terça, depois de leve alta no dia anterior.
O contrato futuro para janeiro de 2018 recuou de 10,94% para 10,91%. O vencimento janeiro de 2021 saiu de 10,70% para 10,68%.

 

Números do mercado financeiro

DÓLAR
compra/venda
Câmbio livre BC - R$ 3,1264 / R$ 3,1270 **
Câmbio livre mercado - R$ 3,1491 / R$ 3,1520 *
Turismo - R$ 2,9900 / R$ 3,3000

(*) cotação média do mercado
(**) cotação do Banco Central

Variação do câmbio livre mercado
no dia: 0,73%

OURO BM&F
R$ 121,69

BOLSAS
Bovespa (Ibovespa)
Variação: 0,57%
Pontos: 64.670
Volume financeiro: R$ 6,422 bilhões
Maiores altas: BR Malls ON (7,71%), Cemig PN (6,90%), Usiminas PNA (4,37%)
Maiores baixas: Fibria ON (-7,06%), Suzano PNA (-3,74%), Estácio ON (-3,05%)

Dow Jones (Nova York): -0,54%
Nasdaq (Nova York): 0,02%
CAC 40 (Paris): -0,75%
Dax 30 (Frankfurt): -1,25%
Financial 100 (Londres): -0,27%
Nikkei 225 (Tóquio): -1,69%
Hang Seng (Hong Kong): -0,06%
Shanghai Composite (Xangai): 0,31%
Merval (Buenos Aires): 1,52%
IPC (México): -0,19%

POUPANÇA
Depósitos feitos até 3 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197
28/1 = 0,7030
29/1 = 0,6709
30/1 = 0,6709
31/1 = 0,6709
1º/2 = 0,6709
2/2 = 0,7006
3/2 = 0,7131
4/2 = 0,7460
5/2 = 0,6833
6/2 = 0,6655
7/2 = 0,6458
8/2 = 0,6814
9/2 = 0,6956
10/2 = 0,6825
11/2 = 0,7274
12/2 = 0,6703
13/2 = 0,6428
14/2 = 0,6392
15/2 = 0,6640
16/2 = 0,6939
17/2 = 0,6825
18/2 = 0,6899
19/2 = 0,6525
20/2 = 0,6296

NOVA POUPANÇA
Depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197
28/1 = 0,7030
29/1 = 0,6709
30/1 = 0,6709
31/1 = 0,6709
1º/2 = 0,6709
2/2 = 0,7006
3/2 = 0,7131
4/2 = 0,7460
5/2 = 0,6833
6/2 = 0,6655
7/2 = 0,6458
8/2 = 0,6814
9/2 = 0,6956
10/2 = 0,6825
11/2 = 0,7274
12/2 = 0,6703
13/2 = 0,6428
14/2 = 0,6392
15/2 = 0,6640
16/2 = 0,6939
17/2 = 0,6825
18/2 = 0,6899
19/2 = 0,6525
20/2 = 0,6296

ÍNDICES DE INFLAÇÃO

IPCA/IBGE
Dezembro 2015: 0,96%
Janeiro 2016: 1,27%
Fevereiro 2016: 0,90%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,61%
Maio 2016: 0,78%
Junho 2016: 0,35%
Julho 2016: 0,52%
Agosto 2016: 0,44%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,26%
Novembro 2016: 0,18%
Dezembro 2016: 0,30%

INPC/IBGE
Dezembro 2015: 0,90%
Janeiro 2016: 1,51%
Fevereiro 2016: 0,95%
Março 2016: 0,44%
Abril 2016: 0,64%
Maio 2016: 0,98%
Junho 2016: 0,47%
Julho 2016: 0,64%
Agosto 2016: 0,31%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,17%
Novembro 2016: 0,07%
Dezembro 2016: 0,14%

IPC/Fipe
Dezembro 2015: 0,82%
Janeiro 2016: 1,37%
Fevereiro 2016: 0,89%
Março 2016: 0,97%
Abril 2016: 0,46%
Maio 2016: 0,57%
Junho 2016: 0,65%
Julho 2016: 0,35%
Agosto 2016: 0,11%
Setembro 2016: -0,14
Outubro 2016: 0,27%
Novembro 2016: 0,15%
Dezembro 2016: 0,72%

IGP-M/FGV
Janeiro 2016: 1,14%
Fevereiro 2016: 1,29%
Março 2016: 0,51%
Abril 2016: 0,33%
Maio 2016: 0,82%
Junho 2016: 1,69%
Julho 2016: 0,18%
Agosto 2016: 0,15%
Setembro 2016: 0,20%
Outubro 2016: 0,16%
Novembro 2016: -0,03%
Dezembro 2016: 0,54%
Janeiro 2017: 0,64%

IGP-DI/FGV
Dezembro 2015: 0,44%
Janeiro 2016: 1,53%
Fevereiro 2016: 0,79%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,36%
Maio 2016: 1,13%
Junho 2016: 1,63%
Julho 2016: -0,39%
Agosto 2016: 0,43%
Setembro 2016: 0,03%
Outubro 2016: 0,13%
Novembro 2016: 0,05%
Dezembro 2016: 0,83%

SALÁRIO MÍNIMO
Janeiro 2017: R$ 937,00

SALÁRIO FAMÍLIA
Janeiro 2016
Até R$ 806,80: R$ 41,37
de R$ 806,81 até R$ 1.212,64: R$ 29,16 

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Bolsa sobe e fecha janeiro com alta de 7,3%; dólar recua 3% no mês

Quarta, 1/2/2017 6:04.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O mercado financeiro brasileiro ignorou o cenário externo e garantiu ganhos na Bolsa nesta terça-feira (31). O dólar também seguiu o noticiário doméstico e se valorizou ante o real, contrariando movimento visto ao redor do mundo.

O Ibovespa avançou 0,57%, a 64.670 pontos. Em janeiro, a alta foi de 7,3%.

O ganho foi sustentado pela valorização de mais de 7% da Cemig (estatal mineira de energia), Petrobras e alguns papéis do setor financeiro.

O governo federal quer incluir a privatização da Cemig no programa de socorro a Minas, ainda que o Estado já tenha descartado a venda da companhia, segundo a Reuters. Os papéis preferenciais da estatal avançaram 6,90%, para R$ 9,14. Na semana passada, as ações do banco público gaúcho Banrisul foram impulsionadas pela possibilidade de privatização.

A Petrobras chegou a subir quase 2% durante o pregão, mas fechou o dia com ganhos mais modestos, acompanhando o petróleo. As ações preferenciais (mais negociadas) da companhia avançaram 1,21%, a R$ 15,02. As ordinárias ganharam 0,30%, para R$ 16,19.

O petróleo brent subia 0,85%, para US$ 55,70 o barril depois de a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) informar que os associados conseguiram reduzir a produção diária em 1 milhão de barris por dia, 82% da meta estabelecida em janeiro.

No setor financeiro, as units do Santander e as ações do Banco do Brasil avançaram mais de 1,5%. Os papéis do Itaú terminaram o dia estáveis, a R$ 37,24.

No mercado internacional, o pregão foi marcado por mais um dia de queda na Europa e nos Estados Unidos. Após a primeira semana de euforia, medidas polêmicas do novo presidente americano, Donald Trump, começam a repercutir sobre os mercados financeiros. Resultados ruins da companhias americanas também afetaram o resultado das Bolsas.

O índice Dow Jones, que na semana passada rompeu recorde histórico de 20 mil pontos, nesta terça estava em 19.842 pontos, queda de 0,65% por volta das 18h30.

DÓLAR

Na contramão do exterior, a moeda americana subiu 1% ante o real nesta terça-feira, impulsionada pela fala do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn.

Durante a manhã, o dólar caía para R$ 3,10 quando Goldfajn afirmou a investidores que o Banco Central poderia rolar apenas parcialmente ou simplesmente não rolar os contratos de swap cambial que vencem em março.

Com isso, investidores que carregam esses contratos precisariam comprar moeda estrangeira no mercado à vista. Essa sinalização faz o real se desvalorizar ante o dólar.

Na cotação à vista (usada em operações no mercado financeiro), a moeda subiu 1,11%, para R$ 3,1508. O dólar comercial (usado em operações de comércio exterior) ganhou 0,73%, a R$ 3,1520. O movimento, no entanto, não foi suficiente para apagar os ganhos vistos em janeiro. Neste primeiro mês de 2017 o dólar recuou 3,19% ante o real.

Comparado a uma cesta de moedas emergentes, o real foi a que mais recuou em relação ao dólar nesta terça. O dólar também caiu ante outras moedas, como o euro, depois que Peter Navarro, chefe do novo conselho nacional de comércio de Donald Trump, afirmar que a Alemanha desvaloriza o euro de forma artificial, como se fosse um marco alemão (antiga moeda alemã), para explorar os Estados Unidos e outros parceiros da União Europeia.

"Um grande obstáculo para que vejamos o Tratado Transpacífico como um acordo bilateral é a Alemanha, que continua a explorar outros países na União Europeia e os Estados Unidos com um "marco alemão implícito" que está grosseiramente desvalorizado", disse Navarro ao Financial Times.

JUROS

Os juros brasileiros voltaram a cair nesta terça, depois de leve alta no dia anterior.
O contrato futuro para janeiro de 2018 recuou de 10,94% para 10,91%. O vencimento janeiro de 2021 saiu de 10,70% para 10,68%.

 

Números do mercado financeiro

DÓLAR
compra/venda
Câmbio livre BC - R$ 3,1264 / R$ 3,1270 **
Câmbio livre mercado - R$ 3,1491 / R$ 3,1520 *
Turismo - R$ 2,9900 / R$ 3,3000

(*) cotação média do mercado
(**) cotação do Banco Central

Variação do câmbio livre mercado
no dia: 0,73%

OURO BM&F
R$ 121,69

BOLSAS
Bovespa (Ibovespa)
Variação: 0,57%
Pontos: 64.670
Volume financeiro: R$ 6,422 bilhões
Maiores altas: BR Malls ON (7,71%), Cemig PN (6,90%), Usiminas PNA (4,37%)
Maiores baixas: Fibria ON (-7,06%), Suzano PNA (-3,74%), Estácio ON (-3,05%)

Dow Jones (Nova York): -0,54%
Nasdaq (Nova York): 0,02%
CAC 40 (Paris): -0,75%
Dax 30 (Frankfurt): -1,25%
Financial 100 (Londres): -0,27%
Nikkei 225 (Tóquio): -1,69%
Hang Seng (Hong Kong): -0,06%
Shanghai Composite (Xangai): 0,31%
Merval (Buenos Aires): 1,52%
IPC (México): -0,19%

POUPANÇA
Depósitos feitos até 3 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197
28/1 = 0,7030
29/1 = 0,6709
30/1 = 0,6709
31/1 = 0,6709
1º/2 = 0,6709
2/2 = 0,7006
3/2 = 0,7131
4/2 = 0,7460
5/2 = 0,6833
6/2 = 0,6655
7/2 = 0,6458
8/2 = 0,6814
9/2 = 0,6956
10/2 = 0,6825
11/2 = 0,7274
12/2 = 0,6703
13/2 = 0,6428
14/2 = 0,6392
15/2 = 0,6640
16/2 = 0,6939
17/2 = 0,6825
18/2 = 0,6899
19/2 = 0,6525
20/2 = 0,6296

NOVA POUPANÇA
Depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012 (Lei 12.703/2012)
Aniversário - Rendimento (%)
20/1 = 0,7117
21/1 = 0,7109
22/1 = 0,6665
23/1 = 0,6509
24/1 = 0,6553
25/1 = 0,6914
26/1 = 0,7223
27/1 = 0,7197
28/1 = 0,7030
29/1 = 0,6709
30/1 = 0,6709
31/1 = 0,6709
1º/2 = 0,6709
2/2 = 0,7006
3/2 = 0,7131
4/2 = 0,7460
5/2 = 0,6833
6/2 = 0,6655
7/2 = 0,6458
8/2 = 0,6814
9/2 = 0,6956
10/2 = 0,6825
11/2 = 0,7274
12/2 = 0,6703
13/2 = 0,6428
14/2 = 0,6392
15/2 = 0,6640
16/2 = 0,6939
17/2 = 0,6825
18/2 = 0,6899
19/2 = 0,6525
20/2 = 0,6296

ÍNDICES DE INFLAÇÃO

IPCA/IBGE
Dezembro 2015: 0,96%
Janeiro 2016: 1,27%
Fevereiro 2016: 0,90%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,61%
Maio 2016: 0,78%
Junho 2016: 0,35%
Julho 2016: 0,52%
Agosto 2016: 0,44%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,26%
Novembro 2016: 0,18%
Dezembro 2016: 0,30%

INPC/IBGE
Dezembro 2015: 0,90%
Janeiro 2016: 1,51%
Fevereiro 2016: 0,95%
Março 2016: 0,44%
Abril 2016: 0,64%
Maio 2016: 0,98%
Junho 2016: 0,47%
Julho 2016: 0,64%
Agosto 2016: 0,31%
Setembro 2016: 0,08%
Outubro 2016: 0,17%
Novembro 2016: 0,07%
Dezembro 2016: 0,14%

IPC/Fipe
Dezembro 2015: 0,82%
Janeiro 2016: 1,37%
Fevereiro 2016: 0,89%
Março 2016: 0,97%
Abril 2016: 0,46%
Maio 2016: 0,57%
Junho 2016: 0,65%
Julho 2016: 0,35%
Agosto 2016: 0,11%
Setembro 2016: -0,14
Outubro 2016: 0,27%
Novembro 2016: 0,15%
Dezembro 2016: 0,72%

IGP-M/FGV
Janeiro 2016: 1,14%
Fevereiro 2016: 1,29%
Março 2016: 0,51%
Abril 2016: 0,33%
Maio 2016: 0,82%
Junho 2016: 1,69%
Julho 2016: 0,18%
Agosto 2016: 0,15%
Setembro 2016: 0,20%
Outubro 2016: 0,16%
Novembro 2016: -0,03%
Dezembro 2016: 0,54%
Janeiro 2017: 0,64%

IGP-DI/FGV
Dezembro 2015: 0,44%
Janeiro 2016: 1,53%
Fevereiro 2016: 0,79%
Março 2016: 0,43%
Abril 2016: 0,36%
Maio 2016: 1,13%
Junho 2016: 1,63%
Julho 2016: -0,39%
Agosto 2016: 0,43%
Setembro 2016: 0,03%
Outubro 2016: 0,13%
Novembro 2016: 0,05%
Dezembro 2016: 0,83%

SALÁRIO MÍNIMO
Janeiro 2017: R$ 937,00

SALÁRIO FAMÍLIA
Janeiro 2016
Até R$ 806,80: R$ 41,37
de R$ 806,81 até R$ 1.212,64: R$ 29,16 

Publicidade

Publicidade