Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Seu Dinheiro
Cobrança aparentemente abusiva da Emasa causa reclamações de consumidores

Quarta, 11/3/2020 10:24.
EBC.
TFDI é o nome da nova mordida no bolso dos moradores.

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O Página 3 recebeu reclamações porque a Emasa fez um recadastramento e está cobrando valores que os consumidores consideram indevidos.

Uma senhora do bairro dos Municípios, que tem duas casas no terreno, ligadas no mesmo relógio, alega que recebeu duas cobranças da Tarifa Fixa de Disponibilidade de Infraestrutura (TFDI) -que substituiu o consumo mínimo.

Em outro caso a Emasa cobrou duas vezes a TFDI de um contribuinte que registrou o alvará de uma empresa em sua residência, que possui apenas um hidrômetro. Foram R$ 31,40 para a residência e R$ 46,55 para o escritório que funciona na sala da residência.

A TFDI residencial, com valor de R$ 31,40, parece se justificar em prédios com apenas um hidrômetro e diversos apartamentos, mas cobrar a taxa até para um “puxadinho” nos fundos de uma casa parece abuso.

A Emasa não é exatamente uma empresa “pobre”, nos últimos três anos teve receita corrente de R$ 245 milhões, com superávit orçamentário de R$ 38 milhões.

Só com a TFDI, deverá faturar neste ano mais de R$ 30 milhões, além do que arrecadará com água e esgoto.

No entanto, a reportagem estima que para fazer frente às necessidades de investimentos em reservação de água bruta e tratamento de esgotos, a empresa precisará investir cerca de R$ 200 milhões nos próximos cinco anos.

CONSUMIDOR

O consumidor que se sentir lesado pode procurar o escritório da Emasa, na Quarta Avenida, ou o Procon na rua 2000; ou a promotoria do consumidor, no Fórum, ou buscar um escritório de advocacia.


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Página 3
EBC.
TFDI é o nome da nova mordida no bolso dos moradores.
TFDI é o nome da nova mordida no bolso dos moradores.

Cobrança aparentemente abusiva da Emasa causa reclamações de consumidores

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Quarta, 11/3/2020 10:24.

O Página 3 recebeu reclamações porque a Emasa fez um recadastramento e está cobrando valores que os consumidores consideram indevidos.

Uma senhora do bairro dos Municípios, que tem duas casas no terreno, ligadas no mesmo relógio, alega que recebeu duas cobranças da Tarifa Fixa de Disponibilidade de Infraestrutura (TFDI) -que substituiu o consumo mínimo.

Em outro caso a Emasa cobrou duas vezes a TFDI de um contribuinte que registrou o alvará de uma empresa em sua residência, que possui apenas um hidrômetro. Foram R$ 31,40 para a residência e R$ 46,55 para o escritório que funciona na sala da residência.

A TFDI residencial, com valor de R$ 31,40, parece se justificar em prédios com apenas um hidrômetro e diversos apartamentos, mas cobrar a taxa até para um “puxadinho” nos fundos de uma casa parece abuso.

A Emasa não é exatamente uma empresa “pobre”, nos últimos três anos teve receita corrente de R$ 245 milhões, com superávit orçamentário de R$ 38 milhões.

Só com a TFDI, deverá faturar neste ano mais de R$ 30 milhões, além do que arrecadará com água e esgoto.

No entanto, a reportagem estima que para fazer frente às necessidades de investimentos em reservação de água bruta e tratamento de esgotos, a empresa precisará investir cerca de R$ 200 milhões nos próximos cinco anos.

CONSUMIDOR

O consumidor que se sentir lesado pode procurar o escritório da Emasa, na Quarta Avenida, ou o Procon na rua 2000; ou a promotoria do consumidor, no Fórum, ou buscar um escritório de advocacia.


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