Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Seu Dinheiro
Governo avalia a reformulação do auxílio emergencial de R$ 600, diz Guedes

Bolsonaro diz que não dá pra continuar muito porque custa R$ 50 bi ao mês

Quarta, 5/8/2020 12:03.
EBC.

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Por Eduardo Rodrigues e Lorenna Rodrigues

O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta quarta-feira, 5, que o governo avalia a reformulação do auxílio emergencial de R$ 600 pagos mensalmente a trabalhadores desempregados e informais, além de beneficiários do Bolsa Família, durante a pandemia de covid-19.

"Vamos estudar junto com o Congresso a reformulação do auxílio emergencial junto com a criação do Renda Brasil. Ainda temos pelo menos um, dois meses pela frente de dificuldades", afirmou Guedes, em audiência pública na Comissão Mista Temporária da Reforma Tributária.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o governo estuda estender o auxílio emergencial até o fim de 2020.

A ideia é que o benefício seja prorrogado até dezembro, mas o valor das próximas prestações (setembro, outubro, novembro e dezembro) deve ser menor do que os R$ 600. Ainda não foi batido o martelo, mas uma das opções é pagar R$ 200 nesses meses.

Bolsonaro sobre auxílio: não dá pra continuar muito porque custa R$ 50 bi ao mês

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou, na manhã desta quarta-feira, 5, que "não dá para continuar muito" a liberar o auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais por causa do impacto da medida na economia, que, segundo ele, representa R$ 50 bilhões mensais. No momento em que o Brasil se aproxima das 100 mil mortes por covid-19, Bolsonaro voltou a criticar governadores que mantém medidas de isolamento social nos Estados.

"Começou a pagar a quarta parcela (do auxílio emergencial) e depois tem a quinta. Não dá para continuar muito porque por mês custa R$ 50 bilhões. A economia tem que continuar. E alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado", disse Bolsonaro a apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada.

Ao ser questionado sobre a eventual prorrogação do auxílio emergencial para micro empresários por outro apoiador, o presidente afirmou que o assunto precisa ser tratado com o ministro da Economia, Paulo Guedes. "Não sei dizer, tem que ver com o Paulo Guedes. Nós já gastamos, o Brasil já gastou, eu não, já gastou R$ 700 bilhões com a covid", declarou.


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Governo avalia a reformulação do auxílio emergencial de R$ 600, diz Guedes

Bolsonaro diz que não dá pra continuar muito porque custa R$ 50 bi ao mês

Quarta, 5/8/2020 12:03.

Por Eduardo Rodrigues e Lorenna Rodrigues

O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta quarta-feira, 5, que o governo avalia a reformulação do auxílio emergencial de R$ 600 pagos mensalmente a trabalhadores desempregados e informais, além de beneficiários do Bolsa Família, durante a pandemia de covid-19.

"Vamos estudar junto com o Congresso a reformulação do auxílio emergencial junto com a criação do Renda Brasil. Ainda temos pelo menos um, dois meses pela frente de dificuldades", afirmou Guedes, em audiência pública na Comissão Mista Temporária da Reforma Tributária.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o governo estuda estender o auxílio emergencial até o fim de 2020.

A ideia é que o benefício seja prorrogado até dezembro, mas o valor das próximas prestações (setembro, outubro, novembro e dezembro) deve ser menor do que os R$ 600. Ainda não foi batido o martelo, mas uma das opções é pagar R$ 200 nesses meses.

Bolsonaro sobre auxílio: não dá pra continuar muito porque custa R$ 50 bi ao mês

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou, na manhã desta quarta-feira, 5, que "não dá para continuar muito" a liberar o auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais por causa do impacto da medida na economia, que, segundo ele, representa R$ 50 bilhões mensais. No momento em que o Brasil se aproxima das 100 mil mortes por covid-19, Bolsonaro voltou a criticar governadores que mantém medidas de isolamento social nos Estados.

"Começou a pagar a quarta parcela (do auxílio emergencial) e depois tem a quinta. Não dá para continuar muito porque por mês custa R$ 50 bilhões. A economia tem que continuar. E alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado", disse Bolsonaro a apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada.

Ao ser questionado sobre a eventual prorrogação do auxílio emergencial para micro empresários por outro apoiador, o presidente afirmou que o assunto precisa ser tratado com o ministro da Economia, Paulo Guedes. "Não sei dizer, tem que ver com o Paulo Guedes. Nós já gastamos, o Brasil já gastou, eu não, já gastou R$ 700 bilhões com a covid", declarou.


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