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PÁGINA 3 / Seu Dinheiro
Agência confirma reajuste de 10% em planos de saúde individuais

Quinta, 28/6/2018 7:49.

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CLARA CERIONI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O reajuste nos preços de planos de saúde individuais e familiares em até 10% será publicado nesta quinta (28) no Diário Oficial da União.
A medida, que atinge contratos firmados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à lei 9.656/98, foi definida pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e vale de maio deste ano até abril de 2019.

A nova cobrança começa a valer de acordo com o mês de aniversário dos contratos, ou seja, o mês em que o serviço foi fechado.

Atualmente, a agência regula cerca de 17% do total de 47,3 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil, o que significa pouco mais de 8 milhões de usuários.

Segundo a ANS, o percentual autorizado é o máximo que pode ser aplicado. Dessa forma, as operadoras são livres para adotar índices menores ou manter as mensalidades sem reajuste.

O aumento previsto está acima da projeção da inflação para 2018, que deve ficar abaixo de 4%.

Em nota, a Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde) disse que "os aumentos são necessários para manter o atendimento das obrigações em dia, assim como a sustentabilidade econômica do setor".

A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) não se posicionou.


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Página 3

Agência confirma reajuste de 10% em planos de saúde individuais

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Quinta, 28/6/2018 7:49.

CLARA CERIONI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O reajuste nos preços de planos de saúde individuais e familiares em até 10% será publicado nesta quinta (28) no Diário Oficial da União.
A medida, que atinge contratos firmados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à lei 9.656/98, foi definida pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e vale de maio deste ano até abril de 2019.

A nova cobrança começa a valer de acordo com o mês de aniversário dos contratos, ou seja, o mês em que o serviço foi fechado.

Atualmente, a agência regula cerca de 17% do total de 47,3 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil, o que significa pouco mais de 8 milhões de usuários.

Segundo a ANS, o percentual autorizado é o máximo que pode ser aplicado. Dessa forma, as operadoras são livres para adotar índices menores ou manter as mensalidades sem reajuste.

O aumento previsto está acima da projeção da inflação para 2018, que deve ficar abaixo de 4%.

Em nota, a Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde) disse que "os aumentos são necessários para manter o atendimento das obrigações em dia, assim como a sustentabilidade econômica do setor".

A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) não se posicionou.


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