Jornal Página 3

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George Varela deixa a Fundação Cultural de Balneário Camboriú
Fotos: Divulgação Fundação Cultural
Varela com a interina Bia Mattar

Quinta, 21/3/2019 7:28.

O superintendente da Fundação Cultural, George Varela, está deixando o cargo que ocupa há pouco mais de dois anos e acredita que neste período plantou um legado que terá reflexos positivos para a cultura de Balneário Camboriú. 

“Todo esse tempo não me foquei tanto nos feitos. Meu foco foi mais no sentido de conseguir mudar a forma de enxergar a cultura e a própria administração pública. Tornar o processo mais horizontal na administração, criar interação, quebrar um pouco essa hierarquia de poder público, de poder dentro do organograma organizacional”, disse Varela ao Página3, no último dia de trabalho à frente da Fundação.

Na prática, Varela que nunca trabalhou em coisa pública, viu aparecer resultados como uma equipe perfeitamente integrada e motivada, uma redução de 30% nos pedidos de licença de funcionários e o fim da velha política de balcão, por exemplo.

“Os funcionários se sentem mais valorizados pelo potencial que possuem, me orgulho bastante disso. Também pela oportunidade de colocar pessoas excelentes a meu lado, desenvolvemos um trabalho de equipe de fato. Estou saindo muito tranquilo, feliz pelo que foi feito, embora frustrado pelo ritmo às vezes que encontrei de poder realizar as coisas, mas têm vários bons projetos em andamento, vou acompanhar de perto”, afirmou.

Varela assumiu um novo compromisso profissional em Belo Horizonte, e a partir deste sábado (23) dividirá seu tempo entre a capital mineira e sua empresa em Balneário Camboriú.  

Acompanhe partes da conversa com a reportagem:

• Transparência&Conduta

A transparência e a  conduta fizeram as pessoas lá dentro refletir um pouco mais. Em vários momentos tentaram criar críticas e ataques, como acontece em outros setores do governo, mas ali essas denúncias não criaram eco, porque dentro do possível tentamos trabalhar na maior lisura. Claro que tem coisas que fogem ao controle, mas a questão ética foi forte, eliminamos qualquer vestígio de política de balcão”.

Principais projetos em andamento

• Biblioteca/Arquivo Histórico

“O edital da Biblioteca está publicado. O trâmite passa por um período de contestação, vai 30, 40 dias e só depois iniciam as obras. Não tem obra em andamento contratada ainda. Alguma movimentação para readequar algumas peças, algum acervo que tem lá dentro e é uma operação de contingência para receber e atender o público para tirar dúvidas mesmo. Hoje tem uma sala na Fundação Cultural dedicada a acolher alguns  funcionários e dar andamento nos serviços, como cadastramento no sistema, são funções operacionais de rotina”.

• Centro Integrado de Cultura (CIC)

Primeiro rascunho do CIC BC

Rua 200 virou Boulevard e Mural do CIC

“O projeto de concentrar tudo que trata de cultura (teatro/galeria de artes/biblioteca/arquivo histórico) em torno do Teatro Municipal segue. Está aguardando recursos, o próximo passo será a sinalização. Deste conjunto faz parte o painel do mural do Tom Veiga que agora será concluído”.

• Lei de Incentivo à Cultura (LIC)

“Estamos com problemas na LIC, precisamos adequá-la à nova legislação que já está em vigor, mas que cada dia é mais questionada com relação a participação de funcionários e parentes de funcionários públicos nas inscrições de editais. Talvez tenhamos uma surpresa meio desagradável nos próximos dias com a desclassificação de conselheiros que inscreveram projetos na LIC”.

• Feiras

“Será publicado um novo decreto das feiras que funcionam na Praça da Cultura e Praça Higino Pio essa semana, prevendo situações que não faziam parte do edital anterior”.

• Recursos

“Estamos aguardando verbas para dar continuidade no edital de Eventos, em torno de R$ 300 mil e o recurso para fazer o edital de Credenciamento. Assim que entrarem esses recursos, normalizam as atividades da Fundação até o final do ano”.

• Sucessão

“Há um consenso para que a Bia Mattar assumisse como superintendente. Por enquanto ela está como interina. Porque ela tem experiência a nível estadual e federal, conseguiu se integrar muito bem no cenário cultural local, não tem um partido político definido e nesses dois anos criamos uma conciliação grande entre todos os atores da cultura local. Seria muito arriscado colocar um gestor de fora desse circuito. Isso iria enfraquecer a cultura”.


 

 

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George Varela deixa a Fundação Cultural de Balneário Camboriú

Fotos: Divulgação Fundação Cultural
Varela com a interina Bia Mattar
Varela com a interina Bia Mattar

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Quinta, 21/3/2019 7:28.

O superintendente da Fundação Cultural, George Varela, está deixando o cargo que ocupa há pouco mais de dois anos e acredita que neste período plantou um legado que terá reflexos positivos para a cultura de Balneário Camboriú. 

“Todo esse tempo não me foquei tanto nos feitos. Meu foco foi mais no sentido de conseguir mudar a forma de enxergar a cultura e a própria administração pública. Tornar o processo mais horizontal na administração, criar interação, quebrar um pouco essa hierarquia de poder público, de poder dentro do organograma organizacional”, disse Varela ao Página3, no último dia de trabalho à frente da Fundação.

Na prática, Varela que nunca trabalhou em coisa pública, viu aparecer resultados como uma equipe perfeitamente integrada e motivada, uma redução de 30% nos pedidos de licença de funcionários e o fim da velha política de balcão, por exemplo.

“Os funcionários se sentem mais valorizados pelo potencial que possuem, me orgulho bastante disso. Também pela oportunidade de colocar pessoas excelentes a meu lado, desenvolvemos um trabalho de equipe de fato. Estou saindo muito tranquilo, feliz pelo que foi feito, embora frustrado pelo ritmo às vezes que encontrei de poder realizar as coisas, mas têm vários bons projetos em andamento, vou acompanhar de perto”, afirmou.

Varela assumiu um novo compromisso profissional em Belo Horizonte, e a partir deste sábado (23) dividirá seu tempo entre a capital mineira e sua empresa em Balneário Camboriú.  

Acompanhe partes da conversa com a reportagem:

• Transparência&Conduta

A transparência e a  conduta fizeram as pessoas lá dentro refletir um pouco mais. Em vários momentos tentaram criar críticas e ataques, como acontece em outros setores do governo, mas ali essas denúncias não criaram eco, porque dentro do possível tentamos trabalhar na maior lisura. Claro que tem coisas que fogem ao controle, mas a questão ética foi forte, eliminamos qualquer vestígio de política de balcão”.

Principais projetos em andamento

• Biblioteca/Arquivo Histórico

“O edital da Biblioteca está publicado. O trâmite passa por um período de contestação, vai 30, 40 dias e só depois iniciam as obras. Não tem obra em andamento contratada ainda. Alguma movimentação para readequar algumas peças, algum acervo que tem lá dentro e é uma operação de contingência para receber e atender o público para tirar dúvidas mesmo. Hoje tem uma sala na Fundação Cultural dedicada a acolher alguns  funcionários e dar andamento nos serviços, como cadastramento no sistema, são funções operacionais de rotina”.

• Centro Integrado de Cultura (CIC)

Primeiro rascunho do CIC BC

Rua 200 virou Boulevard e Mural do CIC

“O projeto de concentrar tudo que trata de cultura (teatro/galeria de artes/biblioteca/arquivo histórico) em torno do Teatro Municipal segue. Está aguardando recursos, o próximo passo será a sinalização. Deste conjunto faz parte o painel do mural do Tom Veiga que agora será concluído”.

• Lei de Incentivo à Cultura (LIC)

“Estamos com problemas na LIC, precisamos adequá-la à nova legislação que já está em vigor, mas que cada dia é mais questionada com relação a participação de funcionários e parentes de funcionários públicos nas inscrições de editais. Talvez tenhamos uma surpresa meio desagradável nos próximos dias com a desclassificação de conselheiros que inscreveram projetos na LIC”.

• Feiras

“Será publicado um novo decreto das feiras que funcionam na Praça da Cultura e Praça Higino Pio essa semana, prevendo situações que não faziam parte do edital anterior”.

• Recursos

“Estamos aguardando verbas para dar continuidade no edital de Eventos, em torno de R$ 300 mil e o recurso para fazer o edital de Credenciamento. Assim que entrarem esses recursos, normalizam as atividades da Fundação até o final do ano”.

• Sucessão

“Há um consenso para que a Bia Mattar assumisse como superintendente. Por enquanto ela está como interina. Porque ela tem experiência a nível estadual e federal, conseguiu se integrar muito bem no cenário cultural local, não tem um partido político definido e nesses dois anos criamos uma conciliação grande entre todos os atores da cultura local. Seria muito arriscado colocar um gestor de fora desse circuito. Isso iria enfraquecer a cultura”.


 

 

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