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Legado Cultural: Dia de ‘farinhada’ no engenho de Taquaras
Lilian Martins

Quinta, 23/5/2019 14:48.

A farinhada é um importante legado cultural. O conhecimento da mandioca do tempo dos indígenas, a engenharia europeia trazida pelo povoamento, o perfeito manejo, tudo isso compõem o que a Unesco chama de paisagem cultural, a relação do homem com o seu meio. Taquaras é patrimônio”, disse a diretora da Fundação Cultural, Lilian Martins, sobre a ‘farinhada’ que acompanhou de perto nesta quarta-feira (22), em Taquaras.

A Fundação Cultural e a secretaria do Meio Ambiente trabalham para reconhecer essa atividade como patrimônio cultural de Balneário Camboriú. Para isso precisam de uma área para produtividade da matéria prima.

“Hoje há uma grande vulnerabilidade, pois o engenho está localizado numa APA e o plantio de mandioca está comprometido. É necessário demarcar uma área para a manutenção da atividade e esse assunto estamos discutindo no conselho da APA”, colocou Lilian Martins, acrescentando que não é um grande pedaço de terra, o manejo é sustentável e é cultura de subsistência.

Único Engenho

Na quarta-feira (22), Lilian Martins acompanhou a “Farinhada” e escreveu:

“A ‘Farinhada’ desta semana aconteceu no antigo engenho do seu Zé Gregório, que faleceu no ano passado. Mas o filho Raul Alexandre e a nora Eulália Maria Alexandre, a dona Lala estão tocando. Eles colocam o engenho em funcionamento, obedecendo todas as etapas do processo, mantendo acesa uma tradição do litoral catarinense em extinção. É o único engenho que mantém a tradição. A festa Raízes de Taquaras surgiu da preocupação da comunidade em manter esse legado cultural e esse ano terá a segunda edição.

Esse engenho já foi objeto de estudo da tese da historiadora Marina Teté, no livro pela LIC do fotógrafo Flávio Fernandes.

Importante destacar que Balneário Camboriú já chegou a ter 12 engenhos de farinha de mandioca em funcionamento, hoje, resta apenas este.

Balneário Camboriú é uma cidade incrível. Contemporânea e tradicional. Esse foi o melhor dia para fazer o registro dos seus 55/170 anos”, disse Lilian Martins.

 

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Legado Cultural: Dia de ‘farinhada’ no engenho de Taquaras

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Quinta, 23/5/2019 14:48.

A farinhada é um importante legado cultural. O conhecimento da mandioca do tempo dos indígenas, a engenharia europeia trazida pelo povoamento, o perfeito manejo, tudo isso compõem o que a Unesco chama de paisagem cultural, a relação do homem com o seu meio. Taquaras é patrimônio”, disse a diretora da Fundação Cultural, Lilian Martins, sobre a ‘farinhada’ que acompanhou de perto nesta quarta-feira (22), em Taquaras.

A Fundação Cultural e a secretaria do Meio Ambiente trabalham para reconhecer essa atividade como patrimônio cultural de Balneário Camboriú. Para isso precisam de uma área para produtividade da matéria prima.

“Hoje há uma grande vulnerabilidade, pois o engenho está localizado numa APA e o plantio de mandioca está comprometido. É necessário demarcar uma área para a manutenção da atividade e esse assunto estamos discutindo no conselho da APA”, colocou Lilian Martins, acrescentando que não é um grande pedaço de terra, o manejo é sustentável e é cultura de subsistência.

Único Engenho

Na quarta-feira (22), Lilian Martins acompanhou a “Farinhada” e escreveu:

“A ‘Farinhada’ desta semana aconteceu no antigo engenho do seu Zé Gregório, que faleceu no ano passado. Mas o filho Raul Alexandre e a nora Eulália Maria Alexandre, a dona Lala estão tocando. Eles colocam o engenho em funcionamento, obedecendo todas as etapas do processo, mantendo acesa uma tradição do litoral catarinense em extinção. É o único engenho que mantém a tradição. A festa Raízes de Taquaras surgiu da preocupação da comunidade em manter esse legado cultural e esse ano terá a segunda edição.

Esse engenho já foi objeto de estudo da tese da historiadora Marina Teté, no livro pela LIC do fotógrafo Flávio Fernandes.

Importante destacar que Balneário Camboriú já chegou a ter 12 engenhos de farinha de mandioca em funcionamento, hoje, resta apenas este.

Balneário Camboriú é uma cidade incrível. Contemporânea e tradicional. Esse foi o melhor dia para fazer o registro dos seus 55/170 anos”, disse Lilian Martins.

 

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