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Do blog ao papel: Guto Cruz lança primeiro livro em evento multicultural

Quinta, 17/11/2016 8:32.

Doce Luar da Primavera, o primeiro livro do educador e contador de histórias Guto Cruz, acaba de chegas às livrarias da região.

O projeto nasceu em formato de blog. Com a formação de leitores que realiza, Guto percebeu que os mais novos estavam se afastando muito da leitura e decidiu trazer seus escritos para o papel. Vem dando certo. “Ouvi pessoas dizendo que não liam um livro há muito tempo e conseguiram terminar o meu. Já se motivaram a ler outras obras, isso é demais”, exclamou.

Ele se preocupou com esse fator na fase de produção, por isso preparou um livro pequeno e leitura acessível. Não à toa, Doce Luar da Primavera nasceu nesta época em que as paixões florescem. “Procurei me apresentar nele como pessoa, como escritor e, principalmente, como um romântico incurável. E o amor, é um tema universal, né?”, diz o autor.

Ele admite que nunca teve muito o apoio de amigos e familiares, e que realizar o sonho da publicação parecia distante. Contudo, foi contemplado em 2015 com o edital “Meu Primeiro Livro”, da Fundação Cultural de Itajaí. A obra, pela Acene Editora já está disponível, por R$ 29,90, nas livrarias do Balneário Shopping, Itajaí Shopping, Opção Leitura ou pelo site da editora.

O lançamento

Em vez de uma sessão de autógrafos, o autor, que também é professor de teatro, resolveu oferecer um evento multicultural para o lançamento.

Será no Teatro Municipal de Itajaí, no dia 23. “Quis ler a obra para meus leitores. Por isso, escrevi um roteiro de contação de histórias que busca explorar além do texto”, diz. A peça terá música, dança, performance circense e participação do coral Univali, Violeta e banda, Rizzih e contadores de histórias InVersus.

Os ingressos estão à venda na bilheteria a R$20 + 1 livro usado que será destinado para um projeto social de formação de leitores. “É um trabalho que está apenas começando”, conclui Guto.

Entrevista

Qual é a sua história com a escrita?

Eu nasci e cresci em Itajaí. Desde muito pequeno sempre estive envolvido no universo da literatura. Quando eu era criança, minha mãe começou a estudar Letras e muitas vezes eu ia para a faculdade com ela. Ficava encantado! Eu me lembro dela declamando poesias em casa e de como aquilo me fascinava.

Foi na escola que tive minhas primeiras experiências com a poesia. Uma vez, uma professora pediu que cada aluno decorasse um poema e declamasse ele em sala de aula, para toda a turma. Pedi um texto para minha mãe e ela me deu um poema de Fernando Pessoa para a apresentação. Foi um sucesso. Depois disso, senti que aquilo realmente fazia parte de mim.

Na adolescência eu comecei os meus primeiros rabiscos. Tentava desabafar pro papel. Sabe aquelas coisas que a gente não em coragem de falar pra ninguém? Então, eu escrevia essas coisas.

Na faculdade, estudei Letras e logo comecei a lecionar. Foi paixão a primeira vista pela sala de aula. Meus textos foram ganhando forma, alguns publicados em antologias. Hoje, sou contador de histórias, professor de literatura e teatro e trabalho intensamente com a formação de leitores. E, atualmente, sabemos que a gurizada – de um modo geral – não tem interesse pela leitura. Foi daí que senti a necessidade de publicar meus escritos, pois queria envolver meus alunos neste processo.

Conta como surgiu O Doce Luar da Primavera e o que ele aborda?

O Doce Luar da Primavera, antes de ser livro, era um blog pessoal. Lá eu podia escrever livremente. Quando eu escrevo, coloco pra fora muito do que penso, do que sinto, do que vejo e do que imagino. É uma exposição da alma, aquelas coisas que não costumo demonstrar de outra forma. O livro é um seleção destes textos. Procurei me apresentar nele como pessoa, como escritor e, principalmente, como um romântico incurável. E o amor, é um tema universal, né? Todo mundo ama, por mais que não admita. Todo mundo já sofreu calado, já se decepcionou, já esperou demais de alguém. Mas, se no fim das contas, há aprendizado, então vale a pena. E é disso que o livro trata: podemos aprender com nossos erros e com nossas escolhas.

Você vai fazer o lançamento oficial em um evento multicultural, fala sobre essas parcerias e na importância delas neste momento.

O lançamento está quase chegando e estou muito ansioso e animado. Eu poderia optar por um lançamento comum, em uma livraria. Mas quis ir além. Quis ler a obra para meus leitores. Por isso, escrevi um roteiro de contação de histórias que busca explorar além do texto. Em parceria com a Acene Editora, Bela Cruz e Farol Produções, vamos apresentar uma peça em que há dramatização, música, dança, performance circense, etc. Consegui reunir um elenco maravilhoso: coral Univali, Violeta e banda, Rizzih, Contadores de Histórias InVersus.. Um monte de gente boa trabalhando para contar essa história. E, sou suspeito pra falar, mas está ficando lindo. Está emocionante e espero que toque o coração das pessoas. É sentimento puro e escancarado. E, neste mundo em que as pessoas tem vergonha de sentir, acho muito autêntico falar disso. Por isso a ideia de trazer várias formas de arte: pois cada pessoa sente de um jeito e existem expressões artísticas para todos os gostos.

Mais informações aqui.

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Do blog ao papel: Guto Cruz lança primeiro livro em evento multicultural

Quinta, 17/11/2016 8:32.

Doce Luar da Primavera, o primeiro livro do educador e contador de histórias Guto Cruz, acaba de chegas às livrarias da região.

O projeto nasceu em formato de blog. Com a formação de leitores que realiza, Guto percebeu que os mais novos estavam se afastando muito da leitura e decidiu trazer seus escritos para o papel. Vem dando certo. “Ouvi pessoas dizendo que não liam um livro há muito tempo e conseguiram terminar o meu. Já se motivaram a ler outras obras, isso é demais”, exclamou.

Ele se preocupou com esse fator na fase de produção, por isso preparou um livro pequeno e leitura acessível. Não à toa, Doce Luar da Primavera nasceu nesta época em que as paixões florescem. “Procurei me apresentar nele como pessoa, como escritor e, principalmente, como um romântico incurável. E o amor, é um tema universal, né?”, diz o autor.

Ele admite que nunca teve muito o apoio de amigos e familiares, e que realizar o sonho da publicação parecia distante. Contudo, foi contemplado em 2015 com o edital “Meu Primeiro Livro”, da Fundação Cultural de Itajaí. A obra, pela Acene Editora já está disponível, por R$ 29,90, nas livrarias do Balneário Shopping, Itajaí Shopping, Opção Leitura ou pelo site da editora.

O lançamento

Em vez de uma sessão de autógrafos, o autor, que também é professor de teatro, resolveu oferecer um evento multicultural para o lançamento.

Será no Teatro Municipal de Itajaí, no dia 23. “Quis ler a obra para meus leitores. Por isso, escrevi um roteiro de contação de histórias que busca explorar além do texto”, diz. A peça terá música, dança, performance circense e participação do coral Univali, Violeta e banda, Rizzih e contadores de histórias InVersus.

Os ingressos estão à venda na bilheteria a R$20 + 1 livro usado que será destinado para um projeto social de formação de leitores. “É um trabalho que está apenas começando”, conclui Guto.

Entrevista

Qual é a sua história com a escrita?

Eu nasci e cresci em Itajaí. Desde muito pequeno sempre estive envolvido no universo da literatura. Quando eu era criança, minha mãe começou a estudar Letras e muitas vezes eu ia para a faculdade com ela. Ficava encantado! Eu me lembro dela declamando poesias em casa e de como aquilo me fascinava.

Foi na escola que tive minhas primeiras experiências com a poesia. Uma vez, uma professora pediu que cada aluno decorasse um poema e declamasse ele em sala de aula, para toda a turma. Pedi um texto para minha mãe e ela me deu um poema de Fernando Pessoa para a apresentação. Foi um sucesso. Depois disso, senti que aquilo realmente fazia parte de mim.

Na adolescência eu comecei os meus primeiros rabiscos. Tentava desabafar pro papel. Sabe aquelas coisas que a gente não em coragem de falar pra ninguém? Então, eu escrevia essas coisas.

Na faculdade, estudei Letras e logo comecei a lecionar. Foi paixão a primeira vista pela sala de aula. Meus textos foram ganhando forma, alguns publicados em antologias. Hoje, sou contador de histórias, professor de literatura e teatro e trabalho intensamente com a formação de leitores. E, atualmente, sabemos que a gurizada – de um modo geral – não tem interesse pela leitura. Foi daí que senti a necessidade de publicar meus escritos, pois queria envolver meus alunos neste processo.

Conta como surgiu O Doce Luar da Primavera e o que ele aborda?

O Doce Luar da Primavera, antes de ser livro, era um blog pessoal. Lá eu podia escrever livremente. Quando eu escrevo, coloco pra fora muito do que penso, do que sinto, do que vejo e do que imagino. É uma exposição da alma, aquelas coisas que não costumo demonstrar de outra forma. O livro é um seleção destes textos. Procurei me apresentar nele como pessoa, como escritor e, principalmente, como um romântico incurável. E o amor, é um tema universal, né? Todo mundo ama, por mais que não admita. Todo mundo já sofreu calado, já se decepcionou, já esperou demais de alguém. Mas, se no fim das contas, há aprendizado, então vale a pena. E é disso que o livro trata: podemos aprender com nossos erros e com nossas escolhas.

Você vai fazer o lançamento oficial em um evento multicultural, fala sobre essas parcerias e na importância delas neste momento.

O lançamento está quase chegando e estou muito ansioso e animado. Eu poderia optar por um lançamento comum, em uma livraria. Mas quis ir além. Quis ler a obra para meus leitores. Por isso, escrevi um roteiro de contação de histórias que busca explorar além do texto. Em parceria com a Acene Editora, Bela Cruz e Farol Produções, vamos apresentar uma peça em que há dramatização, música, dança, performance circense, etc. Consegui reunir um elenco maravilhoso: coral Univali, Violeta e banda, Rizzih, Contadores de Histórias InVersus.. Um monte de gente boa trabalhando para contar essa história. E, sou suspeito pra falar, mas está ficando lindo. Está emocionante e espero que toque o coração das pessoas. É sentimento puro e escancarado. E, neste mundo em que as pessoas tem vergonha de sentir, acho muito autêntico falar disso. Por isso a ideia de trazer várias formas de arte: pois cada pessoa sente de um jeito e existem expressões artísticas para todos os gostos.

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