Jornal Página 3
Coluna
Viagens & Turismo
Por Marcos Vinicios Pagelkopf

Conhecendo Balneário Camboriú

Essa semana subi o morro do Gavião que dá acesso ao Pico da Teta, na divisa do bairro das Nações com a BR 101 e com o bairro dos Estados. Um dos lugares onde pode-se observar o tamanho e a imponência que está a cidade de Balneário Camboriú.

Desse ponto se avista a cidade vizinha Camboriú e todas as cordilheiras de montanhas que separam o litoral do Vale do Itajaí e do oceano atlântico e também as pontas dos edifícios que estão surgindo na praia Brava em Itajaí.

Na década de 80 subi esse morro em busca de aventura e diversão, hoje depois de mais de 30 anos, ver a transformação que a cidade passou, me impressionou pois antes só se avistava casas e terrenos cobertos por capoeiras.

Estando lá me veio uma lembrança, uma vista da terra amarela que iniciava no bairro das nações e ia até a estrada da rainha, ver essa real transformação urbana mexe com as emoções de quem nasceu aqui como me relatou o Isaque, conforme suas palavras "estamos passando pela fralda do morro que avistei por toda minha vida e agora depois de 58 anos estou finalmente colocando meus pé arriba dele".

São várias as trilhas que levam ao topo do morro, tem uma perto do fórum e outras na BR 101, no Cristo Luz e no bairro das Nações que é por onde fomos e onde se tem um panorama praticamente total da cidade, essa é por propriedade particular, somente com autorização para subir, as demais aconselho o acompanhamento de um guia ou condutor ambiental, pois sempre que escolher essa modalidade de esporte a segurança vem em primeiro lugar.

Nesse caminhada convidei o historiador Isaque de Borba Correa, o jornalista e professor Magru Floriano, dois guias de turismo e um morador nativo do local.

O professor e o Isaque estão buscando as antigas estradas que ligam o litoral com o interior do estado. Esse é um outro fator impressionante dessa trilha, 70% dela passa em uma estrada desativada provavelmente usada para tirar madeiras, pois encontramos árvores de grande porte, algumas das maiores árvores que já avistamos em toda a região estão no bairro das Nações.

Encontramos também tucanos, pica-pau, gralha azul, aracuã, esquilos e muitas aves que ouvimos seus cantos como a quase extinta araponga que nos chamou muito a atenção, entre as plantas encontramos orquídeas e bromélias, um paraíso tropical escondido entre o morro e o mar.

 Dia 04 iremos voltar para fazer mais registros das trilhas e do visual impressionante que tem nesse belvedere natural aqui ao lado de casa, iremos em 15 participantes e um guia.

Se você quiser conhecer e obter mais informações meu e-mail mvpagelkopf@gmail.com ou no blog euqueroirnessa.com.
Escrito por Marcos Vinicios Pagelkopf, 25/07/2018 às 17h49 | mvpagelkopf@gmail.com



Marcos Vinicios Pagelkopf

Assina a coluna Viagens & Turismo

Trabalho com turismo desde 1985, já fui agente de viagens, promotor de vendas de atrativos turísticos, professor de curso de recepção municipal e de guia de turismo da Univali, consultor, palestrante e idealizador de ações como a primeira comemoração do Dia Mundial do Turismo no Brasil.


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Essa semana subi o morro do Gavião que dá acesso ao Pico da Teta, na divisa do bairro das Nações com a BR 101 e com o bairro dos Estados. Um dos lugares onde pode-se observar o tamanho e a imponência que está a cidade de Balneário Camboriú.

Desse ponto se avista a cidade vizinha Camboriú e todas as cordilheiras de montanhas que separam o litoral do Vale do Itajaí e do oceano atlântico e também as pontas dos edifícios que estão surgindo na praia Brava em Itajaí.

Na década de 80 subi esse morro em busca de aventura e diversão, hoje depois de mais de 30 anos, ver a transformação que a cidade passou, me impressionou pois antes só se avistava casas e terrenos cobertos por capoeiras.

Estando lá me veio uma lembrança, uma vista da terra amarela que iniciava no bairro das nações e ia até a estrada da rainha, ver essa real transformação urbana mexe com as emoções de quem nasceu aqui como me relatou o Isaque, conforme suas palavras "estamos passando pela fralda do morro que avistei por toda minha vida e agora depois de 58 anos estou finalmente colocando meus pé arriba dele".

São várias as trilhas que levam ao topo do morro, tem uma perto do fórum e outras na BR 101, no Cristo Luz e no bairro das Nações que é por onde fomos e onde se tem um panorama praticamente total da cidade, essa é por propriedade particular, somente com autorização para subir, as demais aconselho o acompanhamento de um guia ou condutor ambiental, pois sempre que escolher essa modalidade de esporte a segurança vem em primeiro lugar.

Nesse caminhada convidei o historiador Isaque de Borba Correa, o jornalista e professor Magru Floriano, dois guias de turismo e um morador nativo do local.

O professor e o Isaque estão buscando as antigas estradas que ligam o litoral com o interior do estado. Esse é um outro fator impressionante dessa trilha, 70% dela passa em uma estrada desativada provavelmente usada para tirar madeiras, pois encontramos árvores de grande porte, algumas das maiores árvores que já avistamos em toda a região estão no bairro das Nações.

Encontramos também tucanos, pica-pau, gralha azul, aracuã, esquilos e muitas aves que ouvimos seus cantos como a quase extinta araponga que nos chamou muito a atenção, entre as plantas encontramos orquídeas e bromélias, um paraíso tropical escondido entre o morro e o mar.

 Dia 04 iremos voltar para fazer mais registros das trilhas e do visual impressionante que tem nesse belvedere natural aqui ao lado de casa, iremos em 15 participantes e um guia.

Se você quiser conhecer e obter mais informações meu e-mail mvpagelkopf@gmail.com ou no blog euqueroirnessa.com.
Escrito por Marcos Vinicios Pagelkopf, 25/07/2018 às 17h49 | mvpagelkopf@gmail.com



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Trabalho com turismo desde 1985, já fui agente de viagens, promotor de vendas de atrativos turísticos, professor de curso de recepção municipal e de guia de turismo da Univali, consultor, palestrante e idealizador de ações como a primeira comemoração do Dia Mundial do Turismo no Brasil.


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