Jornal Página 3
Coluna
Turiscope - Retratos de Viagens
Por Ike Gevaerd

HUILLOC – ANDES PERUANOS

IKE GEVAERD

 

OLLANTAYTAMBO

IKE GEVAERD

Entre Cuzco e Machu Pichu existe um lugar chamado Ollantaytambo que tem tanta história quanto às outras duas famosas vizinhas. Depois de visitar Machu Picchu e se decepcionar com Águas Calientes, o vilarejo que hospeda os que visitam as ruínas incas, resolvemos trocar as duas noites que lá restavam por Ollantaytambo e sua história.

 

UM LUGAR NO TOPO DAS MONTANHAS

 IKE GEVAERD

Foi uma boa decisão, pois ali ouvimos falar num lugar chamado Huilloc, a terra dos Rojos, os vermelhos, que habitam o topo dos Andes, naquela região. Fiquei curioso, me informei de como lá chegar. No outro dia de manhã alugamos um carro com um motorista que conhecia o caminho e para lá fomos, bem cedinho, em busca da pura tradição e cultura andina.

 

NAS ALTURAS

IKE GEVAERD

Localizado a 4.000 metros sobre o nível do mar e a 15 km de Ollantaytambo, viajamos quase uma hora por uma estreita estrada de barro (foto) que nos conduziu por uma belíssima paisagem até o vilarejo Inca de Huilloc.

 

UM PEQUENO LUGAR

IKE GEVAERD 

 

AS TECELÃS

IKE GEVAERD

Fomos recebidos pelas sempre sorridentes mulheres incas, que fazem do pátio central do vilarejo o seu atelier de tecelagem. Elas são ótimas tecelãs e consideradas as melhores do Vale Sagrado. Na foto, mostrando sua arte para Clarice.

 

CRIANÇAS SOB FRIO, SOL E NEVE

IKE GEVAERD

Dividem com elas o pátio dezenas de crianças, que ali brincam e se divertem enquanto os homens em sua grande maioria trabalham como carregadores para os que trilham o Caminho Inca. Na foto, a menina com seu rosto vermelho, reflexo do sol e o frio na sua pele.

 

AS MORADIAS

IKE GEVAERD

As construções de Huilloc são quase todas de tijolos de adobe, menos as mais recentes que já apresentam um aspecto um pouco mais moderno. Ferramentas pré hispânicas ainda são utilizadas na agricultura de subsistência e na construção das moradas. O menino descansa sobre as palhas usadas para cobrir sua casa.

 

“CUY” PERUANOS

IKE GEVAERD

Alimento popular, o cuy (porquinho da índia) coabita tranquilamente na morada onde a tecelã faz seu trabalho e ele será o prato principal da refeição do dia..

 

A CAMINHADA

IKE GEVAERD

Ficamos tão impressionados com o que vimos, que voltamos no outro dia com o objetivo de fazer a pé o percurso Huilloc – Ollantaytambo (foto). Um espetáculo deslumbrante naquele dia de sol no inverno andino.  

 

POIS É

Clarice Fernandes

Esta viagem aconteceu em 2004, a cultura Inca sobrevivia a duras penas. Foi uma das mais marcantes experiências que vivemos nessas nossas andanças mundo afora.


 

Escrito por Ike Gevaerd, 30/07/2020 às 08h45 | ikegevaerd@terra.com.br



Ike Gevaerd

Assina a coluna Turiscope - Retratos de Viagens

Empresário, Diretor da Biosphera Empreendimentos Ambientais desde 1994, viajante, pesquisador autodidata de assuntos ligados a turismo e meio ambiente, conservacionista e ambientalista.














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HUILLOC – ANDES PERUANOS

IKE GEVAERD

 

OLLANTAYTAMBO

IKE GEVAERD

Entre Cuzco e Machu Pichu existe um lugar chamado Ollantaytambo que tem tanta história quanto às outras duas famosas vizinhas. Depois de visitar Machu Picchu e se decepcionar com Águas Calientes, o vilarejo que hospeda os que visitam as ruínas incas, resolvemos trocar as duas noites que lá restavam por Ollantaytambo e sua história.

 

UM LUGAR NO TOPO DAS MONTANHAS

 IKE GEVAERD

Foi uma boa decisão, pois ali ouvimos falar num lugar chamado Huilloc, a terra dos Rojos, os vermelhos, que habitam o topo dos Andes, naquela região. Fiquei curioso, me informei de como lá chegar. No outro dia de manhã alugamos um carro com um motorista que conhecia o caminho e para lá fomos, bem cedinho, em busca da pura tradição e cultura andina.

 

NAS ALTURAS

IKE GEVAERD

Localizado a 4.000 metros sobre o nível do mar e a 15 km de Ollantaytambo, viajamos quase uma hora por uma estreita estrada de barro (foto) que nos conduziu por uma belíssima paisagem até o vilarejo Inca de Huilloc.

 

UM PEQUENO LUGAR

IKE GEVAERD 

 

AS TECELÃS

IKE GEVAERD

Fomos recebidos pelas sempre sorridentes mulheres incas, que fazem do pátio central do vilarejo o seu atelier de tecelagem. Elas são ótimas tecelãs e consideradas as melhores do Vale Sagrado. Na foto, mostrando sua arte para Clarice.

 

CRIANÇAS SOB FRIO, SOL E NEVE

IKE GEVAERD

Dividem com elas o pátio dezenas de crianças, que ali brincam e se divertem enquanto os homens em sua grande maioria trabalham como carregadores para os que trilham o Caminho Inca. Na foto, a menina com seu rosto vermelho, reflexo do sol e o frio na sua pele.

 

AS MORADIAS

IKE GEVAERD

As construções de Huilloc são quase todas de tijolos de adobe, menos as mais recentes que já apresentam um aspecto um pouco mais moderno. Ferramentas pré hispânicas ainda são utilizadas na agricultura de subsistência e na construção das moradas. O menino descansa sobre as palhas usadas para cobrir sua casa.

 

“CUY” PERUANOS

IKE GEVAERD

Alimento popular, o cuy (porquinho da índia) coabita tranquilamente na morada onde a tecelã faz seu trabalho e ele será o prato principal da refeição do dia..

 

A CAMINHADA

IKE GEVAERD

Ficamos tão impressionados com o que vimos, que voltamos no outro dia com o objetivo de fazer a pé o percurso Huilloc – Ollantaytambo (foto). Um espetáculo deslumbrante naquele dia de sol no inverno andino.  

 

POIS É

Clarice Fernandes

Esta viagem aconteceu em 2004, a cultura Inca sobrevivia a duras penas. Foi uma das mais marcantes experiências que vivemos nessas nossas andanças mundo afora.


 

Escrito por Ike Gevaerd, 30/07/2020 às 08h45 | ikegevaerd@terra.com.br



Ike Gevaerd

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Empresário, Diretor da Biosphera Empreendimentos Ambientais desde 1994, viajante, pesquisador autodidata de assuntos ligados a turismo e meio ambiente, conservacionista e ambientalista.