Jornal Página 3
Coluna
Mobilidade Urbana BC
Por Chaves Júnior

A importância do lazer gratuito para nossa cidade

 

 

Me chamo Luiz Carlos Chaves Junior, conhecido por Chaves Júnior, nascido em Itajaí em 25 de maio de 1982, porém morador desta cidade desde o nascimento me considero Balneár Camboriuense de coração. Desde pequeno trabalho em uma tradicional empresa familiar e nos dia de hoje divido meu tempo entre pessoal, profissional e voluntário.

Estou presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú, ACBC, associação que conheci através do despertar de uma vontade pessoal, criar uma forma de lazer gratuito para os moradores da cidade. No começo de 2013 comecei a frequentar as reuniões semanais da ACBC, onde voluntariava em questões de lazer ciclístico e discussões políticas de criações de alternativas de mobilidade urbana, desde então apresentei a ideia de uma rua de lazer para Balneário Camboriú.           

Atlântica Ativa a primeira rua de lazer, criada em 23 de março de 2014 veio para trazer aos moradores de nossa cidade, mais uma alternativa de lazer gratuito. Sempre executada em baixa temporada, justamente para atrair e beneficiar os moradores, a rua de lazer oferece espaço compartilhado, para que o trânsito não seja afetado diretamente e para que desde a melhor idade até as crianças mais novas possam utilizar os espaços públicos com mais tranquilidade. A principal avenida é fechada em meia pista, utilizando a ciclofaixa e a calçada como uma só área de lazer de frente para o mar na tranquilidade da manhã dos últimos domingos de cada mês.

A ideia não era somente fechar a avenida e liberar uma pista, mas pensamos que seria mais completa se tivesse alguma forma de atrair o público e mantê-los por mais tempo em seu momento de lazer. Assim, foram convidadas algumas empresas para que pudessem oferecer seus serviços ou amostra de produtos gratuitamente ao público e também como o projeto tem parceria com a prefeitura municipal, foram convocadas as secretarias de saúde, segurança, turismo, fundação de esportes, polícia militar e bombeiros para apresentar campanhas e informações. Desta forma, percebemos que a rua de lazer trazia além da pratica de esportes, educação e informação aos usuários, em contrapartida as empresas que se dispõem em demonstrar seus produtos em um domingo de manhã, ganham na propaganda gratuita em uma das vitrines mais lindas e valorizadas de nossa cidade, a orla de nossa praia.

É muito importante a criação de lazer alternativo e gratuito, para que os moradores sintam-se acolhidos e valorizados, é necessário que exista integração entre as pessoas, compartilhamento entre automóveis e bicicletas e a fomentação do comércio local onde a rua de lazer é executada. Desta forma, todos ganham, o poder público, a cidade, empresários e o mais importante os moradores que buscam opções de levarem seus filhos a praticarem as brincadeiras de rua que faziam quando eram crianças.

A Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú, tem um importante papel no desenvolvimento de nossa cidade, onde apresentamos projetos que constroem e conscientizam nossos moradores a uma forma de desenvolvimento inteligente de Balneário Camboriú.

Convidamos a toda nossa comunidade para participarem de nossa 8ª edição da rua de lazer Atlântica Ativa, que acontecerá no próximo domingo dia 31 de maio, das 8 ás 12 horas, onde será fechado em meia pista a avenida Atlântica da rua 3000 até a praça Almirante Tamandaré! Participe! Se chover o evento será cancelado.

 

 

 

 

Escrito por Chaves Júnior, 27/05/2015 às 18h17 | chvsjr@gmail.com

Aonde podemos melhorar a mobilidade urbana e humana de Balneário Camboriú

 
Há algum tempo atrás, quando ainda estava presidente da ACBC, um pouco antes da ciclofaixa da Avenida Atlântica ser implementada, conversei com o proprietário da empresa de transporte Expressul, Sr Evandro Ern.
 
Empresa está que detém a concessão do transporte público de Balneário Camboriú. Entre outros assuntos sobre mobilidade urbana, levei a idéia para que fosse implementada uma linha de ônibus, que só circula se pelas avenidas Brasil e Atlântica, diferente da do Bondinho. Linha esta que faria este trajeto sem parada final. Seria implementado também um sistema on line via celular, que o usuário poderia saber aonde se localizava o próximo ônibus que passaria pelo seu endereço naquele momento.
 
O Sr Evandro se mostrou interessado pela idéia e me garantiu que iria estudar o caso. Pois bem, por que toco neste assunto, a idéia que passei ao Sr Evandro é uma idéia que se implementada, vai garantir o aumento da circulação das pessoas não só pela avenida Atlântica mas também pela avenida Brasil. Desde que sejam colocados ônibus modernos e com o sistema on line da qual mencionei acima.
 
Muitos podem dizer que já temos o bondinho, mas este deveria servir somente aos turistas com o preço diferenciado que tem. Balneário carece e muito da melhora deste sistema de modal urbano, onde muita gente deixa de usá-lo pela falta não só do conforto, como também dos itinerários mal projetados.
 
Para encerrar, outra ação que já deveria estar sendo implementada, seria a dos corredores exclusivos para ônibus e taxis. As cidades comportam cada vez menos os automóveis e com a implementação desta obra é certo que vamos fazer com que as pessoas tenham um olhar diferenciado e mais positivo para estes modais, principalmente o ônibus, que leva o número de passageiros de quatro carros em seu interior.

Ps. Conceito pessoal "a mobilidade urbana é o conjunto da infraestrutura de ruas, calçadas e ciclovias e mobilidade humana é o próprio ser humano se deslocando a pé, de bicicleta, de cadeira de rodas, motocicletas, carros, ônibus, carretas e outros".

 

 

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 20/05/2015 às 08h44 | h.s.wendhausen@gmail.com

Só com achismos, não vamos a lugar nenhum.

 
Balneário Camboriú e Camboriú estão passando por grandes transformações em suas áreas urbanas, mas nada diferente de outras cidades. Portanto são mudanças que fazem parte do desenvolvimento para melhorar o conforto de todos, neste caso vou falar da mobilidade urbana e humana.
 
Surgiu uma onda de comentários por parte de alguns comerciantes, fazendo alusão a implementação das ciclovias e ciclofaixas em determinadas ruas e que com a chegada destas o comércio perdeu clientela. Desta maneira só me resta fazer uma pergunta: Em que pesquisa ou metodologia este achismo foi baseado? Apresento a vocês uma reportagem recente feita em Nova Iorque. http://globotv.globo.com/globo-news/mundo-sa/v/mundo-sa-empreendedores-lucram-com-negocios-adaptados-para-bicicletas/3787720/
Copiem e colem este Link no seu PC e analisem o quanto estas opiniões estão erradas.
 
O mundo está em transformação e precisamos acompanhar estas mudanças. Não podemos nos esquecer que fazemos parte de um todo e que as mudanças terão resultados positivos ao longo do tempo. Talvez demore um pouco para que obtenhamos os resultados esperados, mas se você, comerciante, não se mexer poderá demorar muito mais. Então qual a pergunta que não quer se calar “O QUE POSSO FAZER PARA MELHORAR O MEU NEGÓCIO?” Neste link de reportagem que sugeri, aparecem diversas opções, temos que deixar de lado a velha idéia de que o cliente só chega ao meu negócio de carro e que sendo assim só este tem dinheiro para gastar. Como no filme do link acima, o comércio em geral pode começar a ter iniciativas como descontos para quem chega de bicicleta, cobrar da prefeitura a implementação de para ciclos por diversos locais na cidade e até mais rapidez na melhoria das calçadas, fazendo com que a acessibilidade para todos aumente o fluxo de pessoas no seu comércio. 
 
Não nos esqueçamos também que Balneário Camboriú e Camboriú são cidades praticamente planas e que só com isto já da para incentivar as pessoas a mudarem de modal no seu deslocamento do dia a dia.
 
Desta maneira estarão contribuindo não só com o seu negócio, mas também com a saúde de todos e com a mobilidade urbana e humana, fazendo com que os moradores destas cidades ganhem mais qualidade em suas vidas.
 
Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 12/05/2015 às 13h33 | h.s.wendhausen@gmail.com

Não faltou tempo, faltou vontade e capacidade

 

Na semana retrasada o Jornal Página 3 trouxe na sua edição impressa uma matéria especial sobre Mobilidade Urbana em Balneário Camboriú e o fim do prazo para criação do Plano Municipal de Mobilidade Urbana.

Ao ler a matéria me deparei mais uma vez com promessas da Secretaria de Planejamento, em relação ao plano de mobilidade. Faz anos que as pessoas e algumas entidades tentam discutir o assunto e esperam ações efetivas da prefeitura em vão, pois quase nada foi feito para mudar a situação.
 
Vou transcrever parte da matéria publicada no site da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, no dia 07/03/2013:
 
“O plano de mobilidade urbana de Balneário Camboriú foi amplamente discutido na sessão ordinária desta quarta-feira (6), com a presença do secretário de Planejamento Urbano, engenheiro Auri Pavoni, que atendeu a solicitação do vereador Nilson Probst (PMDB) para explanar sobre o tema no plenário do legislativo municipal. (http://www.cambc.sc.gov.br/materias/show/2846/plenario-debate-mobilidade-urbana-em-balneario-camboriu)"
 
Vejam que no início de março de 2013, portanto há mais de 02 (dois) anos, secretários da prefeitura e vereadores discutiam o assunto, segundo a matéria, isso foi feito amplamente, e o que mudou?
 
Em setembro de 2013 participei juntamente com o ex-presidente da ACBC, Henrique da Silva Wendhausen, e mais umas 30 (trinta) pessoas, de uma Audiência Pública para tratar do assunto (Foto: Leandro Lins), mas de nada adiantou. (http://www.pagina3.com.br/politica/2013/set/25/1/audiencia-publica-discutira-mobilidade-urbana-em-balneario-camboriu)
 
 
 
O que fica claro em tudo isto é a falta de vontade e talvez de capacidade dos responsáveis em elaborar o Plano de Mobilidade. Sei que já está ficando chata a cobrança, mas mais chato é ver promessas sendo feitas todos os anos e nada ser feito, efetivamente, para melhorar a mobilidade em Balneário Camboriú.
 
Enganam-se aqueles quem acha que melhor forma de melhorar a mobilidade é alargar ruas e avenidas, isso é paliativo. Dois exemplos claros disto são a Avenida do Estado e a Quarta Avenida que tem quatro pistas, porém no seu final acabam em duas pistas de rolamento.
 
O que precisamos é da participação efetiva das pessoas e das entidades que vivem no dia a dia os problemas de Mobilidade de nossa cidade, para iniciar, seria bom cumprir o que determina a lei, criando o Conselho Municipal de Mobilidade Urbana. Caso contrário, será apenas promessas e mais promessas não cumpridas enquanto o tempo passa. Só com esta participação conseguiremos chegar ao resultado que seja o reflexo das necessidades da cidade.
 
Tempo teve, o que faltou foi vontade e capacidade de solucionar este problema que já afeta nossas vidas diariamente. 

 

Escrito por , 04/05/2015 às 10h09 |

Por que nunca é feito com a devida qualidade e objetivo?


Todas as cidades necessitam de melhorias em suas estruturas, estas estão sempre num estado de evolução.

A população cresce muito rapidamente em todo o planeta, aumentando a necessidade de novas obras em vários sentidos, uma das principais, mobilidade urbana, obras que atingem a um grande número de cidadãos em todas as partes do planeta, por isto um assunto sempre atual.

Cabe as administrações públicas, sejam elas municipais, estaduais ou federais, projetarem as obras da mobilidade urbana conforme vão surgindo as necessidades e estas são muitas. Desta maneira precisam elaborar projetos que tenham como objetivo principal a melhoria da qualidade de vida de uma população. Mas infelizmente não é isto o que vemos nos dias de hoje, principalmente aqui em Balneário Camboriú. Os projetos são muitos, o problema está na execução e objetivos destes.

Exemplo: A passarela da Barra, que mais parece um poleiro de luxo, uma obra que se tivesse sido executada com o verdadeiro objetivo de melhorar a mobilidade humana para a qual foi construída, seria uma grande obra. Facilitaria e muito o deslocamento da população do bairro da barra para o centro da cidade. Se o projeto da passarela fosse mais simples, não custando o que custou e ainda por cima não estando pronta, teríamos um facilitador que culminaria na rapidez e na segurança com que os cidadãos poderiam usufruir ao se deslocar por este local. Opinião minha, está obra não foi projetada para o deslocamento dos cidadãos do bairro da Barra para o centro e vice e versa, haja visto que em vez de projetarem uma obra com facilidade de acesso rápido para todos, executaram a mesma com elevadores. Elemento que quando a demanda de pessoas for muito grande, criara filas enormes, fazendo com que todos queiram achar outros meios para se deslocarem ao centro. Pior ainda para os ciclistas, que fazem um grande uso da atual Balsa, como colocar esta demanda toda dentro de elevadores, por maiores que sejam.

Outra obra que já estava projetada, mas que não vai mais ser realizada, a do viaduto sobre a praça das Sereias. Deveriam aproveitar as verbas desta obra e aplicar no projeto do sistema cicloviário de Balneário Camboriu. Este sim um grande projeto, que se implementado da forma correta vai beneficiar a todos, já que o custo da gasolina hoje influência direta e indiretamente no orçamento das famílias. Se este sistema for bem implementado, poderemos pedalar com a devida segurança e isto vai atrair cada vez mais pessoas para o modal bicicleta.

A ACBC – Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú faz a sua parte cobrando a execução do projeto junto a administração pública. Esta fala aos quatro ventos, que já estão executando este projeto e que até a bem pouco tempo atrás não tínhamos nada de ciclovias. Esta ideia não está errada, já conseguimos muito do sistema cicloviário de hoje em relação ao que tínhamos a 3 ou 5 anos atrás. O problema está na execução deste ótimo projeto. As ciclovias são projetadas para gerar segurança aos ciclistas, para que estes deixem o seu carro em casa e diminuam a demanda nas ruas, fazendo com que o transito destes flua melhor.

Sou ciclista de carteirinha, no dia a dia atravesso a cidade várias vezes, por isto falo coma devida propriedade, nunca me senti seguro ao transitar pelo sistema cicloviário de Balneário, inclusive com toda a minha experiência, já fui atropelado uma vez. Dei sorte, mas outro ciclista que foi atropelado perto do Angeloni na avenida dos Estados não, este veio a falecer.

A segurança de que tanto falo está nos detalhes do projeto, que teimam em ficar só no papel, fazendo com que todos os usuários do sistema cicloviário acabem por se tornar alvos fáceis para atropelamentos. A prefeitura já fez várias reuniões com a ACBC, que hoje é a entidade que mais tem bagagem e experiência neste assunto na região, mas executar mesmo o que foi proposto por esta associação, está longe de acontecer.

Este assunto da muito pano para manga, mas temos que acreditar que as cabeças pensantes do poder público um dia vão acordar, deixando a barganha política de lado e façam o que tenham que fazer corretamente para uma melhor qualidade de vida para todos. 

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 22/04/2015 às 02h36 | h.s.wendhausen@gmail.com

O crescimento do uso da bicicleta no Brasil

 
Foi publicado mês passado uma pesquisa sobre o crescimento no uso da bicicleta nas cidades brasileiras, realizada no mês janeiro 2015, por Douglas Oliveira que é um entusiasta e ativista do uso da bicicleta como meio de transporte.
 
Ele realizou a pesquisa com base em marketing digital, database marketing e pesquisa quantitativa. Para isso utilizou as redes sociais e o site www.pedalandonacidade.com.br.
 
Segundo Douglas, o objetivo da pesquisa foi entender "a nova relação da cidade com o ciclista" e mostrar menos números, mas, sobretudo conceitos sobre o futuro da bicicleta no Brasil. "Identificamos oportunidades de novos negócios e serviços envolvendo o público que já usa e também as pessoas que passarão a usar a bicicleta em seu cotidiano", explicou o publicitário.
 
A pesquisa mostra o panorama do uso da bike no país e aponta tendências e novas demandas por produtos e serviços voltados aos ciclistas.
 
O resultado chama a atenção para que as autoridades enxerguem a bicicleta e os ciclistas de uma forma diferente, e os empreendedores enxergarão um grande mercado a ser explorado.
 
Analisando a pesquisa é fácil constatar que a situação vivida no Brasil, é idêntica a existente em Balneário Camboriú, onde o número de ciclistas e o interesse por esta forma de meio de transporte cresceu muito nos últimos 2 (dois) anos.
 
A grande sacada da pesquisa foi utilizar muito bem as redes sociais para analisar como as pessoas mostram o seu interesse no dia a dia sobre o assunto. Chama a atenção também à forma como os resultados foram apresentados no relatório final, de uma maneira bem interessante, sem ser cansativa.
 
Alguns resultados chamam a atenção:
 
- 77% DAS PESSOAS QUE RESPONDERAM ANDAM DE BICICLETA.
 
- PORÉM, DO TOTAL, APENAS 32% UTILIZAM A BICICLETA COMO PRINCIPAL MEIO DE TRANSPORTE.
 
- 6 MILHÕES DE BRASILEIROS, RESIDENTES NO PAÍS, CURTEM ASSUNTOS RELACIONADOS À BICICLETA NO FACEBOOK. É PORQUE REALMENTE EXISTE UMA NOVA PERSPECTIVA SOBRE MOBILIDADE URBANA NAS CIDADES.
 
- 97% DOS ENTREVISTADOS ACREDITAM QUE AS CICLOVIAS ATRAIRÃO MAIS PESSOAS PARA ANDAR DE BICICLETA.
 
- IDENTIFICAMOS NO MONITORAMENTO RECLAMAÇÕES DE PESSOAS QUE TIVERAM A CÂMARA OU PNEU DE SUAS BICICLETAS ESTOURADO NO PERCURSO. E QUANDO ISSO ACONTECE NÃO EXISTEM LUGARES PARA ATENDIMENTO POR PERTO. 76% NOS CONTARAM QUE EM SEUS TRAJETOS NÃO EXISTE ATENDIMENTO.
 
- EXISTE O RECEIO EM DEIXAR A BICICLETA EM LOCAIS PÚBLICOS: 37% DAS PESSOAS NÃO COSTUMAM DEIXAR EM LOCAIS PÚBLICOS, POIS TEM MEDO DE FURTO. 35% PREFEREM DEIXAR EM LUGARES ONDE POSSAM VER A BICICLETA.
 
- 90% DAS PESSOAS FALARAM QUE O COMÉRCIO NÃO ESTÁ PREPARADO PARA AS BICICLETAS.
 
Vale à pena ler a pesquisa e analisar os resultados da para entender as mudanças que estão acontecendo.
 
Os empresários podem agregar valor a serviços que já oferecem, e os que forem empreendedores podem vislumbrar uma grande oportunidade de montar um negócio promissor.

A pesquisa completa está no site: http://www.mobilize.org.br/midias/pesquisas/pedalando-na-cidade.pdf

Escrito por , 17/04/2015 às 09h56 |



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Chaves Júnior

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Administrador e cicloativista. Presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú


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Mobilidade Urbana BC
Por Chaves Júnior

A importância do lazer gratuito para nossa cidade

 

 

Me chamo Luiz Carlos Chaves Junior, conhecido por Chaves Júnior, nascido em Itajaí em 25 de maio de 1982, porém morador desta cidade desde o nascimento me considero Balneár Camboriuense de coração. Desde pequeno trabalho em uma tradicional empresa familiar e nos dia de hoje divido meu tempo entre pessoal, profissional e voluntário.

Estou presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú, ACBC, associação que conheci através do despertar de uma vontade pessoal, criar uma forma de lazer gratuito para os moradores da cidade. No começo de 2013 comecei a frequentar as reuniões semanais da ACBC, onde voluntariava em questões de lazer ciclístico e discussões políticas de criações de alternativas de mobilidade urbana, desde então apresentei a ideia de uma rua de lazer para Balneário Camboriú.           

Atlântica Ativa a primeira rua de lazer, criada em 23 de março de 2014 veio para trazer aos moradores de nossa cidade, mais uma alternativa de lazer gratuito. Sempre executada em baixa temporada, justamente para atrair e beneficiar os moradores, a rua de lazer oferece espaço compartilhado, para que o trânsito não seja afetado diretamente e para que desde a melhor idade até as crianças mais novas possam utilizar os espaços públicos com mais tranquilidade. A principal avenida é fechada em meia pista, utilizando a ciclofaixa e a calçada como uma só área de lazer de frente para o mar na tranquilidade da manhã dos últimos domingos de cada mês.

A ideia não era somente fechar a avenida e liberar uma pista, mas pensamos que seria mais completa se tivesse alguma forma de atrair o público e mantê-los por mais tempo em seu momento de lazer. Assim, foram convidadas algumas empresas para que pudessem oferecer seus serviços ou amostra de produtos gratuitamente ao público e também como o projeto tem parceria com a prefeitura municipal, foram convocadas as secretarias de saúde, segurança, turismo, fundação de esportes, polícia militar e bombeiros para apresentar campanhas e informações. Desta forma, percebemos que a rua de lazer trazia além da pratica de esportes, educação e informação aos usuários, em contrapartida as empresas que se dispõem em demonstrar seus produtos em um domingo de manhã, ganham na propaganda gratuita em uma das vitrines mais lindas e valorizadas de nossa cidade, a orla de nossa praia.

É muito importante a criação de lazer alternativo e gratuito, para que os moradores sintam-se acolhidos e valorizados, é necessário que exista integração entre as pessoas, compartilhamento entre automóveis e bicicletas e a fomentação do comércio local onde a rua de lazer é executada. Desta forma, todos ganham, o poder público, a cidade, empresários e o mais importante os moradores que buscam opções de levarem seus filhos a praticarem as brincadeiras de rua que faziam quando eram crianças.

A Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú, tem um importante papel no desenvolvimento de nossa cidade, onde apresentamos projetos que constroem e conscientizam nossos moradores a uma forma de desenvolvimento inteligente de Balneário Camboriú.

Convidamos a toda nossa comunidade para participarem de nossa 8ª edição da rua de lazer Atlântica Ativa, que acontecerá no próximo domingo dia 31 de maio, das 8 ás 12 horas, onde será fechado em meia pista a avenida Atlântica da rua 3000 até a praça Almirante Tamandaré! Participe! Se chover o evento será cancelado.

 

 

 

 

Escrito por Chaves Júnior, 27/05/2015 às 18h17 | chvsjr@gmail.com

Aonde podemos melhorar a mobilidade urbana e humana de Balneário Camboriú

 
Há algum tempo atrás, quando ainda estava presidente da ACBC, um pouco antes da ciclofaixa da Avenida Atlântica ser implementada, conversei com o proprietário da empresa de transporte Expressul, Sr Evandro Ern.
 
Empresa está que detém a concessão do transporte público de Balneário Camboriú. Entre outros assuntos sobre mobilidade urbana, levei a idéia para que fosse implementada uma linha de ônibus, que só circula se pelas avenidas Brasil e Atlântica, diferente da do Bondinho. Linha esta que faria este trajeto sem parada final. Seria implementado também um sistema on line via celular, que o usuário poderia saber aonde se localizava o próximo ônibus que passaria pelo seu endereço naquele momento.
 
O Sr Evandro se mostrou interessado pela idéia e me garantiu que iria estudar o caso. Pois bem, por que toco neste assunto, a idéia que passei ao Sr Evandro é uma idéia que se implementada, vai garantir o aumento da circulação das pessoas não só pela avenida Atlântica mas também pela avenida Brasil. Desde que sejam colocados ônibus modernos e com o sistema on line da qual mencionei acima.
 
Muitos podem dizer que já temos o bondinho, mas este deveria servir somente aos turistas com o preço diferenciado que tem. Balneário carece e muito da melhora deste sistema de modal urbano, onde muita gente deixa de usá-lo pela falta não só do conforto, como também dos itinerários mal projetados.
 
Para encerrar, outra ação que já deveria estar sendo implementada, seria a dos corredores exclusivos para ônibus e taxis. As cidades comportam cada vez menos os automóveis e com a implementação desta obra é certo que vamos fazer com que as pessoas tenham um olhar diferenciado e mais positivo para estes modais, principalmente o ônibus, que leva o número de passageiros de quatro carros em seu interior.

Ps. Conceito pessoal "a mobilidade urbana é o conjunto da infraestrutura de ruas, calçadas e ciclovias e mobilidade humana é o próprio ser humano se deslocando a pé, de bicicleta, de cadeira de rodas, motocicletas, carros, ônibus, carretas e outros".

 

 

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 20/05/2015 às 08h44 | h.s.wendhausen@gmail.com

Só com achismos, não vamos a lugar nenhum.

 
Balneário Camboriú e Camboriú estão passando por grandes transformações em suas áreas urbanas, mas nada diferente de outras cidades. Portanto são mudanças que fazem parte do desenvolvimento para melhorar o conforto de todos, neste caso vou falar da mobilidade urbana e humana.
 
Surgiu uma onda de comentários por parte de alguns comerciantes, fazendo alusão a implementação das ciclovias e ciclofaixas em determinadas ruas e que com a chegada destas o comércio perdeu clientela. Desta maneira só me resta fazer uma pergunta: Em que pesquisa ou metodologia este achismo foi baseado? Apresento a vocês uma reportagem recente feita em Nova Iorque. http://globotv.globo.com/globo-news/mundo-sa/v/mundo-sa-empreendedores-lucram-com-negocios-adaptados-para-bicicletas/3787720/
Copiem e colem este Link no seu PC e analisem o quanto estas opiniões estão erradas.
 
O mundo está em transformação e precisamos acompanhar estas mudanças. Não podemos nos esquecer que fazemos parte de um todo e que as mudanças terão resultados positivos ao longo do tempo. Talvez demore um pouco para que obtenhamos os resultados esperados, mas se você, comerciante, não se mexer poderá demorar muito mais. Então qual a pergunta que não quer se calar “O QUE POSSO FAZER PARA MELHORAR O MEU NEGÓCIO?” Neste link de reportagem que sugeri, aparecem diversas opções, temos que deixar de lado a velha idéia de que o cliente só chega ao meu negócio de carro e que sendo assim só este tem dinheiro para gastar. Como no filme do link acima, o comércio em geral pode começar a ter iniciativas como descontos para quem chega de bicicleta, cobrar da prefeitura a implementação de para ciclos por diversos locais na cidade e até mais rapidez na melhoria das calçadas, fazendo com que a acessibilidade para todos aumente o fluxo de pessoas no seu comércio. 
 
Não nos esqueçamos também que Balneário Camboriú e Camboriú são cidades praticamente planas e que só com isto já da para incentivar as pessoas a mudarem de modal no seu deslocamento do dia a dia.
 
Desta maneira estarão contribuindo não só com o seu negócio, mas também com a saúde de todos e com a mobilidade urbana e humana, fazendo com que os moradores destas cidades ganhem mais qualidade em suas vidas.
 
Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 12/05/2015 às 13h33 | h.s.wendhausen@gmail.com

Não faltou tempo, faltou vontade e capacidade

 

Na semana retrasada o Jornal Página 3 trouxe na sua edição impressa uma matéria especial sobre Mobilidade Urbana em Balneário Camboriú e o fim do prazo para criação do Plano Municipal de Mobilidade Urbana.

Ao ler a matéria me deparei mais uma vez com promessas da Secretaria de Planejamento, em relação ao plano de mobilidade. Faz anos que as pessoas e algumas entidades tentam discutir o assunto e esperam ações efetivas da prefeitura em vão, pois quase nada foi feito para mudar a situação.
 
Vou transcrever parte da matéria publicada no site da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, no dia 07/03/2013:
 
“O plano de mobilidade urbana de Balneário Camboriú foi amplamente discutido na sessão ordinária desta quarta-feira (6), com a presença do secretário de Planejamento Urbano, engenheiro Auri Pavoni, que atendeu a solicitação do vereador Nilson Probst (PMDB) para explanar sobre o tema no plenário do legislativo municipal. (http://www.cambc.sc.gov.br/materias/show/2846/plenario-debate-mobilidade-urbana-em-balneario-camboriu)"
 
Vejam que no início de março de 2013, portanto há mais de 02 (dois) anos, secretários da prefeitura e vereadores discutiam o assunto, segundo a matéria, isso foi feito amplamente, e o que mudou?
 
Em setembro de 2013 participei juntamente com o ex-presidente da ACBC, Henrique da Silva Wendhausen, e mais umas 30 (trinta) pessoas, de uma Audiência Pública para tratar do assunto (Foto: Leandro Lins), mas de nada adiantou. (http://www.pagina3.com.br/politica/2013/set/25/1/audiencia-publica-discutira-mobilidade-urbana-em-balneario-camboriu)
 
 
 
O que fica claro em tudo isto é a falta de vontade e talvez de capacidade dos responsáveis em elaborar o Plano de Mobilidade. Sei que já está ficando chata a cobrança, mas mais chato é ver promessas sendo feitas todos os anos e nada ser feito, efetivamente, para melhorar a mobilidade em Balneário Camboriú.
 
Enganam-se aqueles quem acha que melhor forma de melhorar a mobilidade é alargar ruas e avenidas, isso é paliativo. Dois exemplos claros disto são a Avenida do Estado e a Quarta Avenida que tem quatro pistas, porém no seu final acabam em duas pistas de rolamento.
 
O que precisamos é da participação efetiva das pessoas e das entidades que vivem no dia a dia os problemas de Mobilidade de nossa cidade, para iniciar, seria bom cumprir o que determina a lei, criando o Conselho Municipal de Mobilidade Urbana. Caso contrário, será apenas promessas e mais promessas não cumpridas enquanto o tempo passa. Só com esta participação conseguiremos chegar ao resultado que seja o reflexo das necessidades da cidade.
 
Tempo teve, o que faltou foi vontade e capacidade de solucionar este problema que já afeta nossas vidas diariamente. 

 

Escrito por , 04/05/2015 às 10h09 |

Por que nunca é feito com a devida qualidade e objetivo?


Todas as cidades necessitam de melhorias em suas estruturas, estas estão sempre num estado de evolução.

A população cresce muito rapidamente em todo o planeta, aumentando a necessidade de novas obras em vários sentidos, uma das principais, mobilidade urbana, obras que atingem a um grande número de cidadãos em todas as partes do planeta, por isto um assunto sempre atual.

Cabe as administrações públicas, sejam elas municipais, estaduais ou federais, projetarem as obras da mobilidade urbana conforme vão surgindo as necessidades e estas são muitas. Desta maneira precisam elaborar projetos que tenham como objetivo principal a melhoria da qualidade de vida de uma população. Mas infelizmente não é isto o que vemos nos dias de hoje, principalmente aqui em Balneário Camboriú. Os projetos são muitos, o problema está na execução e objetivos destes.

Exemplo: A passarela da Barra, que mais parece um poleiro de luxo, uma obra que se tivesse sido executada com o verdadeiro objetivo de melhorar a mobilidade humana para a qual foi construída, seria uma grande obra. Facilitaria e muito o deslocamento da população do bairro da barra para o centro da cidade. Se o projeto da passarela fosse mais simples, não custando o que custou e ainda por cima não estando pronta, teríamos um facilitador que culminaria na rapidez e na segurança com que os cidadãos poderiam usufruir ao se deslocar por este local. Opinião minha, está obra não foi projetada para o deslocamento dos cidadãos do bairro da Barra para o centro e vice e versa, haja visto que em vez de projetarem uma obra com facilidade de acesso rápido para todos, executaram a mesma com elevadores. Elemento que quando a demanda de pessoas for muito grande, criara filas enormes, fazendo com que todos queiram achar outros meios para se deslocarem ao centro. Pior ainda para os ciclistas, que fazem um grande uso da atual Balsa, como colocar esta demanda toda dentro de elevadores, por maiores que sejam.

Outra obra que já estava projetada, mas que não vai mais ser realizada, a do viaduto sobre a praça das Sereias. Deveriam aproveitar as verbas desta obra e aplicar no projeto do sistema cicloviário de Balneário Camboriu. Este sim um grande projeto, que se implementado da forma correta vai beneficiar a todos, já que o custo da gasolina hoje influência direta e indiretamente no orçamento das famílias. Se este sistema for bem implementado, poderemos pedalar com a devida segurança e isto vai atrair cada vez mais pessoas para o modal bicicleta.

A ACBC – Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú faz a sua parte cobrando a execução do projeto junto a administração pública. Esta fala aos quatro ventos, que já estão executando este projeto e que até a bem pouco tempo atrás não tínhamos nada de ciclovias. Esta ideia não está errada, já conseguimos muito do sistema cicloviário de hoje em relação ao que tínhamos a 3 ou 5 anos atrás. O problema está na execução deste ótimo projeto. As ciclovias são projetadas para gerar segurança aos ciclistas, para que estes deixem o seu carro em casa e diminuam a demanda nas ruas, fazendo com que o transito destes flua melhor.

Sou ciclista de carteirinha, no dia a dia atravesso a cidade várias vezes, por isto falo coma devida propriedade, nunca me senti seguro ao transitar pelo sistema cicloviário de Balneário, inclusive com toda a minha experiência, já fui atropelado uma vez. Dei sorte, mas outro ciclista que foi atropelado perto do Angeloni na avenida dos Estados não, este veio a falecer.

A segurança de que tanto falo está nos detalhes do projeto, que teimam em ficar só no papel, fazendo com que todos os usuários do sistema cicloviário acabem por se tornar alvos fáceis para atropelamentos. A prefeitura já fez várias reuniões com a ACBC, que hoje é a entidade que mais tem bagagem e experiência neste assunto na região, mas executar mesmo o que foi proposto por esta associação, está longe de acontecer.

Este assunto da muito pano para manga, mas temos que acreditar que as cabeças pensantes do poder público um dia vão acordar, deixando a barganha política de lado e façam o que tenham que fazer corretamente para uma melhor qualidade de vida para todos. 

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 22/04/2015 às 02h36 | h.s.wendhausen@gmail.com

O crescimento do uso da bicicleta no Brasil

 
Foi publicado mês passado uma pesquisa sobre o crescimento no uso da bicicleta nas cidades brasileiras, realizada no mês janeiro 2015, por Douglas Oliveira que é um entusiasta e ativista do uso da bicicleta como meio de transporte.
 
Ele realizou a pesquisa com base em marketing digital, database marketing e pesquisa quantitativa. Para isso utilizou as redes sociais e o site www.pedalandonacidade.com.br.
 
Segundo Douglas, o objetivo da pesquisa foi entender "a nova relação da cidade com o ciclista" e mostrar menos números, mas, sobretudo conceitos sobre o futuro da bicicleta no Brasil. "Identificamos oportunidades de novos negócios e serviços envolvendo o público que já usa e também as pessoas que passarão a usar a bicicleta em seu cotidiano", explicou o publicitário.
 
A pesquisa mostra o panorama do uso da bike no país e aponta tendências e novas demandas por produtos e serviços voltados aos ciclistas.
 
O resultado chama a atenção para que as autoridades enxerguem a bicicleta e os ciclistas de uma forma diferente, e os empreendedores enxergarão um grande mercado a ser explorado.
 
Analisando a pesquisa é fácil constatar que a situação vivida no Brasil, é idêntica a existente em Balneário Camboriú, onde o número de ciclistas e o interesse por esta forma de meio de transporte cresceu muito nos últimos 2 (dois) anos.
 
A grande sacada da pesquisa foi utilizar muito bem as redes sociais para analisar como as pessoas mostram o seu interesse no dia a dia sobre o assunto. Chama a atenção também à forma como os resultados foram apresentados no relatório final, de uma maneira bem interessante, sem ser cansativa.
 
Alguns resultados chamam a atenção:
 
- 77% DAS PESSOAS QUE RESPONDERAM ANDAM DE BICICLETA.
 
- PORÉM, DO TOTAL, APENAS 32% UTILIZAM A BICICLETA COMO PRINCIPAL MEIO DE TRANSPORTE.
 
- 6 MILHÕES DE BRASILEIROS, RESIDENTES NO PAÍS, CURTEM ASSUNTOS RELACIONADOS À BICICLETA NO FACEBOOK. É PORQUE REALMENTE EXISTE UMA NOVA PERSPECTIVA SOBRE MOBILIDADE URBANA NAS CIDADES.
 
- 97% DOS ENTREVISTADOS ACREDITAM QUE AS CICLOVIAS ATRAIRÃO MAIS PESSOAS PARA ANDAR DE BICICLETA.
 
- IDENTIFICAMOS NO MONITORAMENTO RECLAMAÇÕES DE PESSOAS QUE TIVERAM A CÂMARA OU PNEU DE SUAS BICICLETAS ESTOURADO NO PERCURSO. E QUANDO ISSO ACONTECE NÃO EXISTEM LUGARES PARA ATENDIMENTO POR PERTO. 76% NOS CONTARAM QUE EM SEUS TRAJETOS NÃO EXISTE ATENDIMENTO.
 
- EXISTE O RECEIO EM DEIXAR A BICICLETA EM LOCAIS PÚBLICOS: 37% DAS PESSOAS NÃO COSTUMAM DEIXAR EM LOCAIS PÚBLICOS, POIS TEM MEDO DE FURTO. 35% PREFEREM DEIXAR EM LUGARES ONDE POSSAM VER A BICICLETA.
 
- 90% DAS PESSOAS FALARAM QUE O COMÉRCIO NÃO ESTÁ PREPARADO PARA AS BICICLETAS.
 
Vale à pena ler a pesquisa e analisar os resultados da para entender as mudanças que estão acontecendo.
 
Os empresários podem agregar valor a serviços que já oferecem, e os que forem empreendedores podem vislumbrar uma grande oportunidade de montar um negócio promissor.

A pesquisa completa está no site: http://www.mobilize.org.br/midias/pesquisas/pedalando-na-cidade.pdf

Escrito por , 17/04/2015 às 09h56 |



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Chaves Júnior

Assina a coluna Mobilidade Urbana BC

Administrador e cicloativista. Presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú


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