Jornal Página 3
Coluna
Mobilidade Urbana BC
Por Henrique da Silva Wendhausen

Pra onde queremos ir com a mobilidade urbana em Balneário Camboriú

Mobilidade Urbana, tanto quanto o ar, esta inserida na vida de toda uma população, atingindo todas as camadas sociais indistintamente. Digo isto sem medo de errar, haja visto que todos precisam se locomover de uma forma ou de outra, não só pelas cidades, mas entre elas também.

Aqui em Balneário Camboriú e nas cidades cornubadas ( Camboriú, Itajaí, Itapema e Navegantes) há em todas uma característica em comum, quase na sua totalidade, seus territórios são praticamente planos. Desta forma podemos nos deslocar por estas cidades sem precisaremos fazer muito esforço corporal. Podemos também, fazer uso da mobilidade urbana somente caminhando de um ponto ao outro ou usando modais muito simples, como skates, bicicletas, patins, patinetes elétricos entre outros.

Mas para que a mobilidade urbana seja efetiva, vamos precisar de uma organização para que cada modal ocupe seu espaço sem interferir no espaço do outro, ideia super simples, mas de difícil pratica. A cada dia que passa as cidades se enchem cada vez mais de modais com características diferentes, além dos já existentes do dia a dia, como automóveis e bicicletas, estão aparecendo os patinetes, esqueites elétricos, motocicletas elétricas entre outros que fogem do padrão dito normal, ou ainda posso dizer, que não estão regulamentados pelo C.T.B. – Código de Transito brasileiro.

A prefeitura de Balneário Camboriú através de seu corpo técnico, esta trabalhando para que a mobilidade urbana se efetive dentro dos padrões de uma organização, dando como resultado um conforto de deslocamento para os diversos usuários das vias. Posso citar a padronização das calçadas, mais largas e sem obstáculos para os pedestres, expansão do sistema cicloviário, o que é justo para um modal que atinge todas as classes sociais, a urbanização das vias, gerando conforto visual e prático, para todos que moram ou que passam por aqui, como a continuidade da expansão da 4 avenida e do sistema binário como um todo.

Portanto, senhoras e senhores, a conclusão a que chego, demonstra que não adianta enchermos as ruas com os diversos modais existentes, se não preparamos as cidades para recebe-los, com a devida expansão do sistema como um todo, sem favorecer a um em detrimento do outro. A prefeitura esta fazendo a sua parte, mas cabe a nós usuários, sabermos usufruir da mobilidade urbana com pertinência. Podemos caminhar, pedalar, pegar o ônibus e até ir de patinete, ao invés de usarmos o automóvel para tudo. Só desta forma vamos poder cobrar da administração pública a diminuição do desconforto que sentimos ao fazermos parte da mobilidade urbana como um todo.

Queremos uma cidade para as pessoas e não para as máquinas .......!!!

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 12/09/2018 às 10h36 | h.s.wendhausen@gmail.com

Balneário vai retroceder


(Foto: Divulgação/PMBC/Celso Peixoto)

Tenho certeza do que estou falando, haja visto que pelo mundo todo, as cidades estão tentando se tornar mais confortáveis e seguras para seus habitantes. E de que forma o estão fazendo, posso citar várias situações, entre elas esta a DIMINUIÇÃO da velocidade dos veículos pelas ruas, fazendo com que estas em caso de acidentes com atropelamentos, proteja seus cidadãos, diminuindo e muito, as ocorrências hospitalares. Explico, se um automóvel estiver andando a menos de 50 km/h, o índice de fraturas numa pessoa que pode ser atropelada por este, cai drasticamente e isto não sou eu que estou dizendo. Todas estas informações são baseadas em estatísticas, tanto que segue anexo a estes os ’’links’’ com os respectivos dados para confirmar.

Mas o que vemos hoje em Balneário Camboriú, uma lei que esta sendo aprovada para aumentar a velocidade das vias desta cidade, em 50 km/h. Idea totalmente retrógada que vai no sentido contrário do que se esta optando por cidades como Londres, Nova York, Berlin e outras mais, que em vez de privilegiar os ‘’automóveis’’, pensaram primeiro na segurança de seus habitantes. Desta forma Balneário esta indo totalmente na contramão do que se pode chamar de cidade para o futuro, pois é com ideias como esta que estaremos fadados a entrarmos para as estáticas, com números negativos em relação a segurança nas vias, sendo que não se precisa de um especialista para ver que com a velocidade de 50 km/h, ninguém estará seguro para transitar por esta cidade.

Se hoje aonde várias ruas são de 40 km/ e são fiscalizadas por radares, os acidentes são inúmeros, aonde podemos ver carros destruídos, trepados em postes e muros e mais ainda, quando estão envolvidos diretamente com mortes. Imaginem caros leitores, o que vai acontecer se esta lei do 50 km/h, for realmente aprovada, o quanto vamos ver de aumento de acidentes e ainda teremos que torcer para que não aconteça com alguém de nossas famílias ou com algum conhecido.

Para encerrar, convido a todos para que verdadeiramente em nome da segurança de toda uma população, façamos voz contra esta lei, tendo como primeiro objetivo a segurança de todos, fazendo com que Balneário Camboriú se torne cada vez mais uma cidade que privilegie as pessoas e não as maquinas.

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 04/09/2018 às 16h11 | h.s.wendhausen@gmail.com

Quando a crítica não ajuda

Caros

Lá atrás, antes mesmo de sua implementação, a ciclofaixa da avenida Atlântica foi muito criticada. Hoje já é destaque em diversos locais como mídia, para se ter uma boa qualidade de vida, como foi na foto estampada no carne do IPTU 2015 de BC. Obra está que de tão importante, foi e está sendo copiada por outras prefeituras em diversas outras orlas.

O exemplo que isto nos traz é o de que não devemos expressar uma opinião baseada no famoso achismo, sem antes pesquisarmos muito sobre o assunto. Como associação de ciclismo, a ACBC- associação de ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú, sabia de ante mão que está ciclofaixa na avenida Atlântica só traria benefícios para a sociedade. Não só para a saúde das pessoas que praticam o ciclismo, mas também, para aqueles que vem pela liberdade de se locomoverem livremente pela orla, não tendo uma barreira de automóveis na sua frente, como também dificultando a linda visão da praia que é uma das atrações de BC.

Com a retirada dos automóveis, pode se abrir um espaço a mais, numa orla em que este ficava bastante restrito no período da alta temporada. Desta forma aumentou e muito a demanda pela pratica de diversos esportes, como correr, andar de patins, de skate e até mesmo pela própria bicicleta, haja visto que se tornou um local muito aprazível de se estar ali.

Para encerrar, devemos parabenizar a administração pública da época, por ter bancando sem medo e com visão para o futuro, de que esta obra faz com que BC seja cada vez mais conhecida como uma CIDADE PARA AS PESSOAS.

ATT. Henrique Da Silva Wendhausen - Presidente - ACBC

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 11/01/2017 às 11h19 | h.s.wendhausen@gmail.com

As novas ideias não podem parar no tempo

Nestes dois seminários, 2013 e 2014, sobre mobilidade urbana que a ACBC realizou em parceria com o IFC, reuniu as pessoas interessadas em melhorar a mobilidade urbana das cidades de Camboriú e Balneário Camboriú.
 
Hoje colhemos os resultados mais que positivos das boas ideias daquela época. E afirmo isto porque temos uma estrutura cicloviária em desenvolvimento nestas duas cidades, mesmo porque devemos levar em consideração que são praticamente uma só. Sendo assim o que se faz para uma reflete automaticamente na outra, como uma extensão. 
 
Precisamos melhorar este sistema em muitos aspectos, mas já podemos falar que temos uma estrutura que nos ajuda a circular por ai sem precisar fazer o uso dos automóveis e por consequência, não ficarmos presos nos engarrafamentos do dia a dia. Isto por si só já pode ser considerada uma grande vitória, porque posso citar o nome de várias outras cidades, que mais ou menos na mesma época começaram com os mesmos objetivos que o nosso e não chegaram ainda a lugar algum. Exemplos, Blumenau, Joinville, Florianópolis e outras mais que não vem ao caso.
 
Mobilidade urbana já faz algum tempo é o assunto do momento, falar dela é o que dá ibope, tempo é dinheiro, mais do que nunca e ficar preso dentro de uma caixa sobre quatro rodas, mesmo que esta possua um ar condicionado e outras comodidades extravagantes, não nos levará a lugar algum, aliás leva, mas a um custo muito alto. E ficar preso no trânsito do dia a dia significa perder não só tempo, e desta forma temos que pensar em outras maneiras de nos locomovermos por aí. Não precisa ser um expert para saber que se uma cidade possui um meio de transporte público eficiente e uma malha cicloviária condizente com a sua realidade, como é o caso destas duas cidades, as pessoas automaticamente, vão migrar para estes dois modais sabendo dos benefícios que estes trarão para si. Desta forma, abrindo caminhos para todos.
 
Para encerrar, como no seminário lá atrás, temos que reunir as pessoas em prol de ideias que tragam benefícios para a sociedade como um todo, neste caso, para melhorarmos a maneira de como nos deslocamos por aí, tendo a certeza de que aqueles que não mudarem a sua maneira de se locomover pelas vias destas duas cidades, estarão fadados não só a perder tempo, mas dinheiro, saúde e qualidade de vida que é o que todos nós almejamos. 
 
 
 
Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 10/12/2016 às 17h34 | h.s.wendhausen@gmail.com

Atlântica Ativa todos os domingos

A Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú, desenvolve o projeto chamado rua de Lazer Atlântica Ativa desde 23 e março de 2014. A rua de lazer consiste em fechar meia pista da avenida Atlântica todo último domingo do mês, das 7:00 ás 14:00 horas, para que seja utilizada como área de lazer, extensão da ciclofaixa, como costume nas grandes capitais e uma tendência mundial em compartilhamento e aproveitamento de espaços públicos. 

Porém, desde o início do projeto a ACBC (associação de ciclismo) tem dificuldades em fechar a via por não ter material para criar a barreira de segurança entre a pista de rolamento dos carros e a área de lazer, ou seja, cones! As 12 edições da rua de lazer foram feitas com cones emprestados de empresas de aluguel e através de doação de 100 unidades da federação de ciclismo de Santa Catarina. O projeto é um sucesso e se tornou decreto municipal, porém ainda sem força pois o que nos falta é investimento e material.

Na manhã de 11 de julho 2016, os estacionamentos da avenida Brasil foram bloqueados em quase sua extensão, com cones, para a passagem da tocha olímpica, observando isso, eu, Chaves Junior, emiti uma solicitação, pedido, desabafo em meu facebook:

Excelentíssimo prefeito de Balneário Camboriú @edsonpiriquito , venho requisitar abertamente ao público, o pedido de que os cones que estejam sendo usados para bloquear o estacionamento da Av. Brasil por quase toda sua extensão, sejam os mesmos que possam ser usados para bloquear meia pista da avenida Atlântica por toda sua extensão, para que a avenida se transforme em Rua de Lazer Atlântica Ativa TODOS os domingos na baixa temporada. Este pedido já lhe foi feito em seu gabinete no final de 2014 e também está escrito em todos os TACs (termos de ajustamento de conduta) que a associação de ciclismo solicita e obtém para a realização da rua de lazer com todos os alvarás em dia. Sendo assim , solicito publicamente que a prefeitura, secretaria de obras , secretaria de trânsito e associação de ciclismo de Baln Camboriú, unam seus esforços para que tenhamos uma área de lazer gratuita e sem onerar cofres públicos para os moradores e visitantes. Com esta medida tomada , irá além de aumentar a segurança dos usuários, irá fomentar o comércio local, pois como vemos em domingos de sol, a ciclofaixa é tomada por uma grande quantidade de pedestres, ciclistas , skatistas e etc. Contamos com a colaboração da prefeitura e demais secretarias!!! Para o bem de nossa cidade! #atlanticaativa #balneariocamboriu

Clique aqui e apoie essa intenção

Com este pedido, esperamos que a prefeitura tome para si a responsabildiade de criar alternativas de lazer gratuito para a cidade, utilizando materiais que já tem sem seu poder e material humano que já são pagos para realizar serviços para o bem da comunidade!

Chaves Junior - Associação de Ciclismo de Balneário Camboriu ACBC

Escrito por Chaves Júnior, 12/07/2016 às 08h46 | chvsjr@gmail.com

Ciclovias e mais segurança já!

Associados da ACBC e demais ciclistas da região de Balneário Camboriú e Itajaí, o filme, anexo a este texto, demonstra a atenção que devemos ter ao pedalarmos pela Osvaldo Reis em qualquer dos dois sentidos.

Precisamos divulgar ao máximo este filme para que se comece uma campanha em prol de um sistema cicloviário entre as duas cidades.

Os poderes públicos não podem ignorar a grande demanda de ciclistas que transitam por esta via todos os dias. Digo mais, que esta demanda está totalmente reprimida haja visto que tem muito trabalhador que quer fazer uso da bicicleta para se deslocar ao seu trabalho através desta via mas não o faz por puro medo.

A rodovia Osvaldo Reis e a sua continuação em Balneário Camboriú, Avenida dos Estados estão totalmente esgotadas para os ciclistas. Com a grande demanda de automóveis e outros modais de grande porte, pedalar por ali está se tornando um suplício para todos. Nesta época de crise, o modal bicicleta vem de encontro a economia que todo o trabalhador poderia fazer ao deixar o seu carro e ir pedalando para o seu trabalho. Soma se a isto a saúde e o aumento da qualidade de vida que este trabalhador poderá obter sendo usuário de um modal tão ecologicamente correto.

Um ciclista a mais nas ruas significa um carro a menos no trânsito caótico do dia a dia. Mas para que isto aconteça, precisamos de uma infraestrutura digna e que gere a devida segurança para todos, inclusive para os motorista em geral. Afirmo isto com a convicção de quem pedala todos os dias, muitas vezes por esta via altamente perigosa para nós ciclistas.

A prefeitura de Balneário Camboriú já sinalizou que dará continuidade na extensão da ciclovia da Avenida dos Estados, que hoje termina em frente ao Angeloni, fazendo com que esta chegue até a Praia dos Amores, interligando o sistema ao Morro da Rainha e consecutivamente ao sistema da ciclofaixa da Avenida Atlântica.

Vamos aguardar esta iniciativa e torcer para que a prefeitura de Itajaí tenha uma atitude de igual valor. 

Para encerrar, solicito o apoio de todos os ciclistas e simpatizantes para que divulguem ao máximo este filme e que se unam a esta associação, para que juntos possamos ter força perante os administradores públicos, para que estes se sensibilizem com a nossa causa, tomando as devidas providencias para tal.

Acesse o link para visualizar o vídeo: https://agenciaprefixo.com/2016/04/26/ciclofaixa-bc-itajai-um-sonho-que-precisa-virar-realidade/

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 05/07/2016 às 12h23 | h.s.wendhausen@gmail.com



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Henrique da Silva Wendhausen

Assina a coluna Mobilidade Urbana BC

Administrador e cicloativista. Presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú


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Por Henrique da Silva Wendhausen

Pra onde queremos ir com a mobilidade urbana em Balneário Camboriú

Mobilidade Urbana, tanto quanto o ar, esta inserida na vida de toda uma população, atingindo todas as camadas sociais indistintamente. Digo isto sem medo de errar, haja visto que todos precisam se locomover de uma forma ou de outra, não só pelas cidades, mas entre elas também.

Aqui em Balneário Camboriú e nas cidades cornubadas ( Camboriú, Itajaí, Itapema e Navegantes) há em todas uma característica em comum, quase na sua totalidade, seus territórios são praticamente planos. Desta forma podemos nos deslocar por estas cidades sem precisaremos fazer muito esforço corporal. Podemos também, fazer uso da mobilidade urbana somente caminhando de um ponto ao outro ou usando modais muito simples, como skates, bicicletas, patins, patinetes elétricos entre outros.

Mas para que a mobilidade urbana seja efetiva, vamos precisar de uma organização para que cada modal ocupe seu espaço sem interferir no espaço do outro, ideia super simples, mas de difícil pratica. A cada dia que passa as cidades se enchem cada vez mais de modais com características diferentes, além dos já existentes do dia a dia, como automóveis e bicicletas, estão aparecendo os patinetes, esqueites elétricos, motocicletas elétricas entre outros que fogem do padrão dito normal, ou ainda posso dizer, que não estão regulamentados pelo C.T.B. – Código de Transito brasileiro.

A prefeitura de Balneário Camboriú através de seu corpo técnico, esta trabalhando para que a mobilidade urbana se efetive dentro dos padrões de uma organização, dando como resultado um conforto de deslocamento para os diversos usuários das vias. Posso citar a padronização das calçadas, mais largas e sem obstáculos para os pedestres, expansão do sistema cicloviário, o que é justo para um modal que atinge todas as classes sociais, a urbanização das vias, gerando conforto visual e prático, para todos que moram ou que passam por aqui, como a continuidade da expansão da 4 avenida e do sistema binário como um todo.

Portanto, senhoras e senhores, a conclusão a que chego, demonstra que não adianta enchermos as ruas com os diversos modais existentes, se não preparamos as cidades para recebe-los, com a devida expansão do sistema como um todo, sem favorecer a um em detrimento do outro. A prefeitura esta fazendo a sua parte, mas cabe a nós usuários, sabermos usufruir da mobilidade urbana com pertinência. Podemos caminhar, pedalar, pegar o ônibus e até ir de patinete, ao invés de usarmos o automóvel para tudo. Só desta forma vamos poder cobrar da administração pública a diminuição do desconforto que sentimos ao fazermos parte da mobilidade urbana como um todo.

Queremos uma cidade para as pessoas e não para as máquinas .......!!!

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 12/09/2018 às 10h36 | h.s.wendhausen@gmail.com

Balneário vai retroceder


(Foto: Divulgação/PMBC/Celso Peixoto)

Tenho certeza do que estou falando, haja visto que pelo mundo todo, as cidades estão tentando se tornar mais confortáveis e seguras para seus habitantes. E de que forma o estão fazendo, posso citar várias situações, entre elas esta a DIMINUIÇÃO da velocidade dos veículos pelas ruas, fazendo com que estas em caso de acidentes com atropelamentos, proteja seus cidadãos, diminuindo e muito, as ocorrências hospitalares. Explico, se um automóvel estiver andando a menos de 50 km/h, o índice de fraturas numa pessoa que pode ser atropelada por este, cai drasticamente e isto não sou eu que estou dizendo. Todas estas informações são baseadas em estatísticas, tanto que segue anexo a estes os ’’links’’ com os respectivos dados para confirmar.

Mas o que vemos hoje em Balneário Camboriú, uma lei que esta sendo aprovada para aumentar a velocidade das vias desta cidade, em 50 km/h. Idea totalmente retrógada que vai no sentido contrário do que se esta optando por cidades como Londres, Nova York, Berlin e outras mais, que em vez de privilegiar os ‘’automóveis’’, pensaram primeiro na segurança de seus habitantes. Desta forma Balneário esta indo totalmente na contramão do que se pode chamar de cidade para o futuro, pois é com ideias como esta que estaremos fadados a entrarmos para as estáticas, com números negativos em relação a segurança nas vias, sendo que não se precisa de um especialista para ver que com a velocidade de 50 km/h, ninguém estará seguro para transitar por esta cidade.

Se hoje aonde várias ruas são de 40 km/ e são fiscalizadas por radares, os acidentes são inúmeros, aonde podemos ver carros destruídos, trepados em postes e muros e mais ainda, quando estão envolvidos diretamente com mortes. Imaginem caros leitores, o que vai acontecer se esta lei do 50 km/h, for realmente aprovada, o quanto vamos ver de aumento de acidentes e ainda teremos que torcer para que não aconteça com alguém de nossas famílias ou com algum conhecido.

Para encerrar, convido a todos para que verdadeiramente em nome da segurança de toda uma população, façamos voz contra esta lei, tendo como primeiro objetivo a segurança de todos, fazendo com que Balneário Camboriú se torne cada vez mais uma cidade que privilegie as pessoas e não as maquinas.

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 04/09/2018 às 16h11 | h.s.wendhausen@gmail.com

Quando a crítica não ajuda

Caros

Lá atrás, antes mesmo de sua implementação, a ciclofaixa da avenida Atlântica foi muito criticada. Hoje já é destaque em diversos locais como mídia, para se ter uma boa qualidade de vida, como foi na foto estampada no carne do IPTU 2015 de BC. Obra está que de tão importante, foi e está sendo copiada por outras prefeituras em diversas outras orlas.

O exemplo que isto nos traz é o de que não devemos expressar uma opinião baseada no famoso achismo, sem antes pesquisarmos muito sobre o assunto. Como associação de ciclismo, a ACBC- associação de ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú, sabia de ante mão que está ciclofaixa na avenida Atlântica só traria benefícios para a sociedade. Não só para a saúde das pessoas que praticam o ciclismo, mas também, para aqueles que vem pela liberdade de se locomoverem livremente pela orla, não tendo uma barreira de automóveis na sua frente, como também dificultando a linda visão da praia que é uma das atrações de BC.

Com a retirada dos automóveis, pode se abrir um espaço a mais, numa orla em que este ficava bastante restrito no período da alta temporada. Desta forma aumentou e muito a demanda pela pratica de diversos esportes, como correr, andar de patins, de skate e até mesmo pela própria bicicleta, haja visto que se tornou um local muito aprazível de se estar ali.

Para encerrar, devemos parabenizar a administração pública da época, por ter bancando sem medo e com visão para o futuro, de que esta obra faz com que BC seja cada vez mais conhecida como uma CIDADE PARA AS PESSOAS.

ATT. Henrique Da Silva Wendhausen - Presidente - ACBC

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 11/01/2017 às 11h19 | h.s.wendhausen@gmail.com

As novas ideias não podem parar no tempo

Nestes dois seminários, 2013 e 2014, sobre mobilidade urbana que a ACBC realizou em parceria com o IFC, reuniu as pessoas interessadas em melhorar a mobilidade urbana das cidades de Camboriú e Balneário Camboriú.
 
Hoje colhemos os resultados mais que positivos das boas ideias daquela época. E afirmo isto porque temos uma estrutura cicloviária em desenvolvimento nestas duas cidades, mesmo porque devemos levar em consideração que são praticamente uma só. Sendo assim o que se faz para uma reflete automaticamente na outra, como uma extensão. 
 
Precisamos melhorar este sistema em muitos aspectos, mas já podemos falar que temos uma estrutura que nos ajuda a circular por ai sem precisar fazer o uso dos automóveis e por consequência, não ficarmos presos nos engarrafamentos do dia a dia. Isto por si só já pode ser considerada uma grande vitória, porque posso citar o nome de várias outras cidades, que mais ou menos na mesma época começaram com os mesmos objetivos que o nosso e não chegaram ainda a lugar algum. Exemplos, Blumenau, Joinville, Florianópolis e outras mais que não vem ao caso.
 
Mobilidade urbana já faz algum tempo é o assunto do momento, falar dela é o que dá ibope, tempo é dinheiro, mais do que nunca e ficar preso dentro de uma caixa sobre quatro rodas, mesmo que esta possua um ar condicionado e outras comodidades extravagantes, não nos levará a lugar algum, aliás leva, mas a um custo muito alto. E ficar preso no trânsito do dia a dia significa perder não só tempo, e desta forma temos que pensar em outras maneiras de nos locomovermos por aí. Não precisa ser um expert para saber que se uma cidade possui um meio de transporte público eficiente e uma malha cicloviária condizente com a sua realidade, como é o caso destas duas cidades, as pessoas automaticamente, vão migrar para estes dois modais sabendo dos benefícios que estes trarão para si. Desta forma, abrindo caminhos para todos.
 
Para encerrar, como no seminário lá atrás, temos que reunir as pessoas em prol de ideias que tragam benefícios para a sociedade como um todo, neste caso, para melhorarmos a maneira de como nos deslocamos por aí, tendo a certeza de que aqueles que não mudarem a sua maneira de se locomover pelas vias destas duas cidades, estarão fadados não só a perder tempo, mas dinheiro, saúde e qualidade de vida que é o que todos nós almejamos. 
 
 
 
Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 10/12/2016 às 17h34 | h.s.wendhausen@gmail.com

Atlântica Ativa todos os domingos

A Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú, desenvolve o projeto chamado rua de Lazer Atlântica Ativa desde 23 e março de 2014. A rua de lazer consiste em fechar meia pista da avenida Atlântica todo último domingo do mês, das 7:00 ás 14:00 horas, para que seja utilizada como área de lazer, extensão da ciclofaixa, como costume nas grandes capitais e uma tendência mundial em compartilhamento e aproveitamento de espaços públicos. 

Porém, desde o início do projeto a ACBC (associação de ciclismo) tem dificuldades em fechar a via por não ter material para criar a barreira de segurança entre a pista de rolamento dos carros e a área de lazer, ou seja, cones! As 12 edições da rua de lazer foram feitas com cones emprestados de empresas de aluguel e através de doação de 100 unidades da federação de ciclismo de Santa Catarina. O projeto é um sucesso e se tornou decreto municipal, porém ainda sem força pois o que nos falta é investimento e material.

Na manhã de 11 de julho 2016, os estacionamentos da avenida Brasil foram bloqueados em quase sua extensão, com cones, para a passagem da tocha olímpica, observando isso, eu, Chaves Junior, emiti uma solicitação, pedido, desabafo em meu facebook:

Excelentíssimo prefeito de Balneário Camboriú @edsonpiriquito , venho requisitar abertamente ao público, o pedido de que os cones que estejam sendo usados para bloquear o estacionamento da Av. Brasil por quase toda sua extensão, sejam os mesmos que possam ser usados para bloquear meia pista da avenida Atlântica por toda sua extensão, para que a avenida se transforme em Rua de Lazer Atlântica Ativa TODOS os domingos na baixa temporada. Este pedido já lhe foi feito em seu gabinete no final de 2014 e também está escrito em todos os TACs (termos de ajustamento de conduta) que a associação de ciclismo solicita e obtém para a realização da rua de lazer com todos os alvarás em dia. Sendo assim , solicito publicamente que a prefeitura, secretaria de obras , secretaria de trânsito e associação de ciclismo de Baln Camboriú, unam seus esforços para que tenhamos uma área de lazer gratuita e sem onerar cofres públicos para os moradores e visitantes. Com esta medida tomada , irá além de aumentar a segurança dos usuários, irá fomentar o comércio local, pois como vemos em domingos de sol, a ciclofaixa é tomada por uma grande quantidade de pedestres, ciclistas , skatistas e etc. Contamos com a colaboração da prefeitura e demais secretarias!!! Para o bem de nossa cidade! #atlanticaativa #balneariocamboriu

Clique aqui e apoie essa intenção

Com este pedido, esperamos que a prefeitura tome para si a responsabildiade de criar alternativas de lazer gratuito para a cidade, utilizando materiais que já tem sem seu poder e material humano que já são pagos para realizar serviços para o bem da comunidade!

Chaves Junior - Associação de Ciclismo de Balneário Camboriu ACBC

Escrito por Chaves Júnior, 12/07/2016 às 08h46 | chvsjr@gmail.com

Ciclovias e mais segurança já!

Associados da ACBC e demais ciclistas da região de Balneário Camboriú e Itajaí, o filme, anexo a este texto, demonstra a atenção que devemos ter ao pedalarmos pela Osvaldo Reis em qualquer dos dois sentidos.

Precisamos divulgar ao máximo este filme para que se comece uma campanha em prol de um sistema cicloviário entre as duas cidades.

Os poderes públicos não podem ignorar a grande demanda de ciclistas que transitam por esta via todos os dias. Digo mais, que esta demanda está totalmente reprimida haja visto que tem muito trabalhador que quer fazer uso da bicicleta para se deslocar ao seu trabalho através desta via mas não o faz por puro medo.

A rodovia Osvaldo Reis e a sua continuação em Balneário Camboriú, Avenida dos Estados estão totalmente esgotadas para os ciclistas. Com a grande demanda de automóveis e outros modais de grande porte, pedalar por ali está se tornando um suplício para todos. Nesta época de crise, o modal bicicleta vem de encontro a economia que todo o trabalhador poderia fazer ao deixar o seu carro e ir pedalando para o seu trabalho. Soma se a isto a saúde e o aumento da qualidade de vida que este trabalhador poderá obter sendo usuário de um modal tão ecologicamente correto.

Um ciclista a mais nas ruas significa um carro a menos no trânsito caótico do dia a dia. Mas para que isto aconteça, precisamos de uma infraestrutura digna e que gere a devida segurança para todos, inclusive para os motorista em geral. Afirmo isto com a convicção de quem pedala todos os dias, muitas vezes por esta via altamente perigosa para nós ciclistas.

A prefeitura de Balneário Camboriú já sinalizou que dará continuidade na extensão da ciclovia da Avenida dos Estados, que hoje termina em frente ao Angeloni, fazendo com que esta chegue até a Praia dos Amores, interligando o sistema ao Morro da Rainha e consecutivamente ao sistema da ciclofaixa da Avenida Atlântica.

Vamos aguardar esta iniciativa e torcer para que a prefeitura de Itajaí tenha uma atitude de igual valor. 

Para encerrar, solicito o apoio de todos os ciclistas e simpatizantes para que divulguem ao máximo este filme e que se unam a esta associação, para que juntos possamos ter força perante os administradores públicos, para que estes se sensibilizem com a nossa causa, tomando as devidas providencias para tal.

Acesse o link para visualizar o vídeo: https://agenciaprefixo.com/2016/04/26/ciclofaixa-bc-itajai-um-sonho-que-precisa-virar-realidade/

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 05/07/2016 às 12h23 | h.s.wendhausen@gmail.com



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