Jornal Página 3
Coluna
Drone
Por Hélvion Ribeiro

Lutero

Hoje tive o primeiro sinal de guerra, aqui em Berlim.

Então, um pedaço do muro, que por um absurdo de maldade humana dividiu a cidade ao meio, é um fato concreto marcante, mas não foi o que mais chocou.

Aqui é muito claro, foram os NAZISTAS, que produziram o genocídio também sobre os próprios compatriotas.

Alemães Nazistas mataram alemães que eram contra seu partido político, depois mataram mais inimigos políticos, depois mataram religiosos, homossexuais, judeus e quem mais eles odiassem. Temos que separar bem os que eram nazistas e os outros alemães que também foram vítimas do Partido Nazista.

Como disse, há muito pouco, sinais da guerra. Com a queda do muro tem bastante reconstrução ainda, também porque criou um espaço vazio no meio. Mas é difícil saber de que lado você está, se no ocidental ou oriental, apenas olhando a arquitetura hoje.

Bem, o sinal mais poderoso que vi da guerra, foi nós pés desta obra de bronze de 3 metros de altura. A imagem é de Lutero, segurando a bíblia. É uma obra impressionante.

Está na Alexander Platz.

Peço que vocês aproximem a imagem e vão ver que o tornozelo direito do sapato está estraçalhado. No lado do pé também tem um tiro , e na roupa tem varios tiros.

Que coisa! Para atravessar o bronze tem que ser um tiro potente...

Pois é sobre Lutero: nestes 14 dias de Alemanha, noto que é a figura mais repetida, em todos os lugares. É muito respeitado. Há muito material sobre Lutero e a Reforma que ele implantou. Impressiona!

Escrito por Hélvion Ribeiro, 05/09/2018 às 16h43 | helvionr@yahoo.com.br

F a s c i n a n t e!!!!!!

Está chuviscando aqui em Rothembur ob der Tauber.

É a cidade pequena mais linda e conservada da Idade Média.

Pesquisei informações em 15 diferentes fontes e todas diziam maravilhas desta cidadezinha da Alemanha, de 10.000 habitantes.

E é VERDADE!

É como o mais lindo sonho de Conto de Fadas ou de Natal.

Não tem como não se extasiar diante de centenas de casas construídas há séculos.

Não são construções simples, a maioria tem 3 ou 4 andares, e em muito boa situação. Floreiras por todo lado. TODAS as construções são muito antigas.

Há uma muralha em torno de toda a cidade.

Os produtos do comércio muito focado em lembranças para Visitantes, são excecionais.

A qualidade de tudo é no nível de Arte.

Povo muito educado e receptivo. Muitos hotéis nestas casas antigas, com uma decoração da época da Idade Média.

Mas não é de agora, é de antes mesmo.

Quem vier aqui não vai se decepcionar. A imagem que criei daqui , foi superada em 100 vezes pela realidade. É muito limpa e organizada. A comida e o vinho são muito bons também.

As vezes passa algum carro.

De noite se vê grupos, em volta de alguém que com uma roupa preta longa da Idade Média, chapéu preto, com uma lança e uma lanterna na mão, conta a belíssima história desta cidade!

Acho que não se pode pensar em ficar menos de 2 dias aqui. Mais da metade dos Visitantes, tem menos de 30 anos.

Uma criança, numa maravilhosa loja de enfeites de Natal, falou "- Mãe, eu quero morar sempre aqui ".

Olhem no Google, para ter uma ideia pálida do espetáculo que é isto aqui.

Escrito por Hélvion Ribeiro, 03/09/2018 às 11h50 | helvionr@yahoo.com.br

Deixando Munique

Ontem depois de 4 horas de sofrimento em DACHAU, acabamos numa OKTOBERFEST em uma pequena cidade aqui perto.

É Rosenheim 12.000 habitantes, e parecia que todo mundo tava dentro dum pavilhão GIGANTESCO - umas 8.000 pessoas.

Gente bonita, 60% com trajes típicos. Não é turista, é o local mesmo, dura 2 semanas. Parecia Blumenau.

Mas... vamos às diferenças:
Tinha banda com 30 componentes, mas NÃO tem dança. 90% das pessoas sentadas naquelas mesas compridíssimas.

Não tem copo de plástico, é só caneco de vidro e só de 1 (um) litro!

O chopp é MUITO mais gostoso que o nosso . Por que será?

Não era cobrado ingresso para entrar.

A turma bebe - MUITO.

A cada 3 ou 4 músicas, tem bons intervalos e a turma fala - todo mundo junto!

Agora Munique:

Deu pra ver ARENA onde o BAYER joga.

A cor da cobertura muda conforme a cor do time que tá jogando.

MUNIQUE - é uma cidade complexa, TECNOLÓGICA, futurista, muita ARTE, muita Engenharia e Medicina não dá pra ver em 5 dias. Aqui precisa tempo, melhor uns 20 dias, ou uns 2 meses , ou 1 ano - melhor ainda.

Ah.... são só 37 (trinta e sete) NOBELs.

Embora pra Rothenburg ob der Tauber.

FUI!

Escrito por Hélvion Ribeiro, 03/09/2018 às 11h46 | helvionr@yahoo.com.br

D A C H A U - Campo de Concentração Nazista

"O Trabalho Liberta ".

É esta a inscrição em cima do portão de entrada do fatídico primeiro Campo de Concentração, criado a 20 km de Munique.

Tem coisas que a gente tem que fazer.

Hoje foi O Dia do Sofrimento, com 4 horas passadas dentro deste monumento de selvageria, monstruosidade e último degrau da degradação humana.

Não é preciso carregar na descrição, porque isto é bem conhecido de todos nós, mas é necessário lembrar para que "jamais aconteça de novo".

3 das imagens mais cruéis das milhares que lá estão, mostram um prisioneiro que passou por uma das "experiências médicas" com aplicação artificial de ar para embolia que resultou fatal em 3 tempos.

Escrito por Hélvion Ribeiro, 31/08/2018 às 17h47 | helvionr@yahoo.com.br

Heidelberg - Alemanha

150.000 habitantes - 30.000 universitários, de todo o mundo.

Primeira Universidade criada na Alemanha por volta de 1.400. A terceira da Europa, depois de Praga e Viena.

9 (nove) prêmios Nobel.

É uma das melhores do país. Biblioteca com mais de 2.500.000 livros.

Cidade premiada pela ecologica.

Premiada como "CIDADE PREÇO JUSTO".

Aqui no Centro Histórico, é um conto de fadas de 2km. Castelo na montanha, arquitetura preservadíssima.

Não tem 1 vendedor ambulante, não tem 1 guarda de trânsito, não se vê policiais, não tem 1 seguranca em nenhuma loja ou shoppings.
Povo educado, sem estresse, receptivo.

Impressionante como o preço é justo.

Limpa. Calma. Silenciosa.

Deve ser lindíssima no inverno, com a neve.

Pena que não tem mar!

Escrito por Hélvion Ribeiro, 27/08/2018 às 16h57 | helvionr@yahoo.com.br

FRANKFURT x B. CAMBORIÚ

Frankfurt, com seus 700 mil habitantes e 2 milhões na área metropolitana é uma das cidades mais ricas e importantes da Alemanha.

Centro financeiro do país, com 380 bancos e é sede do Banco Central Europeu, tem a maior feira de livros do mundo. Também é uma das sedes da Biblioteca Nacional da Alemanha.

Com 60 museus, 50 galerias e 30 teatros trata a cultura e a arte como coisa muito séria.

Dedica um espaço em suas praças para obras de Arte de grandes dimensões e qualidade.

É uma mistura de Blumenau e B. Camboriú. Blumenau pela força da arquitetura germânica e B. Camboriú pelo arrojo de seus novos edifícios.

Só que tem muito mais história, melhor preservação e muito... muito mais qualidade...

Mictório masculino na rua, com 4 vagas em Frankfurt - Alemanha.

Por outro lado é chamada Mainhattan (similar ao famoso bairro de NY) porque tem um complexo de edifícios que misturam alumínio, aço, mármore e blindex espelhados altíssimos e com formas muito diferentes. Não são aqueles caixotes. Aqui os arquitetos têm coragem de inovar e privilegiar o espaço e a luz natural. Existem edifícios muito altos modernos, e outros baixos, mais antigos mas muito bem conservador.

Gente de 168 países formam a sua população e a influência asiática chama a atenção. A africana não.

O comércio é espetacular com uma variedade e qualidade que ainda não existe no Brasil.

A moda é fina e sofisticada, mas existe um grupo grande de garotas descoladas, que não tão nem aí.

As pessoas são gentis e educadas, apesar do estrupício do alemão. Todo mundo fala um bit de inglês- língua universal.

O pessoal aqui gosta muito de uma BMW. Visitamos a casa de Goethe - é uma puta casa de 5 andares.

Quase tudo aqui foi destruído e reconstruído na segunda guerra mundial. Mas não se esconde nada.

Muitos, muitos restaurantes. Turistas nem tanto. Bastante americanos e asiáticos.

É um povo tranquilo, faz as coisas bem feito para não fazer de novo.

As construções são maciças, mas leves. Tudo é organizado, mas tem sim, alguns mendigos dormindo na rua.

Os shoppings são espetaculares e o chopp também, mas não tem mar!

 

Escrito por Hélvion Ribeiro, 24/08/2018 às 18h48 | helvionr@yahoo.com.br



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Hélvion Ribeiro

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Hélvion A. Ribeiro, 69. Atuou como Dentista em Lages, Urubici, Fpolis, RJ, Camboriú, Itajaí, Blumenau e BC. Seu trabalho mais importante é contribuir como voluntário, especialmente pela Universidade Gratuita. Pai de 3 médicos, tem 5 netos, faz academia rural no sítio em B. Camboriú onde tem a felicidade de viver há 20 anos.


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Lutero

Hoje tive o primeiro sinal de guerra, aqui em Berlim.

Então, um pedaço do muro, que por um absurdo de maldade humana dividiu a cidade ao meio, é um fato concreto marcante, mas não foi o que mais chocou.

Aqui é muito claro, foram os NAZISTAS, que produziram o genocídio também sobre os próprios compatriotas.

Alemães Nazistas mataram alemães que eram contra seu partido político, depois mataram mais inimigos políticos, depois mataram religiosos, homossexuais, judeus e quem mais eles odiassem. Temos que separar bem os que eram nazistas e os outros alemães que também foram vítimas do Partido Nazista.

Como disse, há muito pouco, sinais da guerra. Com a queda do muro tem bastante reconstrução ainda, também porque criou um espaço vazio no meio. Mas é difícil saber de que lado você está, se no ocidental ou oriental, apenas olhando a arquitetura hoje.

Bem, o sinal mais poderoso que vi da guerra, foi nós pés desta obra de bronze de 3 metros de altura. A imagem é de Lutero, segurando a bíblia. É uma obra impressionante.

Está na Alexander Platz.

Peço que vocês aproximem a imagem e vão ver que o tornozelo direito do sapato está estraçalhado. No lado do pé também tem um tiro , e na roupa tem varios tiros.

Que coisa! Para atravessar o bronze tem que ser um tiro potente...

Pois é sobre Lutero: nestes 14 dias de Alemanha, noto que é a figura mais repetida, em todos os lugares. É muito respeitado. Há muito material sobre Lutero e a Reforma que ele implantou. Impressiona!

Escrito por Hélvion Ribeiro, 05/09/2018 às 16h43 | helvionr@yahoo.com.br

F a s c i n a n t e!!!!!!

Está chuviscando aqui em Rothembur ob der Tauber.

É a cidade pequena mais linda e conservada da Idade Média.

Pesquisei informações em 15 diferentes fontes e todas diziam maravilhas desta cidadezinha da Alemanha, de 10.000 habitantes.

E é VERDADE!

É como o mais lindo sonho de Conto de Fadas ou de Natal.

Não tem como não se extasiar diante de centenas de casas construídas há séculos.

Não são construções simples, a maioria tem 3 ou 4 andares, e em muito boa situação. Floreiras por todo lado. TODAS as construções são muito antigas.

Há uma muralha em torno de toda a cidade.

Os produtos do comércio muito focado em lembranças para Visitantes, são excecionais.

A qualidade de tudo é no nível de Arte.

Povo muito educado e receptivo. Muitos hotéis nestas casas antigas, com uma decoração da época da Idade Média.

Mas não é de agora, é de antes mesmo.

Quem vier aqui não vai se decepcionar. A imagem que criei daqui , foi superada em 100 vezes pela realidade. É muito limpa e organizada. A comida e o vinho são muito bons também.

As vezes passa algum carro.

De noite se vê grupos, em volta de alguém que com uma roupa preta longa da Idade Média, chapéu preto, com uma lança e uma lanterna na mão, conta a belíssima história desta cidade!

Acho que não se pode pensar em ficar menos de 2 dias aqui. Mais da metade dos Visitantes, tem menos de 30 anos.

Uma criança, numa maravilhosa loja de enfeites de Natal, falou "- Mãe, eu quero morar sempre aqui ".

Olhem no Google, para ter uma ideia pálida do espetáculo que é isto aqui.

Escrito por Hélvion Ribeiro, 03/09/2018 às 11h50 | helvionr@yahoo.com.br

Deixando Munique

Ontem depois de 4 horas de sofrimento em DACHAU, acabamos numa OKTOBERFEST em uma pequena cidade aqui perto.

É Rosenheim 12.000 habitantes, e parecia que todo mundo tava dentro dum pavilhão GIGANTESCO - umas 8.000 pessoas.

Gente bonita, 60% com trajes típicos. Não é turista, é o local mesmo, dura 2 semanas. Parecia Blumenau.

Mas... vamos às diferenças:
Tinha banda com 30 componentes, mas NÃO tem dança. 90% das pessoas sentadas naquelas mesas compridíssimas.

Não tem copo de plástico, é só caneco de vidro e só de 1 (um) litro!

O chopp é MUITO mais gostoso que o nosso . Por que será?

Não era cobrado ingresso para entrar.

A turma bebe - MUITO.

A cada 3 ou 4 músicas, tem bons intervalos e a turma fala - todo mundo junto!

Agora Munique:

Deu pra ver ARENA onde o BAYER joga.

A cor da cobertura muda conforme a cor do time que tá jogando.

MUNIQUE - é uma cidade complexa, TECNOLÓGICA, futurista, muita ARTE, muita Engenharia e Medicina não dá pra ver em 5 dias. Aqui precisa tempo, melhor uns 20 dias, ou uns 2 meses , ou 1 ano - melhor ainda.

Ah.... são só 37 (trinta e sete) NOBELs.

Embora pra Rothenburg ob der Tauber.

FUI!

Escrito por Hélvion Ribeiro, 03/09/2018 às 11h46 | helvionr@yahoo.com.br

D A C H A U - Campo de Concentração Nazista

"O Trabalho Liberta ".

É esta a inscrição em cima do portão de entrada do fatídico primeiro Campo de Concentração, criado a 20 km de Munique.

Tem coisas que a gente tem que fazer.

Hoje foi O Dia do Sofrimento, com 4 horas passadas dentro deste monumento de selvageria, monstruosidade e último degrau da degradação humana.

Não é preciso carregar na descrição, porque isto é bem conhecido de todos nós, mas é necessário lembrar para que "jamais aconteça de novo".

3 das imagens mais cruéis das milhares que lá estão, mostram um prisioneiro que passou por uma das "experiências médicas" com aplicação artificial de ar para embolia que resultou fatal em 3 tempos.

Escrito por Hélvion Ribeiro, 31/08/2018 às 17h47 | helvionr@yahoo.com.br

Heidelberg - Alemanha

150.000 habitantes - 30.000 universitários, de todo o mundo.

Primeira Universidade criada na Alemanha por volta de 1.400. A terceira da Europa, depois de Praga e Viena.

9 (nove) prêmios Nobel.

É uma das melhores do país. Biblioteca com mais de 2.500.000 livros.

Cidade premiada pela ecologica.

Premiada como "CIDADE PREÇO JUSTO".

Aqui no Centro Histórico, é um conto de fadas de 2km. Castelo na montanha, arquitetura preservadíssima.

Não tem 1 vendedor ambulante, não tem 1 guarda de trânsito, não se vê policiais, não tem 1 seguranca em nenhuma loja ou shoppings.
Povo educado, sem estresse, receptivo.

Impressionante como o preço é justo.

Limpa. Calma. Silenciosa.

Deve ser lindíssima no inverno, com a neve.

Pena que não tem mar!

Escrito por Hélvion Ribeiro, 27/08/2018 às 16h57 | helvionr@yahoo.com.br

FRANKFURT x B. CAMBORIÚ

Frankfurt, com seus 700 mil habitantes e 2 milhões na área metropolitana é uma das cidades mais ricas e importantes da Alemanha.

Centro financeiro do país, com 380 bancos e é sede do Banco Central Europeu, tem a maior feira de livros do mundo. Também é uma das sedes da Biblioteca Nacional da Alemanha.

Com 60 museus, 50 galerias e 30 teatros trata a cultura e a arte como coisa muito séria.

Dedica um espaço em suas praças para obras de Arte de grandes dimensões e qualidade.

É uma mistura de Blumenau e B. Camboriú. Blumenau pela força da arquitetura germânica e B. Camboriú pelo arrojo de seus novos edifícios.

Só que tem muito mais história, melhor preservação e muito... muito mais qualidade...

Mictório masculino na rua, com 4 vagas em Frankfurt - Alemanha.

Por outro lado é chamada Mainhattan (similar ao famoso bairro de NY) porque tem um complexo de edifícios que misturam alumínio, aço, mármore e blindex espelhados altíssimos e com formas muito diferentes. Não são aqueles caixotes. Aqui os arquitetos têm coragem de inovar e privilegiar o espaço e a luz natural. Existem edifícios muito altos modernos, e outros baixos, mais antigos mas muito bem conservador.

Gente de 168 países formam a sua população e a influência asiática chama a atenção. A africana não.

O comércio é espetacular com uma variedade e qualidade que ainda não existe no Brasil.

A moda é fina e sofisticada, mas existe um grupo grande de garotas descoladas, que não tão nem aí.

As pessoas são gentis e educadas, apesar do estrupício do alemão. Todo mundo fala um bit de inglês- língua universal.

O pessoal aqui gosta muito de uma BMW. Visitamos a casa de Goethe - é uma puta casa de 5 andares.

Quase tudo aqui foi destruído e reconstruído na segunda guerra mundial. Mas não se esconde nada.

Muitos, muitos restaurantes. Turistas nem tanto. Bastante americanos e asiáticos.

É um povo tranquilo, faz as coisas bem feito para não fazer de novo.

As construções são maciças, mas leves. Tudo é organizado, mas tem sim, alguns mendigos dormindo na rua.

Os shoppings são espetaculares e o chopp também, mas não tem mar!

 

Escrito por Hélvion Ribeiro, 24/08/2018 às 18h48 | helvionr@yahoo.com.br



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Hélvion A. Ribeiro, 69. Atuou como Dentista em Lages, Urubici, Fpolis, RJ, Camboriú, Itajaí, Blumenau e BC. Seu trabalho mais importante é contribuir como voluntário, especialmente pela Universidade Gratuita. Pai de 3 médicos, tem 5 netos, faz academia rural no sítio em B. Camboriú onde tem a felicidade de viver há 20 anos.


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