Jornal Página 3
Coluna
Frente & Verso
Por Daniele Sisnandes

Mimo vence festival da canção

A música autoral da região escreveu mais um belo capítulo neste final de semana.

O grupo Mimo, de Itajaí/Porto Belo, foi o grande vencedor da 32ª edição do Moenda da Canção, festival em Santo Antônio da Patrulha, no Rio Grande do Sul.

Formado por Giana Cervi, Vê Domingos e Bruno Kohl, o Mimo concorreu com a música Transbordar e emplacou como melhor música e melhor melodia.

A Moenda da Canção é um dos maiores e mais tradicionais festivais da canção do estado gaúcho. Foi criado em 1978 e tem edições ininterruptas desde 1986.

A edição deste ano contou com nada menos que 645 músicas inscritas. 16 foram selecionadas, apenas eram duas catarinenses.

Para quem quiser ver de perto o talento desse trio transbordar, no dia 1º de setembro o Mimo volta a se reunir no palco, desta vez durante a 21ª edição do Festival de Música de Itajaí, no Teatro Municipal. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) ou R$ 10 (meia).

Confira um trecho da apresentação:

Crédito das imagens: Schibian Philemonn Oliveira Costa

 Fique por dentro de tudo aqui.

Escrito por Daniele Sisnandes, 15/08/2018 às 17h17 | danikahc@gmail.com

JP3 27: um viva a todas as fases!

Estou nos meus últimos dias de férias, mas hoje o Página 3 completa 27 anos de história e também queria registrar minhas lembranças.

É normal em datas comemorativas a gente pensar no que passou, na trajetória até chegar ali e geralmente lembramos mais do que passou há mais tempo. Mas como estou na casa há 11 anos posso falar dessa parte mais recente da história, que também é uma história e tanto.

Entrei pra equipe na última semana de julho de 2007, porém o Página 3 entrou na minha vida no começo dos anos 2000, quando eu ainda era uma adolescente idealista.

Naquela época o punk rock me apresentou o Pablo, um amigo querido que já não está mais entre nós, e que entregava o jornal. Ele me conhecia e achava que eu ia gostar do Página 3 e assim passou a atirar edições fresquinhas na sacada do apartamento em que eu morava, na Rua 700. Foi assim que eu me lembro de conhecer aquele jornalão standart e invocado. Depois conheci a Carol e foi ela que abriu as portas pra mim no Página, alguns anos depois, em 2007, quando eu já cursava jornalismo.

Desde então MUITA coisa mudou, mas vejo tudo com amor. Os padrões de leitura mudaram e mudamos com ele. Também amava ver o papel chegando aos sábados com todo aquele trabalho estampado, mas gosto de pensar no digital com muito entusiasmo.

Em 2017 o Página 3 criou um novo padrão de publicações, eram mensais e com um cara toda diferente, coisa linda de se fazer e ver. Em 2018 veio a decisão de suspender a impressão. O jogo virou e o portal de notícias se tornou de verdade a prioridade número 1.

As métricas contam muito sobre o gosto do leitor, o que o atrai, por quanto tempo, conseguimos entender melhor quem está do outro lado.

Nunca fomos tão lidos ou tivemos tanto alcance. Nunca publicamos tanto online também. É frenético e constante, a notícia não precisa mais esperar.

Imprimimos nossas características no digital e temos um portal que atende muitos públicos. Que cobre de forma única e carinhosa o esporte local, a política, a cidade, a cultura. A gente sabe tragédia e fama atraem, mas produzimos pouco, também um reflexo de quem somos por trás da tela.

Na verdade, uma publicação reflete muito quem a produz. O Página 3 online tem o ideal do impresso, mas com muito mais possibilidades, é um veículo que tem a cara de Balneário Camboriú. Tem mais alcance, mais espaço para escrever, mais vozes, ele é feito por muitos…

Por isso fica aqui minha gratidão, respeito e meus parabéns a todos, de todas as épocas, que colaboraram, enviaram fax, cartas, whats de madrugada, aos apoiadores comerciais pelo reconhecimento e confiança, aos colunistas do online que dispõem de seu tempo para mostrar seu olhar para o mundo através dessa empresa, aos profissionais maravilhosos que passaram por essa redação, aos idealizadores que mantêm o sonho vivo.

E um muito obrigada especial ao leitores, tudo isso só faz sentido por causa de vocês. Vida longa!

Escrito por Daniele Sisnandes, 26/07/2018 às 15h57 | danikahc@gmail.com

O Saboroso vem aí

Foto: Luciano Dias

Chega essa época do ano e a expectativa fica a mil para o início do festival gastronômico Balneário Saboroso, que acontece entre os dias 5 e 29 de julho, em Balneário Camboriú. É sempre aquela dúvida deliciosa de percorrer o cardápio dos mais de 30 restaurantes participantes em busca dos que mais instiga nossos sentidos.

E foi justamente pensando nos sentidos que o Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau formatou o vídeo da campanha deste ano. E ficou lindo!

Tem bom gosto, mostra que a escolha de ir a um restaurante vai muito além de uma necessidade básica, é uma decisão que contempla desejos e a felicidade de estar em uma cidade como Balneário Camboriú.

A Adriana Both de Pin, executiva do Convention, contou que o conceito buscou um lado mais contemporâneo e de humanização no vídeo.

O filme mostra uma mulher que chega em casa e tem os sentidos aguçados. Ela sai sozinha, passeia pela cidade e vivencia os principais pontos, antes de ter a experiência no restaurante. É exatamente o que Balneário é, um lugar livre para tornar desejos em realidade.

Vai muito além dos menus, mas eles continuam sendo os protagonistas deste evento que inspira tantos destinos e atrai tantos visitantes nesta época. A Adriana lembra que o Saboroso já é uma referência e por isso o festival precisa trazer sempre novos conceitos. E muito disso se vê na qualidade e evolução dos menus oferecidos pelo festival.

O Convention trouxe essa proposta de valorizar os ingredientes regionais o que parece que inspirou os chefs. Os menus estão super contemporâneos e mesmo os mais tradicionais trazem uma pegada mais conceitual, vale a conferida no site.

Além disso, o Convention também propôs que os participantes oferecessem versões vegetarianas e alguns aderiram, o que é muito bacana, um carinho a mais para o cliente. Isso sem contar que tem programação paralela para quem é encantado pelo mundo da gastronomia e tem fome de conhecimento também.

Com uma combinação dessa o festival tem tudo para ser mais um sucesso, bater os mais de 14 mil menus vendidos no ano passado e ainda se consolidar como um dos melhores presentes que Balneário Camboriú já ganhou em seu aniversário.

Pra saber mais clique aqui.

Vídeo:

Escrito por Daniele Sisnandes, 27/06/2018 às 18h21 | danikahc@gmail.com

Ainda acham ruim

A Copa mal começou e já tem brasileiro fazendo a gente passar vergonha. Não bastasse a viralização do vídeo em que um grupo de brasileiros faz uma mulher estrangeira repetir ofensas sem entender o significado, ainda tem um pessoal que sai em defesa deles.

É inacreditável, mas em pleno 2018 ainda tem seres humanos que acham ruim a revolta da internet, chamando as pessoas que se colocaram contra o vídeo de “mimimi” ou “modinha”.

Gente do céu, dá para parar um pouco e pensar no que estão falando? Será que essas pessoas não têm família? E se fosse com uma filha ou irmã, seria normal também?

Esses escrotos - e me desculpe a palavra mas é difícil encontrar algo melhor - foram pegos no flagra porque seus próprios amigos vazaram o vídeo, mas a verdade é que esse tipo de coisa acontece todo dia, dos grupos de WhatsApp às conversas de botequim, das ruas aos celulares de gente do alto escalão. Não há barreiras sociais para o machismo.

Na Copa então...leia mais neste link.

Estamos vivendo um momento importante da história em que a misoginia vem sendo combatida com muita força graças às redes sociais. É a hora de todos, homens e mulheres repensarem seus próprios atos e pensamentos e combaterem esse tipo de postura.

Se acha ruim mudar, imagine como é para quem ouve a vida inteira comentários esdrúxulos? Evoluir faz parte pessoal, não tem nada de errado não. Vergonha é fazer parte desse time aí! Vamos em frente, na esperança de um mundo com mais respeito e empatia.

Escrito por Daniele Sisnandes, 19/06/2018 às 14h41 | danikahc@gmail.com

Seletiva Rock’n Beer

O Festival Rock’n Beer, que tem como lema abrir espaço para os originais, tanto no rock como na produção de cerveja artesanal, acontece este ano nos dias 15 e 16 de setembro, em Itajaí. Bandas interessadas em tocar no primeiro dia do festival têm até esta quarta-feira (6) para efetuarem a inscrição.

Das bandas inscritas, nove serão selecionadas. Elas serão divididas em três etapas semifinais, que acontecerão em junho e julho em bares de Itajaí.

A novidade desta edição é que aumentaram as chances de tocar no palco do Rock'n Beer. Antes apenas uma banda era selecionada, mas em 2018 três representantes da música autoral vão disputar a grande final no palco do Festival.

É uma baita oportunidade de tocar em um evento cheio de gente interessada na música autoral e galgar espaço na efervescente cena independente. 

A vencedora da Seletiva Rock´n Beer 2018 ganha a gravação de uma música com vídeo making-of em um estúdio profissional de Itajaí.

Lembrando que só podem se inscrever bandas autorais e que nunca tenham participado do festival.

Inscrições neste link http://www.festivalrocknbeer.com.br/wp/seletiva

Escrito por Daniele Sisnandes, 05/06/2018 às 09h58 | danikahc@gmail.com

As malditas cornetas

Moro perto de uma escola e isso não me incomoda nenhum pouco, apesar do movimento constante, alunos saindo mais cedo diariamente e aquele zum zum zum danado do começo e final das aulas. Nem a festa junina com funk, nem os encerramentos de semestre com cantoria no ginásio, até me divirto. O que me incomoda e muito é uma moda nova: a corneta nas bicicletas!

São geralmente adolescentes maquinados na corneta que aparecem principalmente no fim da aula. Vejo que não se trata de uso por necessidade, é um subterfúgio não convencional para chamar a atenção e que causa danos colaterais.

Na verdade a corneta não me afeta diretamente, mas sim nossas cachorras, especialmente uma cadela de porte grande e protetora da casa, mas que fica extremamente abalada com foguetes e buzinas bizarras.

Não é brincadeira nem exagero. É só ouvir o barulho que começa a correria pela casa. Um dia deixamos as cadelas presas na varanda e saímos. Quando minha mãe chegou achou que tinha entrado em uma cena de crime. Tinha marcas de sangue por toda casa e não era pouco! 

A cachorra ficou tão apavorada com o barulho no fim da aula (não sei precisar se foram bombinhas ou essa corneta das bikes) que deu um jeito de quebrar o vidro da porta e passar por uma proteção de borracha que usamos para isolar o som.

Nesse apavoro ela ficou presa, e nem o vidro foi o bastante para fazê-la desistir de sair dali. Ela se cortou bastante, e ainda tem a marca do talho profundo no longo nariz de pastor alemão para provar. Minh mãe tirou fotos, só que não seria uma boa postar... Passei dias cuidando daquilo, com o coração partido claro, mas tentando entender como um cachorrão daquele acaba traumatizado.

Tem coisas que não vamos entender. Nunca algo assim tinha acontecido e claro que nunca mais deixamos elas lá sozinhas em dias de aula.

Mas eu queria mesmo era falar sobre as malditas cornetas. Não sei se é moda, mas estão se espalhando e cada dia diminui o intervalo de paz dos bichos da rua.

Agora há até catadores de materiais recicláveis usando as buzinas quando se aproximam dos portões. É uma tática que parece inofensiva, mas é maldosa com a bicharada e até perigosa... vai que dá ideia para os mal intencionados.

Enfim...mães e pais, se o filho de vocês também quiser maquinar a bike ou levar bombinhas para a escola, lembre eles que tudo que fazemos pode afetar o outro, e será que é isso mesmo que queremos?

Escrito por Daniele Sisnandes, 17/05/2018 às 17h01 | danikahc@gmail.com



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Daniele Sisnandes

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Ama a música, as letras e gargalhadas. Sonhadora com os pés no chão. Jornalista. Editoria do Página 3 Online. Quer ir além da pirâmide invertida, mas que seja frente e verso.


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Mimo vence festival da canção

A música autoral da região escreveu mais um belo capítulo neste final de semana.

O grupo Mimo, de Itajaí/Porto Belo, foi o grande vencedor da 32ª edição do Moenda da Canção, festival em Santo Antônio da Patrulha, no Rio Grande do Sul.

Formado por Giana Cervi, Vê Domingos e Bruno Kohl, o Mimo concorreu com a música Transbordar e emplacou como melhor música e melhor melodia.

A Moenda da Canção é um dos maiores e mais tradicionais festivais da canção do estado gaúcho. Foi criado em 1978 e tem edições ininterruptas desde 1986.

A edição deste ano contou com nada menos que 645 músicas inscritas. 16 foram selecionadas, apenas eram duas catarinenses.

Para quem quiser ver de perto o talento desse trio transbordar, no dia 1º de setembro o Mimo volta a se reunir no palco, desta vez durante a 21ª edição do Festival de Música de Itajaí, no Teatro Municipal. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) ou R$ 10 (meia).

Confira um trecho da apresentação:

Crédito das imagens: Schibian Philemonn Oliveira Costa

 Fique por dentro de tudo aqui.

Escrito por Daniele Sisnandes, 15/08/2018 às 17h17 | danikahc@gmail.com

JP3 27: um viva a todas as fases!

Estou nos meus últimos dias de férias, mas hoje o Página 3 completa 27 anos de história e também queria registrar minhas lembranças.

É normal em datas comemorativas a gente pensar no que passou, na trajetória até chegar ali e geralmente lembramos mais do que passou há mais tempo. Mas como estou na casa há 11 anos posso falar dessa parte mais recente da história, que também é uma história e tanto.

Entrei pra equipe na última semana de julho de 2007, porém o Página 3 entrou na minha vida no começo dos anos 2000, quando eu ainda era uma adolescente idealista.

Naquela época o punk rock me apresentou o Pablo, um amigo querido que já não está mais entre nós, e que entregava o jornal. Ele me conhecia e achava que eu ia gostar do Página 3 e assim passou a atirar edições fresquinhas na sacada do apartamento em que eu morava, na Rua 700. Foi assim que eu me lembro de conhecer aquele jornalão standart e invocado. Depois conheci a Carol e foi ela que abriu as portas pra mim no Página, alguns anos depois, em 2007, quando eu já cursava jornalismo.

Desde então MUITA coisa mudou, mas vejo tudo com amor. Os padrões de leitura mudaram e mudamos com ele. Também amava ver o papel chegando aos sábados com todo aquele trabalho estampado, mas gosto de pensar no digital com muito entusiasmo.

Em 2017 o Página 3 criou um novo padrão de publicações, eram mensais e com um cara toda diferente, coisa linda de se fazer e ver. Em 2018 veio a decisão de suspender a impressão. O jogo virou e o portal de notícias se tornou de verdade a prioridade número 1.

As métricas contam muito sobre o gosto do leitor, o que o atrai, por quanto tempo, conseguimos entender melhor quem está do outro lado.

Nunca fomos tão lidos ou tivemos tanto alcance. Nunca publicamos tanto online também. É frenético e constante, a notícia não precisa mais esperar.

Imprimimos nossas características no digital e temos um portal que atende muitos públicos. Que cobre de forma única e carinhosa o esporte local, a política, a cidade, a cultura. A gente sabe tragédia e fama atraem, mas produzimos pouco, também um reflexo de quem somos por trás da tela.

Na verdade, uma publicação reflete muito quem a produz. O Página 3 online tem o ideal do impresso, mas com muito mais possibilidades, é um veículo que tem a cara de Balneário Camboriú. Tem mais alcance, mais espaço para escrever, mais vozes, ele é feito por muitos…

Por isso fica aqui minha gratidão, respeito e meus parabéns a todos, de todas as épocas, que colaboraram, enviaram fax, cartas, whats de madrugada, aos apoiadores comerciais pelo reconhecimento e confiança, aos colunistas do online que dispõem de seu tempo para mostrar seu olhar para o mundo através dessa empresa, aos profissionais maravilhosos que passaram por essa redação, aos idealizadores que mantêm o sonho vivo.

E um muito obrigada especial ao leitores, tudo isso só faz sentido por causa de vocês. Vida longa!

Escrito por Daniele Sisnandes, 26/07/2018 às 15h57 | danikahc@gmail.com

O Saboroso vem aí

Foto: Luciano Dias

Chega essa época do ano e a expectativa fica a mil para o início do festival gastronômico Balneário Saboroso, que acontece entre os dias 5 e 29 de julho, em Balneário Camboriú. É sempre aquela dúvida deliciosa de percorrer o cardápio dos mais de 30 restaurantes participantes em busca dos que mais instiga nossos sentidos.

E foi justamente pensando nos sentidos que o Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau formatou o vídeo da campanha deste ano. E ficou lindo!

Tem bom gosto, mostra que a escolha de ir a um restaurante vai muito além de uma necessidade básica, é uma decisão que contempla desejos e a felicidade de estar em uma cidade como Balneário Camboriú.

A Adriana Both de Pin, executiva do Convention, contou que o conceito buscou um lado mais contemporâneo e de humanização no vídeo.

O filme mostra uma mulher que chega em casa e tem os sentidos aguçados. Ela sai sozinha, passeia pela cidade e vivencia os principais pontos, antes de ter a experiência no restaurante. É exatamente o que Balneário é, um lugar livre para tornar desejos em realidade.

Vai muito além dos menus, mas eles continuam sendo os protagonistas deste evento que inspira tantos destinos e atrai tantos visitantes nesta época. A Adriana lembra que o Saboroso já é uma referência e por isso o festival precisa trazer sempre novos conceitos. E muito disso se vê na qualidade e evolução dos menus oferecidos pelo festival.

O Convention trouxe essa proposta de valorizar os ingredientes regionais o que parece que inspirou os chefs. Os menus estão super contemporâneos e mesmo os mais tradicionais trazem uma pegada mais conceitual, vale a conferida no site.

Além disso, o Convention também propôs que os participantes oferecessem versões vegetarianas e alguns aderiram, o que é muito bacana, um carinho a mais para o cliente. Isso sem contar que tem programação paralela para quem é encantado pelo mundo da gastronomia e tem fome de conhecimento também.

Com uma combinação dessa o festival tem tudo para ser mais um sucesso, bater os mais de 14 mil menus vendidos no ano passado e ainda se consolidar como um dos melhores presentes que Balneário Camboriú já ganhou em seu aniversário.

Pra saber mais clique aqui.

Vídeo:

Escrito por Daniele Sisnandes, 27/06/2018 às 18h21 | danikahc@gmail.com

Ainda acham ruim

A Copa mal começou e já tem brasileiro fazendo a gente passar vergonha. Não bastasse a viralização do vídeo em que um grupo de brasileiros faz uma mulher estrangeira repetir ofensas sem entender o significado, ainda tem um pessoal que sai em defesa deles.

É inacreditável, mas em pleno 2018 ainda tem seres humanos que acham ruim a revolta da internet, chamando as pessoas que se colocaram contra o vídeo de “mimimi” ou “modinha”.

Gente do céu, dá para parar um pouco e pensar no que estão falando? Será que essas pessoas não têm família? E se fosse com uma filha ou irmã, seria normal também?

Esses escrotos - e me desculpe a palavra mas é difícil encontrar algo melhor - foram pegos no flagra porque seus próprios amigos vazaram o vídeo, mas a verdade é que esse tipo de coisa acontece todo dia, dos grupos de WhatsApp às conversas de botequim, das ruas aos celulares de gente do alto escalão. Não há barreiras sociais para o machismo.

Na Copa então...leia mais neste link.

Estamos vivendo um momento importante da história em que a misoginia vem sendo combatida com muita força graças às redes sociais. É a hora de todos, homens e mulheres repensarem seus próprios atos e pensamentos e combaterem esse tipo de postura.

Se acha ruim mudar, imagine como é para quem ouve a vida inteira comentários esdrúxulos? Evoluir faz parte pessoal, não tem nada de errado não. Vergonha é fazer parte desse time aí! Vamos em frente, na esperança de um mundo com mais respeito e empatia.

Escrito por Daniele Sisnandes, 19/06/2018 às 14h41 | danikahc@gmail.com

Seletiva Rock’n Beer

O Festival Rock’n Beer, que tem como lema abrir espaço para os originais, tanto no rock como na produção de cerveja artesanal, acontece este ano nos dias 15 e 16 de setembro, em Itajaí. Bandas interessadas em tocar no primeiro dia do festival têm até esta quarta-feira (6) para efetuarem a inscrição.

Das bandas inscritas, nove serão selecionadas. Elas serão divididas em três etapas semifinais, que acontecerão em junho e julho em bares de Itajaí.

A novidade desta edição é que aumentaram as chances de tocar no palco do Rock'n Beer. Antes apenas uma banda era selecionada, mas em 2018 três representantes da música autoral vão disputar a grande final no palco do Festival.

É uma baita oportunidade de tocar em um evento cheio de gente interessada na música autoral e galgar espaço na efervescente cena independente. 

A vencedora da Seletiva Rock´n Beer 2018 ganha a gravação de uma música com vídeo making-of em um estúdio profissional de Itajaí.

Lembrando que só podem se inscrever bandas autorais e que nunca tenham participado do festival.

Inscrições neste link http://www.festivalrocknbeer.com.br/wp/seletiva

Escrito por Daniele Sisnandes, 05/06/2018 às 09h58 | danikahc@gmail.com

As malditas cornetas

Moro perto de uma escola e isso não me incomoda nenhum pouco, apesar do movimento constante, alunos saindo mais cedo diariamente e aquele zum zum zum danado do começo e final das aulas. Nem a festa junina com funk, nem os encerramentos de semestre com cantoria no ginásio, até me divirto. O que me incomoda e muito é uma moda nova: a corneta nas bicicletas!

São geralmente adolescentes maquinados na corneta que aparecem principalmente no fim da aula. Vejo que não se trata de uso por necessidade, é um subterfúgio não convencional para chamar a atenção e que causa danos colaterais.

Na verdade a corneta não me afeta diretamente, mas sim nossas cachorras, especialmente uma cadela de porte grande e protetora da casa, mas que fica extremamente abalada com foguetes e buzinas bizarras.

Não é brincadeira nem exagero. É só ouvir o barulho que começa a correria pela casa. Um dia deixamos as cadelas presas na varanda e saímos. Quando minha mãe chegou achou que tinha entrado em uma cena de crime. Tinha marcas de sangue por toda casa e não era pouco! 

A cachorra ficou tão apavorada com o barulho no fim da aula (não sei precisar se foram bombinhas ou essa corneta das bikes) que deu um jeito de quebrar o vidro da porta e passar por uma proteção de borracha que usamos para isolar o som.

Nesse apavoro ela ficou presa, e nem o vidro foi o bastante para fazê-la desistir de sair dali. Ela se cortou bastante, e ainda tem a marca do talho profundo no longo nariz de pastor alemão para provar. Minh mãe tirou fotos, só que não seria uma boa postar... Passei dias cuidando daquilo, com o coração partido claro, mas tentando entender como um cachorrão daquele acaba traumatizado.

Tem coisas que não vamos entender. Nunca algo assim tinha acontecido e claro que nunca mais deixamos elas lá sozinhas em dias de aula.

Mas eu queria mesmo era falar sobre as malditas cornetas. Não sei se é moda, mas estão se espalhando e cada dia diminui o intervalo de paz dos bichos da rua.

Agora há até catadores de materiais recicláveis usando as buzinas quando se aproximam dos portões. É uma tática que parece inofensiva, mas é maldosa com a bicharada e até perigosa... vai que dá ideia para os mal intencionados.

Enfim...mães e pais, se o filho de vocês também quiser maquinar a bike ou levar bombinhas para a escola, lembre eles que tudo que fazemos pode afetar o outro, e será que é isso mesmo que queremos?

Escrito por Daniele Sisnandes, 17/05/2018 às 17h01 | danikahc@gmail.com



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Ama a música, as letras e gargalhadas. Sonhadora com os pés no chão. Jornalista. Editoria do Página 3 Online. Quer ir além da pirâmide invertida, mas que seja frente e verso.


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