Jornal Página 3
Coluna
Ex pressão
Por Caroline Cezar

E a vida segue...

 

"Uma única mãe não consegue criar uma criança. Mas cinco mães juntas podem criar cem. Nenhuma mulher deveria passar os dias a sós com a criança nos braços. É responsabilidade das mulheres reconhecer que precisam voltar a ficar unidas. Entender que, se funcionarem coletivamente e dentro de circuitos femininos, a maternidade poderá ser muito mais doce e suave. E que uma "mãe sozinha" é aquela que não é compreendida, apoiada ou incentivada, embora conviva com muitas pessoas. E "mãe acompanhada" pode ser uma mulher solteira que conte com o aval de sua comunidade." (Laura Gutman)

 

 
 

Feliz dia pra quem se atreve a remar contra a maré numa cultura onde criar os próprios filhos é considerado subfunção social, vulgo "ficar em casa" ou "fazer nada". Segue uma dica-presente, estendida a todos, já que para as mães cumprirem seu papel de forma minimamente satisfatória, necessita-se uma consciência coletiva e geral sobre a importância desse papel: "Mulheres Visíveis, Mães Invisíveis", livro de Laura Gutman, disponível para dowload gratuito aqui. Boa leitura e boa sorte.
 

Escrito por Caroline Cezar, 13/05/2014 às 11h42 | carol.jp3@gmail.com



Caroline Cezar

Assina a coluna Ex pressão

É curiosa e encantada com manifestações da natureza, incluindo a humana. Tem resistência a currículos e títulos. Tenta exercitar a entrega cotidiana. Discorda da própria opinião. É apaixonada. Não sabe, nem quer, separar nada de coisa alguma.














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E a vida segue...

 

"Uma única mãe não consegue criar uma criança. Mas cinco mães juntas podem criar cem. Nenhuma mulher deveria passar os dias a sós com a criança nos braços. É responsabilidade das mulheres reconhecer que precisam voltar a ficar unidas. Entender que, se funcionarem coletivamente e dentro de circuitos femininos, a maternidade poderá ser muito mais doce e suave. E que uma "mãe sozinha" é aquela que não é compreendida, apoiada ou incentivada, embora conviva com muitas pessoas. E "mãe acompanhada" pode ser uma mulher solteira que conte com o aval de sua comunidade." (Laura Gutman)

 

 
 

Feliz dia pra quem se atreve a remar contra a maré numa cultura onde criar os próprios filhos é considerado subfunção social, vulgo "ficar em casa" ou "fazer nada". Segue uma dica-presente, estendida a todos, já que para as mães cumprirem seu papel de forma minimamente satisfatória, necessita-se uma consciência coletiva e geral sobre a importância desse papel: "Mulheres Visíveis, Mães Invisíveis", livro de Laura Gutman, disponível para dowload gratuito aqui. Boa leitura e boa sorte.
 

Escrito por Caroline Cezar, 13/05/2014 às 11h42 | carol.jp3@gmail.com



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