Jornal Página 3
Coluna
Ex pressão
Por Caroline Cezar

Por um mundo melhor

A médica Eleanor Luzes, do Rio de Janeiro, estará em Brusque no fim de semana compartilhando seus saberes em dois eventos: um curso que ela ministra na sexta com o nome de  "Novos Horizontes no Tratatamento com Bebês", que é particular; e a palestra gratuita no sábado, "O Desenvolvimento e o Investimento Parental no Início da Vida e os Reflexos no Ser Humano Adulto/ Programação Emocional".

 

Eleanor é uma cientista e estudiosa do comportamento humano há mais de 20 anos, e foca sua atenção no início da vida, desde a concepção de um embrião, envolvendo gestação, nascimento e os primeiros anos de vida, fases primordiais para o desenvolvimento integral do ser humano e que interferem positiva -ou negativamente- para o resto da vida.

 

Existem inúmeros videos no youtube que mostram um pouco do trabalho que ela desenvolve, compartilho esse aqui, do TEDx Rio:

 

 

 

A “Jornada sobre o desenvolvimento humano e assistência humanizada à mulher e à família no início da vida” trará ainda outros excelentes profissionais que se destacam pela postura consciente em relação à essa fase. É um evento gratuito, aberto e que qualquer pessoa interessada em viver num mundo melhor pode participar. Veja a programação detalhada aqui nesse link.

Escrito por Caroline Cezar, 15/05/2013 às 09h37 | carol.jp3@gmail.com

Mais escolha, menos protocolo

Um dos filmes que mais gostei no festival de cinema tem quatro minutos; Em Segundo/ Las Segundas, que nesse minúsculo tempo e reduzido espaço -uma floresta, três ou quatro mulheres, que pouco se mexem- e várias narrativas se cruzando, vai levantando verdades sobre a condição feminina.

 

Bem pontuado e direto, uma frase chamou mais atenção: "não é porque tem útero que tem que ser mãe". Entre outras exigências, como ser prendada, caprichosa, delicada, frágil, esposa, e também, magra, eficiente, trabalhadora, elegante, capacitada, competitiva; talvez essa, a de ser mãe porque nasceu menina, é a mais inconsequente.

 

Porque gera outro ser, outra vida, a partir da conformidade com os padrões e não de um desejo consciente. "Ah, você foi feita pra isso, toda mulher nasceu". Não, o aparelho reprodutor feminino foi feito pra isso, mas ele é conduzido por alguém que tem sonhos, desejos, ambições e preferências, que podem ser diferentes de embalar um bebê por no mínimo um ano da vida, exercitar a entrega, se doar, dar carinho, estar inteira, no momento presente, fazendo uma coisa só.

 


A sociedade, essa que exige, não enxerga que o amor é peça fundamental na construção de qualquer sujeito, e filhos que são gerados por "compromisso", por "fazer tudo certinho", por "estar na hora", não serão amados o suficiente; pode até acontecer, mas falta tempo para o amor". Você tá me ofendendo, é óbvio que amo meu filho, mas não posso ser duas, tenho que trabalhar, tenho que deixar com alguém, tenho que botar na creche, tenho minha vida, tenho outras coisas pra fazer, preciso sair, preciso me cuidar, preciso tempo pra mim, a carreira não pode esperar, compro um brinquedo, um vídeo game, uma babá formada em Harvard que vende o próximo desejo, e a vida segue tranquila, ele não tem do que reclamar, como vai dizer que não é uma criança feliz que tem tudo? Desculpas e demais desculpas que derivam da falta de escolha.

 

Semana passada eu estava num restaurante, e vi um casalzinho novo, tipo vinte e poucos anos, almoçando com a família. Contei: eram nove na mesa; todos absolutamente dando palpites de quando a menina devia engravidar. Ela, sem jeito e simpática, ficava dando desculpa atrás da outra; "ah, a gente precisa se estabilizar"; "queremos segurança"; "quero terminar os estudos também"; e uns devaneios do tipo, "mas como vou comprar do bom e do melhor, porque quero um carrinho McLaren" (o que seria isso?). E do outro lado, a inquisição: "mas esperar até quando, uns 24 no méximo né?" - Tipo, DANDO PRAZO!- Porque se passar disso fica velha... e se ficar esperando e planejando nunca vai ter..."

 

Talvez fosse importante esperar... Esperar se estabilizar EMOCIONALMENTE, porque dinheiro minha gente, é o de menos pra ter filho óquei? Não nesse mundinho doente que só pensa no enxoval e esquece do primordial, que é você ter consciência de si mesmo, de suas emoções, de tudo que vem quando se bota barriga. Como você nasceu? Você ganhou amor da sua mãe? Como era quando você era bebê? Sua mãe trabalhava o tempo todo? E suas avós, como era o trato naquela época? Você não é uma semente trazida pelo vento, é uma árvore que tem raízes, que vão influenciar positiva ou negativamente sobre todas suas relações. Se você não se vê e não se conhece, como vai ser quando repassar esses registros que tão sabe lá aonde dentro de você?

 

Pra ser uma mulher inteira você não precisa ser nada disso que querem que você seja; não precisa casar, nem ser mãe, nem ser frágil, nem delicada. Pode ter voz grossa, usar qualquer tipo de roupa, experimentar o quanto quiser, ser qualquer coisa, sem o prefixo "apesar de" usado quando nascemos com o cromossomo Y. Pra ser inteira você precisa fundamentalmente ter consciência de sua condição feminina, muito além do estereótipo. Precisa manter sua natureza em alerta pra quando tentarem te empurrar pra algum desses papéis ridículos que, disfarça aqui, disfarça ali, perduram por séculos. Precisa saber dizer, "quem manda aqui sou eu".

Escrito por Caroline Cezar, 10/05/2013 às 11h01 | carol.jp3@gmail.com

O rabequeiro mais lindo...

É Jorge, desenhado por Enrique Díaz, em "Noites de Reis"*. Filme sensível, sobre o tempo e a forma de lidar com a dor, cada qual à sua maneira. A mãe e a filha (Bianca Byington e Raquel Bonfante) também estão ótimas e a sincronia entre os três atores foi perfeita. "A rabeca é mais antiga que o violino, você sabia?" Eu sabia! E adoro ver a cultura popular elevada ao posto que merece, de destaque. Linda ambientação pro drama, muita brincadeira e poesia em forma de repente pra passar o recado. Valeu!

 


"Você sabe que o tambor não é só um pele colado em cima de um pedaço de madeira, não sabe? O tambor é feito de uma árvore, com a pele de algum animal, um cavalo, ou um boi. Por isso cada um é único, cada um tem seu jeitinho".
(Jorge falando sobre a vida com a filha). 


* O filme abriu a terceira edição do CINERAMA.BC. 

Escrito por Caroline Cezar, 01/05/2013 às 07h45 | carol.jp3@gmail.com

Vem gente! @CineramaBC

 

Começa nessa terça em Balneário a terceira edição do CINERAMA.BC. Pra quem gosta de cinema e arte é imperdível MESMO! Nos outros anos uma programação de primeira linha com muita gente boa e interessante aportou por aqui, eu acompanhei bem de perto e amei. Mas ainda achei que faltou muita gente, gente que conheço bem, mais ou menos ou pouco, mas sei que não perderia um evento desses por nada. Até dá pra entender, porque geral fica com preguiça, um pouco desconfiada, não sabe se é picaretagem, se é quente, quem faz, como faz... Porque tá cheio de "eventos culturais", "festivais" meio meio né? Sem selo de qualidade, sem referência, que a gente vai na fé e depois se arrepende... Só te digo: pode acreditar!


Dá um ânimo extra receber aqui na cidade o que a gente sempre tinha que ir buscar fora. Concentrado assim, com uma sequência de filmes, curtas, médias e longas; oficinas, debates com os próprios diretores e envolvidos com a obra, intervenções artísticas nas ruas... aí fica perfeito.
Já tem bastante gente envolvida, mas ainda uma porção que pode somar, de um jeito ou de outro. Não só como público, mas contribuindo com idéias, sugestões, diversão e arte, apoios, enfim... o negócio engrenou e vai embora... e tô sabendo que tem um monte de artista escondido por aí. Vamo chegar junto povo! Ninguém vai se arrepender.

 

Vê a programação completa aqui.

 


Dica: O ingresso custa R$ 16,00 (meia R$ 8,00), mas dá direito não só a um filme, e sim a um curta, um longa, palestra, debate e todo burburinho. Também existem as sessões gratuitas, começando com a abertura na praça, com arte, filme, festa e tudo. Você também pode ligar solicitando um ingresso gratuito; pode comprar a credencial pros cinco dias por valor promocional; pode parar lá na porta e contar sua história; pode tentar trocar por um serviço; ou seja: NÃO DEIXE de ir por causa de grana. Quem quer de verdade arruma um jeito. Recomendo!

Escrito por Caroline Cezar, 29/04/2013 às 08h17 | carol.jp3@gmail.com

Bom dia BC! #fotografia

 

Foto de hoje da linda e super observadora Fabi Loos, amiga querida e colega de coluna aqui no Expresso.

 

 

Escrito por Caroline Cezar, 23/04/2013 às 08h03 | carol.jp3@gmail.com

Trilha!

 

Hablas espanol? Pra ouvir, embalar e pensar:

Laberinto, de Chala Rasta*

 

 

 

 

...
Lo tenés que decidir. Despertate,
poné tres cosas en el bolso y andate,
a recorrer el infinito sin hora de volver.

 

La libertad tiene un solo camino,
que con ritmo te va marcando
el latido intenso de tu corazón...

 

 

* O disco inteiro -"7 Hijo"- é muito agradável. Questione-se!

Escrito por Caroline Cezar, 20/04/2013 às 08h48 | carol.jp3@gmail.com



11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21

Caroline Cezar

Assina a coluna Ex pressão

É curiosa e encantada com manifestações da natureza, incluindo a humana. Tem resistência a currículos e títulos. Tenta exercitar a entrega cotidiana. Discorda da própria opinião. É apaixonada. Não sabe, nem quer, separar nada de coisa alguma.














Fale Conosco - Anuncie no Página 3 - Normas de Uso
© Desenvolvido por Página 3

Endereço: Rua 2448, 360 - Balneário Camboriú - SC | Telefone: (47) 3367-3333 | Email: [email protected]

Página 3
Ex pressão
Por Caroline Cezar

Por um mundo melhor

A médica Eleanor Luzes, do Rio de Janeiro, estará em Brusque no fim de semana compartilhando seus saberes em dois eventos: um curso que ela ministra na sexta com o nome de  "Novos Horizontes no Tratatamento com Bebês", que é particular; e a palestra gratuita no sábado, "O Desenvolvimento e o Investimento Parental no Início da Vida e os Reflexos no Ser Humano Adulto/ Programação Emocional".

 

Eleanor é uma cientista e estudiosa do comportamento humano há mais de 20 anos, e foca sua atenção no início da vida, desde a concepção de um embrião, envolvendo gestação, nascimento e os primeiros anos de vida, fases primordiais para o desenvolvimento integral do ser humano e que interferem positiva -ou negativamente- para o resto da vida.

 

Existem inúmeros videos no youtube que mostram um pouco do trabalho que ela desenvolve, compartilho esse aqui, do TEDx Rio:

 

 

 

A “Jornada sobre o desenvolvimento humano e assistência humanizada à mulher e à família no início da vida” trará ainda outros excelentes profissionais que se destacam pela postura consciente em relação à essa fase. É um evento gratuito, aberto e que qualquer pessoa interessada em viver num mundo melhor pode participar. Veja a programação detalhada aqui nesse link.

Escrito por Caroline Cezar, 15/05/2013 às 09h37 | carol.jp3@gmail.com

Mais escolha, menos protocolo

Um dos filmes que mais gostei no festival de cinema tem quatro minutos; Em Segundo/ Las Segundas, que nesse minúsculo tempo e reduzido espaço -uma floresta, três ou quatro mulheres, que pouco se mexem- e várias narrativas se cruzando, vai levantando verdades sobre a condição feminina.

 

Bem pontuado e direto, uma frase chamou mais atenção: "não é porque tem útero que tem que ser mãe". Entre outras exigências, como ser prendada, caprichosa, delicada, frágil, esposa, e também, magra, eficiente, trabalhadora, elegante, capacitada, competitiva; talvez essa, a de ser mãe porque nasceu menina, é a mais inconsequente.

 

Porque gera outro ser, outra vida, a partir da conformidade com os padrões e não de um desejo consciente. "Ah, você foi feita pra isso, toda mulher nasceu". Não, o aparelho reprodutor feminino foi feito pra isso, mas ele é conduzido por alguém que tem sonhos, desejos, ambições e preferências, que podem ser diferentes de embalar um bebê por no mínimo um ano da vida, exercitar a entrega, se doar, dar carinho, estar inteira, no momento presente, fazendo uma coisa só.

 


A sociedade, essa que exige, não enxerga que o amor é peça fundamental na construção de qualquer sujeito, e filhos que são gerados por "compromisso", por "fazer tudo certinho", por "estar na hora", não serão amados o suficiente; pode até acontecer, mas falta tempo para o amor". Você tá me ofendendo, é óbvio que amo meu filho, mas não posso ser duas, tenho que trabalhar, tenho que deixar com alguém, tenho que botar na creche, tenho minha vida, tenho outras coisas pra fazer, preciso sair, preciso me cuidar, preciso tempo pra mim, a carreira não pode esperar, compro um brinquedo, um vídeo game, uma babá formada em Harvard que vende o próximo desejo, e a vida segue tranquila, ele não tem do que reclamar, como vai dizer que não é uma criança feliz que tem tudo? Desculpas e demais desculpas que derivam da falta de escolha.

 

Semana passada eu estava num restaurante, e vi um casalzinho novo, tipo vinte e poucos anos, almoçando com a família. Contei: eram nove na mesa; todos absolutamente dando palpites de quando a menina devia engravidar. Ela, sem jeito e simpática, ficava dando desculpa atrás da outra; "ah, a gente precisa se estabilizar"; "queremos segurança"; "quero terminar os estudos também"; e uns devaneios do tipo, "mas como vou comprar do bom e do melhor, porque quero um carrinho McLaren" (o que seria isso?). E do outro lado, a inquisição: "mas esperar até quando, uns 24 no méximo né?" - Tipo, DANDO PRAZO!- Porque se passar disso fica velha... e se ficar esperando e planejando nunca vai ter..."

 

Talvez fosse importante esperar... Esperar se estabilizar EMOCIONALMENTE, porque dinheiro minha gente, é o de menos pra ter filho óquei? Não nesse mundinho doente que só pensa no enxoval e esquece do primordial, que é você ter consciência de si mesmo, de suas emoções, de tudo que vem quando se bota barriga. Como você nasceu? Você ganhou amor da sua mãe? Como era quando você era bebê? Sua mãe trabalhava o tempo todo? E suas avós, como era o trato naquela época? Você não é uma semente trazida pelo vento, é uma árvore que tem raízes, que vão influenciar positiva ou negativamente sobre todas suas relações. Se você não se vê e não se conhece, como vai ser quando repassar esses registros que tão sabe lá aonde dentro de você?

 

Pra ser uma mulher inteira você não precisa ser nada disso que querem que você seja; não precisa casar, nem ser mãe, nem ser frágil, nem delicada. Pode ter voz grossa, usar qualquer tipo de roupa, experimentar o quanto quiser, ser qualquer coisa, sem o prefixo "apesar de" usado quando nascemos com o cromossomo Y. Pra ser inteira você precisa fundamentalmente ter consciência de sua condição feminina, muito além do estereótipo. Precisa manter sua natureza em alerta pra quando tentarem te empurrar pra algum desses papéis ridículos que, disfarça aqui, disfarça ali, perduram por séculos. Precisa saber dizer, "quem manda aqui sou eu".

Escrito por Caroline Cezar, 10/05/2013 às 11h01 | carol.jp3@gmail.com

O rabequeiro mais lindo...

É Jorge, desenhado por Enrique Díaz, em "Noites de Reis"*. Filme sensível, sobre o tempo e a forma de lidar com a dor, cada qual à sua maneira. A mãe e a filha (Bianca Byington e Raquel Bonfante) também estão ótimas e a sincronia entre os três atores foi perfeita. "A rabeca é mais antiga que o violino, você sabia?" Eu sabia! E adoro ver a cultura popular elevada ao posto que merece, de destaque. Linda ambientação pro drama, muita brincadeira e poesia em forma de repente pra passar o recado. Valeu!

 


"Você sabe que o tambor não é só um pele colado em cima de um pedaço de madeira, não sabe? O tambor é feito de uma árvore, com a pele de algum animal, um cavalo, ou um boi. Por isso cada um é único, cada um tem seu jeitinho".
(Jorge falando sobre a vida com a filha). 


* O filme abriu a terceira edição do CINERAMA.BC. 

Escrito por Caroline Cezar, 01/05/2013 às 07h45 | carol.jp3@gmail.com

Vem gente! @CineramaBC

 

Começa nessa terça em Balneário a terceira edição do CINERAMA.BC. Pra quem gosta de cinema e arte é imperdível MESMO! Nos outros anos uma programação de primeira linha com muita gente boa e interessante aportou por aqui, eu acompanhei bem de perto e amei. Mas ainda achei que faltou muita gente, gente que conheço bem, mais ou menos ou pouco, mas sei que não perderia um evento desses por nada. Até dá pra entender, porque geral fica com preguiça, um pouco desconfiada, não sabe se é picaretagem, se é quente, quem faz, como faz... Porque tá cheio de "eventos culturais", "festivais" meio meio né? Sem selo de qualidade, sem referência, que a gente vai na fé e depois se arrepende... Só te digo: pode acreditar!


Dá um ânimo extra receber aqui na cidade o que a gente sempre tinha que ir buscar fora. Concentrado assim, com uma sequência de filmes, curtas, médias e longas; oficinas, debates com os próprios diretores e envolvidos com a obra, intervenções artísticas nas ruas... aí fica perfeito.
Já tem bastante gente envolvida, mas ainda uma porção que pode somar, de um jeito ou de outro. Não só como público, mas contribuindo com idéias, sugestões, diversão e arte, apoios, enfim... o negócio engrenou e vai embora... e tô sabendo que tem um monte de artista escondido por aí. Vamo chegar junto povo! Ninguém vai se arrepender.

 

Vê a programação completa aqui.

 


Dica: O ingresso custa R$ 16,00 (meia R$ 8,00), mas dá direito não só a um filme, e sim a um curta, um longa, palestra, debate e todo burburinho. Também existem as sessões gratuitas, começando com a abertura na praça, com arte, filme, festa e tudo. Você também pode ligar solicitando um ingresso gratuito; pode comprar a credencial pros cinco dias por valor promocional; pode parar lá na porta e contar sua história; pode tentar trocar por um serviço; ou seja: NÃO DEIXE de ir por causa de grana. Quem quer de verdade arruma um jeito. Recomendo!

Escrito por Caroline Cezar, 29/04/2013 às 08h17 | carol.jp3@gmail.com

Bom dia BC! #fotografia

 

Foto de hoje da linda e super observadora Fabi Loos, amiga querida e colega de coluna aqui no Expresso.

 

 

Escrito por Caroline Cezar, 23/04/2013 às 08h03 | carol.jp3@gmail.com

Trilha!

 

Hablas espanol? Pra ouvir, embalar e pensar:

Laberinto, de Chala Rasta*

 

 

 

 

...
Lo tenés que decidir. Despertate,
poné tres cosas en el bolso y andate,
a recorrer el infinito sin hora de volver.

 

La libertad tiene un solo camino,
que con ritmo te va marcando
el latido intenso de tu corazón...

 

 

* O disco inteiro -"7 Hijo"- é muito agradável. Questione-se!

Escrito por Caroline Cezar, 20/04/2013 às 08h48 | carol.jp3@gmail.com



11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21

Caroline Cezar

Assina a coluna Ex pressão

É curiosa e encantada com manifestações da natureza, incluindo a humana. Tem resistência a currículos e títulos. Tenta exercitar a entrega cotidiana. Discorda da própria opinião. É apaixonada. Não sabe, nem quer, separar nada de coisa alguma.