Jornal Página 3
Coluna
Dedo na Moleira
Por Waldemar Cezar Neto

Neymar desperta inveja pelo talento

Rojas,o verdadeiro fiteiro cai-cai.

Até jornalistas norteamericanos que praticam futebol com bola oval resolveram tirar casquinha com Neymar alegando que ele é cai-cai e fiteiro.

Pura inveja, o brasileiro é dos poucos que sobraram nessa Copa que tratam a bola com carinho.

Gênios como Cristiano Ronaldo, Messi e Iniesta foram embora mais cedo, sobraram Neymar, alguns outros brasileiros, os atacantes uruguaios e o garoto francês.

É a Copa das retrancas, as quartas de final com o pior ranking dos últimos 24 anos segundo levantamento de jornalistas da Folha.

Quase nada de bom futebol, equipes medíocres baseando seu jogo no congestionamento do campo de defesa e quase nunca indo ao ataque.

Nesse cenário o Brasil, depois de entender o que tinha pela frente, é exceção e Neymar a ponta de lança dessa exceção.

O brasileiro tem 1.75m e apenas 68 Kg, é franzino e apanha o tempo todo porque não conseguem pará-lo na categoria.

Quatro anos atrás Neymar saiu da Copa depois que o colombiano Zuñiga enterrou o joelho em sua coluna vertebral. Poderia ter ficado inválido, mas com sorte escapou.

Meses atrás fraturou um dedo do pé, a lesão mais grave da sua carreira.

Nessa semana o mexicano Miguel Layún pisou no seu tornozelo e ele se retorceu de dor, gerando essa onda de falsa indignação no Chile e pelo mundo.

Logo o Chile, aquele do goleiro Roberto Rojas que no Maracanã em 1989 simulou ter sido atingido por um rojão quando sua seleção era eliminada pela brasileira na fase de classificação.

Não existe simulação de Neymar, peça a alguém com 70 quilos para calçar chuteiras e pisar no seu tornozelo para ver se não machuca.

Tite é cabeça feita e parece ter feito a cabeça do Neymar, tipo não dá bola para falatório, vai lá e enfia gols nesses gringos.

Tomara.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 04/07/2018 às 15h53 | waldemar@camboriu.com.br



Waldemar Cezar Neto

Assina a coluna Dedo na Moleira

Lê, pesca, cozinha, escreve e é diretor chefe do Jornal Página 3.


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Até jornalistas norteamericanos que praticam futebol com bola oval resolveram tirar casquinha com Neymar alegando que ele é cai-cai e fiteiro.

Pura inveja, o brasileiro é dos poucos que sobraram nessa Copa que tratam a bola com carinho.

Gênios como Cristiano Ronaldo, Messi e Iniesta foram embora mais cedo, sobraram Neymar, alguns outros brasileiros, os atacantes uruguaios e o garoto francês.

É a Copa das retrancas, as quartas de final com o pior ranking dos últimos 24 anos segundo levantamento de jornalistas da Folha.

Quase nada de bom futebol, equipes medíocres baseando seu jogo no congestionamento do campo de defesa e quase nunca indo ao ataque.

Nesse cenário o Brasil, depois de entender o que tinha pela frente, é exceção e Neymar a ponta de lança dessa exceção.

O brasileiro tem 1.75m e apenas 68 Kg, é franzino e apanha o tempo todo porque não conseguem pará-lo na categoria.

Quatro anos atrás Neymar saiu da Copa depois que o colombiano Zuñiga enterrou o joelho em sua coluna vertebral. Poderia ter ficado inválido, mas com sorte escapou.

Meses atrás fraturou um dedo do pé, a lesão mais grave da sua carreira.

Nessa semana o mexicano Miguel Layún pisou no seu tornozelo e ele se retorceu de dor, gerando essa onda de falsa indignação no Chile e pelo mundo.

Logo o Chile, aquele do goleiro Roberto Rojas que no Maracanã em 1989 simulou ter sido atingido por um rojão quando sua seleção era eliminada pela brasileira na fase de classificação.

Não existe simulação de Neymar, peça a alguém com 70 quilos para calçar chuteiras e pisar no seu tornozelo para ver se não machuca.

Tite é cabeça feita e parece ter feito a cabeça do Neymar, tipo não dá bola para falatório, vai lá e enfia gols nesses gringos.

Tomara.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 04/07/2018 às 15h53 | waldemar@camboriu.com.br



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