Jornal Página 3
Coluna
Dedo na Moleira
Por Waldemar Cezar Neto

O problema do Pássaro é o Sapatinho

Andei matutando qual o motivo do ex-prefeito Edson Piriquito, atacar com tanta virulência o governo atual do município e percebi que ele sempre cita um personagem, o “Sapatinho”.

Claro, entendi, “Sapatinho” é Carlos Humberto, o vice prefeito, que desde sempre usa sapatos caros e de desenho moderno.

Sempre tiro uma com a cara dele por ter esse gosto por pisantes, mas a verdade é que cada um deve vestir como se sente melhor desde que pague do próprio bolso e não com dinheiro roubado da população.

O “Sapatinho”, pré-candidato a deputado, anda assombrando os sonhos do Piriquito porque disputa o mesmo eleitorado local e na última eleição, estreante em urnas, derrotou o grupo do próprio “Pássaro”.

Para desqualifica-lo o “Pássaro” diz que “Sapatinho” não sabe administrar a cidade.

Isso vindo de um “Pássaro” que comandou o governo com maior quantidade de escândalos de corrupção na história de Balneário Camboriú tem som de despeito porque a verdade é que administração que o “Sapatinho” integra nunca recebeu uma visita da polícia como ocorreu várias vezes na anterior.

O engano do “Pássaro” é achar que o “Sapatinho” não sabe administrar; ele sabe sim.

Comandou durante quatro anos o principal sindicato patronal da cidade, o dos construtores e praticamente nasceu dentro da bem sucedida empresa que dirige com o pai e o irmão.

Carlos Humberto é uma assombração para o “Pássaro” e os pesadelos se tornarão piores quando os eleitores começarem a comparar o que um fez e o outro nunca fez.

A única ocasião em que o “Sapatinho” viu polícia foi na condição de vítima, quando se atracou com um assaltante, levou tiros e um que lhe feriu o couro cabeludo por meio centímetro não acabou com sua vida.

Edson Piriquito que chegou onde chegou sempre pisando sobre as pessoas, poderia ter percebido desde a última eleição que poucos aprovam esse discurso vazio e cretino de que só ele é o bom e os outros não valem nada.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 29/03/2018 às 13h49 | waldemar@camboriu.com.br

Facebook e as notícias

Após ser acusado de veicular notícias falsas e bisbilhotar seus usuários o Facebook anunciou nesta semana uma nova postura em relação aos veículos tradicionais de notícias, com ênfase nos pequenos jornais locais tipo o Página 3.

Durante mais ou menos 60 dias esses jornais –e nós também- sofreram as mudanças no algoritmo do Facebook que fizeram com que os links das notícias que postassem naquela rede social tivessem desempenho medíocre.

Para curar a doença das “fake news” erraram a dose do remédio e quase mataram o paciente.

O Google, competente como sempre, enxergou a brecha e abriu espaço para veiculação de jornais locais credenciados –e nós também- fazendo com que o Facebook percebesse a bobagem que fez e nessa semana voltasse atrás.

Corria o risco de se aprofundar no que às vezes é: um espaço para fofocas e notícias falsas.

Já percebi nas últimas 48 horas que as coisas mudaram, mas o panorama ainda não é totalmente claro, não consigo saber onde o Facebook quer chegar nem se é vantajoso confiar nele.

Desde 2015 existia um programa do Facebook de parceria com jornais de todos os tamanhos, mas a imprensa reclamava –e com razão- que estava gerando conteúdo de graça enquanto o Facebook avançava sobre seus anunciantes.

Como será não sei, mas nesse negócio de tecnologia a falta de clareza costuma ser fatal.

Afinal, para falar com as pessoas e distribuir links de notícias o Whatsapp parece conquistar maior espaço a cada dia.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 27/03/2018 às 13h52 | waldemar@camboriu.com.br

O STF na sinuca

O Supremo Tribunal Federal tem pela frente uma decisão difícil, se presos condenados em segundo grau podem passar ou não a cumprir pena sem aguardar instâncias superiores, o trânsito em julgado.

A Constituição diz que é necessário aguardar o trânsito em julgado, mas o próprio STF decidiu dois anos atrás que a prisão era possível.

O problema é que aguardar trânsito em julgado significa impunidade devido ao tempo que os tribunais superiores demoram para esgotar o processo.

Essa impunidade beneficia a maioria das vezes os poderosos porque para os ladrões de galinhas a própria legislação prevê mecanismo para enviá-los rapidamente à cadeia.

Normalmente um tema como esse não despertaria maior interesse da população, não fosse o fato que agora a decisão do STF virou plebiscitária, o povo que a resposta se os ladrões condenados na Lava Jato devem ir para a cadeia ou não.

E entre eles está Lula, o mais poderoso porque além do dinheiro para contratar os melhores advogados, possui relacionamentos nas altas esferas e apoio de expressiva parcela da população.

O mesmo Lula que atacou abertamente o Judiciário, coisa que para qualquer homem do povo acabaria em cadeia na certa.

A sinuca do STF é clara: os ministros deve admitir que o judiciário brasileiro não funciona, é lento e favorece a impunidade – o que é incompatível com o estado democrático- ou o país precisa ser passado a limpo e uma das formas é abreviando a punição dos larápios.
 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 20/03/2018 às 09h06 | waldemar@camboriu.com.br

Sadia e Perdigão descobrem quanto custa a desonestidade

O mercado mundial de proteína animal foi sacudido hoje pela prisão de pessoas envolvidas com supostas fraudes no grupo BRF que inclui Sadia, Perdigão, Batavo e outras marcas nas quais os consumidores CONFIAVAM.

Além do prejuízo imediato porque as exportações da BRF estão proibidas existe uma perda infinitamente maior que é a da confiança do consumidor.

Falo por mim, mas penso que a média pensa de forma semelhante: se fosse Sadia ou Perdigão comprava de olhos fechados porque CONFIAVA.

Confiava até descobrir que a saúde das pessoas está sendo desrespeitada em nome do lucro.

Para os catarinenses, orgulhosos que Sadia e Perdigão nasceram aqui, a decepção é maior.

Está na mídia depoimento de Adriana Marques Carvalho, ex-supervisora de laboratório de alimentos da BRF e alguns trechos dão vontade de propor lei considerando crime hediondo a fraude em alimentos, confira:

Ela diz que foi obrigada pelos seus superiores a alterar as análises que diagnosticavam contaminação e diminuir os níveis da bactéria salmonella, que impediriam a exportação dos produtos para mercados externos de controle mais rígido.

40% a 70% das avaliações mensais de produtos realizadas no laboratório de Rio Verde (GO) apresentavam a existência da bactéria salmonella e ela era obrigada a alterar o resultado para o limite permitido de positividade de 23%.

Além das adulterações, Carvalho alega que muitas vezes os responsáveis por lhe repassar as amostras de cada lote não o faziam e, nesses casos, ela era obrigada a simular laudos e amostras, como se a análise tivesse ocorrido normalmente.

Nesse momento em que escrevo, as ações da BRF despencaram mais de 18%, os caras jogaram quase 20% da empresa no lixo e penso que isso vai continuar caindo como ocorreu com as empresas dos desonestos irmãos Batista, aqueles que diziam que poderíamos confiar na Friboi.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 05/03/2018 às 16h10 | waldemar@camboriu.com.br

“Fantástico” só se dá mal com Balneário Camboriú

A Globo anda apaixonada por Balneário Camboriú, nos últimos dias fomos notícia três vezes no “Fantástico” duas delas no programa de ontem.

Dias atrás uma repórter da emissora veio à cidade para falar mal da sombra na areia da praia após 15h.

A rapaziada deitou e rolou nas redes sociais, lembrou que as pessoas que vão à praia gostam de sombra, por isso usam guarda-sol. Também foi destacado o fato evidente que sol em excesso prejudica a saúde, então das 8h às 15h é suficiente.

A repórter não encontrou ninguém –e tem- que quisesse falar mal da cidade porque nessas horas a gente se une.

Ontem, a primeira pegada foi a contaminação da areia da praia central. Coletada a amostra e analisada em laboratório o resultado foi que temos a terceira melhor areia entre as praias analisadas. Conceito “ótimo” de acordo com uma tabela adotada no Rio de Janeiro foi a conclusão.

Disse a reportagem que o perigo está em crianças comerem a areia. Bem, lá no interior as crianças comem até bosta de galinha e resultam nuns italianos fortes feito touro. É só tomar leite com hortelã para acabar com as lombrigas.

A segunda reportagem foi o prédio que balançou. Escutado o engenheiro que sabe das coisas foi enfático: prédios balançam - e isso é a mais absoluta verdade.

Vamos esperar, torcer que nossas gloriosas PM e GM continuem evitando crimes de morte no Centro porque corremos o risco da Globo vir aqui e dizer que vivemos uma guerra civil como aquela que vemos todos os dias pertinho da sede da emissora.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 05/02/2018 às 17h14 | waldemar@camboriu.com.br

Incompetência do FO abre espaço à demagogia do LP

O vereador Leonado PIruka (PP) distribuiu nota ontem nas redes sociais criticando a prefeitura por ter feito obras numa passarela elevada da Avenida Brasil em plena temporada e antecipando que apresentou projeto proibindo esta prática no Centro e nas agrestes

O projeto ainda não aparece como protocolado no portal da Câmara de Vereadores.

A proposta de Piruka é oportunista, aproveita a incompetência do governo municipal que deveria ter reformado as passarelas para pedestres durante o inverno e não o fez.

Piruka é um tanto obtuso nos seus raciocínios, o oportunismo político leva a isso. É claro que a prefeitura pode fazer obras na região central e nas praias agrestes sem que isso prejudique o fluxo turístico, depende da obra, se ele causa ou não impactos negativos.

Quem deve decidir isso é o bom senso, coisa que real e seguidamente tem faltado ao prefeito Fabrício Oliveira e ao grupo de assessores que hoje dirige a cidade.

O oportunismo do vereador Piruka tem lógica política, ele quer ser prefeito.

Penso que ele erra na dose, coloca ovo de menos e cacareja demais.
 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 02/02/2018 às 06h25 | waldemar@camboriu.com.br



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Waldemar Cezar Neto

Assina a coluna Dedo na Moleira

Lê, pesca, cozinha, escreve e é diretor chefe do Jornal Página 3.


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Por Waldemar Cezar Neto

O problema do Pássaro é o Sapatinho

Andei matutando qual o motivo do ex-prefeito Edson Piriquito, atacar com tanta virulência o governo atual do município e percebi que ele sempre cita um personagem, o “Sapatinho”.

Claro, entendi, “Sapatinho” é Carlos Humberto, o vice prefeito, que desde sempre usa sapatos caros e de desenho moderno.

Sempre tiro uma com a cara dele por ter esse gosto por pisantes, mas a verdade é que cada um deve vestir como se sente melhor desde que pague do próprio bolso e não com dinheiro roubado da população.

O “Sapatinho”, pré-candidato a deputado, anda assombrando os sonhos do Piriquito porque disputa o mesmo eleitorado local e na última eleição, estreante em urnas, derrotou o grupo do próprio “Pássaro”.

Para desqualifica-lo o “Pássaro” diz que “Sapatinho” não sabe administrar a cidade.

Isso vindo de um “Pássaro” que comandou o governo com maior quantidade de escândalos de corrupção na história de Balneário Camboriú tem som de despeito porque a verdade é que administração que o “Sapatinho” integra nunca recebeu uma visita da polícia como ocorreu várias vezes na anterior.

O engano do “Pássaro” é achar que o “Sapatinho” não sabe administrar; ele sabe sim.

Comandou durante quatro anos o principal sindicato patronal da cidade, o dos construtores e praticamente nasceu dentro da bem sucedida empresa que dirige com o pai e o irmão.

Carlos Humberto é uma assombração para o “Pássaro” e os pesadelos se tornarão piores quando os eleitores começarem a comparar o que um fez e o outro nunca fez.

A única ocasião em que o “Sapatinho” viu polícia foi na condição de vítima, quando se atracou com um assaltante, levou tiros e um que lhe feriu o couro cabeludo por meio centímetro não acabou com sua vida.

Edson Piriquito que chegou onde chegou sempre pisando sobre as pessoas, poderia ter percebido desde a última eleição que poucos aprovam esse discurso vazio e cretino de que só ele é o bom e os outros não valem nada.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 29/03/2018 às 13h49 | waldemar@camboriu.com.br

Facebook e as notícias

Após ser acusado de veicular notícias falsas e bisbilhotar seus usuários o Facebook anunciou nesta semana uma nova postura em relação aos veículos tradicionais de notícias, com ênfase nos pequenos jornais locais tipo o Página 3.

Durante mais ou menos 60 dias esses jornais –e nós também- sofreram as mudanças no algoritmo do Facebook que fizeram com que os links das notícias que postassem naquela rede social tivessem desempenho medíocre.

Para curar a doença das “fake news” erraram a dose do remédio e quase mataram o paciente.

O Google, competente como sempre, enxergou a brecha e abriu espaço para veiculação de jornais locais credenciados –e nós também- fazendo com que o Facebook percebesse a bobagem que fez e nessa semana voltasse atrás.

Corria o risco de se aprofundar no que às vezes é: um espaço para fofocas e notícias falsas.

Já percebi nas últimas 48 horas que as coisas mudaram, mas o panorama ainda não é totalmente claro, não consigo saber onde o Facebook quer chegar nem se é vantajoso confiar nele.

Desde 2015 existia um programa do Facebook de parceria com jornais de todos os tamanhos, mas a imprensa reclamava –e com razão- que estava gerando conteúdo de graça enquanto o Facebook avançava sobre seus anunciantes.

Como será não sei, mas nesse negócio de tecnologia a falta de clareza costuma ser fatal.

Afinal, para falar com as pessoas e distribuir links de notícias o Whatsapp parece conquistar maior espaço a cada dia.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 27/03/2018 às 13h52 | waldemar@camboriu.com.br

O STF na sinuca

O Supremo Tribunal Federal tem pela frente uma decisão difícil, se presos condenados em segundo grau podem passar ou não a cumprir pena sem aguardar instâncias superiores, o trânsito em julgado.

A Constituição diz que é necessário aguardar o trânsito em julgado, mas o próprio STF decidiu dois anos atrás que a prisão era possível.

O problema é que aguardar trânsito em julgado significa impunidade devido ao tempo que os tribunais superiores demoram para esgotar o processo.

Essa impunidade beneficia a maioria das vezes os poderosos porque para os ladrões de galinhas a própria legislação prevê mecanismo para enviá-los rapidamente à cadeia.

Normalmente um tema como esse não despertaria maior interesse da população, não fosse o fato que agora a decisão do STF virou plebiscitária, o povo que a resposta se os ladrões condenados na Lava Jato devem ir para a cadeia ou não.

E entre eles está Lula, o mais poderoso porque além do dinheiro para contratar os melhores advogados, possui relacionamentos nas altas esferas e apoio de expressiva parcela da população.

O mesmo Lula que atacou abertamente o Judiciário, coisa que para qualquer homem do povo acabaria em cadeia na certa.

A sinuca do STF é clara: os ministros deve admitir que o judiciário brasileiro não funciona, é lento e favorece a impunidade – o que é incompatível com o estado democrático- ou o país precisa ser passado a limpo e uma das formas é abreviando a punição dos larápios.
 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 20/03/2018 às 09h06 | waldemar@camboriu.com.br

Sadia e Perdigão descobrem quanto custa a desonestidade

O mercado mundial de proteína animal foi sacudido hoje pela prisão de pessoas envolvidas com supostas fraudes no grupo BRF que inclui Sadia, Perdigão, Batavo e outras marcas nas quais os consumidores CONFIAVAM.

Além do prejuízo imediato porque as exportações da BRF estão proibidas existe uma perda infinitamente maior que é a da confiança do consumidor.

Falo por mim, mas penso que a média pensa de forma semelhante: se fosse Sadia ou Perdigão comprava de olhos fechados porque CONFIAVA.

Confiava até descobrir que a saúde das pessoas está sendo desrespeitada em nome do lucro.

Para os catarinenses, orgulhosos que Sadia e Perdigão nasceram aqui, a decepção é maior.

Está na mídia depoimento de Adriana Marques Carvalho, ex-supervisora de laboratório de alimentos da BRF e alguns trechos dão vontade de propor lei considerando crime hediondo a fraude em alimentos, confira:

Ela diz que foi obrigada pelos seus superiores a alterar as análises que diagnosticavam contaminação e diminuir os níveis da bactéria salmonella, que impediriam a exportação dos produtos para mercados externos de controle mais rígido.

40% a 70% das avaliações mensais de produtos realizadas no laboratório de Rio Verde (GO) apresentavam a existência da bactéria salmonella e ela era obrigada a alterar o resultado para o limite permitido de positividade de 23%.

Além das adulterações, Carvalho alega que muitas vezes os responsáveis por lhe repassar as amostras de cada lote não o faziam e, nesses casos, ela era obrigada a simular laudos e amostras, como se a análise tivesse ocorrido normalmente.

Nesse momento em que escrevo, as ações da BRF despencaram mais de 18%, os caras jogaram quase 20% da empresa no lixo e penso que isso vai continuar caindo como ocorreu com as empresas dos desonestos irmãos Batista, aqueles que diziam que poderíamos confiar na Friboi.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 05/03/2018 às 16h10 | waldemar@camboriu.com.br

“Fantástico” só se dá mal com Balneário Camboriú

A Globo anda apaixonada por Balneário Camboriú, nos últimos dias fomos notícia três vezes no “Fantástico” duas delas no programa de ontem.

Dias atrás uma repórter da emissora veio à cidade para falar mal da sombra na areia da praia após 15h.

A rapaziada deitou e rolou nas redes sociais, lembrou que as pessoas que vão à praia gostam de sombra, por isso usam guarda-sol. Também foi destacado o fato evidente que sol em excesso prejudica a saúde, então das 8h às 15h é suficiente.

A repórter não encontrou ninguém –e tem- que quisesse falar mal da cidade porque nessas horas a gente se une.

Ontem, a primeira pegada foi a contaminação da areia da praia central. Coletada a amostra e analisada em laboratório o resultado foi que temos a terceira melhor areia entre as praias analisadas. Conceito “ótimo” de acordo com uma tabela adotada no Rio de Janeiro foi a conclusão.

Disse a reportagem que o perigo está em crianças comerem a areia. Bem, lá no interior as crianças comem até bosta de galinha e resultam nuns italianos fortes feito touro. É só tomar leite com hortelã para acabar com as lombrigas.

A segunda reportagem foi o prédio que balançou. Escutado o engenheiro que sabe das coisas foi enfático: prédios balançam - e isso é a mais absoluta verdade.

Vamos esperar, torcer que nossas gloriosas PM e GM continuem evitando crimes de morte no Centro porque corremos o risco da Globo vir aqui e dizer que vivemos uma guerra civil como aquela que vemos todos os dias pertinho da sede da emissora.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 05/02/2018 às 17h14 | waldemar@camboriu.com.br

Incompetência do FO abre espaço à demagogia do LP

O vereador Leonado PIruka (PP) distribuiu nota ontem nas redes sociais criticando a prefeitura por ter feito obras numa passarela elevada da Avenida Brasil em plena temporada e antecipando que apresentou projeto proibindo esta prática no Centro e nas agrestes

O projeto ainda não aparece como protocolado no portal da Câmara de Vereadores.

A proposta de Piruka é oportunista, aproveita a incompetência do governo municipal que deveria ter reformado as passarelas para pedestres durante o inverno e não o fez.

Piruka é um tanto obtuso nos seus raciocínios, o oportunismo político leva a isso. É claro que a prefeitura pode fazer obras na região central e nas praias agrestes sem que isso prejudique o fluxo turístico, depende da obra, se ele causa ou não impactos negativos.

Quem deve decidir isso é o bom senso, coisa que real e seguidamente tem faltado ao prefeito Fabrício Oliveira e ao grupo de assessores que hoje dirige a cidade.

O oportunismo do vereador Piruka tem lógica política, ele quer ser prefeito.

Penso que ele erra na dose, coloca ovo de menos e cacareja demais.
 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 02/02/2018 às 06h25 | waldemar@camboriu.com.br



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