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ALBC Ecos Literários
Por Academia de Letras

Notícias em destaque sobre o 'Corona Vírus'

Textos idealizados por Tamara Kaufmann

PREZADO LEITOR

Com obrigatoriedade de ficar em casa por causa da Epidemia do Corona Vírus, depois de ler todos os livros que eu tinha ainda para ler, sobrou tempo para eu escrever alguma coisa. Então...

Resolvi escrever algo em forma de “Notícias Jornalísticas”, isto é, como se fosse uma notícia publicada num jornal qualquer.

Espero que agradem.

DEVOLUÇÃO EM MASSA
TODAS AS LOJAS DE ELETRODOMÉSTICOS DA CIDADE DEVOLVERAM AO FABRICANTE AS DUCHAS “CORONA”.
ASSIM COMO AS CASAS QUE TINHAM O CHUVEIRO “CORONA”, TROCARAM PELO “LORENZETTI” E JOGARAM O “CORONA” FORA.
“Os donos de Ferro Velho ficaram felizes pois nunca recolheram tanto metal em sua vida”.

ANVISA
A “ANVISA” MANDOU RECOLHER TODAS AS “DUCHAS CORONAS” DISTRIBUIDAS NO BRASIL, PORQUE NINGUÉM QUERIA COMPRAR ESSA MARCA, FICANDO EMPACADA ESSA MERCADORIA NOS ESTOQUES DE TODAS AS LOJAS DO PAÍS.
OS DONOS SERÃO RESSARCIDOS.

MULHER PRESA POR ENGANO
A POLÍCIA PRENDEU UMA MULHER NO PORTÃO DA CASA DELA GRITANDO:
“CORONA, COROOONA!”.
APÓS EXPLICAÇÕES, DESCOBRIU-SE QUE ELA ESTAVA CHAMANDO SEU CACHORRO DE NOME “CORONA” E QUE ELA O DEIXAVA SAIR PARA PASSEAR E FAZER AS NECESSIDADES FORA DE CASA DIARIAMENTE.

MOCHILEIRO
UM MOCHILEIRO FOI PRESO NUMA RODOVIA EXPRESSA PELO GUARDA RODOVIÁRIO PORQUE ESTAVA SEGURANDO UMA PLACA ONDE ESTAVA ESCRITO “CORONA”.
NA VERDADE, ELE ESCREVEU “CARONA, MAS A LETRA “A” ESTAVA ESCRITA COMO “O”, PORQUE ELE ESQUECEU DE COLOCAR O “RABINHO NO “O”, PROVOCANDO ASSIM O EQUÍVOCO.

OUVIU ERRADO
UMA MULHER CHAMOU UM POLICIAL QUE PASSAVA NO LOCAL ONDE ELA ESTAVA, PORQUE UM HOMEM A CHAMOU DE “CORONA JEITOSA”.
NA VERDADE, O HOMEM ESTAVA PAQUERANDO ELA E A CHAMOU DE “COROA JEITOSA” .
APÓS VERIFICAR O ENGANO, ELA DESCULPOU-SE A ACEITOU O CONVITE DE JANTAR DAQUELE GALANTEADOR.

PRISÃO INCONVENIENTE
A POLÍCIA PRENDEU UM CAMELÔ POR GRITAR NA RUA “CORONA, CORONA!
COMPRE CORONA.
O HOMEM FOI SOLTO APÓS VERIFICAR-SE QUE O CAMELÔ ESTAVA VENDENDO A “DUCHA CORONA”.

ALÉRGIA
UM HOMEM ESPIRROU VÁRIAS VEZES AO PASSAR POR UMA MULHER QUE ESTAVA MUITO ELEGANTE E PERFUMADA.
FOI LOGO AGARRADO POR AGENTES DE SAÚDE;
MAS DESCOBRIU-SE QUE NA VERDADE ELE ERA ALÉRGICO A QUALQUER PERFUME. POR ISSO, AO PASSAR POR AQUELA MULHER COMEÇOU A ESPIRRAR ATÉ FICOU COM O NARIZ INCHADO.


Tamara é a primeira, à esquerda.

Tamara Kaufmann, ocupante da Cadeira nº 23 da Academia de Letras de Balneário Camboriú. Nasceu na Polônia em 27 de abril de 1936, porém é brasileira naturalizada e reside em Balneário Camboriú desde 1989. Ingressou na ALBC em 2003.
Apesar de ter nascido na Polônia, residiu na Rússia (país natural da mãe e dos avós), desde os seus mais ternos dias, devido a mãe ter ficado viúva logo após o seu nascimento. Aos 7 anos de idade, durante a II Guerra Mundial, ela e a mãe foram raptadas pelos alemães e levadas para um Campo de Concentração Nazista na Alemanha. Viveu na Alemanha por 5 anos, onde a mãe tornou a casar-se com um ucraniano e teve mais uma filha. Após o término da guerra, a família levou 3 anos reivindicando algum país que quisesse recebê-la para recomeçar vida nova, pois não podia voltar para a Rússia devido ao regime Comunista. Assim vieram para o Brasil em 1948.

Escrito por Academia de Letras, 22/05/2020 às 13h47 | elianarjz@gmail.com



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Espero que agradem.

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TODAS AS LOJAS DE ELETRODOMÉSTICOS DA CIDADE DEVOLVERAM AO FABRICANTE AS DUCHAS “CORONA”.
ASSIM COMO AS CASAS QUE TINHAM O CHUVEIRO “CORONA”, TROCARAM PELO “LORENZETTI” E JOGARAM O “CORONA” FORA.
“Os donos de Ferro Velho ficaram felizes pois nunca recolheram tanto metal em sua vida”.

ANVISA
A “ANVISA” MANDOU RECOLHER TODAS AS “DUCHAS CORONAS” DISTRIBUIDAS NO BRASIL, PORQUE NINGUÉM QUERIA COMPRAR ESSA MARCA, FICANDO EMPACADA ESSA MERCADORIA NOS ESTOQUES DE TODAS AS LOJAS DO PAÍS.
OS DONOS SERÃO RESSARCIDOS.

MULHER PRESA POR ENGANO
A POLÍCIA PRENDEU UMA MULHER NO PORTÃO DA CASA DELA GRITANDO:
“CORONA, COROOONA!”.
APÓS EXPLICAÇÕES, DESCOBRIU-SE QUE ELA ESTAVA CHAMANDO SEU CACHORRO DE NOME “CORONA” E QUE ELA O DEIXAVA SAIR PARA PASSEAR E FAZER AS NECESSIDADES FORA DE CASA DIARIAMENTE.

MOCHILEIRO
UM MOCHILEIRO FOI PRESO NUMA RODOVIA EXPRESSA PELO GUARDA RODOVIÁRIO PORQUE ESTAVA SEGURANDO UMA PLACA ONDE ESTAVA ESCRITO “CORONA”.
NA VERDADE, ELE ESCREVEU “CARONA, MAS A LETRA “A” ESTAVA ESCRITA COMO “O”, PORQUE ELE ESQUECEU DE COLOCAR O “RABINHO NO “O”, PROVOCANDO ASSIM O EQUÍVOCO.

OUVIU ERRADO
UMA MULHER CHAMOU UM POLICIAL QUE PASSAVA NO LOCAL ONDE ELA ESTAVA, PORQUE UM HOMEM A CHAMOU DE “CORONA JEITOSA”.
NA VERDADE, O HOMEM ESTAVA PAQUERANDO ELA E A CHAMOU DE “COROA JEITOSA” .
APÓS VERIFICAR O ENGANO, ELA DESCULPOU-SE A ACEITOU O CONVITE DE JANTAR DAQUELE GALANTEADOR.

PRISÃO INCONVENIENTE
A POLÍCIA PRENDEU UM CAMELÔ POR GRITAR NA RUA “CORONA, CORONA!
COMPRE CORONA.
O HOMEM FOI SOLTO APÓS VERIFICAR-SE QUE O CAMELÔ ESTAVA VENDENDO A “DUCHA CORONA”.

ALÉRGIA
UM HOMEM ESPIRROU VÁRIAS VEZES AO PASSAR POR UMA MULHER QUE ESTAVA MUITO ELEGANTE E PERFUMADA.
FOI LOGO AGARRADO POR AGENTES DE SAÚDE;
MAS DESCOBRIU-SE QUE NA VERDADE ELE ERA ALÉRGICO A QUALQUER PERFUME. POR ISSO, AO PASSAR POR AQUELA MULHER COMEÇOU A ESPIRRAR ATÉ FICOU COM O NARIZ INCHADO.


Tamara é a primeira, à esquerda.

Tamara Kaufmann, ocupante da Cadeira nº 23 da Academia de Letras de Balneário Camboriú. Nasceu na Polônia em 27 de abril de 1936, porém é brasileira naturalizada e reside em Balneário Camboriú desde 1989. Ingressou na ALBC em 2003.
Apesar de ter nascido na Polônia, residiu na Rússia (país natural da mãe e dos avós), desde os seus mais ternos dias, devido a mãe ter ficado viúva logo após o seu nascimento. Aos 7 anos de idade, durante a II Guerra Mundial, ela e a mãe foram raptadas pelos alemães e levadas para um Campo de Concentração Nazista na Alemanha. Viveu na Alemanha por 5 anos, onde a mãe tornou a casar-se com um ucraniano e teve mais uma filha. Após o término da guerra, a família levou 3 anos reivindicando algum país que quisesse recebê-la para recomeçar vida nova, pois não podia voltar para a Rússia devido ao regime Comunista. Assim vieram para o Brasil em 1948.

Escrito por Academia de Letras, 22/05/2020 às 13h47 | elianarjz@gmail.com



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