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PÁGINA 3 / Cidade
DTA/Jan de Nul ofereceu o alargamento da praia central de Balneário Camboriú por R$ 67 milhões

Três grupos disputaram a obra, Jan de Nul é uma das mais capacitadas no mundo

Sexta, 25/9/2020 11:02.
Divulgação
A linha amarela mostra até onde será aumentada a faixa de areia atual (linha vermelha).

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O Consórcio DTA/Jan de Nul venceu na manhã desta sexta-feira, 25, a disputa pela obra de alargamento da praia central de Balneário Camboriú, com o preço de R$ 66.881.499,05.

A DTA é uma empresa de São Paulo que atua em obras portuárias e a Jan de Nul, sediada no paraíso fiscal de Luxemburgo, também é dessa área.

A Jan de Nul é uma das empresas mais capacitadas no mundo, para este tipo de obra.

A licitação não foi homologada, o resultado será enviado ao Tribunal de Contas do Estado que alega, aparentemente de forma equivocada, irregularidades no edital.

A obra, que demora de quatro a seis meses, não será feita neste ano, ainda um documento básico que é a licença a ambiental.

Orçada pela prefeitura em R$ 85 milhões, a concorrência teve proposta da Van Oord Serviços de Operações Marítimas Ltda. (R$ 78 milhões); do Consórcio Dragabras-Ster Engenharia (R$ 78,2 milhões) e do Consórcio DTA/Jan de Nul que levou por R$ 67 milhões.


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A linha amarela mostra até onde será aumentada a faixa de areia atual (linha vermelha).
A linha amarela mostra até onde será aumentada a faixa de areia atual (linha vermelha).

DTA/Jan de Nul ofereceu o alargamento da praia central de Balneário Camboriú por R$ 67 milhões

Três grupos disputaram a obra, Jan de Nul é uma das mais capacitadas no mundo

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Sexta, 25/9/2020 11:02.

O Consórcio DTA/Jan de Nul venceu na manhã desta sexta-feira, 25, a disputa pela obra de alargamento da praia central de Balneário Camboriú, com o preço de R$ 66.881.499,05.

A DTA é uma empresa de São Paulo que atua em obras portuárias e a Jan de Nul, sediada no paraíso fiscal de Luxemburgo, também é dessa área.

A Jan de Nul é uma das empresas mais capacitadas no mundo, para este tipo de obra.

A licitação não foi homologada, o resultado será enviado ao Tribunal de Contas do Estado que alega, aparentemente de forma equivocada, irregularidades no edital.

A obra, que demora de quatro a seis meses, não será feita neste ano, ainda um documento básico que é a licença a ambiental.

Orçada pela prefeitura em R$ 85 milhões, a concorrência teve proposta da Van Oord Serviços de Operações Marítimas Ltda. (R$ 78 milhões); do Consórcio Dragabras-Ster Engenharia (R$ 78,2 milhões) e do Consórcio DTA/Jan de Nul que levou por R$ 67 milhões.


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